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| (Foto: Cathal McNaughton/Reuters) |
Pescaria, peixes, locais de pesca, dicas para pesca, material, barco, motor, carretilha, molinete
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Feliz Natal e um Ano de 2012 com muitas pescarias
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO PARA TODOS!
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| Foto BBC Brasil |
Desejamos a todos boas pescarias em 2011, e que os grandes peixes encontre as nossas iscas.
domingo, 7 de novembro de 2010
Livro sobre o Rio Paraíba do Sul é lançado em São Paulo
Reportagem em texto e fotos conta a história da urbanização em torno do rio para contextualizar suas questões ambientais
O Rio Paraíba do Sul nasce na Serra da Bocaina, no estado de São Paulo, e deságua no Atlântico em Atafona (São João da Barra), ao norte fluminense, quase na divisa do Rio de Janeiro com o Espírito Santo. Após seus 1200 km de percurso, as águas perdem substancialmente o fôlego da vazão por conta de transposições, barragens e assoreamentos. No trajeto do rio, ocorre a maior transposição do Brasil — a do Rio Gandu, que desloca dois terços do seu volume de água para abastecer a região metropolitana do Rio de Janeiro. São 60 mil litros de água por segundo.
Essa e outras questões ambientais da bacia hidrográfica são contextualizadas no livro “Paraíba do Sul – História de um Rio Sobrevivente”, grande reportagem realizada pelos jornalistas Valdemir Cunha (fotógrafo) e Luís Patriani (repórter), que viajaram por todo o percurso do Rio Paraíba do Sul para situá-lo sob seus aspectos ambientais, culturais, históricos e geográficos. Na quarta-feira, 27, acontece o lançamento do livro, a partir das 19h, na Livraria Vila, na Vila Madalena.
No entorno das duas maiores capitais do Brasil, o rio Paraíba do Sul ainda sobrevive à ocupação urbana e ao intenso processo de industrialização do eixo Rio-São Paulo. “Mas essa sobrevivência foi garantida quase ‘por acaso’; pelo próprio rio e sua força cultural. Ela ainda possui muitas interrogações”, defende Patriani.
Para explicar essas transformações, o jornalista faz um resgate histórico desde as incursões dos Bandeirantes e do caminho do ouro em Minas Gerais, passando pelo crescimento das lavouras de cana e café, mineração e início da industrialização. O livro também traz histórias sobre como a vida dos habitantes do entorno foi transformada, no que diz respeito à pesca e ao impacto que a construção da Via Dutra provocou na paisagem.
Riscos ambientais
Hoje, são cinco barragens no Paraíba do Sul, que alteram substancialmente sua vazão. “Umas das partes mais bonitas é a foz do Rio Paraíba do Sul, quando entra em contato com o mar. Mas é visível o que transformação humana faz: o mar está invadindo a Vila Atafona”, revela Cunha.
Patriani ainda alerta para os perigos que uma segunda transposição poderia causar — intervenção sugerida em um decreto do governo do Estado de SP, em 2008. “O Paraíba do Sul não vai sobreviver a uma nova transposição. A água pode nem chegar ao Rio de Janeiro”, sugere.
Outras questões ambientais são colocadas no livro. Boa parte das das cidades e indústrias que cresceram às margens do Paraíba do Sul despeja efluentes tóxicos em suas águas. “A primeira parte do rio é como se fosse outro Paraíba do Sul, onde as cidades do entorno têm uma relação cultural bem mais forte com ele. Até chegar na barragem de Paraibuna, que marca um divisor não só na vazão, mas em toda a paisagem. É partir dela que chegam grandes cidades no percuso, como Jacareí, São José dos Campos e Taubaté. A poulição aumenta muito, e presta-se menos atenção ao Paraíba do Sul”, lamenta Patriani.
Segundo pesquisa realizada no ano passado pela Universidade de Taubaté (UNITAU), no trecho paulista entre Tremembé e Aparecida, amostras de água do Paraíba do Sul têm substâncias como metais pesados, como alumínio e ferro, inseticidas e herbicidas. Tais substâncias causam prejuízos graves ao ecossistema da bacia e à saúde das 9 milhões de pessoas que são abastecidas por ela. Patriani revela que “São José dos Campos tem 46%, e Taubaté 1% de esgoto tratado. Boa parte dos efluentes dessas cidades vão para o o rio”.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Inpa mostra em Natal objetos feitos com couro de peixes da Amazônia
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| Carteira feita a partir do couro de peixe. Foto: Portal Amazônia/arquivo |
fonte Portal Amazônia
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Copa do Mundo 2010 pesca Alternativa
- Disponibilidade para participar das gravações, 2 finais de semana, 19 e 20 de junho e 03 e 04 de julho
- Passaporte do País, em nome do avô(ó), pai ou mãe ou próprio.
- Foto do maior peixe vivo
- Histórico de Pesca do País qual representa
- Se ainda houver empates a Produção através de deliberação com a equipe do Programa, selecionará o competidor.
Regulamento:
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Belo Horizonte ganhou o maior aquário de água doce do Brasil
• 22 tanques nos dois pavimentos com 1 milhão de litros de água.
