‘Foi o melhor dia de pesca da minha vida’, disse John Whittake Segundo ele, seus amigos chegaram a pensar que fosse ‘conto de pescador’
O pescador britânico John Whittaker, de 45 anos, fisgou um peixe-gato de 84 quilos no rio Ebro, na Espanha, segundo o jornal inglês "Daily Mail".
John Whittake exibe o peixe fisgado no rio Ebro, na Espanha
Whittaker, gerente de uma empresa de construção, tinha ido com os amigos Dave Watkins e Nick Duffield participar da pescaria. Mas, quando fisgou o peixe gigante, eles estavam em um bar.
Segundo ele, seus dois amigos não acreditaram na história. "Quando eu disse o que tinha pego, eles ficaram com a impressão de que fosse um conto de pescador", afirmou Whittaker.
Mas, para provar que pegou o peixe "monstro", Whittaker tirou fotos e as encaminhou para os dois amigos para eles verem com os próprios olhos.
"Foi o melhor dia de pesca da minha vida",
fonte: g1.com.br
http://www.dailymail.co.uk
Pescaria, peixes, locais de pesca, dicas para pesca, material, barco, motor, carretilha, molinete
terça-feira, 6 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Crocodilo de 6,4 metros vira atração nas Filipinas após ser capturado vivo
Um crocodilo de 6,4 metros virou em atração em Bunawan, nas Filipinas, após ser capturado vivo em um riacho. Até o prefeito Cox Elorde posou abraçado ao animal, que foi capturado após uma caçada que durou três semanas. Esse foi um dos maiores crocodilos a ser pego vivo nas Filipinas nos últimos anos. Ele será solto em uma área de preservação.
Réptil será solto em uma área de preservação
Crocodilo foi capturado em um riacho em Bunawan. (Foto: AP)
Crocodilo foi capturado em um riacho em Bunawan. (Foto: AP)
fonte: www.g1.com.br
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Rã gigante de 20 quilos aterroriza Malásia
| Engolir um sapo desse tamanho, obviamente, não faz muito bem |
Malaio encontrou batráquio gigantesco, mas o bicho virou janta antes de virar recorde
Um aborígene malaio encontrou um sapo de 20 quilos – o que é praticamente o tamanho de uma criança de quatro anos. O batráquio colossal foi encontrado perto de um rio na região montanhosa de Gemencheh, na Malásia.
Um turista inglês chegou a ver o bicho e, espantado, perguntou ao malaio se ele estaria disposto a vender. Como o aborígene pediu mais de R$ 500, o turista não topou e pediu para, pelo menos, tirar uma foto do monstrão. Ao voltar para seu hotel, o tal turista ficou remoendo a idéia e achou que, de fato, a rã valia o que estavam pedindo.
No dia seguinte, ele passou num caixa, sacou a grana toda e colou na casa do malaio, perguntando pelo sapão. Para sua surpresa, o inglês descobriu que o malaio tinha fatiado a rã-monstro e comido no jantar da noite anterior.Por dois motivos, rangar o bicho não foi boa ideia: o malaio deixou de ganhar quinhentinhos e, ainda por cima, teve um piriri fulminante e ficou de cama por semanas.A rã Golias, (Golias Conraua) é o maior anuro existente na Terra. Ela pode crescer até 33 centímetros e viver até 15 anos. Ela se alimenta de escorpiões, insetos e rãs/sapos menores, pode escutar, mas não coaxa.
fonte: www.hojeemdia.com.br
fonte: www.hojeemdia.com.br
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Aposentado bate recorde ao pescar tubarão de 479 kg com vara e anzol

Parecia um monstro quando o vi pela primeira vez', disse ele.
Ele precisou de 35 minutos para vencer a batalha contra o peixe. Joe Waldis capturou um tubarão de cerca de 3,9 metros de comprimento e 479 quilos. (Foto: Reprodução/Daily Mail)
O aposentado Joe Waldis, de 70 anos, pescou o maior peixe em águas britânicas utilizando apenas uma vara com anzol. Durante a pescaria, ele capturou um tubarão de cerca de 3,9 metros de comprimento e 479 quilos, segundo reportagem do jornal inglês "Daily Mail".
Geralmente, Joe Waldis costuma fisgar peixes de cerca de 90 centímetros. Ele contou ao jornal que precisou de 35 minutos para vencer a batalha contra o tubarão. Ele descreveu a pescaria como "a luta de sua vida".
"Eu não sabia que estava lidando com um tubarão até que ele chegou à superfície", disse ele. "Parecia um monstro quando o vi pela primeira vez", acrescentou o aposentado.
Devido ao tamanho, Waldis disse que não foi capaz de puxá-lo para dentro do barco. O tubarão foi rebocado e, depois, transportado por uma empilhadeira para ser pesado.
