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domingo, 9 de novembro de 2014

Peixes gigantes são pescados no rio Parnaíba e viram atração

Foto: Urucuifest

Foto: Urucuifest
Foto: Urucuifest

Dois peixes gigantes foram capturados em uma pescaria no rio Parnaíba, na cidade de Uruçuí, a 453 km de Teresina. Da espécie pirarucu, os animais juntos somaram quase 200 quilos e mediam aproximadamente 2 metros cada.

"Essa não é a primeira vez que um peixe desse tamanho é pescado na região devido às lagoas formadas pela represa. Ainda existem vários e eles estão se multiplicando no rio Parnaíba", disse o pescador Ismael Vieira.

Após fisgar o animal, o pescador e mais quatro amigos se reuniram para conseguir retirar os peixes da água. O trabalho durou cerca de uma hora. Os pirarucus viraram atração no município e vários moradores posaram ao lado dos peixes.

Conhecido como bacalhau da Amazônia, o pirarucu é um dos maiores peixes de água doce do mundo. A espécie pode chegar a 3 metros de comprimento e pesar 200 quilos.

Fonte::
Graciane Sousa
gracianesousa@cidadeverde.com

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Peixe de 2,5 metros que devora até cisnes assusta pescadores alemães

Peixe-gato foi flagrado no rio Isen, na região da Baviera.
Espécie estaria pouco a pouco comendo todos os outros peixes do rio.

Um peixe-gato de 2,5 metros estaria devorando até patos e cisnes no rio Isen, na região da Baviera, na Alemanha, segundo o jornal "Die Welt".


Peixe-gato de 2,16 metros que foi capturado em rio alemão. Espécie estaria provocando desequilíbrio no rio Isen. (Foto: Reprodução)
De acordo com o periódico, o "peixe monstro" come qualquer coisa que surge na frente de sua boca gigante.

Pescadores locais estão preocupados, pois a espécie estaria pouco a pouco comendo todos os outros peixes do rio.

Segundo o "Die Welt", o problema é que o peixe-gato não tem predadores naturais, pelo menos nenhum exceto ele mesmo.

"Os peixes-gato não costumam comer membros de sua própria espécie, mas agora eles também estão fazendo isso", disse Manfred Holzner, dirigente da associação local de pescadores.

fonte g1.com

domingo, 24 de março de 2013

Brasil quer emplacar o peixe pirarucu como o ‘bacalhau da Amazônia’

Espécie nativa do bioma pode pesar até 250 kg e medir cerca de 3 metros.
Projeto gera renda para famílias ribeirinhas do Amazonas.

O “gigante” dos rios amazônicos, com mais de três metros de comprimento e até 250 kg, quer ganhar fama nas mesas brasileiras e, no futuro, competir com os "parentes" nórdicos pelo título de melhor bacalhau do mundo.

Essa é a intenção de um projeto realizado noAmazonas que tem a pesca do peixe pirarucu (Arapaima gigas) como principal gerador de renda para ribeirinhos do Baixo Rio Solimões.

A carne do peixe é destinada à produção de bacalhau, resultante de um processo de beneficiamento, que poderá ser utilizado em pratos tradicionais que têm o pescado como ingrediente principal.

O gosto é parecido com o bacalhau comum, normalmente importado da Noruega, de acordo com o chef gastronômico Felipe Schaedler, que trabalha com a carne do pirarucu em um restaurante de Manaus. Ele disse ser possível substituir o pescado "estrangeiro" pelo brasileiro

“Todas as receitas tradicionais podem ser feitas com o pirarucu”, disse Schaedler, que já criou em parceria com outro chef ao menos oito pratos com o bacalhau da Amazônia.


Pescador captura exemplar de pirarucu em lago da Amazônia.
Espécie pode pesar até 250 kg e medir três metros
 (Foto: Divulgação/Jimmy Christian)
Consumo sustentável
Esta realidade só foi possível devido à implantação da primeira indústria de salga de pescados no interior da floresta, em Maraã, a 635 quilômetros de Manaus (AM). A fábrica, a primeira da América do Sul, de acordo com o governo do Amazonas, vai permitir uma produção em massa do "bacalhau da Amazônia" e sua comercialização para outras regiões do país.

Da primeira safra de pirarucus destinados à obtenção do bacalhau (60 toneladas), o Grupo Pão de Açúcar adquiriu cinco toneladas que serão vendidas a partir deste mês nas lojas dos supermercados Pão de Açúcar das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

O preço do quilo ficará entre R$ 35 e R$ 39, um valor competitivo se comparado ao bacalhau do Porto, por exemplo, que, em período de promoção, a mesma pesagem custa R$ 34,90.

É o primeiro passo para difundir o produto pelo resto do país, de acordo com Hugo Bethlem, vice-presidente executivo de Relações Corporativas do grupo, que também abrange as redes Extra e Assaí. Segundo ele, se o pescado “cair nas graças do consumidor", certamente haverá mais pedidos de compra.

