sábado, 14 de fevereiro de 2009

Aprenda a fazer alguns nós para facilitar a sua pescaria

NÓ PARA PRENDER A LINHA NO CARRETEL

1 ► Faça um laço dobrando a ponta da

linha e um nó único com 3 voltas

2 ► Antes de amarrar passe a linha pela

bobina do carretel

3 ► Puxe a linha principal para apertar o

nó à bobina e corte a ponta que sobrou junto ao nó


NÓ PARA EMENDA DE LINHAS ( albright )

1 ► Segure as pontas das linhas no ponto onde se cruzam, deixando cerca de 20cm para cada lado

2 ► Dê seis voltas c/ uma das pontas em volta da outra - volte depois c/ a ponta da linha e passe-a pelo lugar onde se cruzam

3 ► Repita a operação com a outra ponta da linha (as pontas devem passar pela mesma abertura mas em sentidos opostos)

4 ► Dê um puxão nas duas pontas para apertar o nó


NÓ PARA EMPATAR ANZÓIS TIPO PATA


Sobreponha cerca de 25 cm da linha sobre a haste do anzol e forme um círculo

Segurando nas 2 partes da linha junto à base do anzol com uma mão, pegue c/ a outra na parte do círculo mais próxima da curva do anzol e enrole apertando as 2 linhas na haste do anzol no sentido da curva da base

Segurando nas espirais com uma mão, puxe com a outra a ponta da linha até o nó se encostar

Ajuste as espirais junto à base do anzol e aperte o nó puxando as duas partes da linha em sentidos opostos e depois corte a ponta da linha junto ao nó


NÓ PARA TONEIRA

LAÇO

UNIR DUAS LINHAS

http://www.katembe2.com/images/nouniao1.gif

NÓ PARA ESTRALHO

LAÇO 2


NÓ DE UNIÃO

NÓ DE UNIÃO 2

NÓ PARA DESTORCEDOR

NÓ PARA DESTORCEDORES 2

http://www.katembe2.com/images/nomix6.gif

NÓ PARA EMPATAR ANZÓIS DE OLHAL

LAÇO 3

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Pacu-comum, Pacu-branco, Pacu-manteiga







DETALHES
Nome Popular
Pacu-comum, Pacu-branco, Pacu-manteiga

Nome Científico
Mylossoma spp., Myleus spp., Metynnis spp., Myloplus spp.

Família
Characidae

Distribuição Geográfica
Bacias amazônica, Araguaia-Tocantins, Prata e São Francisco.

Descrição
Peixes de escamas. Existem vários gêneros que recebem o nome de pacu. O corpo é alto e bastante comprimido; a forma é arredondada ou ovalada; a cabeça e a boca são pequenas; apresentam uma quilha pré-ventral serrilhada. Os dentes são fortes, cortantes ou molariformes, dispostos em uma ou duas fileiras em ambas as maxilas. Em algumas espécies, o primeiro raio da nadadeira dorsal é um espinho. As escamas são diminutas, dando um aspecto prateado. A coloração varia de espécie para espécie, mas normalmente são claros, podendo apresentar manchas variadas no corpo e nadadeiras coloridas. O tamanho varia de 15-30cm dependendo da espécie.

Ecologia
Em geral as espécies são herbívoras, se alimentam de material vegetal e algas, com tendência a frugívoras. Algumas espécies podem ser encontradas em rios, lagos e na floresta inundada, outras em pedrais e corredeiras. São importantes na pesca de subsistência. Na Amazônia, M. duriventre (pacu-comum) forma cardumes e desce os rios para desovar, sendo importante na pesca comercial local.

Equipamentos
Equipamento do tipo leve/médio; linhas de 10 a 14 lb.; chumbada pequena; anzóis pequenos. Na pesca de batida, usa-se vara de bambu com linha de 25 a 30 lb. e anzóis até o n° 5/0.

Iscas
Iscas naturais, como frutos/sementes, algas filamentosas e minhoca.

Dicas


Recordes
Myleus rubripinnis - pacu-prata - 1,5kg/3lb 4 oz
Fonte: PNPDA

Tucunaré albino?

