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sábado, 12 de janeiro de 2013

Barbatanas de tubarão são postas para secar em telhado de Hong Kong

Fotos mostram milhares de barbatanas sobre fábrica na Ásia.
Ambientalistas condenam comércio dessa parte muito apreciada do peixe

Fotos divulgadas por agências internacionais nesta quarta-feira (2) mostram milhares de barbatanas de tubarão colocadas para secar ao sol sobre o telhado de uma fábrica em Hong Kong. A barbatana é um alimento muito apreciado para fazer sopas na China.

No entanto, ambientalistas têm se preocupado com o que consideram ser um excesso de pesca desse tipo de peixe. Hong Kong é considerada a "capital da barbatana de tubarão", mas ativistas ambientais defendem que o comércio dessa parte do peixe deixe de existir.

No Brasil, já é proibida a prática do "finning", que consiste em pescar o tubarão, cortar sua barbatana e devolvê-lo ao mar, onde acaba morrendo


Hong Kong é considerada a capital da barbatana de tubarão (Foto: AFP)
Foto mostra barbatanas sobre fábrica em Hong Kong (Foto: AFP)
Segundo a agência Reuters, havia mais de dez mil barbatanas secando no local (Foto: AFP)

fonte: globo.natureza

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Pesca sem riscos



Folheto ensina pescadores profissionais e esportivos sobre como se precaver de acidentes com algumas espécies

Uma arraia ferrou um pescador e a dor é lancinante. O que fazer para procurar socorro, quando se está distante da cidade? Diante de situações assim, cada vez mais freqüentes nos rios Paraná e Paranapanema (na divisa dos Estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná), professores e alunos da Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB), da Universidade Estadual Paulista (Unesp), produziram um folheto.

A cartilha tem o objetivo de alertar e orientar pescadores profissionais e esportivos a respeito de acidentes causados por alguns tipos de peixes.

O material será entregue em pontos estratégicos das comunidades ribeirinhas e também para turistas na região, de forma a indicar quais os primeiros cuidados para ferimentos causados por arraias fluviais, mandis, e bagres, entre outros peixes.

Não é só isso. O folder também orienta médicos sobre intervenções cirúrgicas nos casos mais graves.

O projeto é coordenado por Vidal Haddad Júnior, da FMB da Unesp, e envolve a participação de alunos de doutorado.

Os estudantes entrevistaram pescadores das comunidades ribeirinhas da região do Alto Rio Paraná para conhecer as principais causas dos acidentes durante a pesca.

Segundo a Unesp, os folhetos, elaborados em linguagem simples, direta e ilustrada, podem contribuir decisivamente para a diminuição de acidentes desse tipo na região, sendo a iniciativa aplicável em toda a Bacia do Prata.

Os interessados podem ver o PDF do folheto no site da faculdade

fonte: Agência Fapesp
http://eptv.globo.com/terradagente

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Arraias de água doce estão entre animais mais perigosos da Amazônia

Com cobras e escorpiões, elas lideram acidentes com bichos venenosos.
Conheça esses animais e saiba o que fazer em caso de ataque.

Iberê Thenório
Do Globo Amazônia, em São Paulo

 
Bonitas e pouco conhecidas, as arraias de água doce, comuns na Amazônia, figuram entre os animais venenosos que mais causam acidentes na região oeste do Pará. Segundo o Instituto Butantã, elas lideram o ranking de picadas junto com jararacas e escorpiões – animais perigosos já bem conhecidos em outras regiões brasileiras. 

“A arraia tem um ferrão serrilhado na cauda, que entra fácil [na pele] e sai rasgando, machuca bastante. O ferrão é coberto por um muco, com um veneno muito dolorido. Além do veneno, há o problema da sujeira da água, que pode causar infecção. São três problemas diferentes”, explica o biólogo Giuseppe Puorto, diretor do museu biológico do Instituto Butantã. Segundo o pesquisador, os acidentes são sazonais e ocorrem na época seca, pois as arraias costumam viver na areia, no fundo dos rios. 

 Conheça os animais venenosos que mais causam acidentes no oeste do Pará



Arraia-de-fogo

Vive no fundo dos rios e tem um ferrão serrilhado e pontudo no rabo.

A ferroada causa um corte profundo, com sangramento, dor, inchaço e infecção. Pode haver apodrecimento da pele.

Se alguém for ferido, o ideal é lavar o local da picada com água morna, para diminuir a dor. Deve-se procurar um posto de saúde para fazer um curativo e verificar a necessidade de uso de remédios para diminuir a dor e a infecção.

Para evitar acidentes, é necessário caminhar com cuidado na água, arrastando os pés. Ao descer de barcos, é bom cutucar o fundo do rio com um pau, para espantar o peixe.





Escorpião Preto


Pode chegar a 9 cm e tem um ferrão na ponta da cauda.

A picada é dolorida, mas sintomas como formigamento e sensação de choque elétrico se espalham pelo corpo. O coração dispara e pode haver dificuldade para andar.

Caso alguém seja picado, deve-se lavar o local com água e sabão. Deve-se manter a pessoa tranquila e levá-la para um hospital rapidamente, para ver se há necessidade de tomar soro.

Para afugentar o bicho, deve-se evitar o acúmulo de mato ou lixo em volta de casa. Também não se deve colocar as mãos ou pés em buracos, montes de lenha ou troncos podres.
 

Jararaca
 


Tem 1,5 m e é encontrada em várzeas, terra firme e às vezes até dentro das casas.

A picada causa dor e inchaço, além de manchas roxas e bolhas. Pode haver infecção e apodrecimento da pele no local da picada.