No entanto a pescaria não foi só motivo de festa para o aposentado. Ele foi criticado por outros pescadores, que acreditam que o tubarão deveria ter sido solto vivo ao mar.
O recorde anterior de maior peixe capturado com vara e anzol em águas britânicas tinha sido um atum azul de cerca de 439 quilos.
fonte: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro
Ps. se fosse aposentado Brasileiro ia ser engolido pelo tubarão.
Tubarão de 6 m salta quase 4 m para capturar foca de brinquedo
Cena foi registrada em False Bay, na África do Sul.
Fotógrafo reproduziu poder de caça do tubarão com foca de brinquedo.
O fotógrafo Michael Rutzen, de 40 anos, usou uma foca de brinquedo para reproduzir o poder de caça do grande tubarão branco. Ele pendurou a foca a cerca de 1,5 metro de distância de seu barco e conseguiu registrar um tubarão branco de seis metros de comprimento saltando quase quatro metros de altura para capturar a presa em False Bay, na África do Sul.
Tubarão branco saltou quase 4 metros para capturar foca de brinquedo. (Foto: Barcroft Media/Getty Images)
Poder de caça do tubarão branco foi registrado pelo fotógrafo Michael Rutzen. (Foto: Barcroft Media/Getty Images)
Fotógrafo reproduziu poder de caça do tubarão com foca de brinquedo.
O fotógrafo Michael Rutzen, de 40 anos, usou uma foca de brinquedo para reproduzir o poder de caça do grande tubarão branco. Ele pendurou a foca a cerca de 1,5 metro de distância de seu barco e conseguiu registrar um tubarão branco de seis metros de comprimento saltando quase quatro metros de altura para capturar a presa em False Bay, na África do Sul.
Tubarão branco saltou quase 4 metros para capturar foca de brinquedo. (Foto: Barcroft Media/Getty Images)
Poder de caça do tubarão branco foi registrado pelo fotógrafo Michael Rutzen. (Foto: Barcroft Media/Getty Images)
Cena foi fotografada em False Bay, na África do Sul. (Foto: Barcroft Media/Getty Images)
fonte: http://g1.globo.com/planeta-bizarro
Menino de 10 anos fisga peixe que pode ter quase o dobro de sua idade
Segundo autoridades, achigã teria 19 anos de idade.
Após fotografá-lo, Garrett Frost soltou o peixe em rio nos EUA.
O garoto americano Garrett Frost, de 10 anos, pode ter fisgado o achigã mais velho do estado de Montana (EUA). O mesmo peixe havia sido fisgado em 1997 e contava com uma marca de identificação, segundo o departamento de vida selvagem do estado.
Garrett Frost exibe o achigã, que pode ter 19 anos de idade. (Foto: Montana Fish, Wildlife & Parks/AP)
O biólogo Mark Deleray acredita que o peixe tenha 19 anos de idade, pois, em 1997, quando foi capturado pela primeira vez, a estimativa era que tivesse 5 anos. Na época, o achigã media 35 centímetros de comprimento e pesava cerca de 680 gramas.
No dia 16 de julho, quando foi pescado por Frost, o achigã estava entre 50 e 55 centímetros de comprimento e pesava 1,6 quilo. Logo após fotografá-lo, o menino soltou o achigã novamente no rio Flathead.;
Após fotografá-lo, Garrett Frost soltou o peixe em rio nos EUA.
O garoto americano Garrett Frost, de 10 anos, pode ter fisgado o achigã mais velho do estado de Montana (EUA). O mesmo peixe havia sido fisgado em 1997 e contava com uma marca de identificação, segundo o departamento de vida selvagem do estado.
Garrett Frost exibe o achigã, que pode ter 19 anos de idade. (Foto: Montana Fish, Wildlife & Parks/AP)
O biólogo Mark Deleray acredita que o peixe tenha 19 anos de idade, pois, em 1997, quando foi capturado pela primeira vez, a estimativa era que tivesse 5 anos. Na época, o achigã media 35 centímetros de comprimento e pesava cerca de 680 gramas.
No dia 16 de julho, quando foi pescado por Frost, o achigã estava entre 50 e 55 centímetros de comprimento e pesava 1,6 quilo. Logo após fotografá-lo, o menino soltou o achigã novamente no rio Flathead.;
fonte: http://g1.globo.com/planeta-bizarro
sábado, 20 de agosto de 2011
Pescadores comemoram fim do período de defeso da sardinha e fartura na rede
O fim do defeso significa a liberação para captura do pescado, aumentando a demanda; assim, o preço diminui, fazendo com que as compras aumentem.
