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    Especialistas preveem seca prolongada no norte da Amazônia


    Falta de chuvas causa mortandade de peixes em igarapés da região.
    Problema já afeta a vida dos ribeirinhos. Veja álbum de fotos.


    A seca que assola o norte da Amazônia, em especial o Rio Negro, tende a se estender até o começo de 2010, informa o meteorologista do Sipam (Sistema de Proteção da Amazônia), Ricardo Dallarosa. A falta de chuvas é causada pelo fenômeno El Niño – um aquecimento anormal do Oceano Pacífico – que dificulta a formação de nuvens em parte da América do Sul.


    Na tarde desta quarta-feira (2), os níveis do Rio Negro em Manaus atingiram 15,89 metros e já estão próximos do nível mais baixo já registrado, de 13,64 m, em 1963.


    “O leito do Rio Negro tem muitas rochas. Quando as águas descem muito, as rochas afloram, impedindo a passagem de embarcações maiores. Barcos de recreio, que levam mantimentos, ficam impedidos navegar”, informa o superintendente do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) no Amazonas, Marco Antônio Oliveira.


    O fotógrafo Rodrigo Baleia, de Manaus, tem acompanhado a dificuldade da população de Manaquiri, cidade vizinha a Manaus. Ele registrou a morte de toneladas de peixes nos rios da região. “Eu sentia o cheiro de podre do avião”, relata.






    “A população não consegue mais chegar de barco. Os pescadores contaram que, para voltar a pescar e ter a mesma quantidade de peixe que tinham, vai demorar mais uns três anos”, conta o fotógrafo.


    Poucas chuvas


    Segundo Dallarosa, a tendência é que a seca continue nos próximos meses. “A expectativa para o futuro é de permanência do El Ninho e essa condição deve persistir. Vamos ter um volume maior de chuva, mas ainda aquém do esperado”, explica.


    As características da seca atual são diferentes da catástrofe que ocorreu em 2005 na Amazônia, quando muitas comunidades ficaram isoladas porque os rios secaram. De acordo com o meteorologista, agora o fenômeno é mais isolado. “Os rios da margem direita do Solimões e Amazonas têm recebido chuva mais ou menos dentro do normal”, afirma. 

     fonte: http://www.globoamazonia.com
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    Pescadores do RS encontram tubarão-martelo


    Um tubarão com cerca de 3 metros e pouco mais de 200 kg foi pego por pescadores na praia de Xangri-Lá (RS), cidade do litoral norte do Rio Grande do Sul localizada a 140 km da capital, Porto Alegre (RS).
    “O tubarão ficou enrolado em uma rede de pesca e virou atração de quem passava pelo local”, conta Alexandre Prudêncio, que conseguiu ver de perto o tubarão na praia.
    Segundo o presidente da associação de pescadores, Paulo Marques, aumentou o número de peixes de grande porte que caíram na rede este ano. “Este exemplo deve servir de alerta aos surfistas, para que tomem cuidado com os peixes grandes, como o tubarão-martelo”, diz Paulo.
    O tubarão encontrado pelos pescadores foi abatido e a carne aproveitável vendida, conta o líder da associação.
    De acordo com a Secretaria do Turismo e Meio Ambiente de Xangri-lá, em alguns casos o animal encontrado no mar é removido pela Brigada Ambiental e encaminhado para um órgão de pesquisas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

    fonte:  http://noticias.terra.com.br

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    Estiagem causa mortandade de peixes na Amazônia



    Já são centenas de toneladas de cardumes mortos em lagos, igarapés e afluentes do Rio Solimões. Além do prejuízo na pesca, os ribeirinhos estão sem água para tomar banho, cozinhar e beber.


    Toneladas de peixes mortos cobriram os afluentes do Rio Solimões, perto de Manaus, por causa da estiagem. A reportagem é de Daniela Assayag e Sisley Monteiro.

    Os peixes se debatem nas margens e acabam presos na lama. É o mesmo destino das arraias. Uma, de quase meio metro, não resistiu.

    O fenômeno começou no fim de semana e vem se agravando. Já são centenas de toneladas de cardumes mortos em lagos, igarapés e afluentes do Rio Solimões.

    O cenário é esse descrito ao longo dos 40 quilômetros do Paraná do Manaquiri. Segundo os ribeirinhos que vivem na região, o desastre natural é comum todos os anos, desde a grande seca de 2005.