Fisgado no nordeste do país, animal com características diferentes, gera discussão e curiosidade

Por: Luca Contro 
sivucaa1901noticias.jpgUm exemplar diferente de tucunaré foi fisgado recentemente na região da Barragem de Nova Olinda, localizada no estado da Paraíba.
O pescador Aníbal Rodrigues foi o protagonista desta pescaria que teve como resultado um peixe de cores diferenciadas. Apelidado por Rodrigues de “tucunaré sivuca”, o exemplar possui características semelhantes a um animal albino.
Além da coloração, outra característica do peixe é a ausência de ocelo na nadadeira caudal, desenho de um olho falso que é característico dos tucunarés.
Segundo o zootecnista e colaborador da Revista Pesca & Companhia, Armando Urenha parece se tratar realmente de um exemplar albino: “É um caso muito interessante mesmo e merece atenção especial. Sabe-se que o albinismo pode vir a ocorrer em todas as espécies, e, de acordo coma foto parece mesmo que essa não é uma exceção”.
Sobre as características do tucunaré, Urenha diz que a presença de olhos vermelhos (característica ausente no animal observado) não é obrigatoriedade no albinismo. O especialista afirma também, que o ocelo aparentemente inexistente no peixe, talvez esteja presente, mas menos visível pela coloração.
Urenha diz também que pela sua experiência trata-se de um tucunaré-amarelo e ressalta que nunca havia observado um exemplar dessa espécie com essas características.
A raridade desse tipo de exemplar deve-se à fatores genéticos, além da fragilidade que esses animais possuem em seus ambientes. Isso entre outras razões, é gerado pela exposição à predadores, devido à sua coloração.

sivuca1901noticias.jpgMais informações e fotos do “tucunaré sivuca” no fórum de discussões virtual Pesca Nordeste:
fonte:
www.pesca-ne.com.br


domingo, 8 de fevereiro de 2009

Cuidado com raios na hora da pescaria

Materiais de pesca podem atrair raios para perto do pescador

Por: Lielson Tiozzo Foto/Ilustração: Kid Ocelos Publicado em: 01/2009

noticias2001raioa.jpg

Um alerta para quem já planeja a pescaria em 2009. Segundo levantamento do Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCT), o número de mortes causadas por raios no Brasil no ano passado aumentou cerca de 60% em relação a 2007 e foi o maior desde 2001.

Ocorreram 75 mortes causadas por raio, contra as 47 registradas em 2007. O recorde anterior foi de 73 mortes em 2001.

No ano passado, o país teve mais de 60 milhões de raios e a previsão é que a incidência de descargas elétricas mantenha-se no mesmo nível em 2009. Desde o ínício deste mês, o fenômeno natural já causou cinco mortes.

E o que isso tem a ver com a pesca? A equipe Pesca & Companhia orienta seus leitores a não pescarem em dias chuvosos e com muitos raios.

O material das varas e o formato vertical, com estruturas metálicas, são capazes de atrair raios. Os acidentes, na maioria das vezes, são fatais.

Em dias de chuva, o pescador deve procurar um local seguro e esperar o momento certo para voltar a pescar.

fonte:

http://pesca-cia.uol.com.br/noticias/noticias.aspx?c=1720

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Um peixe-gato morreu tentando comer uma bola

Um peixe-gato morreu tentando comer uma bola de futebol que flutuava no rio Main, na Alemanha. Um policial ouvido pelo site da publicação Der Spiegel nesta terça-feira disse que este é o caso mais estranho que ele já viu em 30 anos. O animal de 2 m foi encontrado morto ontem em uma barragem do rio, depois que a bola entalou em sua boca, impedindo que ele respirasse. De acordo com um comunicado das autoridades, o peixe mordeu a bola e morreu sufocado. Segundo o policial Reiner Jünger, ouvido pela Der Spiegel, o animal está entre os maiores predadores de água doce. Ele fica no leito do rio aguardando a aproximação das presas que nadam na superfície.

fonte: http://www.spiegel.de/international/

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

O mar está para peixe Livro ilustrado cataloga 185 espécies marinhas da região sudeste-sul do Brasil

O mar está para peixe
Livro ilustrado cataloga 185 espécies marinhas da região sudeste-sul do Brasil

Quantas espécies de peixes existem no fundo do mar? Nem com toda a imaginação seria possível calcular essa diversidade: é preciso catalogá-los. Com esse objetivo, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) engajados no projeto Revizee (Programa de avaliação do potencial sustentável de recursos vivos da zona econômica exclusiva) colocaram mãos à obra -- ou melhor, 'redes à água' -- e catalogaram a ictiofauna oceânica brasileira da região sudeste-sul (do Cabo de São Tomé ao Arroio Chuí).

uí).

