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sexta-feira, 8 de junho de 2018

4 CRIATURAS SINISTRAS QUE VIVEM NO RIO AMAZONAS

Como você sabe, a Amazônia serve de lar para algumas das criaturas mais incríveis do planeta. No entanto, entre elas também existem “animaizinhos” que — a não ser que você seja um pesquisador maluco ou talvez um aventureiro intrépido — ninguém gostaria de encontrar pela frente.

Aqui no Mega Curioso inclusive já trouxemos algumas matérias sobre esses bichos, e agora você pode conferir uma seleção de quatro animais sinistros — publicada pelo pessoal do ListVerse — que habitam o Rio Amazonas e que certamente vão surpreender você.

1 – Tubarão-cabeça-chat
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Fonte da imagem: Reprodução/Wikipédia

Se você pensa que os tubarões só podem ser encontrados no mar, temos novidades! Além de candirus e pacus – peixinhos nada amigáveis que aterrorizam os banhistas —, também é possível encontrar tubarões-cabeça-chata no Amazonas. Esses peixes chegam a medir entre 2 e 3,5 metros de comprimento, e alguns espécimes podem pesar mais de 300 quilos.


Assim como qualquer tubarão que se preze, os cabeça-chata contam mandíbulas poderosas com várias fileiras de dentes, e a força de sua mordida é de quase 590 quilos. Além disso, eles são capazes de subir o rio e, muitas vezes, chegar até Manaus, e têm como hábito viver em áreas densamente povoadas. Embora se alimentem principalmente de peixes, pássaros e arraias, esses animais são os responsáveis pelo maior número de ataques de tubarão a humanos em águas fluviais.

2 – Peixes elétricos

Fonte da imagem: Reprodução/ListVerse

Eis mais um peixe com o qual os encontros não costumam ser muito agradáveis. Também conhecido como poraquê, esse espécime — que chega a medir 3 metros de comprimento e pesar 30 quilos — conta com células musculares especiais capazes de produzir descargas que variam entre os 300 e os 1.500 volts, suficientes para matar um cavalo.

O mais curioso é que os poraquês são como uma verdadeira pilha — o polo positivo se encontra na parte traseira do peixe, enquanto o negativo fica na dianteira —, produzindo descargas de intensidades variadas. Assim, o problema maior ocorre quando o animal toca a vítima com as duas extremidades do corpo, resultando em choques mais poderosos que podem provocar paradas cardiorrespiratórias.

3 – Jacaré-açu

Fonte da imagem: Reprodução/ListVerse

Todo mundo sabe que os jacarés são animais agressivos com os quais não se deve brincar, e o jacaré-açu — espécie nativa da América do Sul — é um predador de respeito que não se intimida diante de outros bichos “nervosos”, como onças e sucuris. Esses répteis podem ultrapassar os 6 metros de comprimento, pesar mais de 300 quilos e se alimentam de qualquer presa na qual consigam cravar os dentes, incluindo um ou outro humano desavisado.


4 – Pirandirá


Fonte da imagem: Reprodução/CPT
Conhecido também pelo nome de “cachorra”, o peixe acima, da espécie Hydrolycus scomberoides, embora não tenha o costume atacar humanos, assusta bastante graças ao par de dentões que fazem parte de seu sorriso. E as presas são tão grandes — podem chegar a assustadores 15 centímetros de comprimento — que o pirandirá inclusive possui dois orifícios em sua maxila superior que servem para acomodá-las quando ele está com a boca fechada.

O pirandirá pode medir cerca de um metro de comprimento, e entre os bichinhos que fazem parte de sua dieta estão as temidas piranhas. Os pescadores de plantão devem tomar cuidado com os dentes afiados ao retirar esses peixes da água, pois eles costumam saltar bastante quando são fisgados.


fonte: /www.megacurioso.com.br

quarta-feira, 23 de maio de 2018


Brasil avança na criação de peixes de água doce


A produção brasileira de tilápias, o peixe de água doce mais consumido no País, cresceu 8% em 2017, em comparação com 2016, atingindo 357 mil toneladas. O incremento fez com que o Brasil superasse Filipinas e Tailândia, assumindo o quarto lugar entre os maiores produtores mundiais desse pescado. A produção de tilápia representa 51,7% da aquicultura nacional – criação de peixes, moluscos e crustáceos em ambientes aquáticos. O Estado de São Paulo assumiu, no ano passado, o terceiro lugar entre os Estados produtores, com 69,5 mil toneladas, atrás de Paraná e Rondônia.

