Exemplar cresce 20% mais rápido e pode aumentar produção local
Pescaria, peixes, locais de pesca, dicas para pesca, material, barco, motor, carretilha, molinete
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Cientistas australianos criam 'supercamarão' mais saboroso
Exemplar cresce 20% mais rápido e pode aumentar produção local
terça-feira, 6 de julho de 2010
RIO SÃO FRANCISCO É POVOADO COM ESPÉCIE NATIVA AMEAÇADA DE EXTINÇÃO
O rio São Francisco receberá cerca de 10 mil
micro-alevinos de um peixe natural de suas águas, mas que está em processo de extinção: o surubim (também conhecido como pintado), de difícil reprodução em cativeiro. O sucesso da iniciativa deve-se ao Projeto Surubim realizado pela Secretaria de Agricultura do Estado - Seagri, através da Bahia Pesca, que visa repovoar a bacia do São Francisco com a espécie. O início do peixamento do Velho Chico acontecerá dia 29 de junho, na cidade de Santana (a 813 km de Salvador), e fará parte das comemorações do Dia do Pescador na Bahia.
O surubim é um peixe típico dessa região, mas sua população foi reduzida consideravelmente devido a sobrepesca e a práticas predatórias. Não podemos permitir que a espécie baiana se perca, conta o diretor-presidente da Bahia Pesca, Isaac Albagli. Até dezembro o rio deverá receber 10 milhões de alevinos.
A pesquisa da Bahia Pesca teve início em 1999, com a captura dos peixes na região de Guanambi. Os animais passaram por um longo período de aclimatação na estação de piscicultura de Joanes II (em Camaçari), que envolveu a manutenção dos peixes em tanques com água de parâmetros similares aos do São Francisco, treinamento alimentar (para se adaptarem à ração), fertilização e um período nas incubadoras. Na ocasião do peixamento, o material genético obtido em Joanes será transferido para a estação de piscicultura de Porto Novo (na cidade de Santana-BA), às margens do Rio Corrente, afluente do São Francisco.
Com a reprodução do pintado em cativeiro poderemos dar continuidade ao repovoamento do rio, já que o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) só permite a introdução de peixes piscívoras se eles forem originários da bacia hidrográfica que receberá o peixamento, comemora Albagli.
Considerando-se os vários tipos de surubim existentes, a Bahia é o maior produtor da espécie no Brasil, com produção superior a 2 mil toneladas em 2007 (segundo dados do Ibama), o que equivaleu a mais de R$ 10 milhões.
O Pintado
Pseudoplatystoma corruscans é o nome cientifico do pintado, o maior surubim da América do Sul. Sua principal característica, que o diferencia do cachara, é o fato de possuir somente pintas espalhadas pelo seu corpo, ao invés de listras ou faixas. Pode atingir cerca de dois metros de comprimento e pesar 90 quilos. Possui carne saborosa e por isso é muito desejado pelos pescadores do Velho Chico, seu habitat.
fonte: bahia pesca
terça-feira, 22 de junho de 2010
BALEIAS: PRESSÃO FINAL PARA O FIM DA CAÇA
A opinião pública global é contra esta proposta, mas países a favor da caça de baleias estão defendendo-a fortemente. Vamos garantir que nossas vozes sejam ouvidas.
A Avaaz tem uma equipe em Agadir, colocando outdoors, publicando anúncios de primeira página em jornais e construindo um contador gigante com o número de assinaturas na petição, atualizado constantemente para mostrar que as pessoas ao redor do mundo se opõe à caça de baleias.
Vamos dar gás a essa campanha massiva! Nos ajude a chegar a 1 milhão de assinaturas -- assine a petição abaixo, e passe para todos que você conhece:
Click aqui e assine
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Botos são alvo de matadores de aluguel na Amazônia
Animais que deveriam ser preservados são alvo de pessoas contratadas para matar. O crime encomendado virou comércio na Amazônia e atravessa fronteiras.
O produto de exportação envergonha o Brasil. Um dos pescadores da Amazônia, que prefere não se identificar, diz que deixou a profissão para se tornar matador de botos.
“Matamos cerca de 100 ou 200 botos por mês. A matança é muita. Puxamos o animal para dentro da canoa e matamos com facão, cassetete, essas coisas”, diz ele.