Os pescadores comemoram os resultados da safra da chamada sardinha verdadeira. Desde o começo do mês, eles estão liberados para capturar o pescado, considerado o principal recurso pesqueiro do estado. O fim do período de defeso da espécie aumentou a oferta e, por consequência, diminuiu o preço cobrado para o consumidor.
Pescadores animados e fartura na rede: O grupo voltou do mar em Quissamã trazendo 40 toneladas de sardinha maromba, chamada também de verdadeira. Valdir, pescador, reafirma a felicidade dos pescadores em poder capturar o pescado, e também diz que o defeso, dois períodos em que a pesca fica da espécia fica proibida, ajudou bastante.
O de novembro a fevereiro, por exemplo, é para proteger a reprodução. Já os 45 dias entre junho e julho é para garantir o desenvolvimento. A medida tomada há cinco anos tem ajudado a recuperar a quantidade de cardumes na região sudeste. A sardinha maromba é o principal recurso pesqueiro do estado, sozinha representa mais da metade do que é pescado no rio de janeiro. A análise foi feita com base no que chega aos principais portos pesqueiros fluminense Cabo Frio, Angra dos Reis, Niterói, São Gonçalo e São João da Barra.
E as medidas de proteção à espécie, tem dado resultados de encher as redes! Nos últimos quatro meses de 2010 o ministério da Pesca e Aquicultura contabilizou 33 mil toneladas do produto. Foi mais da metade da produção de 2009. Já no primeiro semestre deste ano foram 15 mil toneladas.
A produção de Cabo Frio é levada para a ceasa, no Rio, e mercados locais. E a sardinha é mesmo a grande atração no mercado do peixe da cidade. Bastou apenas um dia e pouco restou dos 40 quilos comprados por seu Emílio, dono de banca.
O consumidor já sente o resultado da maior oferta. O quilo da sardinha custava R$7; nesta semana passou para R%5. E pode cair ainda mais. Atualmente, os comerciantes pagam entre R$2 e R$2,50 pelo kg.
Os pescadores comemoram os resultados da safra da chamada sardinha verdadeira. Desde o começo do mês, eles estão liberados para capturar o pescado, considerado o principal recurso pesqueiro do estado. O fim do período de defeso da espécie aumentou a oferta e, por consequência, diminuiu o preço cobrado para o consumidor.
Pescadores animados e fartura na rede: O grupo voltou do mar em Quissamã trazendo 40 toneladas de sardinha maromba, chamada também de verdadeira. Valdir, pescador, reafirma a felicidade dos pescadores em poder capturar o pescado, e também diz que o defeso, dois períodos em que a pesca fica da espécia fica proibida, ajudou bastante.
O de novembro a fevereiro, por exemplo, é para proteger a reprodução. Já os 45 dias entre junho e julho é para garantir o desenvolvimento. A medida tomada há cinco anos tem ajudado a recuperar a quantidade de cardumes na região sudeste. A sardinha maromba é o principal recurso pesqueiro do estado, sozinha representa mais da metade do que é pescado no rio de janeiro. A análise foi feita com base no que chega aos principais portos pesqueiros fluminense Cabo Frio, Angra dos Reis, Niterói, São Gonçalo e São João da Barra.
E as medidas de proteção à espécie, tem dado resultados de encher as redes! Nos últimos quatro meses de 2010 o ministério da Pesca e Aquicultura contabilizou 33 mil toneladas do produto. Foi mais da metade da produção de 2009. Já no primeiro semestre deste ano foram 15 mil toneladas.
A produção de Cabo Frio é levada para a ceasa, no Rio, e mercados locais. E a sardinha é mesmo a grande atração no mercado do peixe da cidade. Bastou apenas um dia e pouco restou dos 40 quilos comprados por seu Emílio, dono de banca.
O consumidor já sente o resultado da maior oferta. O quilo da sardinha custava R$7; nesta semana passou para R%5. E pode cair ainda mais. Atualmente, os comerciantes pagam entre R$2 e R$2,50 pelo kg.
fonte http://in360.globo.com
domingo, 31 de julho de 2011
Perdidos na Selva: Pescaria quase termina em tragédia em Rondônia
Desde dezembro, os brasilienses planejavam a pescaria
Eles ficaram doze dias perdidos na mata.
Os dias de angustia passaram, agora é tempo de tentar apagar da memória os dias difíceis que ficaram para trás.
A viagem planejada, o lazer, a espera do aposentado e do empresário ambos de Brasília, transformaram-se em dias de terror.
Desde dezembro, os brasilienses planejavam a pescaria. Mas só neste mês entraram em contato com o experiente guia de turismo Moacir Macedo, que atua na área há 22 anos, morador da cidade de Espigão do Oeste, idealizaram juntos uma pescaria num rio famoso por ser um bom lugar para prática de pesca esportiva.
