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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

O MEXILHÃO DOURADO CAUSARÁ DANOS ECOLÓGICOS NA BACIA DO MIRANDA


Mexilhões dourados encrustrados em um motor. .itaipu.gov.br
O Miranda é um rio de alta diversidade de moluscos nativos (14 espécies). O mexilhão dourado pode incrustar sobre as conchas das espécies nativas, impedindo seu fechamento e causando a morte destas espécies. A eliminação de espécies nativas e mudança na estrutura das comunidades por ocupação dos seus habitats naturais também é registrado na literatura. Mudanças na qualidade da água também podem ser atribuídas aos mexilhões quando em grandes quantidades. Várias espécies de peixes do Pantanal estão se alimentando freqüentemente dos mexilhões. Os efeitos ainda não são conhecidos, mas espécies invasoras podem trazer novas doenças transmitidas por vírus e bactérias. Os impactos no meio ambiente são percebidos mais a longo prazo, diferente dos econômicos, que tendem a aparecer logo que a espécie se instala no ambiente. 

Quem serão os setores produtivos mais prejudicados no MS?

Não se tem registro da presença de mexilhão dourado na piscicultura em Mato Grosso do Sul, mas provavelmente este será o setor produtivo mais afetado caso haja introdução do mexilhão dourado. Além do prejuízo para o próprio investimento, devido ao entupimento de tubulações e bombas, a venda de alevinos para outros Estados será dificultada, pois muitos compradores utilizam os alevinos em reservatórios de geração de energia, e esta pode ser uma porta de dispersão do mexilhão dourado para outros rios brasileiros.

Outros setores como as Cias de saneamento, indústrias que utilizam água bruta para sua produção, irrigação através de pivôs e demais setores que utilizam água diretamente dos rios para suas atividades podem ser afetados.

Como prevenir a invasão?

A pesca esportiva representa até 80% da pesca no Mato Grosso do Sul, sendo o rio Miranda o segundo local em quantidade de pescado capturado e em número de pescadores, só perdendo para o rio Paraguai. Aproximadamente 35% e 33% dos pescadores profissionais e esportivos da BAP, respectivamente, estão registrados na bacia do rio Miranda. A partir destas estatísticas o deslocamento feito pelos pescadores é uma importante forma de introduzir o mexilhão dourado em ambientes onde ainda não ocorre.

Os mexilhões adultos são disseminados incrustados nos cascos das embarcações e na vegetação. As larvas podem estar na água que fica dentro do barco, nos equipamentos de pesca e na vegetação, que pode ficar presa nos reboques. Alguns cuidados podem ser tomados para evitar nova introdução:

1. para a navegação no rio Paraguai e entre este e seus tributários, sugere-se o uso de tintas anti-incrustantes nos cascos das embarcações;

1. para barcos e motores transportados via terrestre deve-se verificar a presença de incrustação na parte externa de barcos e motores e retirar restos de água e plantas provenientes de áreas onde tenha o mexilhão dourado;

2. não devolver ao ambiente aquático os mexilhões retirados durante processo de limpeza;

3. não transferir material oriundo de pesca no rio Paraguai, ou em outro lugar onde ocorre o mexilhão dourado, para tanques de piscicultura a fim de não contaminar os cultivos;

4. implantar um programa para evitar a dispersão do mexilhão dourado no Mato Grosso do Sul contendo: formas eficientes de divulgação, treinamento e vistoria de embarcações em locais estratégicos, estudo e regulamentação do uso de tintas nas embarcações.

fonte: www.agronline.com.br

domingo, 9 de agosto de 2009

Uso do Molinete

A função do molinte é proporcionar condições favoráveis ao lançamento e trabalho da isca, bem como a captura do peixe com o mínimo desgaste do animal e do pescador. É de fácil manuseio e com pouca prática se consegue bons resultados.

PARTES DO MOLINETE

Carretel: Elemento onde fica armazenada a linha, deve ser observado a quantidade e especificação da linha a ser usada no molinete (por exemplo 100 metros de linha 16 a 30 lb´s).

Manivela: Serve para tracionar ou liberar a linha (girando à direita ou esquera), a maioria dos molinetes podem usar a manivela à direita ou esquerda.

Trava: Impede o movimento de liberar a linha perparando o equipamento para a fisgada (geralmente fica na parte traseira do equipamento).

Fricção: Regula a força a partir da qual o equipamento libera a linha do carretel, mesmo com a trava acionada.

