segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Novos peixes




Três espécies, coletadas em 2007 e 2009, aguardam publicação em revista científica


Pelo menos três novas espécies de peixe devem ser acrescentadas, em breve, à lista dos animais presentes na Amazônia. Pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi, referência em pesquisa científica neste bioma, coletaram os exemplares em 2007 e 2009, mas só agora ganharam divulgação. 

As descobertas foram feitas por alunos do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica, apoiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Os trabalhos tiveram orientação do pesquisador Wolmar Benjamin Wosiacki, curador da Coleção de Ictiologia do Goeldi.
 
"Quando descobrimos uma espécie, temos de confrontá-la com outros espécimes e analisar acervos científicos para ter certeza de que ela é nova", explica Wosiacki. O próximo passo, portanto, será a publicação das descobertas em revistas científicas, quando deve ser determinado o nome específico de cada nova espécie encontrada.
 
Um dos peixes descobertos pertence ao gênero Hyphessobrycon, que vive em rios e lagos da África e da América. A nova espécie foi analisada pela bolsista Marilena Carvalho da Silva e tem algumas diferenças em relação a outras do grupo, como uma mancha escura na nadadeira da cauda.
 
Outro exemplar, pesquisado pelo bolsista Luiz Antônio Wanderley Peixoto, é do gênero Tetranematichthys. Ele coletou o animal em 2007, entre a foz do Rio Negro e a do Trombetas, no Baixo Amazonas.
 
Já a bolsista Tamires Danielle Viana analisou uma nova espécie do gênero Hemigrammus. Segundo ela, há cerca de 43 espécies já reconhecidas deste gênero, distribuídas nos rios Amazonas, Orinoco, Paraná-Paraguai, no São Francisco e em rios das Guianas e Suriname
fonte Globoamazônia

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Onda de frio mata 6 milhões de peixes no oriente da Bolívia

O prefeito da boliviana Santa Cruz de la Sierra (oriente) declarou alerta na região pela morte de 6 milhões de peixes por causa da onda de frio que atingiu o país nas últimas semanas, informou hoje (03/08) uma fonte oficial.


Em julho, as temperaturas na região chegaram a ficar negativas, em outros anos os termômetros costumavam marcar 20ºC


O Governo declarou "alerta laranja", um código interno de emergência, após verificar a morte de milhões de peixes em 300 quilômetros do curso dos rios Grande, Piraí e Ichilo, situados em uma região tropical que foi afetada pelo frio. Para o prefeito, Rubén Costas, o episódio é uma "catástrofe ambiental" provocada pela queda brusca das temperaturas no país, algo que não ocorria nos últimos 47 anos. 

Segundo ele, as brigadas ambientais que visitaram os locais afetados constataram que os três rios estão contaminados pelos peixes mortos, por isso emitiu alerta à população para não utilizar a água dessa região.

O governo enviará equipamentos às localidades situadas nas margens dos rios para que a população possa se abastecer de água potável. Costas disse que nos próximos dias vai emitir uma proibição à pesca nos afluentes e também à caça, a fim de "repovoar" progressivamente a fauna nessa região. A onda de frio polar que castigou o Cone Sul em julho ocasionou uma queda brusca da temperatura no sul e oriente da Bolívia, inclusive negativas, enquanto o normal é acima dos 20 graus nessa região.


fonte: ultimosegundo.ig.com.br

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Amplo censo da vida marinha revela biodiversidade dos oceanos

Grupo de 360 cientistas fizeram levantamento inédito da vida marinha do planeta durante dez anos

O peixe-dragão, uma das espécies catalogadas pelo censo, tem dentes até na língua , mas é do tamanho de uma banana

WASHINGTON — Caranguejos, lagostas e outros crustáceos são as espécies mais comuns nos oceanos e nos mares da Austrália e do Japão, cujas águas são as mais variadas, de acordo com um censo da vida marinha divulgado nesta segunda-feira.

"Fizemos uma descoberta. Aprendemos coisas novas", disse à AFP Jesse Ausubel, um dos fundadores do projeto Censo da Vida Marinha, que reuniu a extensa pesquisa.
As águas do Japão e Austrália abrigam cada uma cerca de 33.000 formas de vida que foram alçadas à categoria de "espécie".
As águas da China, do Mar Mediterrâneo e do Golfo do México também estão na lista das cinco regiões marinhas com maior biodiversidade, segundo o censo preliminar na divulgação dos dados na Biblioteca Pública de Ciências (PLoS ONE).
O ambicioso censo é o resultado de uma pesquisa realizada por 360 cientistas a um custo de 650 milhões de dólares ao longo de dez anos.
Os cientistas combinaram as informações obtidas durante séculos com dados novos obtidos durante o censo da última década para criar uma lista de espécies em 25 regiões, da Antártica ao Ártico, passando pelos mares temperados e tropicais.

