quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Pescador pega Jaú de 70 kg em Porto Murtinho

Uma briga de 40 minutos. Com braço forte e uma experiência de 30 anos nas águas do rio Paraguai em Porto Murtinho, Felipe Corrêa de 64 anos, pescou na manhã desta quinta-feira um Jaú que mede 1,54 metros e pesa mais de 70 kg.

O gigante da água doce surpreende pela imponência. O jovem César Bulio que reside em Dourados e está visitando a cidade diz estar impressionado com o tamanho do peixe. “Nunca tinha visto nada igual, é inacreditável”, afirma.

De acordo com o Comandante da Polícia Militar Ambiental de Porto Murtinho, o 2° Tenente Luiz Clemente, esta é uma espécie de grande porte comum na região. O tamanho mínimo para retirada do peixe dentro da legislação de pesca é de 95 cm. Segundo ele, o Jaú é uma espécie predadora, que se alimenta de peixes menores e dificulta a reprodução de outras espécies.

Foi pescando com carretilha, linha 80, anzol barra 10 e isca viva que o pescador afirmou ter sido fácil a captura do peixe. Felipe Corrêa ainda aproveitou para desafiar outros pescadores que falam que no rio Paraguai não há mais peixes. “Tem muito peixe nesse rio sim, é só ter paciência pra pegar”, diz confiante o Murtinhense

fonte www.correiodoestado.com.br

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Policia Ambiental divulga estratégia de fiscalização da Operação Piracema

Começa no próximo dia 5 de novembro o período da piracema em todos os rios do Estado. A pesca fica proibida até o dia 28 de fevereiro de 2011, em todos os locais. Na Bacia do Paraguai será permitida somente a pesca de subsistência para o morador ribeirinho.


A Polícia Militar Ambiental de Mato Grosso do Sul ressalta “que pessoas que moram nas cidades ribeirinhas não podem pescar. A pesca de subsistência é para manutenção da vida, ou seja, para pessoas que dependem daquela proteína para sobreviver. Podem capturar três quilos, ou um exemplar, não podendo comercializar de forma alguma”, diz o comunicado da PMA.


No rio Paraná, a Piracema iniciou-se no dia 1º de novembro e também terminará no dia 28 de fevereiro do próximo ano. Na bacia do Paraná fica permitida a pesca de dez quilos de pescado mais um exemplar de peixes não nativos e exóticos como: Tucunaré, Curvina, Porquinho, Tilápia, entre outros, somente nos lagos das Usinas do rio Paraná (não para outros rios da bacia).


Estratégia de fiscalização - A Polícia Militar Ambiental tem conseguido, por meio de fiscalização com inteligência, evitar durante a piracema ações ilegais de pescadores nos rios do Estado. “As metas estão sendo alcançadas a cada piracema, que é manter o máximo possível os policiais nos rios, fazendo com que as apreensões de pescado caiam em níveis aceitáveis. O maior objetivo da fiscalização é manter os peixes vivos nos rios para que cumpram sua função natural de reprodução”, afirma o comunicado.


O esquema especial de fiscalização contará com todo o efetivo da PMA, que é de 352 policiais e priorizará a montagem de Postos Avançados, fixos, nas principais cachoeiras e corredeiras nos rios do Estado e da União, perfazendo um total de dez postos, no intuito de monitorar os cardumes.


“Esses locais são pontos cruciais para a fiscalização, pois quando os cardumes ali chegam ficam esperando a água atingir uma vazão que lhes permitam continuar a subida e, consequentemente, ficam muito vulneráveis, tornado-se presas fáceis para pescadores, que retirariam facilmente grandes quantidades de peixes, fazendo uso de petrechos proibidos de malha (redes e tarrafas)”, explica a PMA.


Este procedimento de fiscalização permite grande economia de recursos humanos e materiais. “Não adianta ter um gasto enorme com combustível e pessoal subindo e descendo rios e perder cardumes por não manter vigilância nos pontos vulneráveis, que são as cachoeiras e corredeiras”.


