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Em MT, fiscalização apreende 1,2 tonelada de pescado irregular



Período proibitivo vai até o dia 28 de fevereiro nos rios de Mato Grosso.
Apreensões aconteceram em Várzea Grande e em Jangada.

Pescado apreendido será doado para entidades carentes de Cuiabá (Foto: Reprodução/TVCA)


Mais de uma tonelada de pescado irregular foi apreendida durante duas fiscalizações realizadas nesta quinta-feira (19) nos municípios de Várzea Grande e Jangada. O período proibitivo começou em novembro do ano passado e vai até o dia 28 de fevereiro, em Mato Grosso.

No primeiro caso, investigações e denúncias de pescado irregular levaram a Polícia Civil de Cuiabá a encontrar 800kg de peixe escondidos em uma chácara de Várzea Grande, região metropolitana da capital. A apreensão ocorreu nesta quinta-feira na comunidade rural de Campo Limpo.

"Temos informações de que alguns indivíduos possuem bancas para comercializar peixe no Mercado do Porto [Cuiabá] e têm ocultado peixe nesta região", relatou o delegado de Meio Ambiente, Carlos Cunha.

O pescado estava armazenado em caixas de isopor escondidas no meio da mata, dentro da chácara. Ainda de acordo com o delegado Carlos Cunha, os 800kg de peixe são das espécies cachara, pintado e pacu.

No local, os policiais encontraram apenas o caseiro, que foi encaminhado para prestar depoimento. O proprietário da chácara não foi encontrado pela fiscalização e o pescado será doado a entidades carentes de Cuiabá.

Segunda apreensão
A segunda apreensão ocorreu após uma denúncia anônima em Jangada, a 82 quilômetros de Cuiabá, também nesta quinta-feira. Policiais e fiscais da Secretaria de Estado e Meio Ambiente (Sema) fizeram a apreensão de 400 quilos de peixe escondidos na carroceria de uma caminhonete.

Nesta ação, os fiscais encontraram peças de peixe sem cabeça, sendo das espécies jaú e pacu. Segundo a polícia, a mercadoria seria entregue na feira do Porto em Cuiabá. O condutor do veículo já foi detido outras vezes pelo mesmo crime e foi multado em R$ 9 mil. Ele foi encaminhado para a delegacia de Jangada, no entanto, pagou fiança e foi solto em seguida.

O pescado apreendido foi doado ao Hospital Beneficente de Rosário Oeste

Piracema
O período de proibição de pesca começou no dia 5 de novembro de 2011 nos rios das Bacias Hidrográficas do Amazonas e do Paraguai se estendendo até o dia 28 de fevereiro de 2012. Esse período corresponde à fase reprodutiva do ciclo de vida dos peixes e representa a renovação e manutenção dos estoques pesqueiros nos rios.

fonte: http://g1.globo.com/mato-gross
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Peixes morrem por falta de oxigênio em rio de Aratiba, no norte do RS


Nível do rio Dourado baixou por causa da estiagem que atinge o estado.
Patrulha Ambiental vistoria rios para evitar que a água seja desviada
(Foto: Reprodução/RBS TV)
Equipes da Patrulha Ambiental da Brigada Militar recolheram nesta quinta-feira (12) mais de 60 peixes da espécie jundiá e 10 caranguejos de água doce encontrados mortos no rio Dourado, em Aratiba, na região norte do Rio Grande do Sul. A suspeita é de que os animais tenham morrido por falta de oxigênio na água.
Com a estiagem que afeta a região – Aratiba é um dos 188 municípios gaúchos que já decretaram situação de emergência, segundo a Defesa Civil –, o nível do rio baixou tanto que é possível caminhar no leito, entre as pedras. Os policiais vistoriam o curso dos rios da região para evitar que a água seja desviada para açudes. A prática chamada de "barrageamento" é crime ambiental.
 
fonte: http://g1.globo.com
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Mais de 70 mil peixes são soltos nos rios do pantanal mato-grossense


Mais de 70 mil pequenos peixes são soltos em projeto para repovoar as bacias e rios do Pantanal mato-grossense. O Projeto Peixe N’Água é uma parceria entre empresas privadas e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)

O lançamento oficial do projeto será feito na terça-feira (10) em Rondonópolis, a 218 quilômetros de Cuiabá. Mas a soltura dos alevinos, como são chamados os peixes ainda pequenos, já acontece há um ano

A partir de agora, com a ajuda dos pesquisadores da UFMT, a soltura dos peixes vai obedecer a critérios técnicos e científicos. Como as ações não obedeciam aos critérios adequados, será feita uma estocagem de alevinos da região. Isso vai ajudar a obedecer as regras biológicas e ecológicas do modo de vida de cada uma das espécies, suas fases de desenvolvimento e crescimento