Para discutir os avanços e o potencial do setor, produtores, técnicos, empresários e outros integrantes da cadeia produtiva realizam, de quarta até sexta-feira, 16 a 18 de maio, a 10.ª edição da Aquishow Brasil, em Santa Fé do Sul, interior de São Paulo. “É o maior evento de aquicultura do País e vamos levar informações técnicas importantes sobre pesquisas e inovações que acabam de se tornar disponíveis para os produtores”, disse o diretor de departamento do Instituto de Pesca da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado, Luiz Marques da Silva Ayroza.

Segundo ele, o evento acontece num momento em que a criação de peixes em ambientes cultivados avança mundialmente, levando à previsão de que, em 2020, ultrapassará a pesca de captura em rios e mares, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). “O Brasil tem um tremendo potencial, não só para a produção de tilápias, mas também de outros peixes. Além dos chamados peixes redondos, como o tambaqui e o pacu, e seus híbridos, o tambacu e o patinga, vamos apresentar aspectos interessantes sobre a criação do pintado e do pirarucu”, disse Ayroza.

Outra novidade a ser mostrada no evento envolve a criação do panga, peixe com grande potencial e que, segundo ele, já teve a produção regulamentada no Estado e é produzido na região de Mococa, interior paulista. O técnico lembra que o Brasil importa grande quantidade por ano desse peixe, principalmente dos Estados Unidos. “O panga está sendo comparado com o salmão do Chile e tem grande potencial para criação no Estado de São Paulo”, disse.

Entre os órgãos que participam da Aquishow, no Complexo Turístico Roberto Rollemberg, em Santa Fé, estão a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral e o Fundo de Expansão do Agronegócio, ligados à Secretaria, além da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, da Secretaria de Aquicultura e Pesca do Governo Federal, da Agência Nacional de Águas e da Embrapa Pesca e Aquicultura.

Fonte: Agência Estado
umv.com.br/

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Peixe com 'dentes humanos' é capturado nos Estados Unidos




 Facebook/South Carolina Department of Natural
 Resources Exemplar de um sargo-de-dentes foi pego na Carolina do Sul


O Departamento de Recursos Naturais da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, divulgou nas redes sociais a foto de um peixe no mínimo intrigante, que possui dentes muito similares aos dos humanos. Na publicação, a bióloga Pamela Corwin fez uma brincadeira com o objetivo de estimular os internautas a descobrirem a espécie do animal.

"Eu gosto de passar o tempo perto de rochas, docas, recifes e até pontes. Sou conhecido como o peixe condenado por causa de minhas listras pretas e brancas. Qual é o aspecto mais legal sobre mim? Eu tenho incisivos e molares semelhantes aos humanos para ajudar a esmagar minha comida, eu gosto de camarão e ostras como você!", escreveu Pamela.

Em seguida, a bióloga revelou que o peixe é um sargo-de-dentes, da família dos esparídeos, encontrado principalmente no Caribe e no Golfo do México;

fonte: www.msn.com/pt-b

sábado, 25 de abril de 2015

Cientistas descobrem exemplar raro de 'minitubarão' de apenas 14 cm

Este foi o segundo exemplar do gênero 'Mollisquama' já encontrado.

Ele estava entre espécies coletadas em 2010 e foi achado em laboratório.

A Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) trabalhou com pesquisadores da Universidade Tulane para identificar o 'mini-tubarão' (Foto: Michael Doosey/Tulane University/Divulgação)

O mini-tubarão estava entre os exemplares coletados em uma missão de 2010 feita pelos pesquisadores da Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) no Golfo do México, na costa do estado da Louisiana. O objetivo da missão era estudar os hábitos alimentares da baleia cachalote, segundo o pesquisador Mark Grace, do Laboratório de Pesca da NOAA em Pascagoula, no Mississippi.Cientistas americanos descobriram em seu próprio laboratório um exemplar raríssimo de tubarão, que só tinha sido encontrado uma única vez antes, no Peru, há 36 anos. O gêneroMollisquama, chamado em inglês de pocket shark, ou tubarão de bolso, tem como peculiaridade seu tamanho – o exemplar descoberto recentemente mede menos de 14 cm – e também sua aparência inofensiva.Mas, ao se deparar com o pequeno tubarão no laboratório, no meio de outras espécies marinhas coletadas, ele pediu a pesquisadores da Universidade Tulane e para um especialista em genética da NOAA examinarem o exemplar mais de perto. O que descobriram foi que ele era muito semelhante ao Mollisquama parini, espécie descrita pela primeira vez em 1979.