Haste: Elemento mecanico que dá sustentação e fixa o equipamento a vara.

Pick-up: Haste metálica em meio circulo que guia a saída da linha do carretel.


PRÓS E CONTRAS

Elevada facilitadade no manejo proporcionando bons arremesos a distâcias menores que as carretilhas. Excelente para o uso de iscas leves e em dias de ventos fracos a moderados.

Devido ao mecanismo mais delicado que as carretilhas não é recomendado para peixes maiores, menos precisão nos arremesos e maior desgaste da linha e passadores são as maiores desvantagens do molinete.

CLASSIFICAÇÃO

A principal classificação dos molinetes é quanto à resistêcia da linha a ser utilizada no equipamento.

Leve - linhas de 2 a 8 lb
Média - linhas de 10 a 12 lb
Pesada - linhas de 14 a 20 lb
Extra-pesada - linhas acima de 20 lb

Outro item importante a ser observado na especificação de um molinete é o "gear" ou relação de recolhimento geralmente informada da seguinte forma - 5:1 (a cada volta da manivela o carrettel gira cinco vezes).

MANUTENÇÃO:

Sempre que terminar de usar o equipamento trave a fricção e lave em agua corrente esfregando com uma escova macia e fina (não use sabão), dê atenção especial ao pick-up e manivela onde se acumulam areia e barro com mais facilidade. Em seguida enxugue bem com um pano seco e limpo

Depois de lavar se não for usar o equipamento por um longo tempo deve lubrificar as partes móveis com óleo para máquinas tipo "singer" e vaselina branca em pasta.

ABASTECER COM LINHA:

Quando for abastecer o carretel do equipamento com linha, tome o cuidado de fazer o carretel girar sobre o seu eixo de forma que a linha não entre torcida. Tome cuidado para não encher demais, deixando um pequeno espaço vazio pois à medida que a linha sai e volta ao carretel acaba ocupando um volume maior.

REGULANDO A FRICÇÃO:

Para preservar a linha, a vara e o molinete é importante regular adequadamente a fricção. A regulagem mais recomendada é de 1/4 da resistência da linha ou da vara (a que for menor), mas cada um define o seu padrão desde que não ultrapasse os limites de resistência da linha, da vara ou do molinete.

Monte o molinete na vara, abasteça com a linha e prenda a ponta a um dinamômetro ou balança. Puxe a linha (girando a manivela) até a fricção começar a liberar o movimento do carretel, verifique a indicação da balança e em seguida ajuste corretamente movendo o botão da fricção para a direita ou esquerda.

fonte: http://pescanautika.com.b

sábado, 25 de julho de 2009

FLY FISHING: PESCA COM MOSCA


A pesca com mosca é uma das mais antigas formas de pesca esportiva.
Antes do molinete e da carretilha, já se pescava com moscas,
logicamente com materiais muito diferentes dos que utilizamos hoje em termo de tecnologia
Na pesca com mosca em vez da isca, é a linha que é arremessada, sendo assim, o balanceamento do material é de suma importância para um bom arremesso. A vara, linha, carretilha e isca devem ser compatíveis entre si.
Para isso, a AFTMA (American Fishing Tackle Manufactures Association) criou um código comercial para identificar as categorias que pertencem uma determinada linha para fly e consequentemente baseado nela escolhemos o resto da tralha.
FLY FISHING - PESCA COM MOSCA


A pesca com mosca é uma das mais antigas formas de pesca esportiva. Antes do molinete e da carretilha, já se pescava com moscas, logicamente com materiais muito diferentes dos que utilizamos hoje em termo de tecnologia.
Na pesca com mosca em vez da isca, é a linha que é arremessada, sendo assim, o balanceamento do material é de suma importância para um bom arremesso. A vara, linha, carretilha e isca devem ser compatíveis entre si.
Para isso, a AFTMA (American Fishing Tackle Manufactures Association) criou um código comercial para identificar as categorias que pertencem uma determinada linha para fly e consequentemente baseado nela escolhemos o resto da tralha.

LINHAS PARA PESCA COM FLY

É sem dúvida o item mais importante da tralha. Ao contrário do que acontece com a pesca convencional, em que arremessamos a isca, no fly é a linha que tem peso suficiente para ser lançada. A isca é simplesmente rebocada. Existem no mercado 15 pesos de linhas. Quanto maior o número da linha maior o seu peso.