A primeira soltura aconteceu no dia 19 de abril, no rio Itiquira, quando 70 mil alevinos foram soltos na região do Pantanal mato-grossense. Segundo o pesquisador Francisco de Arruda Machado, em agosto do ano passado começou a coleta das matrizes, que depois foram para cativeiro para um período de acomodação

Ainda de acordo com Machado, o projeto respeitou o ciclo de reprodução da espécie. “Peixes de piracema nascem na calha do rio e as larvas vão se criar exatamente nesses alagados. No caso do Pantanal, eles vão para essas lagoas e só saem de lá adultos”, revela o pesquisador

De acordo com Aline Bortoli, representante de uma das empresas parceiras no projeto, apenas quando viram que muitas ideias parecidas não davam certo foi que entenderam a importância dos profissionais. “Descobrimos que a maioria dos projetos não tinha garantia nenhuma de dar certo, pois eram feitos sem estudo”, revela.

O lançamento do projeto Peixe N“Água será no dia 10 de maio, às 16h30, na sede da Associação do Engenheiro Agrônomos (Aeagro) de Rondonópolis

fonte: http://nortaonoticias.com.br

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Quatro novas espécies de peixes podem ter sido descobertas em MT


Quatro novas espécies de peixes podem ter sido descobertas durante a expedição Guariba-Roosevelt, que reuniu pesquisadores e cientistas em uma área de preservação no estado do Mato Grosso. O grupo também teria registrado uma nova espécie de macaco do gênero Callicebus - conhecido como zogue-zogue.

A descoberta das quatro espécies de peixes foi realizada em rios de cabeceira. Os animais que mais chamaram a atenção dos pesquisadores durante os trabalhos em campo foram um lambari pescado numa região de campinarana (áreas de campos amazônicos), próxima ao rio Roosevelt, e um bagre coletado nas imediações do rio Madeirinha. O que leva os pesquisadores a crer que são espécies novas são suas características físicas.

“Essas espécies indicam um alto endemismo na região, o que pode nos ajudar a compreender o padrão de evolução das espécies na área. E também levantar hipóteses sobre o que pode estar fazendo algumas dos peixes coletados estarem desaparecendo e ameaçados de extinção”, diz Machado. Os peixes coletados foram levados aos laboratórios da Unemat, em Alta Floresta, a 830 quilômetros da capital Cuiabá. Lá, estudos mais detalhados vão comprovar se são de fato novas espécies.

A pesca ilegal e os garimpos foram as principais ameaças à biodiversidade encontradas na região. A Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Mato Grosso chegou a fazer uma autuação na área durante a expedição. “Apesar disso, ainda constatamos que muitas das áreas permanecem intacta, apesar da proximidade e da facilidade de acesso pelas cidades no entorno”, diz Machado.

“Todas essas descobertas indicam a grande biodiversidade que ainda há para ser descoberta na região”, diz Mauro Armelin, diretor do Programa Amazônia do WWF-Brasil. ‘”São muito raras para a ciência essas novas descobertas, mas acredito que isso ocorra pela escassez de pesquisas. Perdemos a chance de conhecer espécies antes mesmo que estas desapareçam pelo desmatamento”. O último levantamento de fauna e flora que ocorreu na região foi nas décadas de 1970 e 80.

Expedição Roosevelt

A expedição percorreu quatro unidades de conservação no Noroeste do Mato Grosso, que envolvem o rio Roosevelt. A região abriga os últimos remanescentes de floresta do Estado, que hoje é um dos campeões no crescimento do desmatamento, segundo dados do governo federal.

“São regiões pouco estudadas. A grande maioria dos levantamentos de ictiofauna hoje acontece em grandes rios, ou no mar”, afirma James Machado, um dos biólogos responsáveis pela coleta e pelos estudos que comprovam a descoberta – feita em parceria com os pesquisadores Solange Arrolho, da Universidade Estadual de Mato Grosso, e Rosalvo Rosa Duarte do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBIO) do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).

O primeiro levantamento científico na região aconteceu quase cem anos atrás. A expedição foi coordenada pelo marechal Cândido Rondon e pelo ex-presidente americano Theodore Roosevelt, entre 1913 e 1914. Eles foram responsáveis pelo mapeamento do rio batizado em homenagem a Roosevelt. Muitos animais coletados na região fazem parte hoje da coleção científica do museu Smithsonian, em Washington, nos EUA.

fonte: http://nortaonoticias.com.br
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Polícia flagra acampamento de pescadores no rio Paraguai



Foram apreendidos materiais de pesca, entre eles rede. Pescadores fugiram e não foram localizados

A PMA (Polícia Militar Ambiental) flagrou nesta quarta-feira um acampamento de pescadores no rio Paraguai, na região conhecida como bracinho, em Corumbá, a 419 quilômetros de Campo Grande.

Os policiais faziam fiscalização pelo rio quando avistaram o acampamento e rede de pesca, o que é proibido. Os pescadores fugiram do local e não foram localizados.