Ilustração da espécie rara Mollisquama sp., ou "tubarão de bolso", descoberta por pesquisadores da Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) (Foto: NOAA FishWatch.gov/Divulgação)

Desde então, nenhum outro exemplar tinha sido visto na natureza até a descoberta feita por Grace. A análise do animal levou à sua classificação como o segundo tubarão do gêneroMollisquama já descrito. Algumas diferenças em seu corpo, porém, levaram os cientistas a classificá-lo como uma espécie diferente daquela descoberta em 1979: seu nome científico passou a ser Mollisquama sp.

“O ‘tubarão de bolso’ que encontramos tem apenas 14 cm de comprimento e era um macho recém-nascido”, disse Grace. “Descobri-lo nos fez pensar sobre onde sua mãe e seu pai podem estar, e como eles chegaram ao Golfo. O único exemplar conhecido foi encontrado muito longe, no Peru, há 36 anos.”

O estudo que descreveu a espécie foi publicado nesta quarta-feira (22) na revista científica "Zootaxa".

Tubarão ou cação?
Apesar de existir uma ideia corrente de que um tubarão pequeno deve ser chamado de cação, essa noção está errada, diz o oceanógrafo Ricardo Cardoso, do Aquário de São Paulo.

“Cação é a denominação popular que há muito tempo é dada para a carne de tubarão. Inclusive os pescadores têm a brincadeira de que, quando a gente come ele, é o cação e, quando ele come a gente, é o tubarão.” Na realidade, segundo Cardoso, cação e tubarão são a mesma coisa.

Ele observa que existem muitas espécies de tubarão de pequeno porte, que medem entre 50 cm e 1,2 m. Mas o exemplar encontrado, de 14 cm, pode estar entre os menores já descritos


fonte: g1.com.br
Mariana LenharoDo G1, em São Paulo
.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Espécie rara, tubarão-boca-grande fica preso em rede de pesca nas Filipinas

Departamento de Pesca vai investigar causa da morte do animal.
Espécie pode chegar a 5,2 metros e viver por até 100 anos.

Da Reuters

Tubarão-boca-grande é retirado do mar por pescadores nas Filipinas (Foto: Reuters/Rhaydz Barcia)
Pescadores das Filipinas se surpreenderam ao encontrar uma espécie rara de tubarão presa em suas redes de pesca. O tubarão-boca-grande, cujo nome científico é Megachasma Pelagios, tinha 4,5 metros de comprimento.

Ele foi capturado acidentalmente nesta quarta-feira (28) na costa da região central das Filipinas. A espécie pode chegar a até 5,2 metros e viver por até 100 anos.

Foi preciso usar um tipo de uma maca com cabos de aço para retirar o corpo do tubarão da água. O Departamento de Pesca e Recursos Aquáticos da província de Albay, nas Filipinas, vai abrir uma investigação para determinar a causa da morte do exemplar

fonte: http://g1.globo.com/natureza/

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Pescadores encontram tubarão pré-histórico na Austrália


Foto: Daily Mail / Reprodução

Já foram encontrados fósseis deste animal com cerca de 80 milhões de anos


Seus dentes, enfileirados em 25 sequências, são responsávei por não deixar que a presa saia de sua boca



Um grupo de pescadores encontrou um animal pré-histórico durante uma tarde de pesca na cidade de Lakes Entrance, em Victoria, na Austrália. O "tubarão jurássico" foi tirado do mar e levado para especialistas. As informações são do Daily Mail.

Segundo a publicação, a criatura é conhecida como "tubarão-cobra" ou "tubarão-enguia". Esta espécie, que se julgava extinta, tem cerca de dois metros de comprimento e é uma das mais antigas já encontradas vivas nos dias de hoje. Já foram encontrados fósseis deste animal com cerca de 80 milhões de anos.

