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quarta-feira, 27 de março de 2013

Peixe traz muitos benefícios à saúde

Com a Páscoa, os peixes, muitas vezes ignorados pela maioria da população, ganham espaço às refeições. Mas existem motivos de sobra para incluir os pescados na alimentação do dia-a-dia e não somente na Semana Santa. Ao mesmo tempo que fornecem uma proteína de excelente valor biológico, ótima digestibilidade, os peixes, ao contrário de outras carnes, não são ricos em gorduras saturadas. Eles são ainda uma riquíssima fonte de ácidos graxos poliinsaturados da série ômega-3, que beneficia a saúde do coração.

É importante lembrar que nem todas as espécies de peixes têm a mesma composição em ácidos graxos, sendo em geral maiores os porcentuais em espécies marinhas do que em peixes de água doce. Peixes de água fria são mais ricos em ácidos graxos poliinsaturados comparados aos de regiões tropicais.

Com que frequência devemos consumir peixe?

Segundo a American Heart Association (AHA), o recomendado é consumir peixes pelo menos duas vezes por semana ( 2 porções semanalmente), especialmente os peixes ricos em ômega 3, como a truta, atum, salmão, arenque, sardinha, porque estão associados à redução da incidência de doenças cardiovasculares.

Quanto deve pesar a porção de peixe?

A porção de peixe (cozido) deverá pesar 99 gramas, de acordo com a American Heart Association (AHA). Traduzindo para as medidas caseiras, essa porção equivale a 1 filé pequeno de peixe (aproximadamente 100 gramas).

Que quantidade deve ser ingerida para obter a porção adequada de ômega-3?

Um estudo interessante realizado por Kris-Etherton P.M e colaboradores, publicado na revistaJournal of the American Heart Association em 2002, apresentou a relação do tipo de peixe e a quantidade de ácidos graxos do tipo ômega-3 a ser ingerida diariamente de peixes para se alcançar a recomendação objetivando atingir aproximadamente 1 gr dos principais ácidos graxos ômega-3 por dia. Confira abaixo alguns tipos de peixes, e a quantidade sugerida para consumo pensando na oferta de ômega 3:

A recomendação da AHA facilita o aspecto prático do consumo de peixes. Duas porções na semana já é o suficiente para colher os benefícios na promoção da saúde.

O importante é lembrar que o consumo regular de peixes deve fazer parte de uma dieta equilibrada. Esse alimento oferece ao organismo maior qualidade nutricional, melhora o nível da saúde e contribui com a prevenção de doenças cardiovasculares.

fonte: www.mtagora.com.br

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Pescadores do Pará são vítimas dos “ratos d’água”

Os piratas dos rios agem durante o dia, mas principalmente à noite. Eles andam em grupo, armados, encapuzados e atacam em lanchas velozes. Um dos alvos dos assaltantes é o motor das embarcações
Um novo tipo de crime na região amazônica está deixando os pescadores do Pará com medo de trabalhar à noite. Ladrões armados atacam os barcos que navegam pelos rios que cortam o estado. A reportagem é de Nielsen Martins.
Repórter - Eles são alvos fáceis para os bandidos. Navegar pelos rios do Pará é um risco constante, diz o ribeirinho.
Entrevistado - Eles pegam, às vezes jogam para o porão todo mundo, trancam nos camarotes. Se reagir, eles jogam na água, ou atiram.
Repórter -O comandante de embarcação tem medo de aparecer. Ele e outros donos de barcos se armaram, querem se defender dos assaltantes chamados ratos d’água. Até bombas caseiras são fabricadas para espantar os invasores.
ENTREVISTADO: Alguns se armam com cartucheira, rifle, essas coisas, né, arma caseira. Eles roubam e matam.
Repórter - Nestas imagens exclusivas feita pela polícia, os agentes correm sobre pontes de madeira para evitar a fuga de integrantes de uma quadrilha especializada em assaltos nos rios. Dois são presos. As buscas continuam nas florestas da Ilha do Marajó. A escuridão dificulta o trabalho dos policiais. Estes homens tentam fugir em uma canoa, mas não conseguem.
ENTREVISTADO: Pra todo lado que eu vou, falam que eu roubo, mando roubar. Eu quero que vocês peguem esses bandidos.
Repórter - Os piratas dos rios agem durante o dia, mas principalmente à noite. Eles andam em grupo, armados, encapuzados e atacam em lanchas velozes. Um dos alvos dos assaltantes é o motor das embarcações. Que é retirado e vendido para oficinas clandestinas da região.
ENTREVISTADO:Motor que vai no porão eles levam tudo. Dinheiro, o anel, se for de ouro, eles vão levando com tudo… Cordão.
REPÓRTER: Só nesta operação da Divisão de Combate ao Crime Organizado, 30 assaltantes foram presos.
fonte: noticiasdaamazonia.com.br

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Peixe na alimentação é saúde!