“Esperamos que, com o tempo e a continuidade do manejo sustentável, consigamos elevar a venda deste pescado. Pode demorar um pouco, mas já demos o primeiro passo”, disse ele.

O grupo, segundo Bethlem, importa anualmente 5 mil toneladas de bacalhau, provenientes principalmente da Noruega e a rede é a terceira maior compradora de bacalhau do mundo.


Pescador captura exemplar de pirarucu em lago da Amazônia.
Espécie pode pesar até 250 kg e medir três metros
 (Foto: Divulgação/Jimmy Christian)
Sem impacto ambiental
De acordo com Eron Bezerra, secretário de Produção Rural do Amazonas, uma nova unidade da indústria de salga deve ser inaugurada ainda este ano em Fonte Boa, a 680 quilômetros da capital amazonense.

As duas unidades vão empregar diretamente 150 pessoas e gerar outros 5 mil empregos indiretos, principalmente na pesca. Os empreendimentos tiveram investimento de R$ 4 milhões – divididos entre os governos estadual e federal, por meio da Financiadora de Projetos e Estudos (Finep), e pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa).

"Queremos concorrer com o bacalhau que vem da Noruega. Apesar da pesca ser controlada, temos muitos lagos dentro da Reserva Mamirauá e fora dela onde a pesca planejada poderá ser realizada. Queremos um nicho de mercado sustentável", disse.

Segundo recomendações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), a pesca do pirarucu pode ocorrer apenas entre outubro e novembro, e em locais onde há atividades de manejo regulamentadas.

A primeira safra voltada para a produção de bacalhau ocorreu no ano passado e contou com 2.700 peixes que foram retirados de 37 lagos da Reserva Mamirauá.

“Esses peixes, encaminhados para a indústria, geraram uma renda de R$ 830 mil, valor que foi dividido por 530 pescadores. Isso ajuda a melhorar nossa condição de vida. Antes, o que pescávamos era apenas para alimentar minha família, meus filhos. Agora a gente consegue investir em uma casa melhor, em um novo motor para os barcos”, disse Luiz Gonzaga Medeiros de Matos, 47 anos, líder da colônia de pescadores de Maraã.
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Canapê com farofa de Uarini, pirarucu desfiado e pacovan na escama do peixe.
 Bacalhau do pescado amazônico pode ser empregado em pratos tradicionais.
(Foto: Eduardo Carvalho/G1)
fonte: globoamazonia.com

De acordo com Virgílio Viana, superintendente da Fundação Amazonas Sustentável (FAS), é uma oportunidade de difundir o consumo consciente;




quarta-feira, 6 de junho de 2012

Peixe de 120 kg no rio Juruena-MT








 Pescadores fisgam peixe com mais de 120 kg em rio de MT

Uma das atividades que mais os Juarenses gostam de fazer em suas horas de lazer é a pescaria, que movimenta a economia da cidade nos comércios especializados.Um grupo de 09 amigos, formados por profissionais liberais, empresários e comerciantes de Juara se reuniram para passar momentos de lazer no Rio Juruena em uma pescaria, e para surpresa de todos a tamanho dos peixes fisgados supreendeu. O maior peixe pescado foi uma piraiba de 2,10m que pesou em torno de 123 kg. Mais além dessa piraiba., outro grande peixe fisgado foi um Jáu de quase 70 Kg que medio cerca de 1,60m. Agnaldo José de Araújo, comerciante em Juara, informou que os peixes que foram pescados foram devolvidos ao rio, pois assim estaremos contribuindo para o equilíbrio ambiental.


" A maior emoção nossa é o prazer de poder fisgar, uns gigantes desses e mostrar a todos, que se presevarmos teremos essas maravilhas para sempre", disse Jefersson Araújo, outro pescador da comitiva. Verdadeiros monstros de água doce mostram que muito ainda nossa bacia hidrografica tem a oferecer tendo em vista o grande potencial turístico que os nossos rios ainda oferecem. Juara é um município rico em grandes rios, onde aqui encontramos por exemplo além do Rio Juruena que passa ao norte do município, o Rio dos Peixes, o Rio do Sangue, o Rio Arinos e o Rio Apicás, e também inúmeros rios de menor porte onde possível pescar matrinchãs, pintados, jaús, curimbas, trairões entre outros.