                                 Foto: Daily Mail / Reprodução

Marrom e com cerca de 300 dentes, o tubarão foi capturado a cerca de 700 metros de profundidade. Nos últimos registros, essa espécie foi encontrada em regiões mais profundas, a 1.200 ou 1.500 metros.


O "tubarão-cobra" possui uma mandíbula longa e flexível, que permite que ele engula a sua presa por inteiro. Seus dentes, enfileirados em 25 sequências, são responsávei por não deixar que a presa saia de sua boca.

fonte: http://noticias.terra.com.br/

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Pela 1ª vez imagens de diabo negro do mar

Cientistas captam pela 1ª vez imagens de diabo negro do mar

Peixe com antena de luz para atrair presas foi fotografado por robô a quase 3 mil metros de profundidade na Califórnia

Cientistas do Instituto de Pesquisa do Aquário da Baía de Monterrey, na Califórnia, conseguiram filmar um exemplar do misterioso "diabo negro do mar", uma espécie de peixe abissal conhecida pelo nome científicoMelanocetus johnsonii.

Segundo os pesquisadores da instituição, esta foi a primeira vez que este estranho e pequeno animal foi filmado em seu habitat natural. O peixe pode chegar a viver em uma profundidade de até 3 mil metros.
BBC
O exemplar filmado é uma fêmea de 9cm que estava a 600m de profundidade
O exemplar filmado é uma fêmea de 9 centímetros que se encontrava a cerca de 600 metros da profundidade no cânion submarino de Monterrey, na costa californiana.

As imagens foram gravadas por um veículo operado remotamente batizado de Don Ricketts.

O "diabo negro do mar" tem uma antena que se ilumina graças a bactérias bioluminescentes, o que o ajuda a atrair suas presas. Elas acabam atraídas para suas temidas mandíbulas, repletas de dentes afiados.

As fêmeas podem medir até 20 centímetros, enquanto o macho é dez vezes menor e não pode sobreviver sozinho - ele se acopla à companheira como um parasita.

Para os que assistiram ao filme Procurando Nemo, da Disney/Pixar, este peixe é conhecido: ele aparece em uma cena perseguindo os protagonistas do desenho animado.

fonte: BBCBRASIL

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Biólogos se surpreendem ao capturar peixe com cobra na boca nos EUA

Achigã recém havia engolido cobra d'água na Flórida.
Pesquisadores estavam fazendo estudo quando pegaram peixe.

Biólogos se surpreenderam ao capturar um peixe no estado da Flórida, nos EUA, e descobrirem que ele recém havia devorado uma cobra d'água.


Biólogos capturaram peixe com cobra em sua boca (Foto: Reprodução/Facebook/FWC Fish and Wildlife Research Institute)
Segundo a Comissão de Conservação de Peixes e Vida Silvestre da Flórida (FWC), o achigã (Micropterus salmoides) tem uma dieta extremamente diversificada, alimentando-se de outros peixes, crustáceos, insetos, répteis, anfíbios e até mesmo pássaros.

Os pesquisadores da FWC estavam realizando um estudo sobre as populações de peixes para ajudar na regulamentação da pesca, quando capturaram o achigã com a cobra em sua boca.

Fonte> g1.com.br 

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Raro peixe-cavalo é flagrado nos EUA




Ele foi encontrado em Nags Head, no estado da Carolina do Norte.
Com dentes afiados, peixe-cavalo tem hábito de comer a própria espécie.

Um raro peixe-cavalo (Alepisaurus ferox), também conhecido como peixe-serrote, foi flagrado no cais de Jennette, em Nags Head, no estado da Carolina do Norte (EUA).
Raro peixe-cavalo (Alepisaurus ferox) foi flagrado no cais de Jennette, em Nags Head (Foto: Reprodução/Twitter/N.C. DENR)

A espécie vive em altas profundidades e raramente é vista perto da costa.

Segundo o site "LiveScience", o peixe-cavalo chama atenção por seus dentes afiados e nadadeira dorsal proeminente, além do hábito de comer sua própria espécie.

Ele pode alcançar até dois metros de comprimento e geralmente se alimenta à noite. Além da própria espécie, alimenta-se de crustáceos, lulas e espécies menores de peixes.


Após ser fotografado, segundo o Departamento de Meio Ambiente e de Recursos Naturais da Carolina do Norte (DENR), o peixe foi solto


de 2006 mostra peixe-cavalo (Foto: Divulgação/NOAA)

Fonte: g1.com.br














Foto de 2006 mostra peixe-cavalo (Foto: Divulgação/NOAA)

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Trio fisga atum com 'chifre' em pescaria na Austrália





'Chifre' teria se formado após ferimento provocado por marlim.