Além do saboroso, o consumo de peixe é muito nutritivo e deveria estar sempre em nossa alimentação. Para começar, o peixe é rico em proteínas, como qualquer outra carne. Por isso, quem quer deixar de lado a carne vermelha, estará bem nutrido comendo peixe. Além disso, tem grande quantidade de minerais, entre eles cálcio, fósforo, iodo e cobalto, e é também fonte das vitaminas A, D e B

E a melhor notícia é que peixe tem pouca gordura! É claro que existem algumas espécies gordurosas, mas, em geral, o peixe tem bem menos gordura do que carne vermelha e frango, e isso faz com que sua digestão seja mais rápida.

E peixe é ótimo para quem quer perder peso e controlar o nível de colesterol no sangue! Algumas espécies de peixe, principalmente aqueles de água fria, são ricos em ômega-3, que é um tipo de gordura bastante benéfica à nossa saúde.

O ômega 3 diminui o risco de doenças cardíacas, aterosclerose (endurecimento das artérias) e ajuda nas inflamações, no desenvolvimento cerebral e na regeneração das células nervosa

E, por agir nas células nervosas, o ômega-3, encontrado no peixe, ainda pode ajudar no tratamento da depressão, ansiedade e problemas de sono.
Esse tipo de gordura auxilia, ainda, no tratamento da pressão alta, na coagulação do sangue, no alivio das dores causadas pela artrite reumatóide, na proteção da pele contra raios ultravioleta e inflamações.

Por isso, o peixe é um excelente alimento para o desenvolvimento escolar de crianças e adolescentes e não pode faltar na alimentação dos idosos, já que diminui o risco de desenvolvimento do mal de Alzheimer, demência e cansaço mental.

Por isso, o peixe é um excelente alimento para o desenvolvimento escolar de crianças e adolescentes e não pode faltar na alimentação dos idosos, já que diminui o risco de desenvolvimento do mal de Alzheimer, demência e cansaço mental.

Pode ser introduzido na alimentação da criança (juntamente com carne de boi e frango) assim que esta começar a receber os alimentos complementares (em torno de 6 meses de idade), exceto se houver historia familiar de alergia a peixe. Neste caso, sua introdução pode esperar mais um pouco e, quando realizada, deve ser ofertado um tipo de peixe de cada vez e a criança ficar sob observação. Uma ótima alternativa é o cação, devido não ter espinhos. A introdução de peixe na alimentação da criança é importante, para garantir o suprimento de ferro de boa disponibilidade e proteger-lhe do risco de anemia.

fonte: www.copacabanarunners.net

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Copa do Mundo 2010 pesca Alternativa

Critérios de seleção para chamadas:
  • Disponibilidade para participar das gravações, 2 finais de semana, 19 e 20 de junho e 03 e 04 de julho
  • Passaporte do País, em nome do avô(ó), pai ou mãe  ou próprio.
  • Foto do maior peixe vivo
  • Histórico de Pesca do País qual representa
  • Se ainda houver empates a Produção através de deliberação com a equipe do Programa, selecionará o competidor.

Regulamento:

1.                Ganha quem pescar a maior quantidade de peixes durante o período do torneio;
1.1           Só serão computados peixes com mais de 1,5kg.
1.2           Caso haja empate, ganhará o pescador que tiver a maior pontuação de peixes de acordo com a tabela (Anexo I) deste regulamento.
1.3           Caso permaneça o empate, haverá uma disputa de chutes de arremessos, vence quem pontuar a maior distância, para esta prova os equipamentos serão fornecidos pelo Pesca Alternativa.
2.                Serão premiados os três primeiros colocados.
3.                Só será permitido o consumo de bebidas Alcoólicas, após a entrega dos prêmios e vetado, durante todo o período do Torneio. Caso isso aconteça, o pescador será desclassificado.

4.                Só serão permitidas 02 varas por participante. Vara com Molinete; Vara com Carretilha; Vara Telescópica Lisa; Spin Cast e somente com um anzol sem farpa por linha. Caso o fiscal pegue algum participante com anzol com farpa, o peixe capturado, será desclassificado.