No ano de 2010, no rio Aquidauana, os Postos Avançados da Cachoeira do Sossego, em Rochedo e do Salto do Pirapó, no rio Amambai, permaneceram ativados, mesmo após a abertura da pesca, para prevenir a pesca predatória.


Os novos postos significam um ganho à PMA de dez subunidades operacionais, com efetivo em cada ponto de três policiais com barcos e motores para executarem a fiscalização nas imediações dos postos e monitorando os cardumes, com a permanência de um policial na cachoeira ou corredeira (Posto).

Locais e postos que serão montados:
1. Postos: Cachoeira do Rio Apa – Porto Murtinho.
2. Cachoeira Branca (Rio Verde) – Água Clara.
3. Cachoeira do Sossego (rio Aquidauana) – Rochedo.
4. Cachoeira do rio Anhanduí – Santa Rita do Pardo.
5. Cachoeira do Serrano (rio Aquidauana) – Aquidauana.
6. Cachoeira das Palmeiras (rio Taquari) – Coxim.
7. Barra do rio Aquidauana com o Miranda - Município de Miranda.
8. Cachoeira do Campo (rio Coxim) – Coxim.
9. Parque Estadual Várzeas do Ivinhema – Parque – Jateí.
10. Cachoeira do Salto Pirapó – rio Amambai – (Amambai).
A PMA instalou ainda uma nova subunidade na cidade de Naviraí, a qual reforçará os trabalhos de fiscalização naquela região. Estão sendo feitos ainda os últimos ajustes para instalação da subunidade da PMA em Costa Rica.

Com informações do 15° Batalhão da PM
fonte:A critica.de Campo Grande

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Baleia de 15 metros encalha em uma praia de Búzios

Da Agência Brasil  No Rio de Janeiro
Uma baleia da espécie jubarte medindo cerca de 15 metros encalhou no início da tarde de hoje (25) na Praia de Geribá, em Búzios, na Região dos Lagos. Segundo a assessoria da prefeitura, homens do Corpo de Bombeiros estão aguardando a maré encher para que as ondas facilitem o trabalho de desencalhe do mamífero.
Segundo o professor de meio ambiente da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) David Zee, não é comum ver baleias encalhadas no Brasil. “Temos notícia de uma ou outra baleia encalhada. Eu acho que, algumas vezes, elas sofrem algum ataque, ficam doentes na viagem do Pólo Sul em direção às águas quentes do Norte, acabam debilitadas e encalham nas praias”.
A baleia ficou presa em um banco de areia enquanto se alimentava de um cardume de peixes pequenos, por volta das 14h30. Cerca de dez bombeiros foram deslocados para o local na tentativa de libertar a jubarte sem causar ferimentos ao animal. Dezenas de curiosos e voluntários ainda estão na praia acompanhando a operação de salvamento da baleia
fonte: noticias.uol.com.br

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

O MEXILHÃO DOURADO CAUSARÁ DANOS ECOLÓGICOS NA BACIA DO MIRANDA


Mexilhões dourados encrustrados em um motor. .itaipu.gov.br
O Miranda é um rio de alta diversidade de moluscos nativos (14 espécies). O mexilhão dourado pode incrustar sobre as conchas das espécies nativas, impedindo seu fechamento e causando a morte destas espécies. A eliminação de espécies nativas e mudança na estrutura das comunidades por ocupação dos seus habitats naturais também é registrado na literatura. Mudanças na qualidade da água também podem ser atribuídas aos mexilhões quando em grandes quantidades. Várias espécies de peixes do Pantanal estão se alimentando freqüentemente dos mexilhões. Os efeitos ainda não são conhecidos, mas espécies invasoras podem trazer novas doenças transmitidas por vírus e bactérias. Os impactos no meio ambiente são percebidos mais a longo prazo, diferente dos econômicos, que tendem a aparecer logo que a espécie se instala no ambiente. 