'É a coisa mais estranha que eu já encontrei em um peixe', disse pescador.

Um trio se surpreendeu ao fisgar um atum-dente-de-cachorro com um chifre durante uma pescaria na costa do estado de Queensland, na Austrália.
Trio fisgou atum com 'chifre' em pescaria na Austrália (Foto: Reprodução/Facebook/ABC Tales from the Tinny)


O peixe acabou comparado ao mítico unicórnio e foi apelidado de "atum unicórnio".Kim Haskell tinha saído em uma pescaria com o irmão Jamie e o sobrinho Christopher, quando o sobrinho puxou a linha com o atum bizarro.

No facebook, Jamie escreveu que o atum estava com o bico pontiagudo de um marlim espetado na cabeça. Como estava cicatrizado, ele acredita que o "chifre" tem sido espetado há muito tempo.

Ele destacou ainda que o "chifre" estava incrivelmente centrado e não teria acreditado na história se não fossem eles mesmos que tivessem fisgado o atum. "Provavelmente, é a coisa mais estranha que eu já encontrei em um peixe", disse.

fonte: g1.com.br

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Criatura marinha gigante achada nas Filipinas intriga moradores e peritos

Funcionários usaram motosserra para remover a carcaça.
Animal foi achado em Dauin, na província filipina de Negros Oriental.
Uma criatura marinha gigante foi encontrada perto do vilarejo de Masaplod Sur, em Dauin, na província filipina de Negros Oriental, e intrigou moradores e funcionários do Departamento de Pesca e Recursos Aquáticos (BFAR) da província
 


Criatura marinha gigante foi encontrada nas Filipinas (Foto: Reprodução/disclose.tv)
. A criatura marinha tinha cerca de 10 metros de diâmetro e pesava em torno de 10 toneladas.

Um ambientalista italiano chegou a afirmar que seria uma baleia cachalote, mas funcionários da BFAR negaram a informação. Alguns pescadores, por sua vez, disseram que a criatura seria uma lula gigante por causa de sua carne avermelhada.

Por conta do tamanho, funcionários usaram uma motosserra para conseguir remover a carcaça
. Assista ao vídeo.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Barcelos - AM a casa dos tucunarés gigantes uma sucuri de 7 metros

Sucuri de 7 metros em Barcelos-AM

Rapaz diz que foto de cobra grande em Barcelos (AM) é real


Segundo moradores de comunidade do município de Barcelos, sucuri enorme mede quase sete metros e já teria feito cinco vítimas na região

Cobra teria feito cinco vítimas na comunidade e foi encontrada nesta terça-feira (19)


Ribeirinhos da comunidade do Miriti, localizada no município de Barcelos (distante 405 quilômetros de Manaus), afirmam ter se deparado com uma cobra gigantesca da espécie sucuri esta semana. A foto do animal foi enviada à redação do Portal A Crítica via e-mail nesta terça-feira (19).

De acordo com populares, a cobra mede quase sete metros e é uma das maiores serpentes encontradas no Amazonas.

Segundo o morador que registrou a imagem, Rafael Bastos, a cobra já havia feito cinco vítimas na região, e, por conta deste risco, os vizinhos resolveram matar o animal. “Ela foi morta a tiros e cacetadas, por isso que a boca dela está desse jeito”, conta.

Apesar da dúvida em torno da foto, Rafael confirmou a veracidade da imagem. “Quem tirou a foto fui eu, mas quem ta segurando a cobra é o meu tio. A foto é verdadeira, podem acreditar”, assegura.

Bastante comum no interior do Amazonas, a pele e a gordura do animal serão usadas na fabricação de remédios caseiros, os quais serão produzidos pelos próprios moradores da região.

