sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Rio seca e peixes morrem em comunidades no interior do AM

Problema afeta ao menos sete localidades em Manaquiri. Moradores também enfrentam falta de água potável.

Foto registrada na quinta (19) mostra peixes mortos em rio (Foto: Chico Batata/Arquivo Pessoal)
Moradores de Manaquiri, a 60 Km de Manaus, enfrentam transtornos em razão da seca do rio na região do Baixo Solimões. Em comunidades do município, o baixo nível das águas causa a morte de milhares de peixes.


O problema afeta ainda as comunidades Araçatuba, Andiroba, Miraauá, Lago Grande, Cainagua e Bom Intento.Fotos registradas na quinta-feira (19) mostram a situação no Paraná no Manaquiri, uma extensão de, ao menos, 100 km de peixes mortos.

A pesca é a principal fonte de alimento e renda das famílias de Manaquiri. Com a seca, moradores tentam aproveitar o que é possível.

Outro problema enfrentado na localidade é a falta de água potável. Com o rio seco e os peixes mortos essa água fica imprópria para o consumo.

O Secretário Executivo da Defesa Civil AM, coronel Fernando Pires Júnior, disse ao G1 que técnicos do órgão foram enviados, na quinta-feira, ao município para fazer um levantamento da situação e elaborar um plano de auxílio.

"Em caso de desastre, a gente acionada as autoridades competentes, no caso de Meio Ambiente. No caso de falta de água potável, demandarmos água para a cidade e tentar, pelo menos, oferecer condições básicas. Estamos com dois técnicos verificando in loco a situação e demandar ajuda humanitária", disse
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Cidade enfrente falta de água potável (Foto: Chico Batata/Arquivo Pessoal)
Manaquiri foi uma das 42 cidades do Amazonas que decretaram situação de emergência pela enchente em 2015. A redução do nível da água no município teve início em meados de julho, como se iniciou o período de seca.

Operação Vazante
A Defesa Civil realizada a operação "Operação Vazante" para auxiliar cidades que enfrentam problemas durante a estiagem.

Até o final do mês de novembro 12 municípios deixam a lista de Situação de Emergência por conta da enchente de 2015. As cidades poderão fazer parte da Operação desencadeada no mês de agosto. Ainda conforme o órgão, Alvarães, Urucurituba e Manaquiri também sairão da situação de anormalidade.

Com o término do decreto dessas cidades, os municípios que ainda necessitam de apoio, passam a integrar a Operação Vazante.



Problema afeta ao menos sete localidades em Manaquiri (Foto: Chico Batata/Arquivo Pessoal

Pesca é a principal fonte de alimento e renda de famílias de Manaquiri (Foto: Chico Batata/Arquivo Pessoal)
fonte:g1,com.br


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Operação resgata 268 tartarugas em RR, prende e multa dois em R$ 2,6 mi


Dois traficantes de tartarugas foram presos e multados em R$ 2,6 milhões.
Há uma semana houve a maior apreensão dos últimos 10 anos na Amazônia.

Quase 270 tartarugas foram resgatadas em uma ação conjunta do ICMBio, IBAMA e CIPA e devolvidas ao Rifo Branco (Foto: Arquivo pessoal/CMBio, IBAMA e CIPA)
Quase 270 tartarugas-da-amazônia foram resgatadas na região do Baixo Rio Branco em Caracaraí, no Sul de Roraima, na noite dessa quarta-feira (11), segundo divulgado nesta quinta (12) pelo Parque Nacional do Viruá, unidade de conservação administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade (ICMBio). Dois homens foram presos em flagrante, multados em R$ 2,6 milhões pelo tráfico dos animais e conduzidos à Polícia Federal. As tartarugas apreendidas, algumas com até cem anos de idade, foram devolvidas ao habitat natural.

Os animais foram apreendidos ensacados, sendo transportados em duas embarcações conduzidas pelos traficantes para a cidade de Caracaraí, onde seriam vendidos por R$ 200,00 cada, segundo os fiscais que participaram da ação. O flagrante ocorreu em um local próximo à foz do rio Ajarani, no entorno do Parque Nacional do Viruá.

“Recebemos a denúncia de que essa quadrilha estaria agindo na região próxima ao parque, e ativamos imediatamente a operação. O flagrante só foi possível porque agimos à noite, no escuro”, explicou Samuel Rodrigues, técnico do ICMBio. “Quando localizamos os suspeitos, seguimos até que estivessem no meio do rio, e só então fizemos a abordagem para evitar que eles fugissem”, relatou.

A região possui grandes tabuleiros de desova de tartarugas-da-amazônia (Podocnemis expansa), cujas fêmeas se tornam mais vulneráveis à captura no período reprodutivo, durante a estação seca, quando o nível dos rios baixa e se formam as praias de areia.