Quem serão os setores produtivos mais prejudicados no MS?

Não se tem registro da presença de mexilhão dourado na piscicultura em Mato Grosso do Sul, mas provavelmente este será o setor produtivo mais afetado caso haja introdução do mexilhão dourado. Além do prejuízo para o próprio investimento, devido ao entupimento de tubulações e bombas, a venda de alevinos para outros Estados será dificultada, pois muitos compradores utilizam os alevinos em reservatórios de geração de energia, e esta pode ser uma porta de dispersão do mexilhão dourado para outros rios brasileiros.

Outros setores como as Cias de saneamento, indústrias que utilizam água bruta para sua produção, irrigação através de pivôs e demais setores que utilizam água diretamente dos rios para suas atividades podem ser afetados.

Como prevenir a invasão?

A pesca esportiva representa até 80% da pesca no Mato Grosso do Sul, sendo o rio Miranda o segundo local em quantidade de pescado capturado e em número de pescadores, só perdendo para o rio Paraguai. Aproximadamente 35% e 33% dos pescadores profissionais e esportivos da BAP, respectivamente, estão registrados na bacia do rio Miranda. A partir destas estatísticas o deslocamento feito pelos pescadores é uma importante forma de introduzir o mexilhão dourado em ambientes onde ainda não ocorre.

Os mexilhões adultos são disseminados incrustados nos cascos das embarcações e na vegetação. As larvas podem estar na água que fica dentro do barco, nos equipamentos de pesca e na vegetação, que pode ficar presa nos reboques. Alguns cuidados podem ser tomados para evitar nova introdução:

1. para a navegação no rio Paraguai e entre este e seus tributários, sugere-se o uso de tintas anti-incrustantes nos cascos das embarcações;

1. para barcos e motores transportados via terrestre deve-se verificar a presença de incrustação na parte externa de barcos e motores e retirar restos de água e plantas provenientes de áreas onde tenha o mexilhão dourado;

2. não devolver ao ambiente aquático os mexilhões retirados durante processo de limpeza;

3. não transferir material oriundo de pesca no rio Paraguai, ou em outro lugar onde ocorre o mexilhão dourado, para tanques de piscicultura a fim de não contaminar os cultivos;

4. implantar um programa para evitar a dispersão do mexilhão dourado no Mato Grosso do Sul contendo: formas eficientes de divulgação, treinamento e vistoria de embarcações em locais estratégicos, estudo e regulamentação do uso de tintas nas embarcações.

fonte: www.agronline.com.br

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Estudo revela morada de inverno dos tubarões-elefante

Criaturas migram para as regiões tropicais, fugindo do frio.
Achado surpreendente foi obtido com ajuda de satélites.

Henry FountainDo 'New York Times'

Tubarão-elefante no Atlântico (Foto: Nick Caloyianis/NYT)

Os tubarões-elefante, aquelas lentas criaturas que só perdem em tamanho para os tubarões-baleia, passam seus verões e outonos em águas superficiais se alimentando de plânctons. Entretanto, seu paradeiro no inverno já foi um mistério.

Por muito tempo, cientistas acharam que os tubarões hibernavam em águas profundas para conservar energia numa época quando há pouco plâncton disponível. Porém, essa ideia foi refutada por estudos de classificação por satélite de tubarões ao leste do Atlântico Norte. Eles mostraram a movimentação sazonal dos animais dentro das águas temperadas da região para continuar se alimentando.

Agora, um novo estudo de classificação na parte oeste do Atlântico Norte, onde as mudanças de estação no oceano são mais notáveis, mostrou que eles migram para muito mais longe – para águas tropicais e até mesmo através do equador. Os tubarões viajam em profundidades de até 100 metros, algumas vezes permanecendo no fundo por semanas ou meses.

Gregory B. Skomal, do Massachusetts Division of Marine Fisheries, e colegas prenderam identificadores por satélite em 25 tubarões de Cape Cod. Eles receberam dados sobre profundidade, temperatura da água e níveis de luz de 18 deles. Suas descobertas estão publicadas na Current Biology.