O Batalhão Ambiental da Polícia Militar e o Comando de Policiamento do Interior (CPI) não confirmaram a ocorrência. A reportagem tentou contato com Polícia Militar no município de Barcelos, mas as ligações não foram atendidas

fonte Acritica-AM

terça-feira, 20 de agosto de 2013

foto de tubarão enorme com outro na boca é real


Cena incrível foi registrada na costa do estado de Delaware.Tubarão menor engoliu isca, mas acabou atacado por predador maior

Pesquisadores fisgaram tubarão enorme
com outro menor dentro de sua boca
(Foto: University of Delaware ORB Lab/Reuters)

A imagem registrada por pesquisadores da Universidade de Delaware (EUA) que mostra um tubarão enorme com outro menor dentro de sua boca gerou grande debate na internet, com alguns afirmando que a foto feita na costa do estado de Delaware seria montagem.

Nesta terça-feira (20), a agência Reuters divulgou a foto comprovando que a cena incrível é realmente real. O tubarão menor havia engolido a isca que os pesquisadores usaram para capturar espécimes maiores, mas ele acabou virando isca de um predador maior.


fonte g1.globo.com

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Americano bate recorde ao fisgar peixe rocha vermelho de 18,46 quilos

Eric Christopher Otte quebrou o recorde ao fisgar um peixe-rocha-vermelho de 18,46 quilos (Foto: Divulgação/IGFA)- 
O americano Eric Christopher Otte, que mora em Wahoo, no estado de Nebraska (EUA), quebrou o recorde mundial ao fisgar um peixe-rocha-vermelho (Sebastes borealis) de 18,46 quilos durante pescaria em Cross Sound, no Alasca, no dia 22 de junho.

A marca foi reconhecida pela Associação Internacional de Pesca Esportiva (IGFA). Segundo a entidade, Otte superou por mais de dois quilos a antiga marca.

Fonte: G1 

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Tubarão Gnomo



O tubarão-gnomo (Mitsukurina owstoni) é uma espécie rara de tubarão que só é encontrada nas profundezas do oceano. Tem longo focinho em forma de faca e uma grande boca com dentes em forma de agulha.
Tem o corpo plano, olhos pequenos, sem pálpebras, corpo flácido rosa-claro com barbatanas azuladas, tornando-se cinza amarronzado após a morte. 

Costuma ter 3 metros de comprimento, mas pode chegar aos 6m e ocorre no litoral norte da América do Sul, África e Europa.

O focinho contém órgãos sensoriais para detectar sinais elétricos emitidos por presas, como polvos e caranguejos

Fonte: UOL

segunda-feira, 1 de abril de 2013

tubarão-touro de duas cabeças

Cientistas confirmam primeiro tubarão-touro de duas cabeças
Animal possui dois corações, dois estômagos e apenas uma cauda.
Bicho foi encontrado por pescadores no Golfo do México.

Um tubarão-touro (ou tubarão-cabeça-chata) de duas cabeças, encontrado no Golfo do México, foi confirmado como o primeiro desse tipo na espécie, de acordo com cientistas de duas instituições de ensino dos estados da Flórida e do Michigan..
Pescadores encontraram animal com cabeças e órgãos independentes, mas com apenas uma cauda


(Foto: Shark Defense/Florida Keys Community College)
 O peixe foi encontrado por pescadores locais, e possui dois corações, dois estômagos e termina em uma única cauda. “Certamente é um fenômeno interessante e raramente detectado”, disse Michael Wagner, professor assistente da Universidade Estadual do Michigan.

O animal não foi encontrado vivo, todavia, ele agora será documentado e estudado por especialistas do colégio técnico de Flórida Keys e da instituição de ensino do Michigan. “Temos que descobrir mais sobre isso e concluir a respeito do que teria causado essa condição”, concluiu o docente.

Michael Wagner, um cientista da MSU e co-autor do estudo recém-publicado, detalhou em sua análise que o exemplar tinha uma bifurcação axial, uma deformidade do embrião que começou a se separar em dois organismos, mas não chegou a completar o processo.

"A metade do processo de formação de gêmeos deteve a divisão do embrião", explica Wagner, que considera que o animal - que morreu em seguida - tinha "poucas ou nenhuma possibilidades" de sobreviver por muito tempo.
Raio-X mostra que espinha que começa em cada cabeça do animal converge em apenas uma, chegando até a cauda 


(Foto: Michael Wagner/MSU)
Os predadores necessitam realizar movimentos muito rápidos para caçar outros peixes, algo que este exemplar nunca poderia ter feito, apontou o responsável pela investigação do primeiro caso de bicefalia conhecido em tubarões touro.