FONTE: www.nortaonoticias.com.br


                                Rio Juruena

Onde fica. Localizado no Norte do Estado do Mato Grosso, este rio em conjunto com o Rui Teles Pires, formam o Rio Tapajós que por sua vez é um dos principais afluentes do Rio Amazonas. 
                    Como chegar. O ponto de apoio para esse rio, é a cidade de mesmo nome, que conta com alguma estrutura. Para se chegar a Juruena, a maneira mais fácil é pela cidade de Cuiabá no próprio Estado ou a cidade de Vilhena no Estado de Rondônia. Existem vôos regulares de várias companhias aéreas. Consulte o seu agente de viagens. Por terra, a distancia entre Cuiabá ate Juruena e de aproximadamente 1000 km e de Vilhena - Juruena, de 360 km.
Telefone útil:Prefeitura de Juruena 0xx65 - 553.1407
Av. 4 de Julho,360 - Centro
Os Peixes que você poderá encontrar no Rio Juruena são:
                    Trairão : Peixe de grandes proporções, chegando a medir até 1 metro, que é muito apreciado por sua carne. São capturados com iscas naturais da região e artificiais : Plugs de superfície e meia-água e spinners.
                    Cachorra : Peixe com a boca mais aterradora que se pode imaginar, com dentes assustadores caninos, que compensa a sua feiúra com extrema esportividade. São capturadas com iscas naturais do seu habitat e as mais variadas artificiais.
                    Jaú : Um dos maiores peixes de água doce, habita os poços dos grandes rios. Pode chegar a 1,50 mts e 120 quilos. São capturados com iscas naturais conseguidas na região de pesca.
                    Pirarara :O nome em indígena, significa Peixe-arara, devido a coloração de suas nadadeiras. Mede aproximadamente 1,20 mts quando adulto e é capturado com iscas naturais da região com especial destaque para as piranhas de tamanho médio.
                    Matrinxã ; Parente próxima da Piracanjuba, pode chegar a 50 cm e alta esportividade. De carne saborosa é apreciada até pelos índios. Vive em águas limpas e é tipicamente amazônica sendo capturada com iscas naturais da região e pequenas artificiais com plugs  spinners.
                    Piraiba : É o maior peixe de água doce conhecido chegando a medir o absurdo de 3 metros e ate 1,40 de circunferência, o que faz com que a captura de um grande exemplar, seja registrado para a historia de varias gerações da família do felizardo pescador. Aqueles que o procuram, costumam usar o mesmo arsenal usado na captura dos grandes peixes oceânicos. Iscas naturais da região.
                    Pacu : Na verdade, esta família é imensa, chegando a mais de 30 espécies, tendo como diferencial, pequenos detalhes entre um e outro. São pescados próximos a vegetação aquática e são extremamente esportivos. Iscas: Massas caseiras secretas, minhocuçú, caranguejos e outras mais como coquinhos e frutas dura em geral.
 
informações sobre o Juruena
fonte: http://www.vaprapesca.com.br
Fonte: Juara Net

domingo, 20 de maio de 2012

Chineses capturaram um peixe 617 quilos no Rio Heilongjiang

Chineses capturam peixe com mais de meia tonelada



Chineses capturaram um peixe com mais de meia tonelada no Rio Heilongjiang, na fronteira da China com a Rússia. As fotos comprovam que a história não é de pescador. O gigante foi fisgado por Chen Lin, que precisou da ajuda de 11 colegas para arrastá-lo até a praia.

O peixe de 617 quilos, um esturjão-kaluga, foi capturado na terça-feira. Chen Lin garantiu que foi o maior peixe que já viu na vida. Mas isso não significa que seja o maior capturado em águas chinesas, já que título pertence a um animal de uma tonelada.




Em vez de transformar o peixe em jantar, os pescadores o levaram a um centro de criação local. Isso porque o animal, uma fêmea, estava carregando 1,2 milhões de ovos, segundo o jornal “Daily Mail”. Eles serão coletados e inseminados artificialmente. Depois, os peixinhos serão liberados no rio.
Essa espécie de peixe sofre um grave declínio populacional. O esturjão-kaluga é capturado com certa frequência por pescadores sem autorização, com a intenção de fazer caviar.


fonte:  jornal “Daily Mail”

terça-feira, 15 de maio de 2012

Beluga (Huso huso) e considerado um dos maiores peixes de agua doce


O beluga é conhecido como o esturjão europeu e é o maior peixe da família dos esturjões e o maior peixe de água do doce do mundo. Eles são encontrados no mar Cáspio, no mar Negro e no mar Adriático. O esturjão beluga pode viver por aproximadamente 120 anos podendo atingir mais de 7 metros e pesar mais de 1400 kg. Este peixe pode viver tanto em água doce como em água salgada, mas é considerado um peixe de água doce porque é onde ele passa a maior parte de sua vida. O número de esturjões beluga tem sido reduzido drasticamente devido a sua captura, muitos países já possuem leis para sua proteção


fonte: mundo dos peixes

quarta-feira, 23 de março de 2011

Pescadores encontram tubarão em Mongaguá (SP)

Pescadores de Mongaguá (litoral de São Paulo) tiveram uma surpresa na manhã desta quarta-feira. Eles saíram para pescar robalo e tainha, mas encontraram um tubarão de mais de dois metros de comprimento, pesando cerca de 100 kg.