Foram apreendidos: duas redes de pesca, cem metros cada, com malha 18, um barco de madeira, com azul, de 4,8m, um barco de madeira, cor verde, de 5m, quatro remos de madeira, três caixas de isopor, uma barraca, fit panda, uma rede de dormir, com mosquiteiro, duas panelas, uma sacola com materiais de cozinha, duas lanternas, uma faca, um par de botas de branca, um celular, uma calça da farda do Exército Brasileiro, uma gandola da farda da Marinha do Brasil, um cobertor, uma garrafa térmica de dois litros e dois quilos de filé de pintado. O material recolhido foi encaminhado à Polícia Federal.

A pesca com utilização de rede e a captura de pescados abaixo das medidas, não são permitidos, conforme prevêem as leis de crimes ambientais.

Além disso, está proibido pescar nos rios do Estado por conta do período Piracema, época de reprodução dos peixes, que se estende até o dia 28 de fevereiro de 2012.

A pena para o crime ambiental é de detenção, de um a três anos, ou multa, ou ambas as penas cumulativamente.

fonte::
Fonte: Nadyenka Castro/campograndenews 
http://www.correiodecorumba.com.br
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Britânico captura peixe conhecido por devorar testículos de pescadores


O especialista britânico Jeremy Wade, de 53 anos, conseguiu capturar na Papua-Nova Guiné um peixe que é conhecido por matar homens após morder seus testículos. Segundo o jornal inglês "The Sun", Wade passou semanas atrás do peixe após moradores locais relatarem que um peixe misterioso teria "castrando" jovens pescadores.
A captura será exibida no programa "Monstros do Rio" que Wade apresenta no canal "ITV" e no "Animal Planet". O peixe, que é conhecido na Papua-Nova Guiné como "cortador de bola", morde os testículos de pescadores, deixando-os sangrar até a morte.



fonte The Sun
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Bocarra-negra alimenta-se de peixes maiores que ele


Foto: Equipe TAMAR, Guy Marcovaldi/ Pedro Cordeiro

Foto: Equipe TAMAR, Guy Marcovaldi/ Pedro Cordeiro 
Animal consegue engolir peixes grandes devido à distensão de seu estômago.


O mar profundo... Já imaginou o meio do mar profundo? Escuridão total, centenas de metros acima está a superfície, centenas abaixo, o fundo. No meio, o nada, onde todos os sentidos se confundem. Não há acima ou abaixo, sua orientação já era! Nessa região gigantesca, que se estende por dezenas de milhares de quilômetros, a vida é um espetáculo à parte!

Milhões e milhões de organismos de todos os tamanhos e formas, adaptados perfeitamente a viver no nada. De minúsculas lulas a enormes tubarões, a vida exibe sua diversidade indo a tais extremos que pensaríamos estar vendo alienígenas de outro universo.

Onde reina a escuridão há milhões de bichos com fotóforos, que são órgãos especiais que emitem luz, como vaga-lumes. Tal luminosidade permite disfarces e encontros, mas também podem denunciar a presença, e o predador virar presa. Daí, muitos animais são totalmente escuros, sem fotóforos, mais difíceis de serem percebidos, como é o caso do Bocarra-negra, um perfeito exemplo de adaptação.

O Bocarra-negra (Chiasmodon niger) é um peixe pequeno e alongado, marrom escuro a negro, de até 25 cm de comprimento, que vive na meia-água entre 100 e 3.300 metros de profundidade, geralmente a partir dos 750 metros. Sua distribuição é colossal, pois pode ser encontrado em todos os mares tropicais e subtropicais; no caso do Atlântico americano já foi coletado desde o sul do Canadá e das Ilhas Bermudas até o Espírito Santo, no Brasil.

Alimenta-se exclusivamente de peixes, mas... se a comida for maior do que ele? Não tem conversa, engole também! Sua boca se distende (veja na foto), assim como seu estômago e ventre, permitindo-lhe engolir presas de seu tamanho ou mesmo um pouco maiores, que cabem inteirinhas dentro de sua barriga! Além da boca ampla, tem duas séries de dentes curvos e afiados nos maxilares, além de outros maiores frontais, que servem para segurar bem o que abocanha. Afinal não deve ser sempre que topa com comida dando sopa no meio do nada...

A reprodução aparentemente acontece na primavera e seus ovos e larvas são planctônicos, ou seja, vivem à deriva no meio do plâncton. Com 20 a 23 mm, as larvas se transformam em juvenis de corpo claro e com manchinhas escuras no dorso e ventre. Com cerca de 8 mm sua cor já é uniformemente escura.

Alfredo Carvalho Filho é publicitário e biólogo, autor de inúmeros trabalhos científicos, artigos populares e do livro “Peixes Costa Brasileira”. Escreve todo mês sua coluna “Que Peixe é Este” para a revista
 " Pesca Esportiva!”

fonte: http://www.canalazultv.com.br
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