O inventário será completado com informações obtidas em países como Indonésia, Filipinas, Madagascar e no Mar da Arábia, em um trabalho mais amplo que será divulgado em outubro.

Mesmo com isso, o inventário ficará incompleto, indicou Nancy Knowlton, da Smithsonian Institution e responsável pela pesquisa nos recifes de corais.

"O oceano é simplesmente tão amplo que depois de dez anos de trabalho duro, ainda temos apenas instantâneos, embora alguns muito detalhados, do que o mar abriga", indicou Knowlton.

Até agora, o estudo cadastrou por volta de 10.750 espécies conhecidas e com nome em determinadas regiões, e os pesquisadores acreditam que, para cada espécie conhecida, haja pelo menos quatro a serem descobertas.

E a descoberta de que os crustáceos são os mais numerosos, mudará a forma como os seres humanos apreciam o mar.

"Quando nós homens pensamos no oceano, pensamos em peixes e em baleias", disse Ausubel.

"Mas os grandes mamíferos representam apenas 2% da diversidade; e os peixes, 12%. Deveríamos pensar primeiro em crustáceos e moluscos", acrescentou.

Quase a quinta parte de toda a vida marinha é composta de crustáceos, seguidos de perto pelos moluscos --lula, polvos, caramujos e lesmas-- que representam 17%.

Depois, com 12%, estão os peixes, entre os quais estão os tubarões.

Os micro-organismos unicelulares das famílias dos protozoários e das algas, assim como outros tipos de organismos com forma de planta, estão em quarto lugar, com 10%.

Os conhecidos mamíferos marinhos, como as baleias, estão incluídos nos vertebrados categoria "outros" e representam apenas uma pequena parte da biodiversidade marinha.

As algas, protozoários, aves e mamíferos marinhos que cruzam com frequência os oceanos do mundo são consideradas as espécies mais cosmopolitas, já que foram registradas em mais de uma região.

As víboras luminosas --ou Chauliodus Sloani-- são encontradas em mais de um quarto dos mares do mundo.

Os cientistas envolvidos no inventário da vida marinha consideram que é preciso catalogar as espécies que estão em risco de extinção.

"As espécies marinhas sofreram um grande declínio --em alguns casos as perdas são de 90% -- devido às atividades humanas e muitas entram direto em extinção, como aconteceu com muitas espécies terrestres", disse Mark Costello, da Universidade de Auckland, Nova Zelândia, ao explicar a urgência de se completar o inventário.


fonte: Google



Lesma marinha, no Mediterrâne



Anêmona nas profundezas do Mediterrâneo

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Inpa mostra em Natal objetos feitos com couro de peixes da Amazônia

MANAUS -  Objetos feitos a partir de couro de peixes amazônicos serão expostos nesta semana pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) na reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que acontece em Natal. A ação é fruto de um esforço do instituto em desenvolver técnicas para não desperdiçar as milhares de peles que são descartadas diariamente em Manaus.
Carteira feita a partir do couro de peixe. Foto: Portal Amazônia/arquivo



fonte Portal Amazônia

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Cerca de 200 cevas são apreendidas durante operação em trecho do Rio Cuiabá


O superintendente de Fiscalização da Sema, tenente-coronel PM Paulo Serbija, explicou que a operação tem caráter orientativo. 
Cerca de 200 cevas já foram retiradas do Rio Cuiabá, entre a Ponte Sérgio Mota e a comunidade de Bom Sucesso, na operação de fiscalização deflagrada nesta terça-feira (27.07), pela Superintendência de Fiscalização da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) e policiais que integram o Batalhão Ambiental da Polícia Militar.


A operação de fiscalização irá percorrer cerca de 80 quilômetros do Rio Cuiabá até o município de Barão de Melgaço, localizado a 113 quilômetros ao sul da capital. As equipes retornam a Cuiabá na próxima sexta-feira (30.07). 

O superintendente de Fiscalização da Sema, tenente-coronel PM Paulo Serbija, explicou que a operação tem caráter orientativo. “Esse tipo de pesca predatória, causa um grande desequilíbrio ao meio ambiente tornando os peixes presas fáceis, além de causar perigo às embarcações”. O superintendente acompanhou o início da operação nesta manhã de terça-feira, junto com a equipe de fiscais e policiais militares.