Alguns tubarões migraram para as Bahamas e Caribe, enquanto outros cruzaram o equador. Um chegou até o Atlântico Sul, no ponto mais ao leste do Brasil. A distância máxima viajada foi estimada em 8.851 quilômetros.

As descobertas mostram que as águas tropicais não são uma barreira para a mistura de sub-populações dos tubarões. Assim, os esforços para conservar a espécie deveriam ser coordenados globalmente, dizem os pesquisadores.

fonte: noticias.ambientebrasil.com.br


quarta-feira, 20 de outubro de 2010

18 lanchas para quem não é milionário

Lançado na São Paulo Boat Show 2010, o Pioner 17, do estaleiro paulistano Smart Pier, é todo feito em polietileno, material pouco usual na fabricação desse tipo de barco, mas bastante resistente a impacto, variações de temperatura e raios ultravioletas. Isso torna o modelo ideal para a prática de esportes radicais em água salgada ou doce, como esqui aquático e rafting.

A potência indicada para o motor varia entre 40 e 90hp. Com um motor de potência máxima, o Pioner 17 sai por 47.000 reais. Apesar do preço, o Pioner 17 não é tão compacto assim: o comprimento é de 17 pés (5,20 metros) por 2,20 metros de largura, peso de 420 quilos e capacidade para oito pessoas.

Além de ser feito com materiais recicláveis – até o couro dos bancos é ecológico – outro ponto alto desse modelo é a economia. O consumo de combustível é relativamente baixo e os custos de manutenção saem em conta, devido à resistência do polietileno.








terça-feira, 19 de outubro de 2010

Piracema começa dia 5 e termina em fevereiro

O governo do Estado fixou na última sexta-feira (15) a proibição da pesca nos rios de domínio do Estado de MS, no período de 5 de novembro de 2010 a 28 de fevereiro de 2011, a fim de permitir a reprodução natural dos peixes.
A resolução foi publicada na sexta (15), no Diário Oficial do Estado. Excluem-se da proibição a pesca de caráter científico, previamente autorizada pelo Ibama ou pelo Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul); a despesca, o transporte, a comercialização, o beneficiamento, a industrialização e o armazenamento de peixes, com a comprovação de origem, provenientes de aqüicultura ou parque de pesca (pesque-pague) licenciado junto aos órgãos competentes e registrado no Ministério da Pesca e Aqüicultura (MPA); a pesca de subsistência, assim considerada, aquela exercida com finalidade de garantir a alimentação familiar, por pescador artesanal ou população ribeirinha que, desembarcado ou em barco a remo, utilize exclusivamente petrechos do tipo caniço simples, linha de mão e anzol, sendo vedada a comercialização e o transporte do pescado.
Fica estabelecida, para fins de subsistência, a cota diária de três quilos ou um exemplar de qualquer peso, respeitados os tamanhos mínimos de captura estabelecidos pela legislação para cada espécie.
A resolução também fixa o segundo dia útil após o início do defeso da piracema como prazo máximo para declaração ao Órgão Estadual de Meio Ambiente competente, dos estoques de peixes in natura, resfriados ou congelados, provenientes de águas continentais, existentes nos frigoríficos, peixarias, entrepostos, postos de venda, restaurantes, hotéis e similares.
O exercício da pesca, o transporte, a não declaração do estoque, a comercialização, o beneficiamento e a industrialização do pescado, em desacordo com o estabelecido na Resolução, sujeitará os infratores às penalidades previstas na Lei nº 3.886, de 28 de abril de 2010 e no Decreto Federal nº n. 6.514, de 22 de julho de 2008, bem como nas demais legislações pertinentes, vigorando o enquadramento mais específico

fonte: acritica.net




segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Polícia ambiental realiza operação no rio Piquiri e prende pescador com 60 kg de pescado