Segundo os fiscais, quando elas sobem nas praias para depositarem os ovos, os traficantes as viram de casco para baixo, imobilizando-as para serem recolhidas. Então, são aprisionadas durante vários dias nos chamados 'currais'. “Lá, elas são estocadas amontoadas, sem água nem alimento, até o dia do transporte”, explicou Rodrigues.
Depois de avaliados, as tartarugas-da-amazônia
foram devolvidas ao habitat natural
(Foto: Arquivo pessoal/CMBio, IBAMA e CIPA)

No entanto, o principal método de captura é ainda mais cruel. Segundo ele, a grande maioria é capturada com o uso dos chamados “capa-sacos”, uma espécie de rede de malha grossa, que pode chegar a 400 metros de comprimento.

“Eles são estirados de uma margem à outra do rio e ficam abertos para que os animais possam entrar. Há casos em que a gente encontra boto, peixe-boi e outros animais, que muitas vezes acabam morrendo porque não podem subir pra respirar”, destaca.

De acordo com o fiscal do Ibama Carlos Dantas, os dois traficantes presos também tiveram embarcações e motores náuticos apreendidos. No caso da multa, o valor foi duplicado, porque os animais seriam comercializados. “O valor é de R$ 5 mil por animal e foi duplicado por haver interesse pecuniário, para comércio”, explicou.

Segunda operação em uma semana
A apreensão ocorre uma semana após outra operação que resultou no maior resgate de tartarugas adultas dos últimos dez anos em toda a Região Amazônica, quando foram apreendidas e soltas 383 tartarugas, que estavam sob o poder de duas quadrilhas de traficantes. “Na operação anterior, já tinham sido aplicados R$ 7,5 milhões em multas para outros 8 traficantes”, relatou o fiscal.

As ações do Parque Nacional do Viruá já totalizam 1.960 tartarugas da Amazônia resgatadas de traficantes e devolvidas aos rios da região com vida nos últimos cinco anos. O número é um recorde para toda a Amazônia em referência à apreensão e soltura de tartarugas adultas na região. Apenas neste ano, já são 858 tartarugas adultas salvas graças às ações conjuntas.

Segundo a analista do ICMbio Beatriz Lisboa, o sucesso das operações se deve às parcerias com o Ibama, Cipa, às estratégias de inteligência e ao uso de equipamento próprio do parque.

“Apesar de todas essas apreensões se darem fora dos limites da unidade de conservação, a gestão do Parque Nacional do Viruá tem feito um grande esforço para viabilizar essas ações, pois sem a parceria dos órgãos ambientais a população de tartarugas da região seria drasticamente reduzida em poucos anos", assegura.

As ações de combate ao tráfico de quelônios na região seguem até o final do verão, em abril de 2016. Desde 2011, elas são inteiramente custeadas pelo Parque Nacional do Viruá com recursos do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) do Ministério do Meio Ambiente.

fonte: gi.com.br 

sábado, 25 de abril de 2015

Cientistas descobrem exemplar raro de 'minitubarão' de apenas 14 cm

Este foi o segundo exemplar do gênero 'Mollisquama' já encontrado.

Ele estava entre espécies coletadas em 2010 e foi achado em laboratório.

A Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) trabalhou com pesquisadores da Universidade Tulane para identificar o 'mini-tubarão' (Foto: Michael Doosey/Tulane University/Divulgação)

O mini-tubarão estava entre os exemplares coletados em uma missão de 2010 feita pelos pesquisadores da Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) no Golfo do México, na costa do estado da Louisiana. O objetivo da missão era estudar os hábitos alimentares da baleia cachalote, segundo o pesquisador Mark Grace, do Laboratório de Pesca da NOAA em Pascagoula, no Mississippi.Cientistas americanos descobriram em seu próprio laboratório um exemplar raríssimo de tubarão, que só tinha sido encontrado uma única vez antes, no Peru, há 36 anos. O gêneroMollisquama, chamado em inglês de pocket shark, ou tubarão de bolso, tem como peculiaridade seu tamanho – o exemplar descoberto recentemente mede menos de 14 cm – e também sua aparência inofensiva.Mas, ao se deparar com o pequeno tubarão no laboratório, no meio de outras espécies marinhas coletadas, ele pediu a pesquisadores da Universidade Tulane e para um especialista em genética da NOAA examinarem o exemplar mais de perto. O que descobriram foi que ele era muito semelhante ao Mollisquama parini, espécie descrita pela primeira vez em 1979.


