quarta-feira, 16 de março de 2011

Fotógrafo faz raro registro da truta arco-íris

(Foto: Brian Pelkey | Solent)

Trutas arco-íris foram flagradas saltando para fora d’água em um lago no parque Adirondack, no estado de Nova York, nos Estados Unidos. Há raros registros fotográficos desse fenômeno, que acontece quando esses peixes empreendem uma fuga muito rápida de predadores.
O fotógrafo Brian Pelkey, autor da imagem, gastou dias esperando pacientemente o melhor momento para clicar os animais, que parecem voar sobre a água.
A truta arco-íris é originária da América do Norte e tem o corpo acastanhado ou amarelado, com pintas pretas no dorso e nas barbatanas. Possui ainda uma risca rosada que se estende ao longo de todo o corpo. O comprimento varia de 30 a 45 centímetros, com peso de até 2 quilos.

fonte http://colunas.globorural.globo.com

domingo, 13 de março de 2011

Peixe Mutante



Jeremy Wade com um peixe Bagarius mutante, tamanho extra-grande.

Os residentes proximos ao rio Great Kali na fronteira entre a India e o Nepal, justamente no trecho onde as pessoas praticam rafting, dizem existir ha muitos anos um monstro nas aguas do rio.

Recentemente um rapazinho nepales de 18 anos de idade foi puxado para o fundo do rio por um "porco alongado" segundo a descricao de testemunhas.

O biologo e apresentador de TV Jeremy Wade resolveu investigar os misteriosos desaparecimentos de criancas neste trecho do rio para um documentario e descobriu um tipo grande de peixe-gato do genero Bagarius conhecido comoGoonch.
E provavel que estes Bagarius sejam os responsaveis pelos desaparecimentos de pessoas neste trecho do rio Great Kali.

Ha centenas de anos o rio tem sido utilizado em cerimonias funebres hindus, onde corpos inteiros ou parcialmente cremados sao jogados em suas aguas. O biologo especula que o grande peixe pode atraves dos anos ter desenvolvido seu paladar por carne humana, apos anos saboreando restos de cadaveres.

Wade disse que devido a abundancia de alimento no rio (restos de defuntos humanos), os peixes cresceram muito em tamanho.
Ele mesmo pegou um desses peixes, que media 1.83 m e pesava 73 quilos!!

fonte: http://indiagestao.blogspot.com

sábado, 12 de março de 2011

Grande pescaria em defesa do rio Xingu, contra Belo Monte

Divulgação/CIMI
Evento visa denunciar as ameaças que pensam sobre os povos do Xingu com a construção de Belo Monte, bem como tornar público o desrespeito às leis e aos direitos humanos.

Evento será realizado em Altamira, Pará, dia 14 de março a partir das 9 horas
Na próxima segunda-feira (14) acontecerá uma grande pescaria em defesa do rio Xingu e contra a construção da hidrelétrica de Belo Monte. O ato, que será realizado em Altamira (PA), é promovido pelos pescadores e pescadoras da região, que retiram do rio a sobrevivência de suas famílias.

O evento terá início às 9 horas, quando os participantes estarão concentrados no Cais de Altamira, em frente ao prédio da Eletronorte. De lá o grupo segue para a pescaria, momento em tecerão uma grande rede de pesca representando a união dos povos do Xingu contra Belo Monte. O retorno ao cais está previsto para às 16 horas, quando haverá uma coletiva de imprensa e a doação do pescado aos moradores da região.

A pescaria tem por objetivo denunciar as ameaças que pensam sobre os povos do Xingu com a construção de Belo Monte, bem como tornar público o desrespeito às leis e aos direitos humanos. As populações de Altamira que precisam diretamente do rio para garantir o sustento de suas famílias – indígenas, pescadores, ribeirinhos, têm sido vitimas constantes de ameaças e investidas de empresas que serão beneficiadas diretamente pela obra.

As reivindicações são para que não haja alterações no percurso natural do rio Xingu, preservando assim as diversas espécies vivas que habitam e dependem do rio. Os pescadores e pescadoras pedem ainda a imediata paralisação da obra e o respeito ao direito das populações que sobrevivem dos frutos retirados do rio. Eles solicitam ainda a criação de um fundo protetor que possibilite a existência natural do rio e ampare as populações que vivem em suas margens.