Outra característica é seu formato que são:

LEVEL - símbolo – L

Linha de diâmetro uniforme, não é recomendada para pesca de peixes que se assustam facilmente

DOUBLE-TAPER- símbolo - DT

Tem o mesmo perfil nas duas extremidades. É mais usada paralinhas de pouco peso

WEIGHT-FORWORD- símbolo – WF

Tem seu peso mais concentrado na frente. É indicada para arremessos com iscas volumosas. É a mais utilizada, além de ser a mais indicada para

SHOOTING TAPERsímbolo- ST

É a linha usada para arremessos longos. É ligada a um monofilamento ou a uma running line, que nada mais é que uma linha level de pouco peso. Seu tamanho é em torno de 9,0 metros.

As linhas de fly possuem ainda as características de serem:

1 - FLUTUANTES - símbolo - F (FLOATING)

2 - QUE AFUNDAM - símboloS (SINKING)

3 - FLUTUANTES E QUE AFUNDAM - símbolo- F/S (FLOATING/SINKING), também chamada de SINKING TIP.

A partir desses dados, toda linha possui um código de apresentação. Como exemplos:

WF-8-F

WF – formato “weight forward”/ 8 – peso / F – flutuante

DT-6-S

DT- formato “double taper”/ 6 – peso / S- sinking, que afunda.

VARAS

Assim como as linhas de fly, os caniços utilizados nesta modalidade também respeitam características bem específicas.

Para cada peso de linha existe um caniço apropriado. Uma linha de peso 8 deve ser arremessada com uma vara para linha 8, uma linha de peso 6 deve ser arremessada por um caniço para linha 6 e assim por diante.
Normalmente no corpo da vara vem escrito o tamanho da vara em pés e a linha indicada para ela.

Na pesca do tucunaré, os conjuntos mais indicados vão do 7 ao 10 ou seja:

- Linha 7/ vara

- Linha 8/ vara 8

- Linha 9/ vara 9

- Linha 10/ vara 10

O comprimento da vara é medido em pés ( 1 pé = 30,48 cm ) e normalmente são de 8 a 9 pés (para pesca do tucunaré).

DIFERENTES AÇÕES DAS VARAS

Fig 1 – Ação lenta : Curvatura progressiva, praticamente em toda a extensão, do cabo para ponta.

Fig 2 – Ação média : A maior parte da curvatura, da metade para cima.

Fig 3 – Ação rápida: No arremesso, curva-se a parte da ponta ( cerca de ¼ do comprimento

CARRETILHAS PARA FLY

A função da carretilha para fly é armazenar linha, ela não interfere no arremesso. Além de armazenar a linha, outra função da carretilha é a de contrabalançar o conjunto vara/linha/carretilha.

Caniços maiores necessitam de carretilhas mais pesadas.

Comercialmente, encontra-se basicamente três versões:

- Ação simples: são as mais usadas, possuem uma ação de giro1:1, ou seja, uma volta da manivela corresponde a uma volta no carretel.

- Ação múltipla: possuem relação de giro 2:1.

- Automáticas: recolhem a linha automaticamente, sendo raramente usadas.

BACKING

É comum usar uma linha feita normalmente de dracon, atada ao final da linha de fly.

O backing tem as seguintes funções:

1- Fornecer linha extra para o caso de se fisgar um peixe grande.

2- Encher o carretel.

3- Evitar que a linha de fly fique muito enrolada em anéis estreitos, o que ocasionaria memórias na linha.

LIDER

É geralmente uma linha de monofilamento, que liga a mosca à linha de fly.

Tem a característica de afilar de diâmetro à medida que se aproxima da mosca. A principal função desse afilamento, é fazer com que a mosca caia na água de uma forma mais natural. Para a pesca de peixes que não se assustam facilmente com barulhos, como o tucunaré, podemos usar simplesmente uma linha de monofilamento com o mesmo diâmetro, para peixes mais ariscos, é interessante usarmos o afilamento. O leader se divide em três partes: Butt, a parte mais grossa, Taper, que é a parte que vai afinando e tippet , que é onde amarramos a isca.

Exemplo de leader para matrinxã:

Líder com 9 pés ( 2,70m) com tippet 0,35mm.

81 cm de linha 0,60 mm

71 cm de linha 0,50 mm

41 cm de linha 0,45 mm

30 cm de linha 0,40 mm

51 cm de linha 0,35 mm

As linhas são emendadas por um nó que veremos mais adiante. Existem no mercado linhas próprias para líderes com diâmetros muito próximos entre si.