Ilustração da espécie rara Mollisquama sp., ou "tubarão de bolso", descoberta por pesquisadores da Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) (Foto: NOAA FishWatch.gov/Divulgação)

Desde então, nenhum outro exemplar tinha sido visto na natureza até a descoberta feita por Grace. A análise do animal levou à sua classificação como o segundo tubarão do gêneroMollisquama já descrito. Algumas diferenças em seu corpo, porém, levaram os cientistas a classificá-lo como uma espécie diferente daquela descoberta em 1979: seu nome científico passou a ser Mollisquama sp.

“O ‘tubarão de bolso’ que encontramos tem apenas 14 cm de comprimento e era um macho recém-nascido”, disse Grace. “Descobri-lo nos fez pensar sobre onde sua mãe e seu pai podem estar, e como eles chegaram ao Golfo. O único exemplar conhecido foi encontrado muito longe, no Peru, há 36 anos.”

O estudo que descreveu a espécie foi publicado nesta quarta-feira (22) na revista científica "Zootaxa".

Tubarão ou cação?
Apesar de existir uma ideia corrente de que um tubarão pequeno deve ser chamado de cação, essa noção está errada, diz o oceanógrafo Ricardo Cardoso, do Aquário de São Paulo.

“Cação é a denominação popular que há muito tempo é dada para a carne de tubarão. Inclusive os pescadores têm a brincadeira de que, quando a gente come ele, é o cação e, quando ele come a gente, é o tubarão.” Na realidade, segundo Cardoso, cação e tubarão são a mesma coisa.

Ele observa que existem muitas espécies de tubarão de pequeno porte, que medem entre 50 cm e 1,2 m. Mas o exemplar encontrado, de 14 cm, pode estar entre os menores já descritos


fonte: g1.com.br
Mariana LenharoDo G1, em São Paulo
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Espécie rara, tubarão-boca-grande fica preso em rede de pesca nas Filipinas

Departamento de Pesca vai investigar causa da morte do animal.
Espécie pode chegar a 5,2 metros e viver por até 100 anos.

Da Reuters

Tubarão-boca-grande é retirado do mar por pescadores nas Filipinas (Foto: Reuters/Rhaydz Barcia)
Pescadores das Filipinas se surpreenderam ao encontrar uma espécie rara de tubarão presa em suas redes de pesca. O tubarão-boca-grande, cujo nome científico é Megachasma Pelagios, tinha 4,5 metros de comprimento.

Ele foi capturado acidentalmente nesta quarta-feira (28) na costa da região central das Filipinas. A espécie pode chegar a até 5,2 metros e viver por até 100 anos.

Foi preciso usar um tipo de uma maca com cabos de aço para retirar o corpo do tubarão da água. O Departamento de Pesca e Recursos Aquáticos da província de Albay, nas Filipinas, vai abrir uma investigação para determinar a causa da morte do exemplar

fonte: http://g1.globo.com/natureza/

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Pescadores encontram tubarão pré-histórico na Austrália


Foto: Daily Mail / Reprodução

Já foram encontrados fósseis deste animal com cerca de 80 milhões de anos


Seus dentes, enfileirados em 25 sequências, são responsávei por não deixar que a presa saia de sua boca



Um grupo de pescadores encontrou um animal pré-histórico durante uma tarde de pesca na cidade de Lakes Entrance, em Victoria, na Austrália. O "tubarão jurássico" foi tirado do mar e levado para especialistas. As informações são do Daily Mail.

Segundo a publicação, a criatura é conhecida como "tubarão-cobra" ou "tubarão-enguia". Esta espécie, que se julgava extinta, tem cerca de dois metros de comprimento e é uma das mais antigas já encontradas vivas nos dias de hoje. Já foram encontrados fósseis deste animal com cerca de 80 milhões de anos.

                                 Foto: Daily Mail / Reprodução

Marrom e com cerca de 300 dentes, o tubarão foi capturado a cerca de 700 metros de profundidade. Nos últimos registros, essa espécie foi encontrada em regiões mais profundas, a 1.200 ou 1.500 metros.


O "tubarão-cobra" possui uma mandíbula longa e flexível, que permite que ele engula a sua presa por inteiro. Seus dentes, enfileirados em 25 sequências, são responsávei por não deixar que a presa saia de sua boca.

fonte: http://noticias.terra.com.br/

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Pescador fisga douradão e bate recorde de 40 anos

Alex Greenman, de 22 anos, estudante de Administração da PUC-RJ, conseguiu o feito
ROBERTO PIMENTEL


Rio - Enquanto o governo federal vai restringindo ainda a mais a pesca em toda a costa,com a proibição de mais de 200 espécies marinhas (veja lista parcial abaixo), nossos pescadores esportivos vão fisgando o que podem, dos liberados, para curtir seu esporte preferido. É o caso de Alex Greenman, de 22 anos, estudante de Administração da PUC-RJ, que brinca de oceânica, quando o assunto é pesca esportiva. Ele fisgou um dourado-do-mar gigante, de 1,80m e 34,96 kg, no litoral do Rio, e estabeleceu novo recorde brasileiro. Com o peixão, Alex detonou marca mantida por 40 anos pelo pescador Francisco Olival, com dourado de 34,2 Kg, pego em 1974. A proeza de Alex aconteceu no último dia do 18º Torneio Marlin Rio, do Iate Clube do Rio de Janeiro, em 15 de novembro.