O Rio Tenente Marques que fica localizado entre os estados de Mato Grosso e Rondônia pode ser acessado por Vilhena, indo pela estrada de Juína.
Segundo Moacir, ele já havia alertado para os turistas que a gasolina era pouco, mas os turistas quiseram seguir mais adiante e então se perderam. Ficaram fatalmente sem combustível para o barco, obrigando-os a parar e esperar por resgate, uma ajuda que estava longe de chegar.
Moacir, cansado de esperar, foi em busca de ajuda, a pé se aventurou na mata sozinho. Disse a seus companheiros que em três dias retornaria, mas isso não aconteceu. Moacir também se perdeu, e ficou sete dias perdido sem comida, descalço, porque sua botina havia descolado por conta da umidade, todo rasgado e com muita fome tomando apenas água, correndo o perigo de ser atacado por algum animal selvagem. Enfim, no dia 26 de julho de 2011, encontrou ajuda e o corpo de Bombeiros de Vilhena foi acionado, dando início à operação de resgate dos brasiliense perdidos .
Ao chegarem no local onde Moacir havia deixado seus companheiros, o desespero, eles não estavam mais lá, só deixaram um bilhete no barco dizendo que eles haviam ido procurar ajuda.
Mas os dois também se perderam na mata, deixando para trás o barco e a comida. Levaram o gás, a barraca e pouquíssima comida, mas o gás acabou o isqueiro não acendia, e a barraca foi consumida pelas formigas. Os dois andaram, sem saber, em círculos não conseguindo sair do lugar. O desespero tomou conta.
“Houve um momento em que eu não via, mas o céu, era só árvore”, disse um dos aventureiros.
O lazer virou sofrimento, o que era para ser prazeroso se tornou infernal, eles gritaram por ajuda mas não os ouviam, não vinha ninguém além dos bichos das árvores e Deus, o senhor supremo que eles mencionam o tempo todo foi Deus. “Foi Deus quem guiou os bombeiros e nos encontrou”, contam eles
O ouvido afiado dos bombeiros de Vilhena, treinados para esse tipo de resgate, os levou até onde estavam os brasilienses. Alívio, emoção misturada com a fome e o corpo cansado e exausto, os três perderam doze quilos cada um.
O drama terminou ontem, terça-feira, 26, ao meio-dia, eles foram encontrados a aproximadamente 600 metros da Margem do Rio Tenente Marques, que corta o parque indígena do Aripunã. Chegaram em Vilhena às 19h00, estão sendo tratados com soro e tomaram vacinas contra vários tipos de vírus.
O telefone deles não para de tocar, é a família ansiosa por notícias de seus entes queridos.
Assim que receberem alta, irão embarcar no primeiro avião rumo à Brasília, e pescaria? “Pescaria nunca mais, nem em piscina”, contaram eles sorrindo.
Se despediram e agradeceram a Deus e aos bombeiros de Vilhena e ao Hospital Regional.
“À nível de Brasil o atendimento está excelente, fomos muito bem tratados”, agradeceu um dos brasilienses.
Eles ficaram doze dias perdidos na mata.
Os dias de angustia passaram, agora é tempo de tentar apagar da memória os dias difíceis que ficaram para trás.
A viagem planejada, o lazer, a espera do aposentado e do empresário ambos de Brasília, transformaram-se em dias de terror.
Desde dezembro, os brasilienses planejavam a pescaria. Mas só neste mês entraram em contato com o experiente guia de turismo Moacir Macedo, que atua na área há 22 anos, morador da cidade de Espigão do Oeste, idealizaram juntos uma pescaria num rio famoso por ser um bom lugar para prática de pesca esportiva.
O Rio Tenente Marques que fica localizado entre os estados de Mato Grosso e Rondônia pode ser acessado por Vilhena, indo pela estrada de Juína.
Segundo Moacir, ele já havia alertado para os turistas que a gasolina era pouco, mas os turistas quiseram seguir mais adiante e então se perderam. Ficaram fatalmente sem combustível para o barco, obrigando-os a parar e esperar por resgate, uma ajuda que estava longe de chegar.
Moacir, cansado de esperar, foi em busca de ajuda, a pé se aventurou na mata sozinho. Disse a seus companheiros que em três dias retornaria, mas isso não aconteceu. Moacir também se perdeu, e ficou sete dias perdido sem comida, descalço, porque sua botina havia descolado por conta da umidade, todo rasgado e com muita fome tomando apenas água, correndo o perigo de ser atacado por algum animal selvagem. Enfim, no dia 26 de julho de 2011, encontrou ajuda e o corpo de Bombeiros de Vilhena foi acionado, dando início à operação de resgate dos brasiliense perdidos .