O evento conta com o apoio do Movimento Xingu Vivo para Sempre, Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Movimento de Atingidos por Barragens (MAB), Prelazia do Xingu, Movimento de Pequenos Agricultores (MPA), Terra de Direitos, Fundo Dema, Consulta Popular e Comissão Pastoral da Terra (CPT), entre outros.

Serviço:

Grande pescaria em defesa do rio Xingu, contra Belo Monte
Quando: 14 de março, a partir das 9 horas
Onde: Cais de Altamira, em frente ao prédio da Eletronorte
Informações: Ana Laíde – MPA (91) 8179-1446/Fábio Torres – CPT (93) 9146-6932 e Luiz Claudio – Cimi (91) 8298-5716.

fonte: http://www.ecoagencia.com.br

sexta-feira, 11 de março de 2011

Um milhão de sardinhas aparecem mortas nos EUA; veja


Temendo riscos à saúde, autoridades americanas correm contra o tempo para retirar toneladas de sardinhas que apereceram mortas na marina de Redondo Beach, na Califórnia, nos Estados Unidos. Nenhum poluente ou toxina foi encontrado na água.
As autoridades estimam que um milhão de sardinhas tenham morrido. Ainda não se sabe ao certo o que levou à morte dos peixes.
Acredita-se que o cardume entrou na marina perto da cidade de Los Angeles e não encontrou uma saída, acabando por esgotar todo o oxigênio contido na água
.
Os peixes recolhidos serão processados e transformados em fertilizante.

fonte:  BBC BRASIL

quinta-feira, 10 de março de 2011

Vietnã tenta salvar tartaruga sagrada de 200 kg; veja

Centenas de vietnamitas se aglomeraram na capital Hanói na terça-feira para acompanhar a operação de captura de uma rara tartaruga gigante que vive no lago.

O animal de cerca de 1,8m de comprimento e 200 kg estaria muito debilitado e precisaria urgentemente de socorro. No entanto, não foi possível resgatá-lo.

Centenas de vietnamitas se aglomeraram na capital Hanói na terça-feira para acompanhar a operação de captura de uma rara tartaruga gigante que vive no lago.
Especialistas acreditam que existam apenas outros quatro indivíduos da espécie Rafeteus swinhoei vivos em todo mundo.

Muitos vietnamitas consideram a tartaruga sagrada e, embora especialistas calculem que ela tenha entre 80 e cem anos, a crença popular é de que o animal tenha mais de 300 anos de idade.

Reza a lenda que uma tartaruga do lago Hoan Kiem deu a espada usada pelo rei do Vietnã para derrotar invasores chineses há cerca de seis séculos.

Funcionários do governo realizaram uma limpeza do lago, retirando lixo e jogando água limpa, já que a poluição poderia ser a causa da doença do animal

fonte: BBC BRASIL

sábado, 5 de março de 2011

Tubarões usam "mapas mentais" para percorrer longas distâncias

Tubarões usam "mapas mentais" para percorrer longas distâncias

Pesquisadores dos Estados Unidos afirmam que algumas espécies de tubarão conseguem formular "mapas mentais" que os ajudam a percorrer longas distâncias com precisão impressionante.

"Eles sabem onde estão indo", diz o cientista Yannis Papastamatiou, do Museu de História Natural da Flórida, um dos autores do estudo publicado no "Journal of Animal Ecology".
Albert Kok

Segundo estudo dos EUA, tubarões fazem "mapas mentais" para ir direto à fonte de alimentos e gastar menos energia

Os pesquisadores rastrearam eletronicamente 32 tubarões de três espécies diferentes por um período com variação de sete e 72 horas.

Eles concluíram que os tubarões-tigre e os tubarões-raposa seguiram caminhos pré-estabelecidos para locais específicos.

Já os tubarões galha preta nadaram distâncias muito mais curtas e de forma aparentemente aleatória.

VIAJANTES

Os tubarões-tigre foram os que demonstraram maior capacidade de se localizar --uma pesquisa anterior, realizada no Havaí, indicou que animais desta espécie nadam por canais profundos até locais ricos em alimentos a 50 quilômetros de distância.