    Como este ano o volume dos rios não baixou muito, os pescadores acreditavam que os peixes fossem resistir. Só que a mortandade foi ainda mais intensa.

    Nos meses de julho a outubro choveu menos da metade do esperado na região próxima a Manaus. Sem nuvens para bloquear a entrada do sol, e sem chuva para resfriar a água, a temperatura foi aumentando na superfície e no fundo do rio, que ficou quase sem oxigênio.

    A partir de quinta-feira, as aulas serão suspensas na região. Para chegar às escolas, 2,6 mil crianças tinham que atravessar os lagos repletos de cardumes em decomposição.

    A prefeitura de Manaquiri decretou estado de emergência. "Por enquanto a gente está parado, não tem mais como trabalhar", disse o pescador Glicério Figueiredo.
    Além do prejuízo na pesca, os ribeirinhos estão sem água para tomar banho, cozinhar e beber.

    A situação só deve ser normalizada em janeiro com o novo ciclo de cheia. Até lá, a própria natureza deve recuperar o que foi perdido.

    "Esses exemplares que morreram vão ser reintegrados ao sistema porque os nutrientes que estão neles permanecem na água. É o ciclo natural das águas amazônicas", disse o biólogo Efrem Ferreira.



    assista video 


    fonte: http://video.globo.com/

    (o futuro já chegou?)  
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    Milhares de peixes morrem no Rio Paraná devido ao blecaute



    Milhares de peixes foram encontrados mortos nesta quarta-feira (11) às margens do Rio Paraná. De acordo com os pescadores, isso pode ter acontecido devido ao blecaute que ocorreu na noite de ontem e durou aproximadamente duas horas. 

    Segundo os moradores do bairro Jupiá, com a queda de energia a usina fechou as comportas e o rio baixou cerca de 3 . Desta forma, os peixes ficaram presos em uma área próxima a hidrelétrica, onde a profundidade é de aproximadamente 1,5 m.

    Hoje pela tarde, ainda era possível ver milhares de peixes mortos, que ainda não tinham sido levados pela correnteza. Até mesmo no fundo do rio podia-se ver peixes mortos que ainda não tinham subido. A equipe de reportagem do Perfil News esteve no local e verificou que muitos peixes das espécies piapara, piau e lobó não tinham descido o rio e estavam presos em galhos e matos. “ Acho que foi mais de uma tonelada de peixe que morreu e isso é como tirar o alimento de cada dia da nossa boca ainda mais agora que estamos na Piracema quando a pesca é proibida, esses peixes vão fazer muita falta pra nós que dependemos dele pra sobreviver”, disso o pescador, Gil do Jupiá. 

    O Capitão Mauro Sérgio da Polícia Militar Ambiental (PMA) falou que eles já estão investigando as causas da morte e vão enviar o laudo para que o Ministério Publico tome as devidas providências.
     
    O Perfil News entrou em contato com a assessoria de imprensa da Companhia Energética de São Paulo (CESP). Eles disseram que não possuem nenhuma informação sobre o que aconteceu no Rio Paraná até o momento, pois devido à queda de energia da noite anterior, havia um fluxo muito grande de pedidos de explicações sobre o blecaute. 
     
    Já o promotor do meio ambiente, Antonio Carlos Garcia de Oliveira, falou que ouviu sobre o ocorrido, mas não teve tempo de estar no local e averiguar o material da imprensa devido as várias audiências que ocorreram hoje. 

    Cesp divulga nota à imprensa sobre mortandade de peixes

    Na tarde desta quarta-feira (11), a assessoria de imprensa da Companhia Energética de São Paulo (Cesp) divulgou uma nota à impresa sobre a mortandade de peixes ocorrida no Rio Paraná, próximo a Usina Jupiá, na noite de ontem. Leia na íntegra:

     

    O blecaute ocorrido ontem à noite provocou morte de peixes no rio Paraná a jusante da Usina Hidrelétrica Engenheiro Souza Dias (Jupiá), operada pela Companhia Energética de São Paulo (CESP). Com a parada das turbinas, as equipes de operação da CESP tomaram medidas imediatas no sentido de recompor a vazão abaixo da barragem, abrindo o vertedouro para manter a vazão defluente adequada, o que evitou uma mortande maior de peixes.

    Segundo os especialistas da área de meio ambiente da CESP, a redução temporária da vazão defluente da hidrelétrica ocasionou o aprisionamento de peixes em ilhas de macrófitas (plantas aquáticas). O fato causou a mortandade de espécimes predominantemente da espécie Schizodon borelli, conhecida como taguara.