Segundo o matador, quem contrata o serviço, busca o comércio de órgãos do animal, como olhos e partes reprodutivas. A carne do animal também serve de isca para a pesca da Piracatinga.
O peixe, também chamado de urubu d’água por se alimentar da carne de animais mortos, é pouco conhecido na culinária brasileira, mas muito apreciado na Colômbia.
A preocupação com os botos da Amazônia levou o pesquisador português do Programa Botos no Pará, Antônio Migueis, a investigar o comércio do urubu d’água. “O peixe vai para a Colômbia e para os Estados Unidos onde é usado como aperitivo em restaurantes”, explica Antônio.
A pesquisa do Intituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Vera da Silva, é especialista em botos. Há 17 anos, ela e sua equipe estudam e contam os animais da região de Mamirauá, na Amazônia.
“Temos percebido que cada vez mais há uma diminuição do número de botos na área. A causa é a captura direta, que é o maior perigo que a espécie enfrenta”, afirma a pesquisadora.
Até agora se acreditava que os matadores de boto agiam mais na região oeste do Amazonas, perto do maior mercado consumidor de Piracatinga: a Colômbia. Lá, fica Mamirauá, onde a diminuição do numero de botos já foi confirmada.
Mas denúncias do pesquisador português Antônio Migueis mostram que os matadores chegaram a oeste do Pará, na região de Santarém.
“O boto sempre foi considerado importante para o folclore e para a cultura da região e agora ele está sendo utilizado como isca, como nada. Isso, para nós, é algo triste”, lamenta a pesquisadora Vera. A legislação brasileira é clara. Matar botos é crime e pode levar a até dois anos de detenção.
http://g1.globo.com
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Operação acaba com armadilhas e pesca predatória na APA Guapimirim
A ação, que será acompanhada pela secretária do Ambiente, Marilene Ramos, será coordenada pela Cicca (Coordenadoria Integrada de Combate a Crimes Ambientais), da Secretaria do Ambiente, com apoio do Batalhão Florestal e do GAM (Grupamento Aeromarítimo) da Polícia Militar.
Durante a operação, a equipe fará a retirada de currais (espécie de armadilha) para a captura de peixes, confeccionados com madeira extraída de mangue em área de proteção ambiental, o que é proibido por lei. Esses currais são dispostos por pescadores no fundo da Baía de Guanabara.
- Há pelo menos 500 currais dispostos no fundo da Baía de Guanabara. Além de serem construídos com madeira ilegal, outro agravante é que essas cercas acabam capturando peixes com tamanho e peso abaixo do estabelecido por lei, o que é ilegal. Além de provocar desmatamento em área protegida, essa prática contribui para agravar o processo de assoreamento de rios – explicou Marilene Ramos.
A equipe também vai coibir a pesca que utiliza apetrechos profissionais. Quem for pego nessas condições será autuado por crime ambiental e será multado em até R$ 1.000, de acordo com a Legislação Ambiental.
A APA de Guapimirim foi criada em setembro de 1984. Abrange uma área de 13.961 hectares (44% de manguezal), incluindo os municípios de São Gonçalo, Guapimirim, Magé e Itaboraí.
http://www.diariodepetropolis.com.br
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Ibama apreende 3,3 toneladas de barbatana de tubarão no PA
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Copa do Mundo 2010 pesca Alternativa
- Disponibilidade para participar das gravações, 2 finais de semana, 19 e 20 de junho e 03 e 04 de julho
- Passaporte do País, em nome do avô(ó), pai ou mãe ou próprio.
- Foto do maior peixe vivo
- Histórico de Pesca do País qual representa
- Se ainda houver empates a Produção através de deliberação com a equipe do Programa, selecionará o competidor.
Regulamento:
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Belo Horizonte ganhou o maior aquário de água doce do Brasil
• 22 tanques nos dois pavimentos com 1 milhão de litros de água.
• Espécies como pirambeba, piau-três-pintas, mandi prata, cascudo e surubim.
• Aquário São Francisco, com capacidade para 450 mil litros de água, representando um “braço” do Velho Chico, com uma cenografia que apresenta tanto a margem quanto o fundo do rio.