• Espécies como pirambeba, piau-três-pintas, mandi prata, cascudo e surubim.
• Aquário São Francisco, com capacidade para 450 mil litros de água, representando um “braço” do Velho Chico, com uma cenografia que apresenta tanto a margem quanto o fundo do rio.
• Auditório, espaços de exposição lúdicos, jardins, laboratório, lagoa marginal, lanchonete e lojinha.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
METÁFORA DO EXECUTIVO E O PESCADOR

- Bom dia, meu amigo, posso me sentar e observar?
O pescador:
- Tudo bem, doutor.
O executivo:
- Poderia lhe dar uma sugestão sobre a pesca?
- Como assim? - Respondeu o pescador.
- Se você me permite, eu não sou pescador, mas sou executivo de uma multinacional muito famosa e meu trabalho é melhorar a eficiência da fábrica, otimizando recursos, reduzindo preços, enfim, melhorando a qualidade dos nossos produtos. Sou um expert nessa área e fiz vários cursos no exterior sobre isto - disse o executivo, entusiasmado com sua profissão.
- Pois não, doutor, o que qui o senhor qué sugeri? - Perguntou calmamente o pescador.
- Olha, estive observando o que você faz. Você poderia ganhar dinheiro com isso. Vamos pensar juntos. Se você pudesse comprar uma vara de pescar com molinete, poderia arremessar sua isca para mais longe, assim pescaria peixes maiores, certo? Depois disso, você poderia treinar seu filho para fazer este trabalho para você. Quando ele se sentisse preparado, você poderia comprar um barco motorizado com uma boa rede para pescar uma quantidade maior e ainda vender para as cooperativas existentes nos grandes centros. Depois, você poderia comprar um caminhão para transportar os peixes diretamente, sem os intermediários, reduzindo sensivelmente o preço para o usuário final e aumentando também a sua margem de lucro. Além disso, você poderia ir para um grande centro para distribuir melhor o seu produto para os grandes supermercados e peixarias. Já pensou no dinheiro que poderia ganhar? Aí você poderia vir para cá como eu vim, descansar e curtir essa paz, este silêncio da praia, esta brisa gostosa...
- Mas isso eu já tenho hoje! - respondeu o pescador, olhando fixamente para o mar.
sábado, 3 de abril de 2010
Feliz Páscoa!

Psiu...
Você mesmo, que está aí olhando...
Que tal uma paradinha para refletir... e refletir sobre você ...
Pensar em tudo de bom que existe aí dentro desse coração!
Saiba que você é uma pessoa maravilhosa, capaz de fazer muita coisa boa, útil e expressiva,
e que no seu coração estão guardadas coragem e confianças suficientes para realizar seus desejos.
Mas não se esqueça, de buscar em cada minuto de seus dias, motivos de alegria e esperança,
não se importando com as situações adversas que aparecem.
Você deve escolher ser feliz e tornar isso possível, com pensamentos positivos,
não perdendo nunca o entusiasmo pela vida e pelo amor, mas principalmente,
tendo a certeza de que Deus sempre abençoa quem ama e quem faz da vida um prazer.
Um dia maravilhoso com muita Paz para você!
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Os tipos de bacalhau
O bacalhau faz parte da família dos gadídeos (Gadus), peixes típicos de mares gelados do Círculo Polar Ártico e do Pacífico Norte. Das cinco variedades existentes (Cod, Macrocephalus, Saithe, Ling e Zaibo), apenas dois - o Cod Gadus Morhua (Porto) e o Cod Gadus Macrocephalus - recebem no Brasil - por lei - a denominação de bacalhau. Os demais são considerados peixes secos e salgados. Mas todos são bacalhaus.
No Brasil, 87% do bacalhau consumido vem da Noruega. É o "Legítimo Bacalhau", pescado no Atlântico Norte. Veja na tabela abaixo os cinco tipos de bacalhau.
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Os cinco tipos de bacalhau descritos acima podem receber três classificações de qualidade: Imperial, Universal e Popular. O Imperial é a nata dos bacalhaus: bem cortado, bem escovado e bem curado. O Universal é o bacalhau que apresenta pequenos defeitos que não comprometem a qualidade. Popular é a classificação para o bacalhau que apresenta manchas e falta de pedaços arrancados pelo arpão na hora da pesca.
Por que se come bacalhau na PáscoaOvos de chocolate, coelhos de chocolate, caixas e mais caixas de bombons – de chocolate. Embora a guloseima feita de cacau e leite seja um dos pontos fortes das tradições culinárias da Páscoa, é o bacalhau o rei da festa. O peixe salgado e seco, de sabor marcante, saiu da mesa da família real, em 1808, e ganhou as panelas da plebe brasileira nos anos seguintes. De lá pra cá, o consumo teve altos e baixos, pois o preço da iguaria sempre esteve atrelado ao dólar. Hoje, mesmo com a moeda americana em baixa, os preços ainda são tão salgados quanto o peixe: variam de R$ 30 a R$ 100 o quilo, de acordo com a variedade (cod, ling, zarbo ou saithe) e o pedaço (lombo, lascas, rabo ou pontas).