     A quantidade de peixes mortos ainda não pôde ser definida com exatidão.



    fonte: http://www.perfilnews.com.br 


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    Hidréletrica do Espírito Santo recebe multa de R$ 1 milhão por morte de peixes



    VITÓRIA - A Hidrelétrica de Garrafão, na divisa do Espírito Santo com o Rio de Janeiro, próximo ao município de Mimoso do Sul foi multada em R$ 1 milhão pelo Ibama. Segundo o técnico do órgão em Cachoeiro, o laudo comprovou que a causa da morte de centenas de peixes no Rio Itabapoana foi a manutenção inadequada das turbinas da empresa.

    A companhia, recém-inaugurada, tem 20 dias para apresentar um projeto que impeça a entrada dos peixes nas turbinas.

    Nas margens do rio, é possível ver dezenas de peixes mortos e alguns deles, curiosamente cortados pela metade. O mau cheiro tem atraído urubus ao local.

    O presidente da Associação de Pescadores de Mimoso do Sul, Ronaldo Valadão, contou que o rio começou a subir e os peixes desceram para fazer a desova.

    - Ao invés de virem vivos, chegaram dessa forma, mortos ou aos pedaços - disse.

    O fato preocupou os moradores da comunidade de Limoeiro, em Apiacá, onde 53 pessoas dependem diretamente da pesca.

    - Os peixes estão no período da piracema, nossa preocupação é que se a situação está assim, como os peixes irão se reproduzir? E como essas pessoas vão sobreviver? Certamente a quantidade de peixes será menor - questiona Ronaldo.

    Em nota, o Ministério Público Federal informou vai determinar a inspeção de órgãos técnicos no local para a identificação das causas da morte.

    Desde junho deste ano, existe na Procuradoria da República em Cachoeiro um procedimento administrativo que investiga se a construção da barragem tem relação com as constantes inundações que vêm ocorrendo nos municípios de Mimoso do Sul, Apiacá e Bom Jesus do Norte.Também estão sendo apurados eventuais prejuízos sociais aos pescadores da região, além dos danos ambientais.


    fonte: http://oglobo.globo.com/
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    Defeso da Piracema 2009/2010



    BACIA DO ARAGUAIA
    LEGISLAÇÃO IN n° 49, de 27/10/05
    ABRANGÊNCIA MT, GO e TO
    PERÍODO 1º/11 a 28/02 (Anualmente)
    COTA DE CAPTURA: 3kg dia/pescador, para consumo no local
    PERMITE: pesca embarcada e desembarcada nos afluentes do rio Araguaia no Mato Grosso não permite a pesca embarcada e é permitido apenas o pesque-e-solte.
    NÃO PERMITE: proíbe a pesca em lagoas marginais;
    nas áreas delimitadas pelo Projeto Quelônios da Amazônia;
    a utilização de iscas naturais que não nativas.
    ESPÉCIES NÃO PERMITIDAS:
    proíbe a captura das espécies:
    em GO: pirarucu, pirarara, filhote/piraíba;
    em MT: pirarucu, pirarara filhote/piraíba, sorubim-chicote ou bargada;


    BACIA TOCANTINS/GURUPÍ
    LEGISLAÇÃO IN n° 46, de 27/10/05
    ABRANGÊNCIA TO, MA e PA
    PERÍODO 1º/11 a 28/02 (Anualmente)
    COTA DE CAPTURA:5kg + 1 exemplar/pescador, para consumo no local
    PERMITE: pesca embarcada e desembarcada
    NÃO PERMITE: proíbe a pesca em lagoas marginais; a utilização de iscas naturais que não nativas.
    ESPÉCIES NÃO PERMITIDAS


    BACIA DO PARAGUAI
    LEGISLAÇÃO IN n° 201, de 22/10/08
    ABRANGÊNCIA MT e MS
    PERÍODO 5/11 a 28/02 (Anualmente)
    COTA DE CAPTURA 3kg ou 1 exemplar apenas para a pesca de subsistência, desembarcada.
    PERMITE: MS permite o pesque solte em fevereiro
    NÃO PERMITE
    ESPÉCIES NÃO PERMITIDAS

