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sexta-feira, 1 de junho de 2018

Peixe mais veloz


O agulhão-vela chega a nadar a uma velocidade de 115km/h





O RankBrasil homologou o agulhão-vela como o Peixe mais veloz do país e do mundo: chega a nadar 115km/h. Para tentar entender esta velocidade, é necessário levar em consideração a densidade da água, que é 750 vezes mais densa do que ar, o que exige dos peixes uma força fora do comum para se locomover.

Istiophorus albicans é seu nome científico. O peixe recordista é bastante diferente, com um grande bico semelhante a uma agulha e uma barbatana dorsal dupla, que parece uma vela. Pode chegar a medir 3,4 metros e a pesar 90 quilos.

Tem escamas muito pequenas e uma coloração do dorso azul escura, com flancos e ventre prateados, com faixas verticais ou séries verticais de pintas claras. A nadadeira tem cor escura. O agulhão-vela é um peixe migratório, que aparece em águas tropicais, subtropicais e temperadas do Oceano Atlântico e Mediterrâneo. No Brasil, pode ser encontrado em todo o litoral.

Vive desde a superfície das águas, até maiores profundidades, mas prefere as camadas de água mais quentes e pode chegar até bem perto da faixa de área litorânea. Apresenta hábitos solitários ou vive em pequenos grupos de três a 30 indivíduos.

Sua alimentação é constituída de vários organismos, peixes oceânicos, dourados, atuns, peixe voador, lulas, polvos, crustáceos. Para evitar predadores, levanta a nadadeira dorsal: é um grande lutador e pode dar saltos espetaculares.

fonte: http://www.rankbrasil.com.br/

Redação: Raquel Susin
Revisão: Fátima Pires

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Maior peixe capturado em pesque-pague

Esta é uma história verdadeira de pescador: tambaqui capturada tinha 37 quilos

Arquivo pessoal - Divino Vicente da Silva

O RankBrasil homologa o recorde de Maior peixe capturado em pesque-pague e apresenta uma verdadeira história de pescador. Com muita habilidade e cinco anos dedicados à arte da pescaria, Divino Vicente da Silva capturou no Pesque-Pague dos Amigos, em Caldas Novas - GO, um tambaqui de 37kg e 1,08m de comprimento.

Divino mora em Goiania – GO, é apaixonado por pescaria e para ele, pescar funciona como esporte, passatempo, tranquilizante, lazer, enfim, tudo de bom. Ele já pescou em vários rios da região de Goiás e no Pantanal Mato-Grossense.

O Pesque-Pague dos Amigos é um dos lugares que Divino mais gosta de frequentar, em seus momentos de sossego. O local possui várias espécies de peixes, entre piau três listras, pacu caranha, traíra, pintado e pirarara. Até então, o maior peixe capturado no pesque-pague era da espécie pirarara, de 22kg.

O recordista faz questão de mencionar o equipamento utilizado para fisgar o peixe: “Eu usei vara Yamato 30 60 LB, carretilha Brisa 8000, linha Ekilon Carbon Master XT 0,37 e anzol Gamakatsu 4/0 sem fisga”.

Apesar de Divino ser proprietário de um restaurante, o Fogão Caipira, o peixe não foi assado. Pelo contrário, o tambaqui foi transferido, vivo, para o Acquapesqueiro São Bento, de Nova Veneza – GO, e já está arrebentando várias linhas por lá.

Como todo bom pescador, Divino deixa um recado: “Leve muito a sério a frase ´tá nervoso, vá pescar!´ Depois que comecei, adquiri uma calma incrível, tranquilidade e equilíbrio. Tentem vocês também”.

fonte:http://www.rankbrasil.com.br/
Redação: Raquel Susin
Revisão: Fátima Pires

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Maior peixe de escamas de água doce

Conhecido como bacalhau da Amazônia, o nome Pirarucu tem origem indígena: pira, significa peixe, e urucum, significa vermelho, devido à cor de sua cauda


Pirarucu, que é o maior peixe de escamas de água doce, pode chegar a 250 quilos

O Pirarucu, conhecido como bacalhau da Amazônia, entra para o RankBrasil pelo recorde de Maior peixe de escamas de água doce do país. O recordista pode chegar a três metros de comprimento e a 250 quilos.
O peixe, que tem o nome científico Arapaima gigas, é geralmente encontrado na bacia Amazônica, em águas mais calmas. Prefere para habitat lagos e rios de águas claras, com temperaturas entre 24° e 37°.
É um animal de grande porte, com a cabeça achatada, corpo alongado e escamoso. Possui dois aparelhos respiratórios: as brânquias, para a respiração aquática, e a bexiga natatória, que serve como uma espécie de pulmão.
Os peixes gigantes de água doce do mundo todo, inclusive os do Brasil, estão em extinção. Por terem características migratórias, as espécies sofrem com os impactos de grandes obras, como represas e reservatórios.
Redação: Raquel Susin
Revisão: Fátima Pires
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