5.                Não será permitido o uso de iscas artificiais durante o Torneio com exceção de miçangas e rações tipo E.V.A, cortiças e coquinhos.

6.                Não será permitido o uso de chuveirinhos, garatéia e técnicas como lambada e outras que venham prejudicar a integridade dos peixes.

7.                Bóias, só serão permitidas se forem “ancoradas” (com chumbo no fundo para que não se desloquem com o vento e atrapalhe os outros participantes), com exceção de bóias montadas com miçangas ou E.V.A., durante a ceva.
8.                Os locais serão sorteados na chegada ao pesqueiro.
9.                
Durante o dia, haverá um rodízio entre as áreas de pesca, possibilitando assim, que todos os participantes tenham as mesmas chances.

10.           O rodízio funcionará da seguinte forma; no sorteio, cada pescador terá um numero definido. Esse número será sua primeira localização no lago, as outras áreas a organização do torneio estará notificando todos os pescadores antes que o torneio inicie, sendo que, na parte da manhã, cada participante pescará em duas áreas e a tarde, após o almoço, em mais duas áreas.
11.           O lago será dividido em quatro áreas determinadas A, B, C e D. Serão 32 baias com 3,0 m de largura e áreas de escape de 6,0 mentre as áreas.

12.           Haverá um limite para troca das baias, que será de 05 minutos.
13.           Todos os peixes capturados deverão ser devolvidos com vida ao lago.

14.           Caso haja uma fatalidade, ex: Peixe “embuchar” a isca, anzol na guelra, mau manuseio, queda do peixe, retirada inadequada do peixe da água, entre outros, estes peixes entrarão no somatório do pescador e fica por sua responsabilidade levar o peixe conforme tabela de preço estipulada para cada espécie do pesqueiro.
15.           Todos os pescadores deverão manter e deixar suas baia limpas. Caso isso não aconteça, nas trocas de baias, os fiscais tomarão nota, para que no final do torneio, o participante seja punido em 1 peixe capturado.
16.           Limite de 05 minutos para tirar o peixe fisgado após o aviso de término do período de pesca e/ou término to torneio. Entre os períodos de transição de baias, as linhas não poderão ser colocadas na água até o toque do segundo aviso para reinicio da próxima etapa.
17.           Não será permitido matar os peixes para usar como iscas.
18.           Não será permitido jogar as sobras de iscas no lago.


terça-feira, 18 de maio de 2010

Camarão: coma a cabeça e a cauda

Estudo diz que as partes descartadas pela maioria são as mais ricas em nutrientes

Apesar do preço salgado, camarão-rosa, frito ou cozido, é uma boa pedida no prato do brasileiro. Além de saboroso, poderia ser um grande parceiro da saúde cardíaca, se os apreciadores deste fruto do mar não desperdiçassem, justamente, as partes mais nutritivas do alimento.

Uma pesquisa feita pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostra que justamente a cabeça, a casca e a cauda do camarão – as que costumam ir direto para a lata do lixo – são as mais ricas em proteína, ácidos graxos e ômega 3, nutrientes importantes para preservar o coração e dar um “plus” no sistema imunológico.

A descoberta foi publicada no Jornal da Unicamp e realizada pela engenheira química Andrea Del Pilar Sánchez Camargo. O estudo foi desenvolvido na Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA). Segundo as informações divulgadas, “enquanto a carne, a parte mais apreciada pelo brasileiro, tem 1% do óleo contendo ácidos graxos, o resíduo, em geral descartado, tem 5%, sendo que, deste, 25% é representado pelos ácidos graxos ômega 3”. Segundo a pesquisadora informou ao Jornal da Unicamp, 50% do pescado que é descartado poderia ser utilizado na fabricação de suplementos alimentares.

É claro que quem não tem o hábito de comer a casca, cabeça e cauda do camarão-rosa não precisa agora ser forçado a fazê-lo. A proposta da pesquisa é abrir o caminho para a elaboração de projetos que impeçam o desperdício de partes tão importantes de um dos crustáceos mais queridos do Brasil.

fonte:http://delas.ig.com.br

domingo, 25 de janeiro de 2009

Saúde que vem das águas

Alimento de baixa caloria, o peixe atua como coadjuvante na produção de energia, ajuda o corpo a aproveitar melhor vitaminas e minerais e ainda reduz o risco de problemas no coração


Por Odara Gallo

A maioria dos corredores pratica o esporte para emagrecer, ter mais saúde e melhorar o condicionamento físico. Mas, para desfrutar de todos os benefícios que a prática da corrida proporciona, a atenção especial com a alimentação é essencial. Um dos alimentos saudáveis que não pode faltar na dieta do corredor é o peixe. “Esse alimento possui uma excelente quantidade de proteínas de alto valor biológico, ou seja, possui todos os aminoácidos essenciais ao organismo humano, sendo ainda mais interessante para praticantes de atividade física”, afirmou Cassiana Domingues, nutricionista com especialização em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina (Unifesp).

