sábado, 25 de abril de 2015

Cientistas descobrem exemplar raro de 'minitubarão' de apenas 14 cm

Este foi o segundo exemplar do gênero 'Mollisquama' já encontrado.

Ele estava entre espécies coletadas em 2010 e foi achado em laboratório.

A Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) trabalhou com pesquisadores da Universidade Tulane para identificar o 'mini-tubarão' (Foto: Michael Doosey/Tulane University/Divulgação)

O mini-tubarão estava entre os exemplares coletados em uma missão de 2010 feita pelos pesquisadores da Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) no Golfo do México, na costa do estado da Louisiana. O objetivo da missão era estudar os hábitos alimentares da baleia cachalote, segundo o pesquisador Mark Grace, do Laboratório de Pesca da NOAA em Pascagoula, no Mississippi.Cientistas americanos descobriram em seu próprio laboratório um exemplar raríssimo de tubarão, que só tinha sido encontrado uma única vez antes, no Peru, há 36 anos. O gêneroMollisquama, chamado em inglês de pocket shark, ou tubarão de bolso, tem como peculiaridade seu tamanho – o exemplar descoberto recentemente mede menos de 14 cm – e também sua aparência inofensiva.Mas, ao se deparar com o pequeno tubarão no laboratório, no meio de outras espécies marinhas coletadas, ele pediu a pesquisadores da Universidade Tulane e para um especialista em genética da NOAA examinarem o exemplar mais de perto. O que descobriram foi que ele era muito semelhante ao Mollisquama parini, espécie descrita pela primeira vez em 1979.


Ilustração da espécie rara Mollisquama sp., ou "tubarão de bolso", descoberta por pesquisadores da Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) (Foto: NOAA FishWatch.gov/Divulgação)

Desde então, nenhum outro exemplar tinha sido visto na natureza até a descoberta feita por Grace. A análise do animal levou à sua classificação como o segundo tubarão do gêneroMollisquama já descrito. Algumas diferenças em seu corpo, porém, levaram os cientistas a classificá-lo como uma espécie diferente daquela descoberta em 1979: seu nome científico passou a ser Mollisquama sp.

“O ‘tubarão de bolso’ que encontramos tem apenas 14 cm de comprimento e era um macho recém-nascido”, disse Grace. “Descobri-lo nos fez pensar sobre onde sua mãe e seu pai podem estar, e como eles chegaram ao Golfo. O único exemplar conhecido foi encontrado muito longe, no Peru, há 36 anos.”

O estudo que descreveu a espécie foi publicado nesta quarta-feira (22) na revista científica "Zootaxa".

Tubarão ou cação?
Apesar de existir uma ideia corrente de que um tubarão pequeno deve ser chamado de cação, essa noção está errada, diz o oceanógrafo Ricardo Cardoso, do Aquário de São Paulo.

“Cação é a denominação popular que há muito tempo é dada para a carne de tubarão. Inclusive os pescadores têm a brincadeira de que, quando a gente come ele, é o cação e, quando ele come a gente, é o tubarão.” Na realidade, segundo Cardoso, cação e tubarão são a mesma coisa.

Ele observa que existem muitas espécies de tubarão de pequeno porte, que medem entre 50 cm e 1,2 m. Mas o exemplar encontrado, de 14 cm, pode estar entre os menores já descritos


fonte: g1.com.br
Mariana LenharoDo G1, em São Paulo
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Espécie rara, tubarão-boca-grande fica preso em rede de pesca nas Filipinas

Departamento de Pesca vai investigar causa da morte do animal.
Espécie pode chegar a 5,2 metros e viver por até 100 anos.

Da Reuters

Tubarão-boca-grande é retirado do mar por pescadores nas Filipinas (Foto: Reuters/Rhaydz Barcia)
Pescadores das Filipinas se surpreenderam ao encontrar uma espécie rara de tubarão presa em suas redes de pesca. O tubarão-boca-grande, cujo nome científico é Megachasma Pelagios, tinha 4,5 metros de comprimento.

Ele foi capturado acidentalmente nesta quarta-feira (28) na costa da região central das Filipinas. A espécie pode chegar a até 5,2 metros e viver por até 100 anos.