Ao chegarem no local onde Moacir havia deixado seus companheiros, o desespero, eles não estavam mais lá, só deixaram um bilhete no barco dizendo que eles haviam ido procurar ajuda.
Mas os dois também se perderam na mata, deixando para trás o barco e a comida. Levaram o gás, a barraca e pouquíssima comida, mas o gás acabou o isqueiro não acendia, e a barraca foi consumida pelas formigas. Os dois andaram, sem saber, em círculos não conseguindo sair do lugar. O desespero tomou conta.
“Houve um momento em que eu não via, mas o céu, era só árvore”, disse um dos aventureiros.
O lazer virou sofrimento, o que era para ser prazeroso se tornou infernal, eles gritaram por ajuda mas não os ouviam, não vinha ninguém além dos bichos das árvores e Deus, o senhor supremo que eles mencionam o tempo todo foi Deus. “Foi Deus quem guiou os bombeiros e nos encontrou”, contam eles
O ouvido afiado dos bombeiros de Vilhena, treinados para esse tipo de resgate, os levou até onde estavam os brasilienses. Alívio, emoção misturada com a fome e o corpo cansado e exausto, os três perderam doze quilos cada um.
O drama terminou ontem, terça-feira, 26, ao meio-dia, eles foram encontrados a aproximadamente 600 metros da Margem do Rio Tenente Marques, que corta o parque indígena do Aripunã. Chegaram em Vilhena às 19h00, estão sendo tratados com soro e tomaram vacinas contra vários tipos de vírus.
O telefone deles não para de tocar, é a família ansiosa por notícias de seus entes queridos.
Assim que receberem alta, irão embarcar no primeiro avião rumo à Brasília, e pescaria? “Pescaria nunca mais, nem em piscina”, contaram eles sorrindo.
Se despediram e agradeceram a Deus e aos bombeiros de Vilhena e ao Hospital Regional.
“À nível de Brasil o atendimento está excelente, fomos muito bem tratados”, agradeceu um dos brasilienses.
fonte: http://www.rondoniadinamica.com
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Dieta variada
Pesquisador da Unesp estuda hábitos alimentares do tubarão-azul, em cujo estômago foram encontrados animais que vivem a mais de 500 metros de profundidade, pombas e lixo
Por Fábio Reynol
Agência FAPESP – Entre os anos de 1992 e 1999, o oceanógrafo Teodoro Vaske Júnior acompanhou navios de pesca ao longo da costa do Nordeste brasileiro. As embarcações utilizavam o espinhel oceânico, sistema de anzóis estendidos por uma corda de dezenas de quilômetros de extensão apoiada em boias.
Por Fábio Reynol
Agência FAPESP – Entre os anos de 1992 e 1999, o oceanógrafo Teodoro Vaske Júnior acompanhou navios de pesca ao longo da costa do Nordeste brasileiro. As embarcações utilizavam o espinhel oceânico, sistema de anzóis estendidos por uma corda de dezenas de quilômetros de extensão apoiada em boias.
Os espinhéis eram estendidos em alto-mar com iscas em seus anzóis para serem depois recolhidos com os peixes. Vaske notou que, entre os animais capturados, estavam exemplares de tubarão-azul (Prionace glauca).
O pesquisador solicitou então aos pescadores o estômago dos exemplares da espécie, órgão que costumava ser descartado por eles. O objetivo era analisar os conteúdos estomacais em laboratório.
Vaske repetiu a análise na região sul do Atlântico brasileiro entre março de 2007 e março de 2008. No total, foram examinados estômagos de 222 tubarões-azuis – 116 na costa nordestina e 106 capturados na porção sul do litoral brasileiro.
O levantamento inédito no Brasil foi publicado na revista Biota Neotropica, do Programa Biota-FAPESP, e, além de contribuir para aumentar o conhecimento sobre a espécie, trouxe informações sobre uma rica fauna marinha que habita águas profundas e é muito difícil de ser coletada.
“Dos estômagos dos tubarões saem verdadeiras maravilhas, como alguns animais só encontrados em grandes profundidades”, disse à Agência FAPESP o atualmente pesquisador da Universidade Estadual Paulista (Unesp) no Campus Experimental do Litoral Paulista, em São Vicente (SP).
Dotado de mecanismos que garantem resistência ao frio e às altas pressões, o tubarão-azul é capaz de descer cerca de 600 metros de profundidade. No entanto, a espécie prefere a faixa entre 150 e 200 metros abaixo da superfície. “Coletar exemplares nesses níveis de profundidade seria caro e exigiria equipamentos especiais e o tubarão-azul faz esse trabalho ao se alimentar”, disse Vaske.