“Nem toda a população tem consciência dos seus direitos e deveres relacionados a pesca. Nossa orientação é para que as pessoas procurem o órgão ambiental e se informem a respeito”, destacou o superintendente.


Todos os materiais apreendidos - galões e bóias - serão levados para o deposito localizado no distrito industrial e posteriormente doados a instituições de caridade para serem reutilizados como reciclados.


Esta é a primeira etapa da operação deflagrada após varias denunciadas enviadas à Coordenadoria de Fiscalização de Pesca. Uma segunda etapa, de caráter repressivo, é planejada para daqui a trinta dias.

LEI – A Lei n° 9.096, de 16 de janeiro de 2009, dispõe sobre a Política de Pesca no Estado de Mato Grosso. Segundo a lei, a ceva são os alimentos que se colocam em lugar determinado para atrair recursos pesqueiros.


A lei diz também que o exercício e o manejo das atividades de pesca deverão assegurar o equilíbrio ecológico, a conservação dos organismos aquáticos e a capacidade de suporte dos ambientes de pesca, mediante a observância dos seguintes princípios: da preservação e conservação da biodiversidade e do cumprimento da função social e econômica da pesca. 

Entre as modalidades proibidas de pesca, elencadas nos artigos 25 e 26 da Lei estão a armadilha tipo tapagem; covo, pari e jiqui, exceto para captura de iscas vivas; cercado e qualquer outro aparelho fixo, exceto anzol de galho e estaca que serão regulamentados pelo Cepesca; aparelho tipo elétrico, sonoro (sonar) ou luminoso; fisga, gancho (exceto garateia quando fizer parte do corpo da isca artificial), arpão e espinhel; tarrafão, rede de qualquer natureza (exceto rede de arrasto para captura de peixes ornamentais ou ceva com fixação permanente ou com utilização de equipamentos mecânicos, entre outras formas consideradas pesca predatória.


No caso de infração às normas estabelecidas na lei, os infratores são autuados e o produto da pesca, petrechos, equipamentos, veículos e embarcações de pesca, são apreendidos, lavrando-se os respectivos termos e aplicando a multa prevista que varia de R$ 100,00 a R$ 1 milhão, depende da quantidade de material e pescado apreendido.


Os materiais apreendidos são descaracterizados, destruídos ou no caso de pescado, são utilizados para fins de pesquisa científica pelo órgão ambiental ou doados.


Em relação a reincidência específica, a multa imposta pela prática na nova infração terá valor aumentado ao triplo. 


O coordenador de Fiscalização de Pesca da Sema, Carlos Cesário, lembrou que o grande problema da ceva é a dificuldade em identificar o proprietário. Desde janeiro deste ano até agora, a Sema já emitiu 88 notificações. “Essas notificações são aquelas que conseguimos identificar os proprietários”, explicou ele. Nas operações que realizam ao longo dos rios, os fiscais da Sema costumam retirar muitos galões e boias utilizadas nesse tipo de pesca predatória. 


Conforme o coordenador, o trecho de maior incidência desse tipo de pesca predatória localiza-se a partir de Bom Sucesso até região da Barra do Aricá e daí até Barão de Melgaço, nesse caso, em função do maior número de pousadas.

fonte /www.expressomt.com.br

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Acidente ambiental no Rio Itabapoana