Mas como um prato típico do mar frio da Noruega e da Islândia veio aportar no Brasil? A história do gadus morhua, nome científico do bacalhau, remonta o tempo dos vikings. O peixe abundava nos mares onde os filhos de Thor navegavam lá pelo século 9. Para preservar o alimento durante as longas viagens, eles secavam o peixe ao ar livre até que ele perdesse um quinto do seu peso, endurecesse e pudesse ser comido aos pedaços durante as viagens. Mas foram os bascos, na Espanha, que tiveram a idéia de salgar o pescado para preservar o alimento por mais tempo e facilitar o comércio. A partir de então, o bacalhau ganhou a aparência e o sabor marcante que conhecemos hoje. Mas imagine a revolução na alimentação que a cura e a salga do peixe não provocaram naquela época. Como ainda não havia geladeira, os alimentos estragavam facilmente, e o bacalhau curado e salgado durava meses.Claro que tamanha revolução acabou em guerra. No século 16, França, Portugal, Inglaterra e Alemanha lutaram pelo controle da pesca do bacalhau no mar da Islândia. E ao longo dos séculos seguintes, vários tratados internacionais foram assinados para regular os direitos de pesca e comercialização do peixe. Mas e o Brasil, onde entra nisso? Como todos sabem, o Brasil foi descoberto e colonizado por portugueses, que eram grandes consumidores do pescado na época. Eles usavam o bacalhau como alimentação principal nos navios durante a época dos descobrimentos. Para evitar uma possível falta do produto, os portugueses até tentaram o mesmo processo de salga do bacalhau com outros peixes, mas não deu lá muito certo. Ora o sabor se perdia, ora o peixe curado não durava tanto. O que dava vantagem ao bacalhau é que por ter um baixo teor de gordura, o bacalhau tem seus nutrientes e sabor preservados durante o processo de cura, salga e secagem. Essa característica transformou o bacalhau em hábito alimentar dos portugueses, que até encontraram uma variedade do peixe no Pacífico Norte, lá pelos lados do Alaska (o Cod Gadus Macrocephalus) para suprir a falta do bacalhau norueguês. Até hoje, o peixe é uma das tradições principais.
O bacalhau aportou no Brasil junto com os primeiros portugueses, mas só com a vinda da família real para cá, em 1808, é que ele foi incorporado aos hábitos alimentares brasileiros. De 1808 até a Segunda Guerra, o bacalhau era um produto relativamente barato (mesmo sendo importado da Noruega) e fazia parte até da dieta da população de menor poder aquisitivo. Pratos à base do peixe eram consumidos à farta nas sextas-feiras, nos dias santos e nas festas familiares. Mas com a Segunda Guerra veio a escassez de comida na Europa, e o preço do bacalhau foi às alturas, restringindo o consumo popular. O peixe virou artigo de luxo, e passou a freqüentar as mesas brasileiras somente no Natal e na Páscoa, as principais festas cristãs.
Aliás, a religião é o motivo pelo qual o bacalhau se transformou em tradição na Páscoa. Durante a Idade Média, a Igreja Católica obrigava seus fiéis a jejuar e a excluir de suas dietas carnes consideradas quentes. O número de dias de abstinência era grande e não ficava restrito somente à Quaresma, o período de 46 dias entre a Quarta-feira de Cinzas e o Domingo de Páscoa. O consumo do bacalhau, uma carne fria, era incentivado nesses dias de abstinência. Os portugueses, católicos e amantes do bacalhau, eram os maiores consumidores. O hábito do bacalhau nos dias de jejum veio para o Brasil com os portugueses. Ao longo dos anos, porém, o rigor do calendário de jejum católico se perdeu, mas nas datas mais expressivas da religião – Natal (Nascimento de Cristo) e Páscoa (Ressurreição de Cristo) - o hábito de comer bacalhau ainda persiste.
O cardápio da Páscoa, porém, mantém outras tradições. Bacalhau na Sexta-Santa, cordeiro e ovos de chocolate no Domingo de Páscoa. E para que você aproveite um pouco dessa tradição, este artigo termina com duas receitas típicas portuguesas para o bacalhau: Bolinho de bacalhau e Bacalhau na brasa com batatas coradas.fonte: http://lazer.hsw.uol.com.br
Leia também matéria ja postada no Blog.
Pesca do Bacalhau. O período de dominação dos Filipes (1580-1640) levou quase à extinção da pesca do bacalhau

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Poesia de Cecília Meireles
Créditos : videosdagra
Pescaria
Cesto de peixes no chão.
Cheio de peixes, o mar.
Cheiro de peixe pelo ar.
E peixes no chão.
Chora a espuma pela areia,
na maré cheia.
As mãos do mar vêm e vão,
as mãos do mar pela areia
onde os peixes estão.
As mãos do mar vêm e vão,
em vão.
Não chegarão
aos peixes do chão.
Por isso chora, na areia,
a espuma da maré cheia.