Alex, de 1,88m, ergue peixão de 34,96 KG e some atrás do giganteFoto: Foto do leitor

Este não foi o primeiro cartolão de Alex. Quando tinha 17 anos, em 2007, ele bateu o recorde mundial juvenil da Associação Internacional de Pesca Esportiva (IGFA), com dourado de 29,6 kg. “Aprendi a pescar com 2 anos de idade e há 15 anos faço pesca oceânica. Esse esporte tá no meu sangue”, se gaba o campeão, que diz ter comemorado o recorde com amigos em festa regada a moqueca com o douradão de quase 35 kg.




DICAS DE PEIXES

Mestre Canarinho

(999538100): As iscas são camarão e lula: Quebra Mar da Barra — corvinota, papa-terra, carapicu e olho-de-cão; Cagarras — pescadinha, corvina, espada e goete; Gragoatá/Boa Viagem — corvina, papa-terra, xerelete e enxoveta; Ilhas Pai e Mãe — pescadinha, corvina, espada e goete.

Carlinhos Piraúna

Ipanema — papa-terra (noite); Arpoador — olho-de-cão e papa-terra (noite); Copacabana — papa-terra (noite); Leme— carapicu e enxoveta (dia); Praia Vermelha — lula (noite); Pista Claudio Coutinho — marimbá (dia), olho- de-cão (tarde/noite); Murinho da Urca — enchoveta; Flamengo (Pirâmide) — carapicu (final da tarde).

Gilberto Ohoishi

(99839-6442) para pesca embarcada: em Arraial do Cabo, na Praia Grande — tira-e-vira, lanceta e corvina; Boca da Barra — maria-mole, castanha e goete; na Ponta da Prainha — maria-mole, goete e espada (final da tarde); no Saco do Cherne — pargo e olho-de-cão; Largo da Ilha — olho-de-cão e pargo.

fonte: http://riodejaneiro.ig.com.br/

sábado, 6 de dezembro de 2014

Descoberta nova espécie de peixe em poça de água doce

Austrolebias bagual: ele pertence aos “peixes anuais”, grupo que têm ciclo de vida regido pelo clima
Suzana Camargo, do Planeta Sustentável

São Paulo - O Austrolebias bagual, que ainda não recebeu nome popular, foi encontrado em uma área de apenas um hectare no Pampa gaúcho, em Encruzilhada do Sul, interior do Rio Grande do Sul.

Da família Rivulidae, a nova espécie identificada tem somente cinco centímetros e possui padrão de colorido único nos machos - a nadadeira dorsal apresenta manchas negras na vertical e o corpo marrom claro acinzentado também tem o mesmo tom de listras.

A descoberta foi divulgada pela publicação internacional AQUA – International Journal of Ichthyology.

O Austrolebias bagual pertence ao grupo chamado de “peixes anuais”, que têm ciclo de vida regido pelo clima.

Por viverem em poças temporárias, os indivíduos adultos morrem a cada vez que a seca atinge a região. Mas as fêmeas depositam os ovos na terra.

“Quando as poças secam, ocorre uma pausa no desenvolvimento dos embriões, conhecida como diapausa. Apenas quando volta a chover e o ambiente se torna favorável, os ovos voltam a se desenvolver e eclodem”, explica Matheus Volcan, pesquisador e vice-coordenador do Instituto Pró-Pampa.

Segundo a pesquisa, que teve apoio da Fundação Boticário, a bacia do Rio Camaquã, onde o Austrolebias bagual foi descoberto, ainda é pouco estudada e por isso sua biodiversidade é desconhecida.

“Marcamos o início de um processo de ampliação do conhecimento. Queremos definir regiões prioritárias e propor ações de conservação para as espécies”, explica Volcan.

Apesar da boa notícia, os cientistas revelam que a nova espécie já sofre risco de extinção.

Os peixes de água doce estão entre os mais ameaçados, devido ao aumento de períodos de seca e a formação de poças e lagoas. Além disso, o crescimento de áreas agrícolas no Rio Grande do Sul torna os animais ainda mais vulneráveis.

Este foi justamente um dos motivos para a escolha do nome Austrolebias bagual.

Os gaúchos costumam usar o termo “bagual” para se referir a pessoas corajosas e destemidas. A torcida agora é que o peixinho valente consiga sobreviver e se procriar num planeta cada vez mais quente.

fonte: exame.abril.com.br
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