Proteínas
Quando se fala em proteínas de alto valor biológico, significa que elas possuem todos os aminoácidos essenciais em quantidades e proporções que o organismo necessita. Para o atleta, esse é um benefício muito importante, pois a principal função dessa substância é refazer tecidos, formar enzimas e estruturar o sistema imunológico. “As necessidades de proteínas para os corredores são maiores do que para os indivíduos sedentários, pois, na corrida, o metabolismo é mais exigido e é preciso refazer as células que são rompidas nesse processo”, explicou Mariana Klopfer, nutricionista esportiva da clínica Nutricius - Nutrição esportiva, metabolismo e qualidade de vida, de São Paulo.

Vitaminas que dão energia
Os praticantes de atividade física têm ainda um benefício especial no consumo desse alimento por ser rico em vitaminas e minerais (como vitamina A, D e as do complexo B, cálcio, fósforo, ferro, flúor). Essas substâncias melhoram todo o processo de produção de energia durante a atividade física e aumentam o aproveitamento das vitaminas e sais minerais dos outros alimentos. “Esses componentes agem ainda para potencializar o processo de conservação e desenvolvimento ósteo-articular”, complementou Cassiana Domingues.

Ômega 3, a gordura do bem
Ao contrário da carne vermelha, a de peixe possui baixa quantidade de gordura saturada, que pode ser prejudicial ao coração e às artérias. Ela possui gorduras poliinsaturadas e monoinsaturadas, que são benéficas e ajudam a diminuir a chance de doenças coronarianas e infartos, já que aumentam o colesterol considerado bom e inibem a coagulação sangüínea.

O destaque das gorduras poliinsaturadas da carne de peixe é o ômega 3. O consumo desse componente está diretamente associado à diminuição dos riscos de doenças cardiovasculares e acidente vascular cerebral, chamado popularmente de derrame. “Além disso, a substância reduz a pressão arterial, tem ação antiinflamatória e diminui as taxas de triglicérides e colesterol total no sangue”, disse Mariana Klopfer.

Vale lembrar que, quanto mais gordura, maior será valor o calórico, ainda que essa substância seja benéfica para a saúde. Para se ter uma idéia, confira exemplos de espécies e sua concentração de gordura:
Baixa: bacalhau, carpa, pescada, truta e linguado;
Média: salmão, arenque, cavala e congro;
Alta: atum e enguia.

De água salgada ou doce?
Existem algumas diferenças básicas entre as espécies de mar e de rio. Ambas são fontes de proteína e vitaminas de excelente qualidade, mas os peixes de água salgada levam vantagem na quantidade de ômegas 3.

Em contrapartida, os peixes de água doce são mais leves e mais facilmente digeridos. “A textura é suave e sua carne se desfaz rapidamente durante a digestão. Já os peixes de água salgada precisam ter uma parede celular firme para garantir o equilíbrio das concentrações de sal e água no corpo, o que nos rios isso não é necessário”, explicou Mariana Klopfer.

Dicas para comprar e consumir
Um dos principais cuidados que se deve ter no consumo do peixe é saber a procedência do alimento. “Na hora de escolher, o peixe precisa estar com o olho saltado e brilhante, a guelra bem vermelha e o cheiro não pode ser muito forte”, orientou Samantha Enande, formada em medicina pela Unilus, em Santos, e especialista em Nutrologia Clínica pela USP, de Ribeirão Preto.

A nutróloga aconselha evitar a compra de filés congelados. “O manuseio desse alimento é muito delicado. Ele pode ter sido congelado e descongelado várias vezes”, disse. Se não tiver outra opção, fique atento à presença de cristais de gelo no peixe. Isso indica que ele já foi descongelado.

Na hora de preparar, prefira fazê-lo ao forno, pois assim é possível preservar melhor as propriedades do alimento. Mas também pode ser feito grelhado, cozido ou consumido cru, como em receitas da culinária japonesa. Nessas preparações, utilize pouco óleo e prefira os vegetais, como canola, milho e girassol, e evite utilizar margarina, manteiga e creme de leite, que são fontes de gordura saturada. Se for acrescentar azeite, faça isso apenas quando o fogo estiver desligado. Evite fritar o alimento, pois o óleo quente é rico em gordura saturada.