Entre os animais mais encontrados durante a pesquisa estão espécies de lulas do gêneroHistioteuthis, que fazem migrações verticais ao longo da coluna d’água oceânica. Essas lulas foram encontradas em tubarões coletados tanto na porção nordeste como na sul do Atlântico brasileiro.
A grande diversidade da dieta do tubarão-azul foi comprovada com a ocorrência, nos estômagos dissecados, de mamíferos marinhos, cefalópodes (lulas e polvos), vários tipos de peixes e até aves.
“A descoberta de aves na dieta foi uma surpresa. Não esperávamos encontrar pombas, por exemplo, em tubarões pescados a 120 milhas da costa”, contou Vaske. Ele chegou a retirar uma pomba que havia sido recém-engolida em alto-mar, provavelmente um animal que se perdeu do continente e ao cair na água foi engolido pelo tubarão-azul. Entre as presas mais encontradas na porção sul estavam baleias Mysticeti.
Ao todo, o estudo registrou 51 diferentes espécies de animais retirados do interior dos tubarões sendo: 20 de peixes, 24 de cefalópodes, dois crustáceos e cinco espécies de outros grupos. “Os crustáceos foram poucos porque eles são de tamanho reduzido, o que não é vantajoso energeticamente para os tubarões-azuis”, explicou.
Presente nos três grandes oceanos, Atlântico, Índico e Pacífico, além do mar Mediterrâneo,Prionace glauca é a mais abundante espécie de tubarão oceânico do planeta. Isso se deve, principalmente, à sua numerosa prole, de acordo com Vaske.
Enquanto outras espécies costumam gerar até cinco filhotes, o tubarão-azul produz entre 40 e 60 filhotes por vez. Todavia, essa característica não livrou a espécie de ser ameaçada.
O pesquisador da Unesp conta que o consumo da barbatana em países do Sudeste Asiático elevou o preço da iguaria e incentivou a pesca predatória de várias espécies de tubarão. Pesqueiros especializados costumavam decepar a barbatana e devolver as carcaças dos animais ao mar, prática que foi posteriormente proibida no Brasil.
Hoje, o tubarão-azul é catalogado como espécie “quase ameaçada” na lista vermelha da União Internacional pela Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais. É o quinto nível da tabela antes da extinção da espécie.
Jornada da reprodução
O mapeamento da alimentação do tubarão-azul na costa brasileira pode ajudar a entender melhor os hábitos das suas populações do Atlântico Sul bem como estabelecer a trajetória de sua jornada para a reprodução.
A espécie perfaz um ciclo no qual percorre em sentido horário todo o Atlântico Sul aproveitando-se de correntes marinhas. O artigo de Vaske relata que a cópula é feita nas águas do litoral sul do Brasil, entre os meses de dezembro e fevereiro.
Quatro meses depois, entre abril e junho, as fêmeas ovulam e fecundam já nas águas próximas ao Nordeste. Isso ocorre porque elas têm a capacidade de armazenar o sêmen obtido no acasalamento e só liberá-lo para a fecundação posteriormente, escolhendo datas e locais favoráveis.
Do Nordeste, os grupos atravessam o Atlântico e vão maturar os embriões no Golfo da Guiné, no oeste da África, entre os meses de junho e agosto. Por fim, os novos tubarões-azuis são paridos em águas da porção sul do continente africano e sul da América do Sul até o mês de dezembro, quando o ciclo recomeça.
Durante todo esse trajeto, o tubarão-azul percorre regiões de diferentes faunas marinhas. Por esse motivo, levantar os seus hábitos alimentares também é uma maneira de conhecer e monitorar a fauna oceânica.
Lixo oceânico
O trabalho de pesquisa não encontrou somente presas naturais do tubarão-azul. Catalogados como “material antropogênico” estavam produtos que não deveriam ter sido engolidos pelos tubarões, pois são fruto da poluição dos mares.
Fazem parte desse grupo itens como laranja, maçã, abacaxi, alho, cebola, batata, ossos de galinha e materiais perigosos ao peixe, como sacolas plásticas, papelão, madeira, fios, linhas de pesca e até canetas. Em 5% dos estômagos abertos havia pelo menos um anzol de pesca.
“Como são animais muito fortes, é comum tubarões pegarem iscas de espinhéis destinadas a atuns e as arrancarem com os anzóis”, disse Vaske. Em alguns estômagos, o pesquisador chegou a encontrar até dois anzóis.
O lixo jogado nos oceanos é um grande problema, de acordo com a Sea Education Association (SEA), dos Estados Unidos. Uma pesquisa feita pela instituição durante quase duas décadas mapeou boa parte da sujeira que boiava na região do mar do Caribe e no Atlântico Norte.