O bicho, da espécie conhecida como Mangona, foi encontrado a cerca de quatro metros de profundidade, na região do mar onde costumam ficar os surfistas, de acordo com Érique Tadeu de Almeida Fortes, 31. Pescador desde criança, esse é seu quarto tubarão.

"Ele ficou na rede, que foi enrolando nele até ficar preso", diz. A rede era de um amigo de Fortes que o chamou para ajudar a puxar o peixe. Foram necessários cinco homens para tirar o tubarão do oceano. Quando conseguiram coloca-lo em cima do barco, Fortes conta que três colegas pularam no mar de medo.

Se ele ficou com medo também? "Como não ficar com medo? Quando ele se batia, fazia muito estrago, porque era muito forte, muito grande, o dente muito afiado. É um tubarão como vemos em filme", diz.

Apesar do sufoco para tira-lo do mar e do medo que causou, o tubarão rendeu um bom dinheiro. Ele foi vendido a R$ 8 o quilo, e pesava 96 kg depois de limpo. "Deu uns R$ 700. A gente fala que ganhou o da semana", afirma Fortes. O pescador explica que o tubarão que encontraram é como um cação, só que maior.


fonte folha.com

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Italiano bate recorde ao pescar peixe de 2,5 metros em rio

Especialistas estimam que ele tenha entre 20 e 30 anos de idade.
Após pesá-lo e medi-lo, pescador soltou o peixe novamente no rio.

O italiano Roberto Godi, de 32 anos, estabeleceu um novo recorde na Europa ao pescar o maior peixe em água doce. Ele fisgou um peixe-gato (conhecido no Brasil como bagre) de 2,5 metros de comprimento e 113,45 quilos, superando por mais de um quilo a antiga marca.

Segundo reportagem do jornal inglês "Daily Mail", Godi pescou o peixe gigante em um rio em Mantova, norte da Itália. Após pesar e medir o peixe, o pescador decidiu soltá-lo novamente no rio. Pelo tamanho, especialistas estimam que ele tenha entre 20 e 30 anos de idade.

fonte http://g1.globo.com

domingo, 22 de agosto de 2010

PEIXE SERRA (Pristis pectinata)

Características – focinho em formato de serra com 24 a 32 dentes de cada lado , esqueleto cartilaginoso como os tubarões e raias. A serra possui poros que são sensíveis ao movimento e à eletricidade. A serra é usada principalmente para auxiliar na captura de comida. Com ela, o peixe revolve a superfície arenosa ou lamacenta, à procura de pequenos crustáceos e moluscos e investe contra cardumes de peixes, atordoando-os. Quando se faz necessário, a serra é também usada como defesa - o peixe move esta estrutura horizontalmente, com grande força, o que pode causar estragos significativos a qualquer animal que se aventure a atacá-lo. É o único tubarão, com exceção do tubarão-cobra, que possui seis fendas branquiais no lugar de cinco ou sete. Sua carne é muito apreciada. É de coloração cinza-azulada, tem nadadeiras triangulares escuras atrás da cabeça e nadadeira dorsal dupla. Parte inferior branca, amarelo claro ou pardacenta. Barbatana caudal grande e oblíqua com lóbulo inferior extremamente reduzido. Pode alcançar 5 m de comprimento e sua serra possuir 1,5 m por 20 cm de largura, e peso de 350 Kg . As mandíbulas têm dentes pequenos. Ambas as maxilas têm 10 a 12 fileiras de dentes, com 88 a 128 dentes na maxila superior e 84 a 176 na maxila inferior. Os dentes são arredondados anteriormente e têm uma borda sem corte na face posterior. Os olhos e espiráculos se encontram na superficie dorsal. Podem viver por 30 anos
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Habitat – espécie costeira, mas pode cruzar águas profundas para alcançar ilhas. Ascende rios e pode tolerar água doce. Visto geralmente em baías, lagoas, estuários, e bocas de rio. Profundidade de até 120 m.

