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domingo, 2 de dezembro de 2012

Cheia do Rio Araguaia ameaça sobrevivência de tartarugas, em GO


Animais estão sendo removidos das áreas de riscos das praias.
Cerca de 26 mil filhotes devem ser levados para locais mais seguros.

Uma equipe do Instituto Chico Mendes e moradores da região norte de Goiás estão trabalhando voluntariamente para garantir a sobrevivência das tartarugas da Amazônia. Coincidentemente, o nascimento dos animais aconteceu na mesma época do início do período chuvoso em Goiás. Como o Rio Araguaia enche rapidamente neste período há o risco de matar diversas tartarugas que estão dentro dos ninhos que ficam nas margens.

“Todo ano não temos a noção de quando ocorre a desova dos ovos de tartarugas da Amazônia na região e, por isso, convocamos toda comunidade para nos ajudar a preservar os animais”, declara o presidente da Associação dos Barqueiros de Luiz Alves, Roberto Cruz, que percorre juntamente com a população cerca de 40 quilômetros de barco para chegar as praias onde estão as espécies.

A meta da força tarefa deste ano é resgatar aproximadamente 26 mil filhotes que estão em áreas de risco. Segundo a bióloga Ana Paula Lustosa, esse procedimento contribui na preservação do animal. “Se não fizermos esse tipo de interferência todos os ninhos serão perdidos”, afirma a especialista.

Entretanto, mesmo com tanto esforço dos ambientalistas e da comunidade ribeirinha, somente alguns filhotes chegam à fase adulta. “Nem a metade dos animais que soltamos no rio vão ficar adultos, pois eles são mortos pelos predadores aquáticos e aves”, explica o chefe de área de preservação José Vanderlei Cambum.


fonte: http://g1.globo.com/


domingo, 1 de julho de 2012

Estudo usa planta como anestésico para manejo de peixes no Amazonas


Anestésicos naturais estão sendo testados para
facilitar a comercialização e peixes como
o Tambaqui (Foto: Dennis Barbosa/Globo Amazônia)

Plantas como cipó-alho, cravo-da-índia e alfavaca estão sendo testadas.
A substâncias foram testadas principalmente em tambaquis e matrinxãs.
 
Proporcionar alternativas naturais para substituir produtos químicos que possam ser tóxicos quando utilizados na piscicultura. Este é o objetivo da pesquisa realizada pelo pesquisador Luiz Inoue pela Embrapa Amazônia Ocidental, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Para a substituição estão sendo feitas pesquisas com cipó-alho, cravo-da-índia, alfavaca, entre outras plantas.

As tecnologias estão sendo testadas, principalmente, para boas práticas de manejo na piscicultura, que possam reduzir riscos ambientais na produção de pescado, prevenir danos à saúde humana e facilitar a comercialização. Luiz desenvolveu testes em várias plantas como anestésico de peixes, para minimizar problemas no transporte desses animais. A substâncias foram testadas principalmente em tambaquis e matrinxãs, que são peixes originários da Amazônia e passaram a ser cultivados em várias regiões do Brasil.“Durante o manejo os peixes podem se machucar e, consequentemente, favorecer a manifestação de doenças e morte de animais, alguns dias depois”, explica o pesquisador. “O uso dos anestésicos naturais reduz a movimentação excessiva dos animais e o estresse dos peixes, aumentando as chances de sucesso da prática de manejo, eliminando o risco de intoxicação do trabalhador e dos animais”.

O estudo faz parte de projeto da Embrapa, com apoio do CNPq, no Macroprograma 3, que incentiva projetos voltados para o “Desenvolvimento Tecnológico Incremental”, para apoiar o aperfeiçoamento tecnológico contínuo do agronegócio a curto e médio prazos.


fonte  http://g1.globo.com/

quarta-feira, 20 de junho de 2012

MP sai 'à caça' do mexilhão dourado em Ilha Solteira, SP

Molusco está causando um desequilíbrio ambiental nos rios da região.
Animal vem pelas embarcações que chegam da China.

(Foto: Reprodução / TV Tem)

O Ministério Público Federal está preocupado com a proliferação desordenada do molusco mexilhão dourado nos rios da região noroeste paulista. O mexilhão pode trazer consequências graves para a saúde humana e provocar desequilíbrio ambiental. Uma ação civil cobra providências.


Este tipo de mexilhão vive naturalmente nos rios da China e do sudoeste da Ásia. Ele foi trazido para a América acidentalmente por meio de navios mercantes. Hoje, o molusco está espalhado por rios do Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia.

O gerente de psicultura Joseli Dal Santo conhece bem a dificuldade de lutar contra essa praga. Ele cria peixes em tanques fechados com redes, dentro do rio. É preciso ficar de olho para não ter prejuízo. “Com o molusco começa a dar mortalidade de peixes porque a água não passa mais dentro dos tanques e, com isso, falta oxigênio”, afirma.

O animal gruda no casco dos barcos e pode ser transportado também pela água que fica no tanque dos navios, responsável pelo equilíbrio das embarcações. No Brasil, o molusco está presente em vários estados. No noroeste paulista, ele pode ser facilmente encontrado nos rios represados da usina de Ilha Solteira (SP).

O Ministério Público Federal ajuizou uma ação civil pública por causa desta proliferação desordenada do animal nesta região. Estudos comprovaram que o mexilhão pode trazer problemas a saúde humana e prejuízos. “Como não tem predadores naturais, ele vem causando desequilíbrio ambiental muito grande. Contaminando água, prejudicando a geração de energia e trazendo risco para a saúde das pessoas. É preciso ter um controle desta praga”, afirma o procurador da República Thiago Lacerda Nobre.

A ação pede que o Ibama, a União, o Estado e a Cesp, Companhia Energética de São Paulo, que é responsável pela usina de Ilha Solteira, diminuam ou controlem a quantidade de mexilhões no reservatório. “Os réus são obrigados a fiscalizar e orientar a população com relação a prática para evitar estas doenças”, diz o procurador.

A Cesp informou, em nota, que ainda não foi notificada da ação, mas que já faz um trabalho de combate à praga.

fonte: www,g1,com

Do G1 Rio Preto e Araçatuba





domingo, 17 de junho de 2012

Três mil metros de redes de pesca em MS apreendido no rio Paraná

Foto Divulgação/PMA
Polícia ambiental apreende três mil metros de redes de pesca em MS
Flagrante aconteceu nesta sexta-feira (15), no rio Paraná, em Bataguassu.
Segundo a PMA, os proprietários do material não foram identificados.

Segundo a PMA, várias redes estavam armadas no mesmo local


Policiais ambientais apreenderam nesta sexta-feira (15) ,durante fiscalização cerca de três mil metros de redes de pesca no rio Paraná, em Bataguassu, a 335 km de Campo Grande. De acordo com a Polícia Militar Ambiental (PMA), várias redes estavam armadas juntas com malhas de oito a nove centímetros, o que é proibido.

Segundo a PMA, é permitido usar, por pescadores profissionais, redes no local, mas elas devem estar devidamente identificadas e separadas, com a malha de 14 centímetros e no máximo 50 metros de comprimento.

Ainda segundo a PMA, alguns peixes ainda vivos estavam presos nas redes foram soltos. Um espinhel com 20 anzóis, outro petrecho proibido, também foi retirado do rio. Os proprietários dos materiais não foram identificados. 


fonte: http://g1.globo.com
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