Foi preciso usar um tipo de uma maca com cabos de aço para retirar o corpo do tubarão da água. O Departamento de Pesca e Recursos Aquáticos da província de Albay, nas Filipinas, vai abrir uma investigação para determinar a causa da morte do exemplar

fonte: http://g1.globo.com/natureza/

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Pescadores encontram tubarão pré-histórico na Austrália


Foto: Daily Mail / Reprodução

Já foram encontrados fósseis deste animal com cerca de 80 milhões de anos


Seus dentes, enfileirados em 25 sequências, são responsávei por não deixar que a presa saia de sua boca



Um grupo de pescadores encontrou um animal pré-histórico durante uma tarde de pesca na cidade de Lakes Entrance, em Victoria, na Austrália. O "tubarão jurássico" foi tirado do mar e levado para especialistas. As informações são do Daily Mail.

Segundo a publicação, a criatura é conhecida como "tubarão-cobra" ou "tubarão-enguia". Esta espécie, que se julgava extinta, tem cerca de dois metros de comprimento e é uma das mais antigas já encontradas vivas nos dias de hoje. Já foram encontrados fósseis deste animal com cerca de 80 milhões de anos.

                                 Foto: Daily Mail / Reprodução

Marrom e com cerca de 300 dentes, o tubarão foi capturado a cerca de 700 metros de profundidade. Nos últimos registros, essa espécie foi encontrada em regiões mais profundas, a 1.200 ou 1.500 metros.


O "tubarão-cobra" possui uma mandíbula longa e flexível, que permite que ele engula a sua presa por inteiro. Seus dentes, enfileirados em 25 sequências, são responsávei por não deixar que a presa saia de sua boca.

fonte: http://noticias.terra.com.br/

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Pescador fisga douradão e bate recorde de 40 anos

Alex Greenman, de 22 anos, estudante de Administração da PUC-RJ, conseguiu o feito
ROBERTO PIMENTEL


Rio - Enquanto o governo federal vai restringindo ainda a mais a pesca em toda a costa,com a proibição de mais de 200 espécies marinhas (veja lista parcial abaixo), nossos pescadores esportivos vão fisgando o que podem, dos liberados, para curtir seu esporte preferido. É o caso de Alex Greenman, de 22 anos, estudante de Administração da PUC-RJ, que brinca de oceânica, quando o assunto é pesca esportiva. Ele fisgou um dourado-do-mar gigante, de 1,80m e 34,96 kg, no litoral do Rio, e estabeleceu novo recorde brasileiro. Com o peixão, Alex detonou marca mantida por 40 anos pelo pescador Francisco Olival, com dourado de 34,2 Kg, pego em 1974. A proeza de Alex aconteceu no último dia do 18º Torneio Marlin Rio, do Iate Clube do Rio de Janeiro, em 15 de novembro.

Alex, de 1,88m, ergue peixão de 34,96 KG e some atrás do giganteFoto: Foto do leitor

Este não foi o primeiro cartolão de Alex. Quando tinha 17 anos, em 2007, ele bateu o recorde mundial juvenil da Associação Internacional de Pesca Esportiva (IGFA), com dourado de 29,6 kg. “Aprendi a pescar com 2 anos de idade e há 15 anos faço pesca oceânica. Esse esporte tá no meu sangue”, se gaba o campeão, que diz ter comemorado o recorde com amigos em festa regada a moqueca com o douradão de quase 35 kg.




DICAS DE PEIXES

Mestre Canarinho

(999538100): As iscas são camarão e lula: Quebra Mar da Barra — corvinota, papa-terra, carapicu e olho-de-cão; Cagarras — pescadinha, corvina, espada e goete; Gragoatá/Boa Viagem — corvina, papa-terra, xerelete e enxoveta; Ilhas Pai e Mãe — pescadinha, corvina, espada e goete.

Carlinhos Piraúna

Ipanema — papa-terra (noite); Arpoador — olho-de-cão e papa-terra (noite); Copacabana — papa-terra (noite); Leme— carapicu e enxoveta (dia); Praia Vermelha — lula (noite); Pista Claudio Coutinho — marimbá (dia), olho- de-cão (tarde/noite); Murinho da Urca — enchoveta; Flamengo (Pirâmide) — carapicu (final da tarde).