• Auditório, espaços de exposição lúdicos, jardins, laboratório, lagoa marginal, lanchonete e lojinha.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Chuva leva peixes para avenida no Rio Grande do Sul
Pescadora pescou peixes em avenida alagada em Imbé
quinta-feira, 20 de maio de 2010
PESCA DA SARDINHA Do mar para a lata
Maior parte do volume capturado na costa brasileira é enlatada em Itajaí. O negócio movimenta cerca de R$ 40 milhoes por ano em Santa Catarina.Biguá é m homem de hábitos simples. Quando tem pirãoranco ou de feijão, seu prato favorito, dispensa garfo. Colher, também. Gosta de “comer com as mãos” depois de fazer pequenas bolinhas nas bordas do prato. Se tiver uma sardinha para acompanhar, melhor.
– Pra mim, a sardinha pra ser boa tem que ser bem fritinha, feita na hora – diz.
Pode ser congelada?
– Não, não. O peixe congelado fica esfarelado.
Pescador experiente, Biguá faz parte de um segmento econômico que, segundo dados do Grupo de Estudos Pesqueiros (GEP) da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), movimenta cerca de R$ 30 milhões por ano em Santa Catarina: a pesca da sardinha em alto-mar.
O homem de fala mansa que dispensa talheres é olheiro no Mtanos Seif, barco de Itajaí que captura sardinhas na costa do Rio de Janeiro. Apesar de a embarcação ter sonar, aparelho que localiza cardumes a até 1,6 quilômetro de distância, é ele quem, a olho nu, diz ao comandante da pescaria se vale a pena fazer o cerco ao peixe.
O Diário Catarinense acompanhou, entre os dias 4 e 21 de abril, uma expedição do Mtanos Seif ao Rio de Janeiro. Durante os 17 dias de trabalho, os 17 pescadores a bordo capturaram 155 toneladas de sardinha.
O material foi vendido no chamado mercado processador de Itajaí, o maior do país, formado por indústrias que compram a sardinha para enlatá-la e vendê-la no mercado nacional.
Frota de SC, a maior do país
No ano passado, foram negociados na cidade 30,5 milhões de quilos de sardinhas, segundo o GEP – cada quilo é vendido a R$ 1. Conveniado ao Ministério da Pesca, o órgão faz o controle de todos os barcos que usam o Porto de Itajaí para descarregar o pescado.
Neste ano, os números devem ser mais expressivos. O motivo, explica o professor Paulo Ricardo Schwingel, do GEP, é o aparecimento de grandes cardumes na costa do Rio de Janeiro:
– A produção em Santa Catarina está dentro da média. Mas tem tanto peixe no Rio que está valendo a pena ir até lá capturar.
Agnaldo Hilton dos Santos, secretário da Pesca e Aquicultura de Itajaí e membro do Sindicato das Indústrias da Pesca de Itajaí e Região, acredita que 2010 será um ano “bem favorável” à pesca da sardinha por causa do aquecimento das águas na costa fluminense.
– Isso favorece o surgimento de cardumes – diz.
No Brasil, de acordo com o Ministério da Pesca, existem 160 barcos autorizados a fazer a captura das sardinhas. Em Santa Catarina, são 127. Eles empregam cerca de 2,2 mil pescadores, segundo o sindicato da categoria.
As expedições de barcos catarinenses ao Rio de Janeiro, que não tem uma frota tão preparada quanto a de Santa Catarina, começaram em 2008. A tripulação do Mtanos Seif foi uma das pioneiras. Biguá, o pescador que adora pirão com sardinha frita, participou das primeiras viagens.
– Sempre pegamos muito peixe em Santa Catarina, principalmente na região de Itajaí, Florianópolis e no Sul do Estado. Mas depois começamos a ir até o Rio, onde tem mais peixe.
Aos 59 anos, Biguá é um dos mais experientes pescadores da embarcação de Itajaí. Começou a pescar 40 anos atrás, quando não havia equipamentos eletrônicos para localizar cardumes.
– Para achar o peixe, usávamos uma lanterninha na proa (parte da frente do barco). Era mais difícil. Mas, em compensação, existia muito mais peixe do que hoje em dia. Cansei de pescar com com sardinhas pulando pra todo lado.
Talvez tenha vindo daí o gosto pelo peixe com pirão. Sem talheres.
fonte guto.kuerten@diario.com.br