    BACIAS DO LESTE
    LEGISLAÇÃO IN n° 196, de 2/10/08
    ABRANGÊNCIA SE, BA, MG, ES
    PERÍODO 1°/11 a 28/02 (Anualmente)
    COTA DE CAPTURA: 10kg mais um exemplar apenas de espécies não nativas.
    PERMITE pesca nos rios e reservatórios da bacia, utilizando linha de mão ou vara, linha e anzol, molinete ou carretilha, com iscas naturais ou artificiais;
    Em trechos de rio, apenas na modalidade desembarcada;
    Em trechos de reservatório, nas modalidades desembarcada e embarcada.
    NÃO PERMITE: Proíbe a pesca em lagoas marginais;
    até 1000m a montante e a jusante das barragens de reservatórios de usinas hidrelétricas, cachoeira e corredeiras.
    ESPÉCIES NÃO PERMITIDAS


    BACIAS DO SUDESTE
    LEGISLAÇÃO IN n° 195, de 2/10/08
    ABRANGÊNCIA ES, RJ, MG, SP e PR
    PERÍODO 1°/11 a 28/02 (Anualmente)
    COTA DE CAPTURA:10kg mais um exemplar apenas de espécies não nativas
    PERMITE pesca nos rios e reservatórios da bacia, utilizando linha de mão ou vara, linha e anzol, molinete ou carretilha, com iscas naturais ou artificiais;
    Em trechos de rio, apenas na modalidade desembarcada;
    Em trechos de reservatório, nas modalidades desembarcada e embarcada.
    NÃO PERMITE: Proibir a pesca em lagoas marginais;
    até 1000m a montante e a jusante das barragens de reservatórios de usinas hidrelétricas, cachoeiras e corredeiras.
    ESPÉCIES NÃO PERMITIDAS


    BACIA DO URUGUAI
    LEGISLAÇÃO IN n° 193, de 2/10/08
    ABRANGÊNCIA RS e SC
    PERÍODO 1º/10 a 31/01 (Anualmente)
    COTA DE CAPTURA: 5kg + 1 exemplar
    PERMITE permite a pesca amadora, embarcada e desembarcada, utilizando linha de mão ou vara, linha e anzol, limitando-se a apenas a um destes petrechos por pescador.
    NÃO PERMITE: proíbe a pesca nas lagoas marginais;
    até 1.500m a montante e a jusante das barragens de reservatórios de usinas hidrelétricas, cachoeiras e corredeiras;
    no trecho compreendido entre a saída de água da casa de força até a barragem do reservatório de usinas hidrelétricas que, na bacia hidrográfica, tenha tal característica construtiva;
    no rio Uruguai, no trecho compreendido entre a foz do rio Macaco Branco, Município de Itapiranga/SC e o rio Lajeado São Francisco, Município de Alto Uruguai/RS, que inclui os limites leste e oeste do Parque Estadual do Turvo/RS;
    no rio Uruguai, desde a barragem do reservatório da Usina Hidrelétrica de Machadinho até a foz do rio Ligeiro;
    no rio Forquilha ou Inhandava, até a distância de 3.500m a montante da foz com o rio Pelotas;
    até 500m no rio Uruguai, a montante e a jusante dos pontos de confluência de seus tributários diretos;
    até 500m, no interior dos tributários diretos do rio Uruguai, desde o ponto de confluência.
    ESPÉCIES NÃO PERMITIDAS


    BACIAS DOS DEMAIS RIOS DO RS E SC
    LEGISLAÇÃO IN n° 197, de 2/10/08
    ABRANGÊNCIA 1º/11 a 31/01 (Anualmente)
    PERÍODO: 5kg + 1 exemplar
    COTA DE CAPTURA
    PERMITE: permite a pesca amadora, embarcada e desembarcada, utilizando anzol simples, linha de mão, caniço simples ou com molinete/carretilha e vara com linha, limitando-se a apenas um destes petrechos por pescador, iscas naturais ou artificiais;
    NÃO PERMITE: proibe a pesca em lagoas marginais,l até a distância de 1.500m, a montante e a jusante das barragens de reservatórios de usinas hidrelétricas, cachoeiras e corredeiras; a realização de campeonatos e gincanas de pesca.
    a IN não se aplicam:
    I - à bacia hidrográfica do rio Uruguai;
    II - ao espaço de dois mil metros (2.000m) delimitado entre a barra do rio Mampituba e a baliza colocada no local denominado Figueirinha, em Torres, no Estado do Rio Grande do Sul;
    III - à Lagoa do Peixe (Tavares, no Estado do Rio Grande do Sul), por localizar-se em Parque Nacional;
    IV - à lagoa dos Patos (da latitude 30º 55′, confrontação com Arambaré, até a latitude 32º 10′, Barra de Rio Grande, no Estado do Rio Grande do Sul);
    V - às lagoas costeiras de Tramandaí, Armazém, Custódia e Manoel Vicente (Tramandaí, no Estado do Rio Grande do Sul);
    VI - às lagoas costeiras e baías do Estado de Santa Catarina.
    ESPÉCIES NÃO PERMITIDAS