Gilberto Ohoishi

(99839-6442) para pesca embarcada: em Arraial do Cabo, na Praia Grande — tira-e-vira, lanceta e corvina; Boca da Barra — maria-mole, castanha e goete; na Ponta da Prainha — maria-mole, goete e espada (final da tarde); no Saco do Cherne — pargo e olho-de-cão; Largo da Ilha — olho-de-cão e pargo.

fonte: http://riodejaneiro.ig.com.br/

sábado, 6 de dezembro de 2014

Descoberta nova espécie de peixe em poça de água doce

Austrolebias bagual: ele pertence aos “peixes anuais”, grupo que têm ciclo de vida regido pelo clima
Suzana Camargo, do Planeta Sustentável

São Paulo - O Austrolebias bagual, que ainda não recebeu nome popular, foi encontrado em uma área de apenas um hectare no Pampa gaúcho, em Encruzilhada do Sul, interior do Rio Grande do Sul.

Da família Rivulidae, a nova espécie identificada tem somente cinco centímetros e possui padrão de colorido único nos machos - a nadadeira dorsal apresenta manchas negras na vertical e o corpo marrom claro acinzentado também tem o mesmo tom de listras.

A descoberta foi divulgada pela publicação internacional AQUA – International Journal of Ichthyology.

O Austrolebias bagual pertence ao grupo chamado de “peixes anuais”, que têm ciclo de vida regido pelo clima.

Por viverem em poças temporárias, os indivíduos adultos morrem a cada vez que a seca atinge a região. Mas as fêmeas depositam os ovos na terra.

“Quando as poças secam, ocorre uma pausa no desenvolvimento dos embriões, conhecida como diapausa. Apenas quando volta a chover e o ambiente se torna favorável, os ovos voltam a se desenvolver e eclodem”, explica Matheus Volcan, pesquisador e vice-coordenador do Instituto Pró-Pampa.

Segundo a pesquisa, que teve apoio da Fundação Boticário, a bacia do Rio Camaquã, onde o Austrolebias bagual foi descoberto, ainda é pouco estudada e por isso sua biodiversidade é desconhecida.

“Marcamos o início de um processo de ampliação do conhecimento. Queremos definir regiões prioritárias e propor ações de conservação para as espécies”, explica Volcan.

Apesar da boa notícia, os cientistas revelam que a nova espécie já sofre risco de extinção.

Os peixes de água doce estão entre os mais ameaçados, devido ao aumento de períodos de seca e a formação de poças e lagoas. Além disso, o crescimento de áreas agrícolas no Rio Grande do Sul torna os animais ainda mais vulneráveis.

Este foi justamente um dos motivos para a escolha do nome Austrolebias bagual.

Os gaúchos costumam usar o termo “bagual” para se referir a pessoas corajosas e destemidas. A torcida agora é que o peixinho valente consiga sobreviver e se procriar num planeta cada vez mais quente.

fonte: exame.abril.com.br

domingo, 30 de novembro de 2014

Pode chegar a 4 t peixes mortos no Tietê


Quase 1t de peixes mortos é retirada de córrego após 'água preta' no Tietê


Secretaria do Meio Ambiente de Salto precisou usar retroescavadeira no local.
Afluente deve ter mais três toneladas, diz secretário; denúncia será feita ao MP.


Com a ajuda de uma retroescavadeira, a equipe da Prefeitura de Salto (SP) retirou do córrego do Ajudante, que desagua no rio Tietê, aproximadamente 900 kg de peixes mortos neste sábado (29). . O córrego amanheceu coberto por peixes depois que o rio Tietê foi tomado por uma "água preta" na quinta-feira (27). Segundo a Secretaria de Meio Ambiente da cidade, responsável pela limpeza, a operação deve continuar no domingo (30).


O secretário do Meio Ambiente, João de Conti Neto, calcula que ainda tenha mais três toneladas de peixes mortos no afluente. Segundo Conti Neto, para usar a retroescavadeira, foi feito um laudo para a Defesa Civil da cidade que também será encaminhado para a Cetesb, explicando a necessidade do uso, já que o local é área de preservação ambiental. O secretário comentou também que um relatório sobre o prejuízo ambiental em Salto será elaborado e entregue ao Ministério Público.

