Com a promulgação da Lei 11.959, de 29 de junho de 2009 a emissão da Licença da Pesca Amadora, antes do IBAMA, passou a ser de competência do Ministério da Pesca e Aquicultura – MPA, que agora disponibiliza este serviço em meio on line. Seguem abaixo as novidades que foram incorporadas na nova “licença”, bem como, informações importantes sobre as quais o pescador amador deverá estar ciente.
NOVIDADES
Você que solicitou sua licença no sítio do IBAMA e deseja imprimir a versão definitiva, clique aqui.
INFORMAÇÕES IMPORTANTES
As Licenças temporárias da Pesca Amadora obtidas por meio do sítio do IBAMA até 30/6/2010 deverão ser solicitadas em caráter definitivo por meio do sítio do MPA, clicando aqui.
A Licença para Pesca Amadora do MPA é válida em todo território nacional e, uma vez licenciado, o pescador pode pescar em qualquer região do país, não havendo necessidade de pagamento da licença estadual. No entanto, as normas estaduais devem ser respeitadas quando forem mais restritivas do que a norma federal. O limite de cota de captura e transporte federal de pescado por pescador é de 10 kg mais um exemplar para águas continentais e 15 kg mais um exemplar para águas marinhas e estuarinas.
A licença de pesca amadora é individual, portanto o boleto, após impresso, somente pode ser pago uma única vez.
A licença provisória apenas terá validade mediante a apresentação do comprovante de pagamento bancário.
Não é preciso tirar duas ou mais licenças, a categoria C cobre a categoria B e a categoria B cobre a categoria A, porém a licença para pesca subaquática - categoria C- é recomendada somente para quem pratica a pesca subaquática (de mergulho).
CLIQUE AQUI PARA INICIAR O PREENCHIMENTO DOS DADOS
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quarta-feira, 6 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Seca do Rio Xingu por causa de Belo Monte preocupa mais do que alagamento
A redução da vazão do Rio Xingu decorrente da construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte vai provocar impactos mais fortes à população local do que a criação do lago pela barragem. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a alteração do ciclo hídrico do rio vai diminuir a vazão em uma extensão de 100 quilômetros à jusante da chamada Volta Grande do Xingu, onde será construída a usina.
Para os povos indígenas que vivem na região, a redução da vazão pode inviabilizar a navegação no Rio Xingu, principal meio de transporte dos habitantes daquela região amazônica, de acordo com o secretário adjunto do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Cléber Buzatto. Ele diz que o secamento também vai provocar uma redução no volume de pescado, base da alimentação e uma das principais fontes de renda da população ribeirinha. “O governo considera como impacto somente o que será alagado, mas a área do rio onde haverá o secamento também deve ser avaliada”, alerta Buzatto.
O Movimento Xingu Vivo para Sempre calcula que cerca de 50 mil pessoas da região serão atingidas pelos alagamentos e pela seca provocados pela usina. Antônia Melo, da coordenação do movimento, estima que 15 mil famílias que vivem da agricultura familiar devem sair de suas casas, pois perderão áreas de plantio.
Fonte: Agência Brasil
Para os povos indígenas que vivem na região, a redução da vazão pode inviabilizar a navegação no Rio Xingu, principal meio de transporte dos habitantes daquela região amazônica, de acordo com o secretário adjunto do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Cléber Buzatto. Ele diz que o secamento também vai provocar uma redução no volume de pescado, base da alimentação e uma das principais fontes de renda da população ribeirinha. “O governo considera como impacto somente o que será alagado, mas a área do rio onde haverá o secamento também deve ser avaliada”, alerta Buzatto.
O Movimento Xingu Vivo para Sempre calcula que cerca de 50 mil pessoas da região serão atingidas pelos alagamentos e pela seca provocados pela usina. Antônia Melo, da coordenação do movimento, estima que 15 mil famílias que vivem da agricultura familiar devem sair de suas casas, pois perderão áreas de plantio.
Fonte: Agência Brasil
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Pescadores do Pará são vítimas dos “ratos d’água”
Os piratas dos rios agem durante o dia, mas principalmente à noite. Eles andam em grupo, armados, encapuzados e atacam em lanchas velozes. Um dos alvos dos assaltantes é o motor das embarcações
Um novo tipo de crime na região amazônica está deixando os pescadores do Pará com medo de trabalhar à noite. Ladrões armados atacam os barcos que navegam pelos rios que cortam o estado. A reportagem é de Nielsen Martins.
Repórter - Eles são alvos fáceis para os bandidos. Navegar pelos rios do Pará é um risco constante, diz o ribeirinho.
Entrevistado - Eles pegam, às vezes jogam para o porão todo mundo, trancam nos camarotes. Se reagir, eles jogam na água, ou atiram.