ISCAS

As que imitam insetos:

Usadas na pesca de pequenos peixes:








Dry fly- mosca seca Wet fly- mosca molhada Ninfa- inseto imaturo

As que imitam alevinos, rãs:

- - Streamers

- - Poppers

- Bucktail








Streamers Bucktail Popper

MONTAGEM DO EQUIPAMENTO



Nó 1 usado para atar o backing à carretilha

Nó 2 usado para atar o backing à linha de fly

Nó 3 usado para atar o líder à linha de fly

Nó 4 usado para atar o tippet ao leader

Nó 5 usado atar a mosca

fonte: http://portalamazonia.locawe.com.br/sites/pescaamazonia

domingo, 14 de junho de 2009

Carretilhas - Conheça e arremesse sem cabeleiras

Vamos mostrar um pouco nesta matéria sobre as carretilhas. Ogrande problemas de todos que iniciam com este equipamento é o pouco conhecimento do produto e muito não usam nem 20% de tudo o que uma carrtilha pode oferecer.

Conheça sua carretilha e arremesse sem cabeleiras

Veja abaixo os dois tipos de carretilhas, sendo os de perfil alto e baixo.

Carretilha Perfil Alto (Redondo)

Carretilha Perfil Baixo (Anatômico)

Uma série de fatores podem diferenciar as carretilhas em relação aos arremessos e são dois os cuidados necessários para um bom arremesso com carretilhas:

1-Saber utilizar todos os pontos da carretilha, onde se faz as diversas regulagens para o arremesso e a regulagem da fricção que é o conjunto que protege o seu equipamento contra ruptura (carretilha, linha e vara).

2-Saber arremessar de forma correta utilizando todo o potencial do seu equipamento.

Freio Mecânico

Este item é responsável pela regulagem no início do arremesso. Ela é feita através da porca calota, que mecanicamente aperta a ponta do eixo do carretel deixando o seu giro mais solto ou travado, regulando o peso da isca.

Para o pescador com pouca experiência no uso de carretilhas, a regulagem é feita da seguinte forma:

-Montado o equipamento (vara, carretilha, linha e isca), deixe a vara na horizontal, na altura dos ombros, feche totalmente o freio mecânico e destrave o carretel. A isca deve ficar perto da ponteira da vara, pois o freio está fechado. Solte vagarosamente o freio mecânico até que o carretel gire e a isca desça suavemente até o chão/água. Para uma regulagem perfeita, quando a isca tocar o chão/água, o carretel deve parar de girar.

Desta forma o arremesso vai ser mais curto, porém com menor possibilidade de fazer cabeleiras. Com muito treino e adaptação ao equipamento, pode-se soltar o freio mecânico deixando o carretel totalmente solto, possibilitando um arremesso bem mais longo. Nesse caso o controle do freio é feito com o dedo polegar sobre o carretel.

Freio Magnético

O freio magnético tem um conjunto de magnetos (imãs) que atuam no carretel. Os imãs são fixos na tampa lateral da carretilha. Um botão lateral posicionado do lado oposto da manivela de recolhimento e numerado de 0 a 10, regulam o freio.

Quanto mais próximos do 10, mais imãs atuam no carretel e mais preso fica. E quanto mais próximo de 0(zero), mais livre ficará o carretel.

Para regular, posicione o freio magnético na posição 10(mais presa) e inicie os arremessos abrindo um ponto de cada vez até encontrar o ponto ideal para arremessar bem e sem cabeleiras.

Este freio é muito útil para arremessar contra o vento.

Freio Centrífugo

Os freios centrífugos funcionam da mesma forma que os magnéticos, porém, tem mais precisão e são de mais difícil acesso, pois ficam no interior da carretilha.

Esse sistema de freio é acionado durante o arremesso, evitando que o carretel gire mais do que a saída de linha, evitando a cabeleira.

Mostraremos abaixo 3 exemplos de carretilhas com 2, 4 e com 6 buchas.

São eixos radiais presos ao conjunto do carretel. Nestes eixos são colocados pesos(buchas). No arremesso, com o alto giro do carretel, estes pesos são jogados contra uma calota(aro) e por atrito vai freando o carretel controlando a saída da linha.