Segundo o novo estudo, o "movimento dirigido" mostra que o terreno era conhecido dos tubarões e eles têm interesse em preservar energia indo diretamente ao seu destino, onde podem encontrar comida.

Ainda não se sabe ao certo, no entanto, como funciona exatamente esse mecanismo de localização. Os pesquisadores acreditam que os tubarões recorrem a sinais das correntes oceânicas, da temperatura da água e dos cheiros.

A navegação usando como base os campos magnéticos da Terra também seria uma possibilidade.

"Eles (os tubarões) precisam ter um sistema de navegação muito bom, porque as distâncias são muito longas. O tipo de sistema que usam ainda é questão para debate, mas o fato de que muitos desses percursos aconteceram à noite abre a possibilidade de que estejam se orientando a partir de campos magnéticos", explica Papastamatiou.


Fonte: DA BBC BRASIL

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

O Tubarão-Duende

Estranho e raro, este tubarão de fundo ainda guarda muitos mistérios para a ciência.
Há pouco mais de cem anos, pescadores japoneses capturaram pela primeira vez um tubarão muito estranho, de águas fundas, ao largo de Yokohama. Como para tudo se dá um nome, o tubarão ganhou o de Goblin Shark: o tubarão duende..

A simpática cara deste peixe.

Este é um bicho raro, só encontrado em poucos lugares do mundo, geralmente além dos 300 metros de profundidade. Recentemente, um destes animais foi capturado próximo a São Paulo e analisado pelos pesquisadores Otto Gadig, da UNESP de São Vicente, e Teodoro Vaske Jr., da UNISANTA de Santos.

Sua boca estende-se para fora e os dentes, pontiagudos, capturam presas do fundo do mar. Ainda não se sabe exatamente para que serve o focinho comprido mas, provavelmente, ele oferece uma superfície maior para seus órgãos sensoriais, o que lhe permite detectar os minúsculos campos elétricos gerados por suas presas. Seu fígado responde por cerca de ¼ do peso total e tem a mesma função que em outros tubarões: de funcionar como uma bexiga natatória, permitindo-lhe subir ou descer na coluna da água sem grandes problemas.

Ele chega a mais de 6 metros de comprimento e se alimenta principalmente de polvos, caranguejos e peixes.


O espécime capturado próximo a São Paulo


fonte: canalazul.tv.ig

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Expedição na selva encontra espécie de peixe inédita em reserva do PA


Nova espécie tem olhos e cabeça 'proporcionalmente grandes', diz artigo.
Descoberta foi feita durante expedições para conhecer área da Calha Norte.

Estudo publicado pela revista científica Zootaxa e divulgado nesta quarta-feira (23) detalha a descoberta de uma nova espécie de peixe encontrado no Igarapé Curuá, afluente do Rio Amazonas, na região da Estação Ecológica Grão Pará.
Único exemplar da espécie foi observado no Igarapé Curuá, afluente do Amazonas. (Foto: Divulgação)

A oficialização da nova descoberta amplia os resultados de expedições realizadas para conhecer a biodiversidade na região da Calha Norte e das reservas, que foram criadas em 2006 e permaneciam inexploradas. As expedições de reconhecimento foram organizadas em parceria pelo Museu Paraense Emílio Goeldi, pela organização não governamental (ONG) Conservação Internacional (CI) e pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Pará (Sema-PA).

A nova espécie é conhecida pelos cientistas apenas pelo exemplar encontrado durante a expedição na Calha Norte. O peixe foi coletado com uma peneira no Rio Curuá, no Pará, e estava junto com outras 15 espécies observadas.

Segundo o pesquisador Wolmar Wosiacki, que descreveu a nova espécie em coautoria com os cientistas Luciano Montag e Daniel Coutinho, o peixe, acredita-se, é difícil de ser encontrado devido ao seu tamanho. A espécie Stenolicmus ix difere de outras pelo comprimento dos barbilhões, filamentos encontrados na área nasal e maxilar.

A nova espécie também é diferente pelo padrão da cor na região dorsal do tronco. Outra característica observada pelos cientistas foi o formato dos olhos e o comprimento da cabeça, "proporcionalmente grandes"

fonte g1.oglobo

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Águas japonesas e australianas abrigam profundos segredos

Barreira de Corais, o maiorrecife do mundo. Crédito: Tourism Austrália
SYDNEY, 2 Ago 2010 (AFP) -Austrália e Japão contam com um dos oceanos mais diversificados, mas milhares de organismos permanecem desconhecidos para a ciência, em um momento em que o aquecimento global representa um dos maiores perigos para a vida marinha.