O mau cheiro provocado pela mortandade dos peixes tem preocupado moradores de bairros próximos. O torneiro mecânico Paulo Conti, que mora perto do córrego, flagrou uma grande quantidade de urubus que juntou na região do córrego. "Por causa dos peixes mortos, muitos urubus estão sobrevoando o córrego. Eles pousaram em uma construção perto do córrego".

Mau cheiro atraiu muitos urubus
 para a região do córrego, 
em Salto
(Foto: Arquivo Pessoal/Paulo Conti)

O mestre de obras Ronaldo Brandão, que mora próximo ao córrego do Ajudante, está preocupado, pois o cheiro está muito forte no local. "Está insuportável. A gente está imaginando assim que o tempo limpar e o sol sair. Aí a gente não vai suportar o cheiro", diz.

De acordo com a secretaria, funcionários da empresa responsável pela coleta de lixo da cidade precisaram usar máscaras durante o trabalho. A mortandade começou um dia depois do rio amanhecer com uma cor muito escura, que transformou a paisagem da cidade



Paulo Cont
Tentando respirar
De acordo com o torneiro mecânico Paulo Conti, os peixes fugiram para o afluente para tentar sobreviver. Conti registrou na quinta-feira,  centenas de peixes tentando respirar no córrego . “Eu flagrei eles agonizando, tentando respirar. É triste. É lamentável uma situação dessa na cidade”.

Ainda segundo Conti, naquela região do rio Tietê existem várias espécies de peixes, como mandi, lambari, bagre e corimba. "O Corimba tem tamanho acima de 50 centímetros e deve pesar mais de um quilo cada", comenta.


Milhares de peixes mortos
apareceram no córrego
neste sábado
(Foto: Arquivo Pessoal/Paulo Conti)


Água preta, marrom e espuma



Internautas enviaram fotos e vídeos à redação do G1 na quinta-feira que mostravam uma "água preta" no trecho do rio Tietê, em Salto. Segundo a internauta Rafaela Paes, moradora da região, o susto foi grande. "A água estava parecendo piche, asfalto derretido. Muito feia a situação", conta.

Segundo ambientalistas, o rio ficou com cor escura durante o dia e a tarde em um trecho de 100 km. No início da noite, uma espuma densa tomou conta de parte do rio que passa por Salto.

Já na manhã de sexta-feira, a cor da água era marrom. De acordo com a Secretaria do Meio Ambiente da cidade, sinal de que a qualidade da água havia melhorado.

Fenômeno natural

Por meio de nota, a Cetesb informou que técnicos vistoriaram diversos trechos do rio Tietê ao longo do dia e constataram que a alteração na coloração da água se deve a um fenômeno natural. A forte chuva dos últimos dias teria carregado resíduos do solo de afluentes e do próprio leito do rio.

Ainda de acordo com a Companhia, esse é um fenômeno comum quando ocorre chuva intensa, principalmente após longos períodos de estiagem. A Cetesb informou ainda que, durante as últimas vistorias, já no período da tarde, a água estava menos turva.



fonteg1.com.br

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Pela 1ª vez imagens de diabo negro do mar

Cientistas captam pela 1ª vez imagens de diabo negro do mar

Peixe com antena de luz para atrair presas foi fotografado por robô a quase 3 mil metros de profundidade na Califórnia

Cientistas do Instituto de Pesquisa do Aquário da Baía de Monterrey, na Califórnia, conseguiram filmar um exemplar do misterioso "diabo negro do mar", uma espécie de peixe abissal conhecida pelo nome científicoMelanocetus johnsonii.

Segundo os pesquisadores da instituição, esta foi a primeira vez que este estranho e pequeno animal foi filmado em seu habitat natural. O peixe pode chegar a viver em uma profundidade de até 3 mil metros.
BBC
O exemplar filmado é uma fêmea de 9cm que estava a 600m de profundidade
O exemplar filmado é uma fêmea de 9 centímetros que se encontrava a cerca de 600 metros da profundidade no cânion submarino de Monterrey, na costa californiana.

As imagens foram gravadas por um veículo operado remotamente batizado de Don Ricketts.