O ideal é consumir a carne de peixe pelo menos três vezes por semana, sempre acompanhado de fontes de carboidrato, como arroz, massas, batata, feijão, além de legumes e verduras.

Receita
As nutricionistas Ana Maria Martins e Mariana Klopfer, da Nutricius - Nutrição esportiva, metabolismo e qualidade de vida, prepararam uma opção light, com apenas 177 calorias cada porção, para você preparar o seu peixe.

Filé de Pescada com Alcaparra Light
Rendimento:
2 porções (177 kcal cada)

Ingredientes
- 200 g ou 2 filés de pescada;
- ½ cebola, em rodelas;
- 2 colheres (de chá) de alcaparras;
- 1 colher (de chá) de azeite;
- Sal e pimenta-do-reino a gosto;
- Suco de ½ limão;
- 1 colher (de café) de alecrim;
- Papel manteiga.

Modo de preparo
Ligue o forno em temperatura média (180 graus) e tempere os peixes com sal, pimenta do reino e suco de limão. Reserve. Numa folha de papel manteiga, coloque um filé de peixe, no centro, metade das rodelas de cebola, metade das alcaparras e o alecrim. Feche com o papel manteiga, formando um envelope, e aperte bem as pontas para que o líquido não vaze. Repita a operação, chamada de pappillote com o outro filé. Coloque os pappillotes numa assadeira e leve ao forno pré-aquecido por dez minutos. Retire do forno, acrescente o azeite e sirva

Fonte:
http://o2porminuto.uol.com.br/scripts/materia/materia_det.asp?idMateria=1851&idCanal=3

domingo, 28 de dezembro de 2008

Tilápia é versátil e rica em proteína

Maria do Carmo/Folha Imagem

RACHEL BOTELHO
da Folha de S.Paulo

Após algumas horas no pesque-pague, a recompensa que deveria chegar à mesa parece castigo: a tilápia, peixe dos mais populares nesses locais onde se come o que se pesca, vem com um indefectível gosto de terra. "Esse peixe não come ração, filtra organismos e algas dos reservatórios e costuma ser magro, de tamanho inadequado, com gosto de barro. Até por isso a tilápia tem o nome queimado entre os consumidores", acredita Tito Lívio Capobianco Júnior, membro da AB-Tilápia (Associação Brasileira da Indústria de Processamento de Tilápia) e sócio da GeneSeas Aquacultura, empresa que cria e processa o pescado.

Segundo ele, a tilápia apropriada para consumo é aquela criada em cativeiro, onde recebe ração, é abatida com peso em torno de 800 gramas --que rende dois filés de cerca de 120 gramas-- e cortada de forma a eliminar todos os espinhos.

Com carne branca e de sabor suave, que pode ser utilizada para assar, grelhar ou cozinhar, trata-se do peixe cujo consumo mais cresce no mundo, principalmente nos Estados Unidos. No ano 2000, o país importou o equivalente a US$ 51 milhões de tilápia fresca; em 2005, foram US$ 162 milhões.

Para Yanic Bertini Anieri, gerente de exportação e marketing da Mar & Terra, empresa sediada em Mato Grosso do Sul que cria e comercializa cortes do peixe, a rusticidade é outro fator que contribui para sua disseminação, já que barateia os custos de produção. "E ainda tem o baixo teor de gordura, a presença de ômega 6 --um ácido graxo importante-- e um bom valor protéico."

De origem africana, as primeiras espécies de tilápia foram introduzidas no Brasil no início da década de 1950, época em que a piscicultura de subsistência retardou o avanço da produção. A partir do final dos anos 1960, o quadro começou a mudar com a introdução da tilápia nilótica, mais fácil de criar. A AB-Tilápia estima que em 2005 a produção nacional tenha sido de 130 mil toneladas, com destaque para os Estados do Ceará, Bahia, São Paulo e Paraná.

Em supermercados e restaurantes, é mais fácil encontrar o peixe com o nome de "saint peter" ou "saint pierre". "Este nome é padrão exportação, usado para diferenciar da tilápia pescada em açude, para a qual muitos torcem o nariz", afirma Capobianco.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/comida/ult10005u368144.shtml

Aproveite e aprenda a fazer um canelone de Peixe foto acima

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/comida/ult10005u368147.shtml



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