Um vazamento de produtos tóxicos na empresa de Mineração Samarco, no município de Espera Feliz, em Minas Gerais, preocupa a Defesa Civil no Estado do Rio de Janeiro e pode causar suspensão no fornecimento de água em dois distritos da região norte de Campos, no município de São Francisco de Itabapoana e em cidades do Noroeste Fluminense. O vazamento ocorreu após o rompimento de uma barreira na mineradora, lançando os produtos no Rio São João, que desemboca no Rio Itabapoana. Ainda não se sabe a quantidade que foi lançada.
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Uma equipe da Defesa Civil Estadual, comandada pelo coronel Moacir Pires, está na cidade mineira para fazer uma primeira avaliação com autoridades ambientais do Estado dos danos causados, da dimensão do vazamento e para saber se ele pode ser contido antes de chegar ao Estado do Rio. O vazamento seria de lama com óxido de ferro e de alumínio e já causou a mortandade de muitos peixes desde a madrugada do último sábado, dia 23, quando houve o rompimento da barreira.
Nahim determina prontidão da Defesa Civil
O prefeito de Campos, Nelson Nahim, determinou neste domingo (25) que a Defesa Civil Municipal fique de prontidão e tome medidas preventivas, caso haja necessidade da suspensão no abastecimento de água nos distritos de Santa Maria e Santo Eduardo. O secretário municipal de Defesa Civil, Marco Soares, reúne-se com o secretário municipal de Meio Ambiente, Humberto Nobre, na manhã desta segunda-feira (26), para fazer uma avaliação e em seguida emitir nota oficial sobre o caso. “Se for necessário, daremos início às ações de emergência, a fim de que Santa Maria e Santo Eduardo não fiquem sem água. Recebemos uma determinação do prefeito Nahim no sentido de monitorar o caso e tomar todas as providências”, disse Marco Soares.
Posição de Águas do Paraíba
O assessor de imprensa da concessionária Águas do Paraíba, Adelfran Lacerda, disse no final da noite de domingo (25) ao Campos 24 Horas que as primeiras informações são de que a contaminação foi por produtos não-tóxicos, razão pela qual não haverá necessidade de uma ação para contenção no Rio Itabapoana.
“Mesmo assim, se houver a necessidade da suspensão no abastecimento em Santa Maria e Santo Eduardo, seria dentro de 72 horas e não haveria transtornos para a população, já que o abastecimento seria feito em carro-pipa. Estamos tranqüilos”, afirmou Lacerda.
Marco Soares, confirmou o acidente em conversa telefônica com o secretário de Meio Ambiente de Espera Feliz.  O secretário mineiro adiantou que o vazamento foi provocado pelo deslocamento da barragem da Mineradora Samarco.
A equipe do Campos 24 Horas acompanha o caso e divulga a qualquer momento outras informações
Em março de 2006, vazamento atingiu o Rio
Resíduos usados na limpeza de um tipo de minério, a bauxita, vazaram em março de 2006 em uma empresa de Minas Gerais, atingiu o estado do Rio de Janeiro em março de 2006. Quatrocentos milhões de litros chegaram a um afluente do rio Paraíba do Sul.
A empresa de mineração faz parte do grupo Cataguazes, mesmo nome de outra firma, a Cataguazes Celulose, que causou um dos maiores acidentes ambientais do país, em março de 2003, quando quatro municípios da região ficaram sem água. Na época, 1,2 bilhão de litros de resíduos tóxicos vazaram. Os donos da empresa foram presos e condenados ao pagamento de altas multas.
Atividades poluidoras
Os rios que cortam a região apresentam teores elevados de metais pesados, como chumbo e zinco, que são tóxicos, por causa da prática de atividades de empresas de beneficiamento e fundição de minérios de chumbo e prata. Além dos resíduos de mineração, elas também lançam, há aproximadamente 40 anos nos rios, resíduos da metalurgia.
fonte: www.cardosomoreira.com



quinta-feira, 22 de julho de 2010

Peixe na alimentação é saúde!



Além do saboroso, o consumo de peixe é muito nutritivo e deveria estar sempre em nossa alimentação. Para começar, o peixe é rico em proteínas, como qualquer outra carne. Por isso, quem quer deixar de lado a carne vermelha, estará bem nutrido comendo peixe. Além disso, tem grande quantidade de minerais, entre eles cálcio, fósforo, iodo e cobalto, e é também fonte das vitaminas A, D e B

E a melhor notícia é que peixe tem pouca gordura! É claro que existem algumas espécies gordurosas, mas, em geral, o peixe tem bem menos gordura do que carne vermelha e frango, e isso faz com que sua digestão seja mais rápida.

E peixe é ótimo para quem quer perder peso e controlar o nível de colesterol no sangue! Algumas espécies de peixe, principalmente aqueles de água fria, são ricos em ômega-3, que é um tipo de gordura bastante benéfica à nossa saúde.

O ômega 3 diminui o risco de doenças cardíacas, aterosclerose (endurecimento das artérias) e ajuda nas inflamações, no desenvolvimento cerebral e na regeneração das células nervosa

E, por agir nas células nervosas, o ômega-3, encontrado no peixe, ainda pode ajudar no tratamento da depressão, ansiedade e problemas de sono.
Esse tipo de gordura auxilia, ainda, no tratamento da pressão alta, na coagulação do sangue, no alivio das dores causadas pela artrite reumatóide, na proteção da pele contra raios ultravioleta e inflamações.

Por isso, o peixe é um excelente alimento para o desenvolvimento escolar de crianças e adolescentes e não pode faltar na alimentação dos idosos, já que diminui o risco de desenvolvimento do mal de Alzheimer, demência e cansaço mental.

Por isso, o peixe é um excelente alimento para o desenvolvimento escolar de crianças e adolescentes e não pode faltar na alimentação dos idosos, já que diminui o risco de desenvolvimento do mal de Alzheimer, demência e cansaço mental.