Em uma carretilha com 4 buchas você pode deixar por exemplo 3 buchas fechadas e uma aberta, ou deixar totalemnet aberta para um arremesso amsi solto ou fecha-la por completo fazendo todo o trabalho dos freios no arremeso. Essa regulagem depende do conhecimento e da facilidade de arremessod e cada um. Aconselho a começar com os freios fechados e depois com o tempo vá abrindo um a um.

Fricção

É um dispositivo de regulagem da compressão do carretel que permite liberar a linha com a pressão desejada. Com a linha muito solta o peixe tem facilidade de levar muita linha e enrosca-la; E com a linha muito presa, pode-se rompe-la logo nas primeiras corridas do peixe.

Essa regulagem vai variar de acordo com a linha ou com o tipo de pescaria. O ideal é regular a fricção em ¼ da capacidade da linha, ou seja, em uma linha com resistência para 20kg, regula-se a fricção em 5kg.

Regulagem: Com a ajuda de seu parceiro, engate o anzol/garatéia em uma balança pequena e comece a puxar a vara lentamente. O ponto em que a linha deve começar a ser liberada da carretilha deve estar próximo a ¼ da resistência da linha, nesse caso, na balança deve marcar 5kg.

Se a linha for liberada antes de 5kg, a fricção está muito aberta. Se ultrapassar o peso, a fricção está muito fechada.

Ex.:
Resistência da linha = 20kg
Regulagem da fricção = ¼ = 5kg

fonte: www.nelsonnakamura.com.br

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terça-feira, 24 de março de 2009

Como cuidar das varas de pesca.

vara_chamada1.jpg
As boas varas do mercado têm na durabilidade um dos seus grandes destaques. Algumas são verdadeiras jóias com acabamento primoroso, proporcionando precisão nos arremessos e muita sensibilidade. Porém, mesmo com toda a tecnologia usada, elas não estão isentas de danos no transporte ou situações de uso onde alguns riscos são inevitáveis. Por isso, para manter aquela vara de estimação, verdadeira companheira de pesca, em estado de nova, vale por emprática alguns cuidados.

.1. Após a sua pescaria, lave com água e sabão neutro e deixe-a secar na sombra para não manchar a pintura. Nunca use produtos que contém ácidos.

.2. Os passadores e a ponteira devem ser lavados com pequena escova, água e sabão, para que a composição do fio e da resina utilizados na sua fixação, não seja alterada.

.3. Se os passadores e a ponteira já estiverem com início de oxidação, provocada pela maresia, use uma esponja de aço fina.

.4. Se a pintura do blanck (conudo ou corpo da vara) estiver fosca, use polidor automotivo líquido, para realçar o brilho.

.5. Se o blanck estiver com sua pintura original riscada ou desgastada, utilize lixa d'água n. 400 para remoção da tinta; em seguida, pinte o blanck com tinta spray automotiva, protegendo os passadores e a ponteira com fita crepe.

.6. Quando o cabo de cortiça ou EVA estiver liso e escorregadio (ocasionado pelo suor das mãos), use esponja de limpeza doméstica com água e sabão, ou ainda lixa d'água n. 200.

.7. Se após a limpeza o cabo de EVA estiver ressecado, dificultando a pegada, utilize vaselina líquida até que fique macio e com a cor renovada.

.8. Guarde sua vara de pesca em suportes que a mantenham na posição vertical, para que o blanck não adquira memória ou entorte.

.9. Quando for viajar para longas distâncias, utilize tubo de transporte. Os melhores são os de PVC com dispositivo de amarração do feixe de varas em seu interior.

.10. Quando transportar suas varas de pesca dentro de tubos, amarre o feixe para que o conjunto de varas tenha a sua resistência somada e assim suporte melhor as eventuais batidas.

Revista Pesca Esportiva - Edição 111

sábado, 14 de março de 2009

Conservando iscas artificiais

Escrito por Roald Andretta

Muitas iscas artificiais podem ser caras, outras raras, algumas simples ou até objetos de desejo.

Elas tanto acompanham os pescadores ao longo dos anos que, comparadas às naturais, podem proporcionar bastante economia. A coleção vira objeto de estimação e a caixa completa é indispensável para uma pescaria tranqüila, mesmo que não se tenha tempo para usá-las todas.

Para conservar estas jóias, podemos adotar alguns peocedimentos básicos:

.1. Escolha bolsas ou caixas onde as iscas possam ser armazenadas individualmente. Nãp guarde iscas plásticas (soft-baits) de cores diferentes no mesmo compartimento, sob o risco de deixá-las manchadas.