Em caso de acidente, é necessário lavar bem o local atingido com água e sabão. A pessoa deve ficar calma, com braços ou pernas levantados. A vítima deve ser levada a um pronto-socorro ou hospital para tomar soro antiofídico.

O melhor jeito de evitar acidentes é andar calçado e evitar de colocar a mão em locais em que a cobra pode viver, como buracos, capinzais, pedras ou montes de madeira. Para afastá-las de perto de casa, deve-se evitar lixo e ratos.
 

 ‘Zona do veneno’

Para pesquisar e conseguir evitar acidentes com esses tipos de animais, o Butantan se prepara para instalar uma base avançada na Amazônia. A região escolhida fica em Belterra (PA), na confluência entre os rios Tapajós e Amazonas, entre Belém e Manaus. “A região de Santarém, por uma questão evolutiva, tem praticamente todos os animais peçonhentos brasileiros”, conta Puorto.



Ainda que não tenha sede física, o instituto já está presente na região. Na última terça-feira (20), pesquisadores começaram o quarto encontro científico “Butantan Amazônia”, em que são promovidas palestras e discussões sobre o estudo de animais peçonhentos no Pará. 

O foco dos cientistas, além dos profissionais que trabalham em hospitais e de universidades, é a população ribeirinha. “Quem vive no campo são os mais atingidos por acidentes”, diz o biólogo do Butantan. 

Para dialogar com quem mora na floresta, o instituto já publicou uma cartilha com orientações voltadas para esse público. Ali se recomenda, por exemplo, que galinhas sejam criadas próximas às casas para afugentar escorpiões e cobras, e que gaviões e mucuras (também chamados de gambás) sejam protegidos, pois são predadores naturais das serpentes.

 

Se você vive ou viajou para a Amazônia e tem denúncias ou ideias para melhorar a proteção da floresta, entre em contato com o Globo Amazônia pelo e-mail globoamazonia@globo.com . Não se esqueça de colocar seu nome, e-mail, telefone e, se possível, fotos ou vídeos.

fonte: http://www.globoamazonia.com 

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Apapá, Sardinhão, Dourada








DETALHES
Nome PopularApapá, Sardinhão, Dourada/Herring

Nome CientíficoPellona castelnaeana (apapá-amarelo, dourada, sardinhão) P. flavipinnis (apapá-branco)

FamíliaPristigasteridae

Distribuição GeográficaBacias amazônica e Araguaia-Tocantins (Pellona castelnaeana e P. flavipinnis) e Prata (P. flavipinnis).

Descrição

Peixes de escamas; corpo comprimido; cabeça pequena; boca pequena, ligeiramente voltada para cima; região pré-ventral serrilhada; nadadeira adiposa e linha lateral, geralmente, ausentes. As duas espécies se diferenciam facilmente pela coloração amarelada do apapá-amarelo e prateada do apapá-branco, ambos com o dorso escuro. O apapá-amarelo atinge mais de 60cm de comprimento total; o apapá-branco é um pouco menor, chegando a 50cm.

Ecologia

A maioria das espécies desta família é de origem marinha e estuarina. As espécies de água doce são peixes pelágicos (superfície e meia água), ocorrendo em rios, lagos e matas inundadas. Pequenos cardumes de apapá são comuns em corredeiras. As duas espécies podem ser encontradas juntas, sendo que o apapá-amarelo é mais comum. Alimentam-se de pequenos peixes na superfície da água, durante as horas crepusculares. O apapá é considerado um peixe de 2ª classe, não sendo importante nas capturas comerciais.

Equipamentos

Equipamento de tamanho médio e varas de ação rápida são os mais indicados para se fisgar esses peixes; linhas de 10 a 12 lb.; anzóis pequenos.

Iscas

Podem ser capturados com iscas naturais, peixes pequenos ou em pedaços iscados sem chumbo, e artificiais como plugs de superfície e meia água, pequenas colheres e spinners.

Dicas

As iscas devem ser trabalhadas bem na superfície da água. O pescador precisa ter muita atenção, porque, quando fisgados, esses peixes costumam saltar fora d'água, escapando com facilidade.

Fonte: PNPDA


Dicas do Blog

No Amazonas e conhecido com Sardinhão peixe bom para ser assado na brasa manter a escama.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Cuidado com raios na hora da pescaria

Materiais de pesca podem atrair raios para perto do pescador

Por: Lielson Tiozzo Foto/Ilustração: Kid Ocelos Publicado em: 01/2009

noticias2001raioa.jpg

Um alerta para quem já planeja a pescaria em 2009. Segundo levantamento do Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCT), o número de mortes causadas por raios no Brasil no ano passado aumentou cerca de 60% em relação a 2007 e foi o maior desde 2001.

Ocorreram 75 mortes causadas por raio, contra as 47 registradas em 2007. O recorde anterior foi de 73 mortes em 2001.

No ano passado, o país teve mais de 60 milhões de raios e a previsão é que a incidência de descargas elétricas mantenha-se no mesmo nível em 2009. Desde o ínício deste mês, o fenômeno natural já causou cinco mortes.

E o que isso tem a ver com a pesca? A equipe Pesca & Companhia orienta seus leitores a não pescarem em dias chuvosos e com muitos raios.

O material das varas e o formato vertical, com estruturas metálicas, são capazes de atrair raios. Os acidentes, na maioria das vezes, são fatais.

Em dias de chuva, o pescador deve procurar um local seguro e esperar o momento certo para voltar a pescar.

fonte:

http://pesca-cia.uol.com.br/noticias/noticias.aspx?c=1720

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