O "diabo negro do mar" tem uma antena que se ilumina graças a bactérias bioluminescentes, o que o ajuda a atrair suas presas. Elas acabam atraídas para suas temidas mandíbulas, repletas de dentes afiados.

As fêmeas podem medir até 20 centímetros, enquanto o macho é dez vezes menor e não pode sobreviver sozinho - ele se acopla à companheira como um parasita.

Para os que assistiram ao filme Procurando Nemo, da Disney/Pixar, este peixe é conhecido: ele aparece em uma cena perseguindo os protagonistas do desenho animado.

fonte: BBCBRASIL

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Biólogos se surpreendem ao capturar peixe com cobra na boca nos EUA

Achigã recém havia engolido cobra d'água na Flórida.
Pesquisadores estavam fazendo estudo quando pegaram peixe.

Biólogos se surpreenderam ao capturar um peixe no estado da Flórida, nos EUA, e descobrirem que ele recém havia devorado uma cobra d'água.


Biólogos capturaram peixe com cobra em sua boca (Foto: Reprodução/Facebook/FWC Fish and Wildlife Research Institute)
Segundo a Comissão de Conservação de Peixes e Vida Silvestre da Flórida (FWC), o achigã (Micropterus salmoides) tem uma dieta extremamente diversificada, alimentando-se de outros peixes, crustáceos, insetos, répteis, anfíbios e até mesmo pássaros.

Os pesquisadores da FWC estavam realizando um estudo sobre as populações de peixes para ajudar na regulamentação da pesca, quando capturaram o achigã com a cobra em sua boca.

Fonte> g1.com.br 

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Raro peixe-cavalo é flagrado nos EUA




Ele foi encontrado em Nags Head, no estado da Carolina do Norte.
Com dentes afiados, peixe-cavalo tem hábito de comer a própria espécie.

Um raro peixe-cavalo (Alepisaurus ferox), também conhecido como peixe-serrote, foi flagrado no cais de Jennette, em Nags Head, no estado da Carolina do Norte (EUA).
Raro peixe-cavalo (Alepisaurus ferox) foi flagrado no cais de Jennette, em Nags Head (Foto: Reprodução/Twitter/N.C. DENR)

A espécie vive em altas profundidades e raramente é vista perto da costa.

Segundo o site "LiveScience", o peixe-cavalo chama atenção por seus dentes afiados e nadadeira dorsal proeminente, além do hábito de comer sua própria espécie.

Ele pode alcançar até dois metros de comprimento e geralmente se alimenta à noite. Além da própria espécie, alimenta-se de crustáceos, lulas e espécies menores de peixes.


Após ser fotografado, segundo o Departamento de Meio Ambiente e de Recursos Naturais da Carolina do Norte (DENR), o peixe foi solto


de 2006 mostra peixe-cavalo (Foto: Divulgação/NOAA)

Fonte: g1.com.br














Foto de 2006 mostra peixe-cavalo (Foto: Divulgação/NOAA)

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Menina de 12 anos bate recorde juvenil ao fisgar atum de quase 300 kg

Jenna Gavin superou o antigo recorde por quase 100 kg.
Ela pegou o peixe após batalha de 2h no estreito de Northumberland.

Uma menina canadense de 12 anos bateu um recorde mundial juvenil feminino ao fisgar um atum de 280,5 quilos durante pescaria no mês passado com seus pais, John e Chandra Gavin, no estreito de Northumberland.



Jenna Gavin bateu recorde mundial juvenil feminino ao fisgar atum de 280,5 kg (Foto: Reprodução/Facebook/Chandra Gavin-IGFA)

Jenna Gavin, que mora na província da Nova Escócia, lutou por duas horas contra o enorme peixe e não teve ajuda de seus pais, pois, caso eles intervissem, o recorde alcançado pela filha não seria homologado pela Federação Internacional de Pesca Esportiva.

Diante da menina, o enorme peixe impressiona: pesa 280,5 quilos, contra 55 kg de Jenna. Além disso, o atum tem quase o dobro do tamanho da garota.

O recorde anterior pertencia a uma garota francesa, que havia fisgado um atum de 195 quilos

Fonte: g1.globo.com
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