    BACIA DO SÃO FRANCISCO
    LEGISLAÇÃO IN n° 50, de 5/11/07
    ABRANGÊNCIA MG, BA, PE, AL e SE
    PERÍODO 1º/11 a 28/02 (Anualmente)
    COTA DE CAPTURA 5 kg + 1 exemplar
    PERMITE permite a pesca desembarcada e embarcada, nos rios e reservatórios da bacia, utilizando linha de mão ou vara, linha e anzol, molinete ou carretilha, com iscas naturais ou artificiais
    NÃO PERMITE proíbe a pesca nas lagoas marginais de 1° de novembro a 30 de abril, até 1000m a montante e a jusante das barragens de reservatórios de usinas hidrelétricas, cachoeiras e corredeiras, até 500m das confluências de rios, a realização de torneios, campeonatos e gincanas, EXCETO as realizadas em reservatórios, visando a captura de espécies não nativas (alóctones e exóticas) e híbridos.
    ESPÉCIES NÃO PERMITIDAS

    BACIA DO PARANÁ
    LEGISLAÇÃO IN n° 25, de 1°/09/09
    ABRANGÊNCIA GO, MG, MS, SP e PR
    PERÍODO 1°/11 a 28/02 (Anualmente)
    COTA DE CAPTURA 10 kg + 1 exemplar de espécies não nativas
    PERMITE permite a pesca nos rios e reservatórios da bacia, utilizando linha de mão ou vara, linha e anzol, molinete ou carretilha, com iscas naturais ou artificiais. Em trechos de rio, apenas desembarcada.
    NÃO PERMITE Proíbe a pesca em lagoas marginais (ver demais áreas proibidas);a captura de espécies nativas, a pesca subaquática.
    ESPÉCIES NÃO PERMITIDAS


    BACIA DO PARNAÍBA
    LEGISLAÇÃO IN nº 40, de 18/10/05
    ABRANGÊNCIA MA e PI
    PERÍODO 15/11 a 16/03 (Anualmente)
    COTA DE CAPTURA 5kg + 1 exemplar
    PERMITE: permite a pesca amadora embarcada e desembarcada
    NÃO PERMITE:
    ESPÉCIES NÃO PERMITIDAS:

    Fonte:http://www.ibama.gov.br
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    Tubarão branco de 3 metros é capturado com marcas gigantes de mordidas


    Marcas foram feitas provavelmente por um tubarão de mais de 5 m.
    Ataque aconteceu na ilha turística de North Stradbroke, na Austrália.


    Um tubarão branco de três metros de comprimento que foi encontrado com marcas de mordidas na costa do estado de Queensland, na Austrália, gerou preocupação em banhistas e pescadores, segundo reportagem do jornal australiano "Courier Mail".

    Para especialistas, as enormes marcas foram feitas provavelmente por um tubarão branco gigante, que poderia facilmente ter mais de 5 metros de comprimento, tomando como base o tamanho das mordidas.
     
    O ataque aconteceu próximo à ilha turística de North Stradbroke, a leste de Brisbane. Após a captura do tubarão de 3 metros, o secretário de Pesca do estado de Queensland, Tim Mulherin, decidiu manter as redes de tubarão na região.
     
    As redes de tubarões, porém, são alvos de críticas de ambientalistas, já que baleias também ficaram presas nas armadilhas na costa de Queensland. Para o caçador de tubarões Vic Hislop, as redes são muito prejudiciais para o ambiente marinho.
     
    Segundo o diretor da Sociedade de Preservação Marinha da Austrália, Darren Kindleysides, os dados recentes sobre o número de tubarões capturados mostraram que as redes são eficazes, mas há um custo enorme para as baleias, golfinhos e tartarugas.
     
    fonte: http://g1.globo.com 

     


    Um tubarão branco de três metros de comprimento que foi encontrado com marcas de mordidas na costa do estado de Queensland, na Austrália, gerou preocupação em banhistas e pescadores, segundo reportagem do jornal australiano "Courier Mail".
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