Ocorrência – todo litoral brasieliro
Hábitos – pode entrar em rios, e já foi encontrado na confluência dos rios Negro e Amazonas, a cerca de 720 km da foz. Quando perseguido por um tubarão, o peixe-serra sobe à superfície, onde sua serra se transforma em uma arma muito perigosa para o tubarão.
Alimentação – peixes, camarões, lulas e organismos bentônicos.
Reprodução – ovovivíparo. Reproduzem-se através do fertilization interno como ocorrem em todos os elasmobrânquios. A maturidade é atingida com aproximadamente 10 anos de idade. Nascem cerca de 15 a 20 filhotes de cada vez, medindo aproximadamente 60 cm, já armados com uma pequena serra.
Predadores naturais – tubarões
Ameaças – poluição, destruição do habitat e pesca predatória. Travado facilmente nas redes de pesca, sua remoção sem ferimento é difícil. Também caçado pela sua serra, vendida como souvenir. O comércio da espécie passou a ser considerado um crime internacional. A resolução é da Convention on International Trade in Endangered Species (CITES), órgão internacional que procura regulamentar o comércio de espécies da fauna e flora ameaçadas de extinção. A captura e comércio do peixe serra já são proibidos pelas leis brasileiras desde 2004. Não existe uma pesca direcionada exclusivamente ao peixe serra. Sua captura é incidental, ou seja, ocorre durante a pesca de outras espécies. Entretanto, a captura de um indivíduo é comemorada, pois sua “serra” ou “catana” pode valer até mais de mil dólares no mercado internacional. A retirada da peça custa o sacrifício do animal. A serra acaba sendo utilizada para vários fins. Os dentes da serra são comercializados para serem usados como esporas em rinhas de briga de galo; a serra como um todo é utilizada também como enfeite ou adorno exótico; e existe ainda a crença de que a serra cura a asma, o que não possui nenhuma comprovação científica. As barbatanas, assim como a dos tubarões, são exportadas para o oriente onde servem de ingrediente para uma sopa típica. Com menor importância, a carne também é comercializada. Está criticamente ameaçada de extinção, segundo listas internacionais e regionais. Atualmente, calcula-se que só 10% da população original. Ocupam uma importante posição como predadores nos ecossistema marinho e estuarino e que a conscientização dos pescadores e da população, aliada a efetiva fiscalização, são essenciais para a sobrevivência da espécie

fonte: www.vivaterra.org.br/




quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Quais são os maiores peixes do Brasil?





Por Yuri Vasconcelos

Os maiores peixes de água doce do Brasil são o pirarucu (Arapaima gigas) e a piraíba (Brachyplatystoma filamentosum). Considerados também dois dos maiores peixes do mundo, alcançam, em média, 2,5 metros e podem atingir 200 quilos. No passado, existiam pirarucus ainda maiores, próximos dos 3 metros. "Para crescer tanto, ele teria de viver muitos anos, o que não ocorre hoje em dia, por causa da intensa atividade pesqueira", afirma o ictiólogo (especialista em peixes) Ricardo Macedo Correia e Castro, da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto (SP). O pirarucu é mais encontrado na região amazônica, onde tem grande importância econômica — suas escamas, por exemplo, são usadas para fazer artesanato e lixas de unhas. A piraíba também vive na mesma região. Outros grandalhões da Amazônia são o peixe-boi (2,8 metros) e o boto-cor-de-rosa (2,5 metros), mas ambos não entram nesse ranking, pois não são peixes, e sim mamíferos aquáticos. Entre os peixes de água salgada do nosso litoral, alguns dos maiores são o tubarão-baleia (12 metros e 12 toneladas), o agulhão-negro (3,5 metros e mais de 600 quilos) e o mero (2 metros e até 400 quilos). "Apesar de enorme, o tubarão-baleia é inofensivo, se alimenta de zooplâncton e pequenos peixes", diz o engenheiro agrônomo Carlos Alberto Arfelli, do Instituto de Pesca do Estado de São Paulo, em Santos (SP). O Brasil possui mais de 2 mil espécies de peixe de água doce e pelo menos 1.300 peixes marinhos.


TAMBAQUI (Colossoma macropomum)
Tamanho: cerca de 1 m • peso 35 kg
Onde vive: rios da Amazônia e na bacia do Paraná
O tambaqui tem o maxilar prolongado para frente e uma forte mordida. No período da seca nos rios da Amazônia, ele vive praticamente sem se alimentar, graças à gordura acumulada no corpo. Na cheia, ruma para trechos de mata inundados, onde come frutas e sementes


PIRAÍBA (Brachyplatystoma filamentosum)
Tamanho: cerca de 2,5 m • peso 200 kg
Onde vive: rios da Amazônia e região do Araguaia—Tocantins
A piraíba é um bagre de corpo roliço e hábito noturno. É nesse período que ela sai para caçar, principalmente pequenos bagres de outras espécies, caranguejos e répteis. Na época da reprodução, é capaz de migrar 4 mil quilômetros para encontrar o local ideal para lançar seus ovos


DOURADO (Salminus maxillosus)
Tamanho: mais de 1 m • peso mais de 20 kg
Onde vive: bacias dos rios Paraná e São Francisco
Coberto de escamas douradas, ele é famoso pelos saltos espetaculares que costuma dar para fora da água quando é fisgado por pescadores. Em geral, nada em cardumes nas correntezas dos rios e realiza longas migrações reprodutivas. Tem dentes afiados e é um predador temido e voraz

JAÚ (Paulicea luetkeni)
Tamanho: 1,5 m • peso mais de 100 kg
Onde vive: bacias dos rios Amazonas e Paraná
Muito procurado por pescadores esportivos, o jaú, quando fisgado, pode arrastar uma canoa por vários quilômetros. Ele gosta de viver em rios caudalosos e de se esconder perto de pedras submersas. Uma de suas presas preferidas é o armau, pequeno peixe comum no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul










PORAQUÊ (Electrophorus electricus)
Tamanho: mais de 2 m • peso cerca de 20 kg
Onde vive: em quase toda América do Sul
Conhecido como peixe-elétrico, ele parece uma enguia. O poraquê é capaz de produzir uma descarga elétrica de até 600 volts, arma que usa para se defender e caçar seu almoço — pequenos peixes. A cada oito minutos, em média, o poraquê tem de subir à superfície para respirar





PIRARUCU (Arapaima gigas)
Tamanho: cerca de 2,5 m • peso até 200 kg
Onde vive: rios da bacia Amazônica
O pirarucu gosta de nadar em águas calmas e rasas e se alimenta de peixes como cascudo, pescada e tucunaré, além de camarão, caramujos, tartarugas e até cobras. Quando está para acasalar, a cabeça do macho fica preta e a fêmea ganha um tom amarronzado





Fonte  http://mundoestranho.abril.com.br/mundoanimal/pergunta_287181.shtml

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Pesquisadores americanos captam imagem de peixe gigante


Peixe-remo, que pode medir até 17 metros, foi filmado pela primeira vez em seu habitat natural por robô submarino
Cientistas americanos conseguiram filmar o raríssimo peixe-remo, que pode atingir 17 metros de comprimento, no Golfo do México. Essa pode ser a primeira filmagem já feita doRegalecus glesne em seu habitat natural. O grupo de pesquisadores utilizou veículos não tripulados emprestados por empresas petrolíferas para encontrar esse peixe, que normalmente só é visto na superfície do mar quando está próximo da morte.
"Nós vimos essa coisa vertical, clara e brilhante. Aproximamos um pouco a imagem e dissemos 'isso é um peixe!'", disse o coordenador da pesquisa Mark Benfield em entrevista ao repórter da BBC Jody Bourton. O pesquisador da Universidade da Louisiana comentou que, a princípio, julgou que a câmera estivesse filmando um encanamento para extração de petróleo.
Para ele, essa deve ter sido uma filmagem inédita do peixe-remo nadando em seu habitat natural, pois um registro colhido no Oeste da África em 2007 não conseguiu confirmar se o peixe era mesmo o Regalecus glesne.
O peixe é tido como o mais longo peixe vertebrado de que se tem notícia. Com o veículo operado por controle remoto, os cientistas puderam seguir o peixe-remo por cinco minutos, até que o perderam de vista. As estimativas iniciais são de que o exemplar media de 5 a 10 metros.
Parceria 
O registro do 
Regalecus glesne só foi possível graças ao Projeto Serpente, uma parceria entre pesquisadores de todo o mundo e empresas petrolíferas, incluindo a Petrobras. As companhias permitem que cientistas utilizem sua tecnologia avançada para pesquisas em águas profundas.
"Isso proporciona uma oportunidade maravilhosa para aprendermos mais sobre vida nas profundezas do Golfo do México. Termos encontrado o peixe-remo durante nossa exploração foi um bônus fantástico", disse Benfield àBBC.
"É tudo muito empolgante. Minha visão para o Projeto Serpente no Golfo do México é estabelecer um grande sistema de observação das profundezas do golfo, usando centenas de veículos não-tripulados", disse o pesquisador.
fonte: noticias.terra.com.br

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Arraia gigante pode ser maior peixe de água doce do mundo



Uma arraia gigante capturada na Tailândia durante uma expedição internacional pode ser o maior peixe de água doce do mundo, segundo informações divulgadas nesta quarta-feira pelo site científico Live Science. O animal - que mede aproximadamente 2m de comprimento e pode pesar entre 249kg e 349kg - foi descoberto durante uma excursão científica organizada pela National Geographic, que tem o objetivo de proteger as grandes espécies de peixes de rios e lagos.

Segundo o biólogo e líder da equipe de pesquisadores Zeb Hogan, da Universidade de Nevada, nos Estados Unidos, estes gigantes de água doce (Himantura chaophraya) são os maiores entre as 200 espécies de arraias existentes. As arraias gigantes podem ser vistas no sudeste da Ásia e norte da Austrália.

O animal foi capturado no rio Maeklong há um mês pelo voluntário britânico Ian Welch, utilizando uma vara de pescar e molinete. Foram necessários mais de dez homens para erguê-lo com uma rede. Depois, o exemplar foi devolvido às águas. "Esta espécie tem potencial para ser o maior peixe de água doce do mundo", afirmou Hogan. O atual recorde mundial pertence a um peixe-gato de 293kg, fisgado em 2005 no rio Mekong, também na Tailândia.