Pode ser introduzido na alimentação da criança (juntamente com carne de boi e frango) assim que esta começar a receber os alimentos complementares (em torno de 6 meses de idade), exceto se houver historia familiar de alergia a peixe. Neste caso, sua introdução pode esperar mais um pouco e, quando realizada, deve ser ofertado um tipo de peixe de cada vez e a criança ficar sob observação. Uma ótima alternativa é o cação, devido não ter espinhos. A introdução de peixe na alimentação da criança é importante, para garantir o suprimento de ferro de boa disponibilidade e proteger-lhe do risco de anemia.

fonte: www.copacabanarunners.net

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Onça ataca e fere menino em pescaria em Mato Grosso

Um turista de 16 anos foi atacado e ferido por uma onça durante uma pescaria no Pantanal de Mato Grosso, na região de Cáceres (210 km de Cuiabá).

João Victor Braz sofreu ferimentos graves na cabeça, passou por cirurgia e está internado em observação na UTI do hospital regional da cidade.
O jovem integra um grupo de turistas que veio de Minas Gerais e ocupava um barco-hotel no rio Paraguai desde o domingo (11).
O ataque ocorreu no final da tarde quarta-feira, quando Braz e outros dois pescadores decidiram usar um barco menor para pescar nas proximidades da margem do rio.
"Quando o barco se aproximou da vegetação fechada da margem, a onça surgiu, atacou o rapaz pela cabeça e o puxou para fora do barco", relata o capitão Pedro Garcia, da Agência Fluvial da Marinha em Cáceres.
O turista só foi salvo pela intervenção do piloto do barco, que usou um remo para afugentar a onça. "Já tivemos notícia de ataques, mas sempre em áreas de mata. Na beira do rio, é algo muito raro", disse o capitão.
Braz é a segunda vítima de ataques de onça na região neste ano. O caso mais grave ocorreu em 2008, quando dois animais mataram o pescador Luiz Alex da Silva Lara, 22.

Fonte: www1.folha.uol.com.br

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Peixes importados do Vietnã geram crise em Massaranduba


Venda de peixes tem queda de 80%. Importação de pescados do Vietnã prejudica o mercado da piscicultura no Vale do Itapocu.


Daiana Constantino


Produtores de peixes da região estão preocupados com a queda nas vendas, que teve uma redução de 80% nos últimos três meses.


Conforme a Apisma (Associação de Piscicultores de Massaranduba), a crise no setor se estabeleceu depois de um acordo comercial entre o governo federal e o Vietnã firmado em 2009, possibilitando a importação do pescado produzido naquele país. Os pangasius, conhecidos como “panga”, são comercializados por menos da metade do preço, já que a produção do peixe utiliza mão de obra barata. O produto vietnamita concorre com os pescados linguado, garoupa, bagre e tilápias. Enquanto um quilo de filé de peixe da produção local custa R$ 16, o importado vale R$ 4.


Segundo o presidente da Apisma, Vilmar Rossi, as condições atuais do mercado da piscicultura podem inviabilizar a atividade econômica. “Isso vai comprometer a cadeia produtiva dos peixes, insumos, equipamentos e emprego”, enfatiza. Para se ter ideia, mais de 50 famílias no município sobrevivem somente do cultivo de peixes. Os principais compradores são Paraná e São Paulo. “Está sobrando peixe”, completa.


“Por que o governo federal doou 25 máquinas para o Estado, criou o Ministério da Pesca, disponibilizou créditos para os agricultores e ao mesmo tempo abriu as fronteiras para o Vietnã?”, questiona. Rossi continua: “O que levamos 15 anos para construir (tempo que a piscicultura é fomentada na cidade) estão destruindo nesses três meses”, critica.


fonte: www.ocorreiodopovo.com.br

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Casal leva susto após peixe cair do céu

Duas gaivotas estavam lutando, quando algo caiu do céu.
'Foi como uma cena do filme Tá Chovendo Hambúrguer', disse Eileen.

Um casal levou um susto no mês passado em Milton, no estado de Massachusetts (EUA), quando um peixe caiu do céu, segundo reportagem publicada na segunda-feira pela emissora "WCVB TV".
Segundo o casal Paul e Eileen Wals, duas gaivotas estavam lutando no céu, em 21 de junho, quando algo caiu repentinamente no terreno do casal.
Quando foram ver o que era, o casal encontrou um peixe. "Foi como uma cena do filme 'Tá Chovendo Hambúrguer'", disse Eileen
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