Com redes de coleta acopladas a barcos, os pesquisadores norte-americanos encontraram regiões com até 200 mil pedaços de detritos por quilômetro quadrado. A área de maior concentração de lixo no Atlântico Norte, de acordo com a pesquisa, está entre os paralelos 22º e 38º, para onde as correntes marinhas levam a sujeira.
Ao anunciar esses resultados no Ocean Sciences Meeting, realizado entre os dias 22 e 26 de fevereiro em Portland, Estados Unidos, a pesquisadora da SEA, Karen Lavender Law, afirmou que a extensão dos impactos ao ambiente marinho de tanto lixo ainda é desconhecida. No entanto, já se sabe que objetos de plástico têm sido engolidos por muitos animais e prejudicado especialmente as aves marinhas.
fonte:
agencia.fapesp.br
O pesquisador solicitou então aos pescadores o estômago dos exemplares da espécie, órgão que costumava ser descartado por eles. O objetivo era analisar os conteúdos estomacais em laboratório.
Vaske repetiu a análise na região sul do Atlântico brasileiro entre março de 2007 e março de 2008. No total, foram examinados estômagos de 222 tubarões-azuis – 116 na costa nordestina e 106 capturados na porção sul do litoral brasileiro.
O levantamento inédito no Brasil foi publicado na revista Biota Neotropica, do Programa Biota-FAPESP, e, além de contribuir para aumentar o conhecimento sobre a espécie, trouxe informações sobre uma rica fauna marinha que habita águas profundas e é muito difícil de ser coletada.
“Dos estômagos dos tubarões saem verdadeiras maravilhas, como alguns animais só encontrados em grandes profundidades”, disse à Agência FAPESP o atualmente pesquisador da Universidade Estadual Paulista (Unesp) no Campus Experimental do Litoral Paulista, em São Vicente (SP).
Dotado de mecanismos que garantem resistência ao frio e às altas pressões, o tubarão-azul é capaz de descer cerca de 600 metros de profundidade. No entanto, a espécie prefere a faixa entre 150 e 200 metros abaixo da superfície. “Coletar exemplares nesses níveis de profundidade seria caro e exigiria equipamentos especiais e o tubarão-azul faz esse trabalho ao se alimentar”, disse Vaske.
Entre os animais mais encontrados durante a pesquisa estão espécies de lulas do gêneroHistioteuthis, que fazem migrações verticais ao longo da coluna d’água oceânica. Essas lulas foram encontradas em tubarões coletados tanto na porção nordeste como na sul do Atlântico brasileiro.
A grande diversidade da dieta do tubarão-azul foi comprovada com a ocorrência, nos estômagos dissecados, de mamíferos marinhos, cefalópodes (lulas e polvos), vários tipos de peixes e até aves.
“A descoberta de aves na dieta foi uma surpresa. Não esperávamos encontrar pombas, por exemplo, em tubarões pescados a 120 milhas da costa”, contou Vaske. Ele chegou a retirar uma pomba que havia sido recém-engolida em alto-mar, provavelmente um animal que se perdeu do continente e ao cair na água foi engolido pelo tubarão-azul. Entre as presas mais encontradas na porção sul estavam baleias Mysticeti.
Ao todo, o estudo registrou 51 diferentes espécies de animais retirados do interior dos tubarões sendo: 20 de peixes, 24 de cefalópodes, dois crustáceos e cinco espécies de outros grupos. “Os crustáceos foram poucos porque eles são de tamanho reduzido, o que não é vantajoso energeticamente para os tubarões-azuis”, explicou.
Presente nos três grandes oceanos, Atlântico, Índico e Pacífico, além do mar Mediterrâneo,Prionace glauca é a mais abundante espécie de tubarão oceânico do planeta. Isso se deve, principalmente, à sua numerosa prole, de acordo com Vaske.
Enquanto outras espécies costumam gerar até cinco filhotes, o tubarão-azul produz entre 40 e 60 filhotes por vez. Todavia, essa característica não livrou a espécie de ser ameaçada.
O pesquisador da Unesp conta que o consumo da barbatana em países do Sudeste Asiático elevou o preço da iguaria e incentivou a pesca predatória de várias espécies de tubarão. Pesqueiros especializados costumavam decepar a barbatana e devolver as carcaças dos animais ao mar, prática que foi posteriormente proibida no Brasil.
Hoje, o tubarão-azul é catalogado como espécie “quase ameaçada” na lista vermelha da União Internacional pela Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais. É o quinto nível da tabela antes da extinção da espécie.
Jornada da reprodução
O mapeamento da alimentação do tubarão-azul na costa brasileira pode ajudar a entender melhor os hábitos das suas populações do Atlântico Sul bem como estabelecer a trajetória de sua jornada para a reprodução.