A expedição busca conservar as arraias gigantes porque a espécie corre sério risco de extinção, de acordo com a União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN). Os pesquisadores monitoraram 18 exemplares da Himantura chaophraya durante as atividades.

fonte: /noticias.terra.com.br

terça-feira, 6 de abril de 2010

Quais são os maiores peixes de água doce?




Os dois maiores peixes de água doce do mundo vivem no Brasil. "Apiraiba é o maior peixe de couro de água doce do mundo, enquanto o pirarucu é o maior entre as espécies com escama", afirma o zootecnista Eduardo Gomes Sanches, diretor do Museu de Pesca de Santos (SP). Ambos medem em torno de 2,30 metros e pesam cerca de 200 quilos. O pirarucu (Arapaima gigas) é o peixe mais emblemático da Amazônia, pois é consumido desde o descobrimento do Brasil. "Ainda hoje, é bastante vendido nos mercados. Suas escamas são emolduradas e muito bonitas, sendo aproveitadas no artesanato" diz o ictiólogo (especialista em peixes) Geraldo Mendes, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). A piraiba(Bracyplatystoma filamentosum) é um bagre, encontrado também nos grandes rios da bacia amazônica. Possui um corpo roliço, de cor cinza amarelada, e é um peixe noturno, ou seja, ataca suas presas à noite.


Por possuir um olho bem pequeno, ela usa seus barbilhões sensíveis, localizados próximos à boca, para "tatear" o caminho que segue. Outros dois grandes peixes de água doce são o dourado (Salminus maxillosus) e o jaú (Paulicea luetkeni), cujos tamanhos atingem 1,50 metro e 2 metros, respectivamente. Eles são encontrados na bacia dos rios Paraná-Paraguai, embora o jaú também viva no Amazonas.

fonte: mundoestranho

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Minipeixe-elétrico usa energia como radar de localização



Animal vive na Amazônia e é parente do poraquê.
Eletricidade do peixinho é menor que 1 volt.

Iberê Thenório Do Globo Amazônia, em Manaus

Quem vê o peixinho sarapó pela primeira vez tem a impressão de que ele é um filhote do poraquê, o temido peixe-elétrico da Amazônia. E ele é quase isso. Com apenas 10 centímetros de comprimento, o minipeixe-elétrico é parente próximo do poraquê, e também consegue produzir energia elétrica.

fonte: http://www.globoamazonia.com


Sarapó emite energia continuamente, mas a eletricidade gerada pelo peixinho não chega a 1 volt. A energia dispersada por ele serve como um radar: ajuda o animal a se localizar e a encontrar outros bichos. (Foto: Iberê Thenório/Globo Amazônia)

Como é um animal de hábitos noturnos, o sarapó não pode depender da luz para se locomover. Por isso, a energia gerada pelo peixinho serve como um radar: ajuda o bicho a se localizar, encontrar presas, defender o território e arrumar namoradas.

Diferente do seu primo poraquê, o sarapó emite pouca energia, que não chega a alcançar um volt e não tem capacidade para ser percebida por seres humanos. Ele vive em águas rasas da Amazônia e se alimenta de insetos, moluscos e outros peixinhos.


Osciloscópio mostra ondas de energia emitidas por duas espécies diferentes de sarapós. Existem pelo menos 130 tipos diferentes do 'mini peixe-elétrico', e cada espécie emite energia com frequência diferente. (Foto: Iberê Thenório/Globo Amazônia)

Um aquário com três espécies de sarapós – são mais de 130 conhecidas – estava exposto na mostra promovida pelo Museu da Amazônia (Musa) durante a reunião anual da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), em Manaus





O poraquê, 'primo mais velho' do sarapó, também é conhecido como peixe-elétrico. Ele também usa a eletricidade para se localizar, mas quando quer caçar ou se defender, é capaz de dar grandes choques de uma só vez. Cada descarga elétrica do poraquê pode chegar a 600 volts. (Foto: Iberê Thenório/Globo Amazônia)

fonte: http://www.globoamazonia.com/

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Jaraqui e bodó terão pesca proibida no Amazonas

O bodó na Amazônia e apreciado assado na brasa.
o blog.

MANAUS - Pescadores de 37 municípios do interior do Amazonas decidiram que as espécies jaraqui e bodó, bastante consumidas pela população local, terão a pesca proibida nos meses de novembro a março, período que abrange a reprodução dessas espécies nos rios da região. A decisão ainda depende de estudos técnicos por parte do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e da aprovação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

A inclusão do jaraqui e bodó na lista do defeso foi aprovada na Assembléia Geral de Pescadores ocorrida em Manaus. A reunião teve a participação de pescadores de Maués, Parintins, Benjamin Constant, Boca do Acre, São Gabriel da Cachoeira, Careiro da Várzea e Manaus, entre outros municípios onde a pesca tem importante papel na economia local.