O Cookeolus japonicus, da família Priacanthidae, atinge 60 cm de comprimento e vive de 60 a 400 m de profundidade. Come principalmente caranguejos pelágicos.

Informações biológicas e de distribuição geográfica das 185 espécies coletadas em 133 lances de pesca estão no livro Peixes da zona econômica exclusiva da região Sudeste-Sul do Brasil. Ao longo de 220 dias no mar, os cruzeiros realizados pelos pesquisadores cobriram uma faixa de cerca de 15.000 milhas náuticas ao largo da plataforma continental, a uma distância de entre 100 e 200 km da costa.

Nessa região, vivem peixes adaptados a um ambiente muito diferente do costeiro. As espécies retratadas na publicação vivem entre 100 e 1500 metros de profundidade, são de pequeno tamanho, com adaptações morfológicas e fisiológicas complexas e pitorescas -- confira nas fotos abaixo -- , ciclo de vida curto e grande biomassa.

Sua importância não está na pesca, mas no elo que constituem entre os componentes iniciais e finais da cadeia alimentar de mar aberto: elas servem de alimento para peixes de grande valor comercial, como atuns. A identificação desses espécimes é indispensável para a elaboração de estratégias de conservação e uso sustentável do ecossistema marinho de profundidade.

Para saber mais sobre algumas das espécies coletadas e ampliar as fotos, clique nas imagens abaixo.

S. pachygaster
O Sphoeroides pachygaster, da família Tetraodontidae, alcança 26 cm de comprimento. Em geral, é encontrado entre 100 e 200 m de profundidade. No Sudeste do Brasil, foi capturado entre 50 e 145 m. Distribui-se pelas águas tropicais e subtropicais de todos os oceanos; no Atlântico ocidental, de New Jersey (EUA) até a Argentina. Foram coletados 38 exemplares.

C. spinosus
O Cyclichthys spinosus, da família Diodontidae, atinge 25 cm de comprimento e ocorre desde a costa até 190 m de profundidade. Distribui-se pelo Atlântico Sul ocidental, da Bahia até a Argentina. Foram coletados 17 exemplares.

A. aculeatus
O Argyropelecus aculeatus, da família Sternoptychidae, ultrapassa 70 mm de comprimento padrão. Trata-se de uma espécie mesopelágica, que se mantém entre 300 e 600 m de profundidade durante o dia, e migra à noite para a faixa de 100 a 300 m. Seu alimento principal é constituído por ostrácodos, mas também se alimenta de copépodos, larvas de decápodos e larvas de peixes. Distribui-se pelas águas tropicais e temperadas de todos os oceanos. Foram coletados 15 exemplares da espécie.

M. scolopax
O Macroramphosus scolopax, da família Macroramphosidae, alcança 20 cm de comprimento. Os jovens de até 10 cm de comprimento são pelágicos e vivem em águas oceânicas. Os adultos vivem junto ao fundo, entre 50 e 350 m de profundidade. Alimentam-se de zooplâncton e invertebrados bentônicos. Distribuem-se pelas águas tropicais e subtropicais de todos os oceanos; na costa leste americana, do Golfo do Maine (EUA) até a Argentina. Foi coletado apenas um exemplar.

F. petimba
O peixe Fistularia petimba, da família Fistulariidae, cresce até pelo menos 1,8 m de comprimento. Em arrastos de fundo no sul do Brasil, foi capturado entre 18 e 57 m de profundidade. Trata-se de uma espécie conhecida no Atlântico, no Índico e no oeste do Pacífico. No Atlântico ocidental ocorre de Massachusetts (EUA) até o sul do Brasil. Foram coletados 16 espécimes.