Este fenômeno, por sua vez, já foi observado em outras espécies de tubarões, detalhou o estudo, que também foi elaborado em colaboração com a escola comunitária da região de Florida Keys.

"Este é sem dúvida um desses fenômenos interessantes e raros de detectar", afirmou Wagner, que completou: "É bom que tenhamos documentada esta parte da história natural do mundo, mas sem dúvida teríamos que ter o encontrado antes para poder tirar mais conclusões sobre a causa". 

http://www.efe.com
gi.com

leia  matéria do Blog
Pescador de Vitória encontra cação de duas cabeças

sábado, 30 de março de 2013

Peixe-Morcego: O Batman submarino

Peixe-Morcego, 25 cm, disfarçado. Ilha Vitória, Ubatuba.
foto: Alfredo Carvalho Filho A cara do morcego
O animal muda a sua cor para se camuflar no fundo do mar
Cláudio (Buia) Sampaio

Andando, à noite.

Este animal bizarro, o Peixe-morcego (Ogcocephalus vespertilio) é totalmente adaptado ao seu meio. Vive sempre no fundo, seja na areia, lodo ou entre rochas e corais, entre 1 e 150 m de profundidade.

É um bicho de 30 cm e seu corpo lembra uma grande flecha bem achatada, de cabeça enorme e triangular, a boca pequena e protrátil, isto é, que pode se alongar para frente formando um tubo. Na ponta da cabeça há um chifre de osso no qual se esconde um órgão que funciona como uma “isca”: um espinho móvel com a ponta carnuda e que o morcego agita na sua frente para atrair presas. Assim, o peixinho, molusco, verme ou camarão que vem investigar vira jantar, sugado pelo tubo que é a sua boca.
Isso é o chamamos de “caça” passiva, porque o morcego também pode ser muito ativo, usando seu chifre para fuçar o fundo e “aspirando” pela boca o que achar de comida. Se a fome apertar e não aparecer nada, não tem problema, ele pode se alimentar de algas. Durante o dia fica quieto e camuflado. Á noite sai para comer, seja andando pelo fundo, seja dando rápidas nadadas pela coluna d´água.

As suas brânquias são apenas uma abertura na pele, logo após as nadadeiras peitorais que são longas e articuladas, inseridas no final da cabeça e modificadas como se fossem pernas para que nosso amigo possa realmente “andar” pelo fundo. A pele é rugosa, cheia de escamas muito diferenciadas em forma de cone, ásperas e granulosas.

O bicho ainda tem muitos "pêlos" (os cirros) por todo corpo para parecer ainda mais com o fundo. Se ele já parece muito bem disfarçado, repare na sua coloração: ela varia de pálida a cinza escura, marrom, rosa ou avermelhada no corpo todo, com muitas manchas mais escuras. Este animal parece mesmo uma pedra e como é capaz ainda de mudar de cor fica quase invisível no fundo!

Alfredo Carvalho Filho é biólogo e publicitário, autor do livro “Peixes, Costa Brasileira”. Além disso, ele possui uma coluna mensal na revista "Pesca Esportiva".

fonte: http://canalazultv.ig.com.br

segunda-feira, 25 de março de 2013

Truque de câmera transforma enguia em monstro do rio

Vista por esse ângulo, a enguia capturada
 por Doug Cutler parece uma besta das águas

Na verdade, tudo não passou de uma pegadinha
Coberta de sangue e com seus dentes afiados, a criatura nojenta da foto parece saído diretamente do filme "Aliens". Na realidade, o monstrengo apanhado e fotografado pelo pescador/espertalhão Doug Cutler, de Nova Jersey (EUA), é apenas uma enguia comum. Será mesmo?

A foto foi tirada de um certo ângulo e com close na boca da enguia.Ele capturou o animal com um arco-e-flecha e usou um truque de câmera para realçar a "beleza" do monstrengo, dando a impressão de que matou uma verdadeira besta das águas, capaz de afundar navios e devorar banhistas desavisados.

Divulgadas na internet, as imagens tiveram mais de 1,2 milhão de visualizações - todo mundo caiu na pegadinha de Cutler.