A proposta de proibição veio dos próprios pescadores, que têm tido dificuldades para capturar as duas espécies. De acordo com pescadores, o número de cardumes tem diminuído nos rios e lagos da região, dificultando a captura. Além disso, o tamanho dos peixes diminuiu ao longo dos anos, resultado da pesca excessiva e do pouco tempo para recuperação.

O presidente da Federação dos Pescadores do Amazonas e Roraima (Fepesca), deputado Walzenir Falcão, esclarece que é comum no Brasil, principalmente na região Norte, as pessoas comerem ovas de peixe. "Se o peixe está ovado, é sinal que está no período de reprodução", explica.

- Quando comemos o jaraqui e as ovas, acabamos com o ciclo de reprodução daquele peixe. Imagine o prejuízo causado quando milhares de peixes são capturados e deixam de se reproduzir -, destacou.

Pesca sem interrupções

Outro complicador é a pesca sem interrupções. O jaraqui e o bodó são capturados durante todo o ano, sem que haja tempo para os cardumes se recuperarem. "As duas espécies são consumidas durante todo o ano, ao contrário da sardinha, do pacu, e do tambaqui, que são protegidos pelo defeso", acrescentou Falcão.

Com a aprovação dos pescadores, a proposta será encaminhada ainda este mês para o Ibama e o Inpa, que farão os estudos técnicos para inclusão do jaraqui e bodó no defeso 2009/20010.



O Jaraqui e o peixe mais popular na Amazônia e preparado frito.

Matéria de inauguração do Blog.

Sua Excelência, o Jaraqui

Fonte: Portal Amazõnia
Colaboração : Oswaldo Neves

quarta-feira, 11 de março de 2009

Descoberta na Amazônia

Nova espécie de peixe miniatura transparente

Piaba dálmata vive nos Rios Madeira e Purus.
Exemplares encontrados não passam de 20 milímetros de comprimento.

Dennis Barbosa Do Globo Amazônia, em São Paulo

Foto: Fernando Mendonça/Divulgação

A piaba dálmata é transparente, o que permite ver seus órgãos internos, como a bexiga natatória, a bolha que o animal tem dentro do corpo para controlar a profundidade em que nada.

Uma nova espécie de peixe ornamental que habita os Rios Madeira e Purus foi descoberta pela pesquisadora da Universidade Federal do Amazonas e da Universidade do Estado do Amazonas Cristina Bührnheim.

Por seu tamanho reduzido em comparação a outros peixes do mesmo grupo, a piaba dálmata (Amazonspinther dalmata) é considerada uma miniatura – os exemplares coletados têm em média 17 milímetros e não passam de 20 milímetros de comprimento, quando outras piabas chegam a 60 milímetros.

“A miniaturização é um fenômeno evolutivo que ocorre em vários tipos de animais”, explica Bührneim. A ciência, no entanto, não tem uma explicação definitiva sobre por que certos tipos de animais diminuem de tamanho.

O nome "dálmata" decorre das três manchas pretas que o peixe apresenta. Para Bührnheim, a espécie tem potencial comercial. A publicação da descoberta foi feita em dezembro na revista científica "Neotropical Ichthyology".

Foto: Fernando Mendonça/Divulgação

Esta espécie de peixe vive em cardumes e foi coletada pela primeira vez no Rio Madeira, em Rondônia, em local próximo a uma futura usina hidrelétrica.

fonte: http://www.globoamazonia.com


sábado, 20 de dezembro de 2008

Maior peixe de água doce do mundo é pescado na Tailândia

Pescadores da cidade tailandesa de Chiang Khong capturaram o que é, provavelmente, um dos maiores peixes de água doce já vistos. Com 292kg e conhecido como bagre gigante do rio Mekong, o animal é estudado pelo WWF em parceria com a National Geographic Society que atuam na região para evitar a extinção da espécie.

(Foto: © WWF/Suthep Kritsanavarin).

Pesando o mesmo que um urso pardo, o bagre do rio Mekong é uma das várias espécies de peixes de água doce gigantes ameaçados de extinção.

“Ficamos felizes com o recorde que estabelecemos, ao mesmo tempo fico preocupado porque este tipo de peixe gigante é pouco estudado e está muito ameaçado. Alguns deles, como o próprio bagre de Mekong, têm alto risco de desaparecerem”, afirmou o pesquisador do WWF, Zeb Hogan.

Os peixes de água doce gigantes estão em extinção no mundo todo, inclusive no Brasil. A maior espécie encontrada nos rios brasileiros é a piraíba que atinge até 2,8m e tem ampla distribuição na bacia amazônica. Por sua característica migratória, os bagres sofrem especialmente o impacto de grandes obras de infra-estrutura, especialmente represas e reservatórios que impedem a mobilidade da espécie. A dourada e a piramutaba, por exemplo, são bagres nacionais conhecidos por realizarem as mais longas migrações de peixes em qualquer bacia hidrográfica do mundo.

fonte: http://www.wwf.org.br/
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