Policiais Militares Ambientais de Coxim realizaram fiscalização no Rio Piquiri, na divisa com Mato Grosso, no combate e prevenção à pesca predatória, desde sexta-feira, até ontem à tarde, e prenderam, no fim de semana, 01 pescador por pesca predatória com 60 kg de peixes.
Durante a fiscalização, na região da Nova Alvorada, município de Corumbá, os policiais prenderam Willian Pimenta Vinavo, 60 anos, natural de Araxá – MG. Ele pescava no rio Piquiri e em sua embarcação, os policiais encontraram 60 kg de pescado, sendo que havia vários exemplares de peixes que o pescador havia capturado em tamanho inferior ao permitido. Além do pescado, foram apreendidos o barco, 01 motor de popa e o material utilizado na pescaria.

Willian foi autuado administrativamente e multado em R$ 1.900,00. Ele responderá pelo crime ambiental e, se condenado, poderá pegar pena de 01 a 03 anos de detenção



fonte: acritica.net








quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Começa na Região Norte o defeso do camarão rosa, branco e sete barbas

A partir desta sexta-feira (15/10) terá início o defeso do camarão rosa, branco e sete barbas nos estados da região Norte indo do Amapá até o limite da fronteira marítima do Piauí com o Ceará. O período de suspensão da pesca nessas áreas vai até o dia 15 de fevereiro de 2011 quando os barcos voltam ao mar. A produção média anual de camarão proveniente dessa região é de cerca de 8,6 mil toneladas.

A maior produção da região é de camarão rosa, feita basicamente por barcos de grande porte da frota industrial. Já os camarões branco e sete barbas, são capturados por embarcações costeiras de pequeno porte. Essas duas espécies também são pescadas com redes de arrasto pequenas e tração manual em regiões praianas ou estradas de rios.

A maior parte da produção de camarão da região Norte é voltada para exportação, sendo o Pará o maior produtor. O principal destino dessas exportações é a França que chega a comprar cerca de 70% do total de camarões brasileiros voltados para exportação. Especificamente o camarão rosa tem internamente como principais mercados consumidores os estados de São Paulo e o Distrito Federal.
fonte http://www.mpa.gov.br

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Mais de duas toneladas de tambaqui apreendidas

Tambaquis são proibidos para a venda
por  TAYANA MARTINS

Um funcionário do barco, Augusto Barbosa, foi preso. A polícia quer encontrar o dono da embarcação.

O Batalhão Ambiental da Polícia Militar apreendeu, no porto do município de Codajás (a 240 quilômetros da capital), 2.500 quilos de tambaquis com tamanho impróprio para pesca no barco São Francisco. O material foi apreendido na noite da última quinta-feira (7) pela equipe da base fluvial do batalhão e o barco com o material chegou na manhã deste sábado (9) no Porto de São Raimundo, zona Oeste de Manaus

O responsável pela embarcação, Augusto Barbosa, 30, foi encaminhado para prestar depoimento na Delegacia Especializada em Meio Ambiente (Dema). De acordo com o sargento Souza Andrade, a polícia ainda irá localizar o proprietário da embarcação. “Esse é um funcionário do proprietário da embarcação e estamos tentando localizá-lo”, afirmou.

O sargento informou que os peixes foram pescados no Lago do Marreco, no rio Codajás, e seriam comercializados no porto da Panair, em Manaus. “Recebemos a denúncia e iniciamos as buscas no porto e encontramos o barco com o nome pintado, para dificultar nosso trabalho. Os tambaquis estavam cobertos por camadas grossas de gelo e peixes de outras espécies em cima”, disse. A legislação ambiental proíbe a pesca de peixes no período de defeso. O peixe deve ter pelo menos 50 centímetros, enquanto que os apreendidos não chegavam a 30 centímetros.

O proprietário da embarcação deverá ainda ser multa pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama). Cada quilo de peixe apreendido equivale a R$ 60 em multas.
fonte:acritica.com

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