.2. Após usar plugs ou iscas metálicas em água salgada, lave-as com água doce, secando antes de guardá-las. Arroz cru junto às iscas faz o mesmo efeito da sílica-gel, ou seja, absorve umidade e evita ferrugem. Garatéias e anzóis enferrujados, além de enfraquecer, podem manchar a pintura dos plugs.

.3. Evite misturar as "hardbaits" com iscas plásticas (softs baits) porque muitas delas têm sal na sua composição, provocando oxidação e conseqüente ferrugem das partes metálicas.

.4. As melhores iscas sao as mais usadas e atacadas pelos predadores. No caso de danos com pitões arrancados ou barbelas trincadas, uma cola de contato prolongará sua vida útil.

.5. Uma isca ôca, quando perfurada, dve ser secada antes de ser conservada. a melhor forma de eliminar toda a água de seu interior é fazer um pequeno furo na parte posterior e girá-la presa a uma linha. Assim, a força centrífuga fará a água ser expelida.

.6. As softs-baits (iscas plásticas de material macio) podem ser guardadas em embalagens herméticas. Nesse caso, adcionar algum l;iquido atrativo. Dessa forma, não ressecam e adquirem o sabor e o cheiro do produto.

.7. As soft-baits danificadas por peixes com dentes podem ser facilmente remendadas. Basta aquecer a ponta de uma lâmina, encostar no corte e fundi-las novamente.

.8. Evite usar iscas de madeira para pescar espécies com dentes. Caso isso ocorra, aplique verniz incolor após o uso para impermiabilizar novamente a isca. Se o dano for muito grande, vale um pintura nova.

.9. Regule o freio da carretilha ou molinete, certificando-se de que a tensão na linha não seja superior à carga para a qual a isca foi projetada. Dessa forma, você evita que o cobiçado peixe grande escape, arrebentando a isca.

.10. Nunca puxe com energia uma isca engatada. Uma vez solta, ela pode atingir o barco e se quebrar, ou pior, causar ferimento no pescador.


Publicado pela Revista Pesca Esportiva (No.105)


terça-feira, 3 de março de 2009

Como cuidar das varas de pesca.

vara_chamada1.jpg
As boas varas do mercado têm na durabilidade um dos seus grandes destaques. Algumas são verdadeiras jóias com acabamento primoroso, proporcionando precisão nos arremessos e muita sensibilidade. Porém, mesmo com toda a tecnologia usada, elas não estão isentas de danos no transporte ou situações de uso onde alguns riscos são inevitáveis. Por isso, para manter aquela vara de estimação, verdadeira companheira de pesca, em estado de nova, vale por emprática alguns cuidados.

.1. Após a sua pescaria, lave com água e sabão neutro e deixe-a secar na sombra para não manchar a pintura. Nunca use produtos que contém ácidos.

.2. Os passadores e a ponteira devem ser lavados com pequena escova, água e sabão, para que a composição do fio e da resina utilizados na sua fixação, não seja alterada.

.3. Se os passadores e a ponteira já estiverem com início de oxidação, provocada pela maresia, use uma esponja de aço fina.

.4. Se a pintura do blanck (conudo ou corpo da vara) estiver fosca, use polidor automotivo líquido, para realçar o brilho.

.5. Se o blanck estiver com sua pintura original riscada ou desgastada, utilize lixa d'água n. 400 para remoção da tinta; em seguida, pinte o blanck com tinta spray automotiva, protegendo os passadores e a ponteira com fita crepe.

.6. Quando o cabo de cortiça ou EVA estiver liso e escorregadio (ocasionado pelo suor das mãos), use esponja de limpeza doméstica com água e sabão, ou ainda lixa d'água n. 200.

.7. Se após a limpeza o cabo de EVA estiver ressecado, dificultando a pegada, utilize vaselina líquida até que fique macio e com a cor renovada.

.8. Guarde sua vara de pesca em suportes que a mantenham na posição vertical, para que o blanck não adquira memória ou entorte.

.9. Quando for viajar para longas distâncias, utilize tubo de transporte. Os melhores são os de PVC com dispositivo de amarração do feixe de varas em seu interior.

.10. Quando transportar suas varas de pesca dentro de tubos, amarre o feixe para que o conjunto de varas tenha a sua resistência somada e assim suporte melhor as eventuais batidas.

Revista Pesca Esportiva - Edição 111

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