Os dois países abrigam em torno de 33.000 espécies conhecidas, segundo um estudo realizado nos últimos 10 anos sobre a vida marinha chamado "O Que Vive no Mar".

Mas deve haver até 250.000 espécies nas vastas águas da Austrália, onde se encontram três oceanos e quatro mares, e que banham desde o trópico até o pólo sul.

"Há uma variedade de hábitats e vida oceânica, mas a maioria foi pouco ou nada explorada", escreveu o principal autor deste relatório, Alan Butler, da Organização de Pesquisa Científica e Industrial da Comunidade Britânica.

A maioria das 33.000 espécies registradas na Austrália incluem peixes, aves marinhas e mamíferos marinhos. Butler estima que sejam conhecidos apenas 20% do total das espécies.

A vida concentra-se principalmente no nordeste, onde existe a Grande Barreira de Coral, o maior recife do mundo, que abriga coloridos corais, golfinhos, tartarugas e dugongos.

"A Austrália tem uma riqueza ecológica tremenda", disse a porta-voz do censo marinho Jessie Ausubel. "Está muito avançada na criação de áreas marinhas protegidas, em torno dos recifes de corais, mas também em suas águas profundas".

Katsunori Fujikura, da Agência Japonesa de Ciência e Tecnologia do Mar e da Terra, afirmou que em torno de 155.000 espécies foram detectadas nas águas japonesas, apenas 30% da vida estimada, e que apenas em torno de 33.000 foram registradas oficialmente.

"A razão dessa grande diversidade é sem dúvida a variedade de hábitats existentes nas águas japonesas", disse Fujikura.

Em torno de onze vezes superiores à sua extensão terrestre, as águas do Japão têm recifes de corais, mares cercados de gelo e em torno de 10 km de profundidade.

As fortes correntes de água fazem com que apenas em torno de 5,6% dessas espécies sejam exclusivas do Japão.

Como contraste, 19% das 17.000 espécies da Nova Zelândia encontram-se somente ao redor da ilha, e o Oceano Antártico Sul abriga espécies que não são encontradas em outro lugar.

A remota e hostil região do oceano Antártico é a moradia de 8.800 espécies, a maioria animais, esponjas e pequenos crustáceos.

No entanto, mais de 90% dessas espécies marinhas vivem a mais de 1 km de profundidade e são conhecidas menos de 11% da vida em águas profundas, havendo ainda "muitas espécies a serem descobertas", afirma Hugh Griffiths, autor do relatório do Estudo Britânico Antártico.

Griffithis afirma que registrar a vida marinha do Oceano Antártico deveria ser uma "prioridade maior" na corrida contra o aquecimento global.

ajc/mfc/lb
fonte:  http://g1.globo.com

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Caranguejo 'Kong' pode ser o maior do mundo mantido em cativeiro

Crustáceo mede 3 metros de comprimento e ainda não parou de crescer.Animal foi encontrado em águas japonesas.
Um caranguejo-gigante conhecido como "Kong" pode ser o maior mantido em cativeiro. Atualmente em parque aquático em Weymouth, na Grã-Bretanha, o crustáceo foi capturado por pescadores na baía de Suraga, no sudoeste do Japão.

Após a passagem pelo continente americano, o animal será mantido em um centro especializado na cidade alemã de Munique. As informações são do site do jornal britânico "Metro".



O animal tem 40 anos de idade e pesa 15 quilos. Medindo 3 metros de comprimento, "Kong" ainda não parou de crescer e disputa o título de maior crustáceo do mundo com 
"Crabzilla", outro invertebrado capturado em águas japonesas.

"Kong" seria vendido como comida não fosse a intervenção do biólogo Robin James, que visitou a cidade de Heda, no Japão, e providenciou o transporte do animal até Weymouth.

Já "Crabzilla" foi obtido no ano passado pelo Centro de Vida Marinha de Birmingham, também na Grã-Bretanha. A captura do animal das águas do Oceano Pacífico aconteceu em 2009




fonte: http://g1.globo.com
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