S. hispidus
O Stephanolepis hispidus, da família Monacanthidae, ultrapassa 27 cm de comprimento. Trata-se de uma espécie costeira, coletada no Sudeste do Brasil em até 72 m de profundidade. Distribui-se pelo Atlântico; na costa americana, da Nova Scotia (Canadá) ao Uruguai. Foram coletados dez espécimes.

I. atlanticus
O Idiacanthus atlanticus, da família Idiacanthidae, alcança 43 cm de comprimento. Apresenta dimorfismo sexual acentuado. As fêmeas são de cor negra, com dentes muito desenvolvidos, em forma de presas; apresentam barbilhão mental e nadadeiras pélvicas, com seis raios. Os machos são de cor marrom escura; não apresentam dentes nas maxilas, barbilhão mental nem nadadeiras pélvicas. Trata-se de uma espécie circunglobal, que ocorre entre 26o S e a Convergência Subtropical. Foram coletados 29 espécimes.

D. atlanticus
O Dibranchus atlanticus, da família Ogcocephalidae, atinge 15 cm de comprimento e habita de preferência a região do talude, entre 180 e 910 m de profundidade. Distribui-se pelo Atlântico; na costa americana, de Rhode Island (EUA) até o sul do Brasil. Foram coletados cinco exemplares da espécie.

O. notius
O Oneirodes notius, da família Oneirodidae, vive em águas subantárticas, de 700 a 2000 m de profundidade. Quando larva, é uma espécie epipelágica; jovens e adultos são meso ou batipelágicos. Ocorre nos setores correspondentes ao Atlântico e Pacífico do oceano Antártico. Foi coletado apenas um exemplar da espécie, com 30 mm de comprimento padrão.


Peixes da zona econômica exclusiva da região Sudeste-
Sul do Brasil: levantamento com rede de meia água

José L. de Figueiredo, Andressa P. dos Santos, Norioshi Yamaguti,
Roberto A. Bernardes, Carmen L. Del Bianco Rossi-Wongtschowski
São Paulo, 2003, Edusp / Imprensa Oficial
248 páginas; R$ 68

Elisa Martins
Ciência Hoje on-line
06/02/03

fonte: http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/view/2585

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Não, não é história de pescador!

No último dia 14, pescadores de Palhoça, Santa Catarina, capturaram um peixe com aspecto de uma serpente e com nadadeiras cor de rosa. A história parece de pescador, mas abaixo seguem as fotos que comprovam a história.

Peixe-remo (Regalecus glens), capturado no litoral de Santa Catarina

Regalecus glesne é o nome científico da exótica criatura, que é popularmente conhecida como peixe-remo. A espécie detém o recorde de maior representante da classe Actinopterygii, da qual fazem parte todos os peixes ósseos, podendo atingir incríveis 11 metros de comprimeto e pesar até 270 kg!!! Se não bastasse o tamanho avantajado, Regalecus glesne possui ainda as nadadeiras e um extravagante “topete” cor de rosa pink, dando um aspecto ainda mais bizzarro ao animal.

Peixe-remo (Regalecus glesne), capturado por pescadores no litoral de Santa Catarina.

O indivíduo capturado em Santa Catarina é um jovem, medindo “apenas” 1,66 metros de comprimento. Sua captura, no entanto, possui grande importância científica uma vez que trata-se da primeira prova documentada da ocorrência da espécie nos mares da América do Sul, segundo Jules Souto, do Museu Oceanográfico da Univali, intituição para onde o espécime foi depositado. Ainda segundo Souto o único registro anterior da espécie na América do Sul foi feito por ele mesmo há 20 anos atrás também na costa de Santa Catarina, mas naquela ocasião o peixe não foi fotografado e nem capturado.

Graças ao seu tamanho e aparência fora do comum o peixe-remo pode ser o responsável por boa parte dos antigos avistamento das mitológicas serpentes marinhas em mares de todo mundo, conforme demonstra a ilustração abaixo de um Regalecus glesne encalhado na costa das Bermundas em 1860 e que na ocasião foi descrito como uma serpente marinha.

fonte: http://lablogatorios.com.br/caapora/page/2/


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