A espécie perfaz um ciclo no qual percorre em sentido horário todo o Atlântico Sul aproveitando-se de correntes marinhas. O artigo de Vaske relata que a cópula é feita nas águas do litoral sul do Brasil, entre os meses de dezembro e fevereiro.
Quatro meses depois, entre abril e junho, as fêmeas ovulam e fecundam já nas águas próximas ao Nordeste. Isso ocorre porque elas têm a capacidade de armazenar o sêmen obtido no acasalamento e só liberá-lo para a fecundação posteriormente, escolhendo datas e locais favoráveis.
Do Nordeste, os grupos atravessam o Atlântico e vão maturar os embriões no Golfo da Guiné, no oeste da África, entre os meses de junho e agosto. Por fim, os novos tubarões-azuis são paridos em águas da porção sul do continente africano e sul da América do Sul até o mês de dezembro, quando o ciclo recomeça.
Durante todo esse trajeto, o tubarão-azul percorre regiões de diferentes faunas marinhas. Por esse motivo, levantar os seus hábitos alimentares também é uma maneira de conhecer e monitorar a fauna oceânica.
Lixo oceânico
O trabalho de pesquisa não encontrou somente presas naturais do tubarão-azul. Catalogados como “material antropogênico” estavam produtos que não deveriam ter sido engolidos pelos tubarões, pois são fruto da poluição dos mares.
Fazem parte desse grupo itens como laranja, maçã, abacaxi, alho, cebola, batata, ossos de galinha e materiais perigosos ao peixe, como sacolas plásticas, papelão, madeira, fios, linhas de pesca e até canetas. Em 5% dos estômagos abertos havia pelo menos um anzol de pesca.
“Como são animais muito fortes, é comum tubarões pegarem iscas de espinhéis destinadas a atuns e as arrancarem com os anzóis”, disse Vaske. Em alguns estômagos, o pesquisador chegou a encontrar até dois anzóis.
O lixo jogado nos oceanos é um grande problema, de acordo com a Sea Education Association (SEA), dos Estados Unidos. Uma pesquisa feita pela instituição durante quase duas décadas mapeou boa parte da sujeira que boiava na região do mar do Caribe e no Atlântico Norte.
Com redes de coleta acopladas a barcos, os pesquisadores norte-americanos encontraram regiões com até 200 mil pedaços de detritos por quilômetro quadrado. A área de maior concentração de lixo no Atlântico Norte, de acordo com a pesquisa, está entre os paralelos 22º e 38º, para onde as correntes marinhas levam a sujeira.
Ao anunciar esses resultados no Ocean Sciences Meeting, realizado entre os dias 22 e 26 de fevereiro em Portland, Estados Unidos, a pesquisadora da SEA, Karen Lavender Law, afirmou que a extensão dos impactos ao ambiente marinho de tanto lixo ainda é desconhecida. No entanto, já se sabe que objetos de plástico têm sido engolidos por muitos animais e prejudicado especialmente as aves marinhas.
fonte:
agencia.fapesp.br
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Pesca sem riscos


Folheto ensina pescadores profissionais e esportivos sobre como se precaver de acidentes com algumas espécies
Uma arraia ferrou um pescador e a dor é lancinante. O que fazer para procurar socorro, quando se está distante da cidade? Diante de situações assim, cada vez mais freqüentes nos rios Paraná e Paranapanema (na divisa dos Estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná), professores e alunos da Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB), da Universidade Estadual Paulista (Unesp), produziram um folheto.
A cartilha tem o objetivo de alertar e orientar pescadores profissionais e esportivos a respeito de acidentes causados por alguns tipos de peixes.
O material será entregue em pontos estratégicos das comunidades ribeirinhas e também para turistas na região, de forma a indicar quais os primeiros cuidados para ferimentos causados por arraias fluviais, mandis, e bagres, entre outros peixes.
Não é só isso. O folder também orienta médicos sobre intervenções cirúrgicas nos casos mais graves.
O projeto é coordenado por Vidal Haddad Júnior, da FMB da Unesp, e envolve a participação de alunos de doutorado.
Os estudantes entrevistaram pescadores das comunidades ribeirinhas da região do Alto Rio Paraná para conhecer as principais causas dos acidentes durante a pesca.
Segundo a Unesp, os folhetos, elaborados em linguagem simples, direta e ilustrada, podem contribuir decisivamente para a diminuição de acidentes desse tipo na região, sendo a iniciativa aplicável em toda a Bacia do Prata.
Os interessados podem ver o PDF do folheto no site da faculdade
fonte: Agência Fapesp
http://eptv.globo.com/terradagente
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