Especialistas disseram que esta espécia de enguia é comum nas águas de Nova Jersey e deve ter vindo do mar para o rio tanto esforço para acabar na ponta da flecha do pescador brincalhão

fonte: http://noticias.uol.com.br

Reprodução Daily Mail

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Dragões Marinhos


Muito presente no imáginário de pescadores, esses Dragões Marinhos continuam a nos surpreender.

otos de Guy Marcovaldi/ Banco de imagens Projeto TAMAR
No ano passado dois exemplares de um peixe gigante foram capturados em cerca de 1.000 m de profundidade, de uma mesma espécie e que ainda não foi adequadamente identificada, pelo Projeto Tamar da Praia do Forte, BA. Provavelmente trata-se do raro Trachipterus jacksonensis, uma espécie pouco conhecida nas águas brasileiras.

Como tudo precisa ter um nome, o peixe foi batizado de Dragão Cabeça de Cavalo, e pelas fotos é fácil ver porquê... Somente um dos exemplares pôde ser resgatado inteiro; do outro sobrou apenas a cabeça, o resto do corpo foi devorado por predadores de fundo. Os Dragões são bastante raros e o fato de dois serem capturados em um mesmo local é ainda mais incomum. Da mesma forma, um Dragão com mais 2 metros de comprimento é ainda mais difícil de ser observado, e o da foto tem 2,14 m

Comem pequenos peixes, lulas, camarões e outros crustáceos pelágicos, que capturam com sua enorme boca em forma de tubo. São geralmente de cor prateada com as nadadeiras vermelho-vivas e podem ter algumas marcas escuras no corpo. Praticamente nada se sabe sobre seus hábitos e reprodução além de que seus ovos são flutuantes, grandes e de cor vermelha. Pertence à família Trachipteridae e vive na coluna da água entre os 200 e os 1.000 metros de profundidade.

As lendas sobre dragões marinhos do passado originaram-se de encontros com peixes como esses, de grande tamanho, que eram vistos na superfície.

O peixe demonstrado na foto, entretanto, não foi capturado por esporte. Ele foi pescado no mar brasileiro através de um projeto de captura e estudo de peixes de profundidade da costa brasileria, promovido pelo projeto TAMAR e liderado por Guy Marcovaldi, com participação de Alfredo Carvalho. Diversos exemplares já foram capturados no litoral baiano e todos são utilizados com fins acadêmicos de pesquisa e ensino para aprendermos mais sobre a espécie, seus hábitos e sobre como protege-la melhor.

Alfredo Carvalho Filho, é biólogo, publicitário e autor do livro “Peixes, Costa Brasileira”. Além disso possui uma coluna mensal na revista "Pesca Esportiva".

fonte: canalazultv.ig.com.br

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Peixe 'alpinista' escala cachoeira com boca e barriga, diz estudo

Espécie usa os mesmos músculos para escalar cachoeira e para comer.
Encontrado no Havaí, peixe é capaz de subir queda d'água de 100 metros.


Pesquisadores estudaram movimentos da boca
dos peixes (Foto: Divulgação/Plos One)

Conhecido como “escalador de cachoeiras”, o peixe da espécie Sicyopterus stimpsoni, encontrado no Havaí, é capaz de escalar íngremes quedas d’água com até 100 metros de altura, utilizando ventosas presentes na região da boca, aponta estudo publicado no periódico “PLoS One”.

De acordo com o artigo, o peixe utiliza os mesmos músculos na região da mandíbula para escalar e para comer. Isso é possível devido a um processo evolutivo chamado de exaptação – quando uma estrutura ou comportamento já existente é adaptado para outra função. “Espécies expostas a ambientes extremos muitas vezes exibem traços distintivos que as ajudam a satisfazer as exigências de tais habitats”, afirma o estudo.
Os cientistas chegaram a essa conclusão após filmarem e medirem os movimentos dos peixes enquanto escalavam e comiam.

O estudo não conseguiu determinar se os movimentos orais de alimentação foram adaptados para a escalada ou o contrário, mas deixa claro que os peixes aprenderam a utilizar os mesmos músculos para satisfazer duas necessidades distintas.

“Os dados revelam a ocorrência de uma exaptação, com modificações, entre esses comportamentos”, ressalta a pesquisa.A escalada é facilitada também pela presença de uma ventosa ventral, comum a todos os peixes do gênero Gobiid, formada a partir da fusão das barbatanas pélvicas. Essa forma de locomoção requer a fixação alternada das ventosas orais e pelvicas (boca e barriga) no solo rochoso, proporcionando um método lento, mas constante de escalada.

fonte: Globo.Natureza
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