Repórter -O comandante de embarcação tem medo de aparecer. Ele e outros donos de barcos se armaram, querem se defender dos assaltantes chamados ratos d’água. Até bombas caseiras são fabricadas para espantar os invasores.
ENTREVISTADO: Alguns se armam com cartucheira, rifle, essas coisas, né, arma caseira. Eles roubam e matam.
Repórter - Nestas imagens exclusivas feita pela polícia, os agentes correm sobre pontes de madeira para evitar a fuga de integrantes de uma quadrilha especializada em assaltos nos rios. Dois são presos. As buscas continuam nas florestas da Ilha do Marajó. A escuridão dificulta o trabalho dos policiais. Estes homens tentam fugir em uma canoa, mas não conseguem.
ENTREVISTADO: Pra todo lado que eu vou, falam que eu roubo, mando roubar. Eu quero que vocês peguem esses bandidos.
Repórter - Os piratas dos rios agem durante o dia, mas principalmente à noite. Eles andam em grupo, armados, encapuzados e atacam em lanchas velozes. Um dos alvos dos assaltantes é o motor das embarcações. Que é retirado e vendido para oficinas clandestinas da região.
ENTREVISTADO:Motor que vai no porão eles levam tudo. Dinheiro, o anel, se for de ouro, eles vão levando com tudo… Cordão.
REPÓRTER: Só nesta operação da Divisão de Combate ao Crime Organizado, 30 assaltantes foram presos.
fonte: noticiasdaamazonia.com.br
sábado, 25 de setembro de 2010
ONG britânica escolhe Fotógrafo de Meio Ambiente de 2010
O alemão Florian Schulz pelo registro de um grande grupo de arraias na costa do México. Veja as fotos finalistas
Alex Marttunen foi finalista da categoria Sub-16. Intitulada 'Lar, Doce Lar', a foto mostra um caranguejo usando o gargalo de uma garrafa em vez de uma concha
A edição de 2010 do prêmio Fotógrafo de Meio Ambiente do Ano da ONG britânica Instituto para a Gestão do Meio Ambiente e da Água (CIWEM, na sigla em inglês) premiou o alemão Florian Schulz pelo registro de um grande grupo de arraias na costa do México.
A competição aceita inscrições de amadores e profissionais contanto que seus trabalhos reflitam questões climáticas, sociais e a natureza.
Criado em 2008, o prêmio já é considerado uma referência internacional.
As fotos são julgadas em cinco quesitos: impacto, criatividade, originalidade, composição e qualidade técnica.
Os vencedores das diversas categorias do concurso irão participar de uma mostra na galeria londrina The Air entre 25 e 30 de outubro.
As fotos são julgadas em cinco quesitos: impacto, criatividade, originalidade, composição e qualidade técnica.
Os vencedores das diversas categorias do concurso irão participar de uma mostra na galeria londrina The Air entre 25 e 30 de outubro.
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Homem 'brinca' com arraia de estimação e é atacado com ferrão venenoso
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| (Foto: Barcroft Media/Getty Images) |
'A arraia pensou que estava sob ataque', disse Woo Chee Kun.Ele sobreviveu porque ferrão perfurou apenas dois centímetros.Woo Chee Kun foi atacado por uma arraia de estimação. O cingapurense Woo Chee Kun, de 38 anos, que trabalha em Chengdu, na província chinesa de Sichuan, foi atacado por uma arraia de estimação, quando tocou acidentalmente a cauda do animal dentro do tanque de água.
Ele acabou salvo com a ajuda da mulher. "Eu pensei nos filmes de Kung Fu que havia assistido e imediatamente tentei sugar o veneno com a boca", disse a mulher de Woo. “Eu pensei que ia perdê-lo", acrescentou ela, já que o ferrão da arraia é extremamente venenoso.
Woo contou que havia comprado a arraia para colocá-la no tanque com outras três que ele mantém em sua casa. "Ela pensou que estava sob ataque e, por isso, utilizou seu ferrão para furar minha barriga", afirmou.
Segundo o hospital Huaxi, Woo teve sorte que o ferrão perfurou apenas dois centímetros. "Se fosse mais profundo, teria perfurado o abdômen", afirmou sua mulher
fonte: g1.globo.com
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
DICAS PARA OS USUÁRIOS DE MOTORES DE POPA
1) Para motores "2 tempos", use sempre óleo TCW3. Lembre-se de ter óleo de reserva, pois você não o encontra em todos os postos de gasolina ;
2) motores usados no litoral devem trabalhar com a proporção de 40/1. Em água doce, a proporção deve ser de 50/1 (válido para motores sem autolub);
3) Quando ficar vários dias sem usar seu motor, funcione-o até esgotar a gasolina do carburador. Se o seu motor tiver válvula no conector, aperte-o para entrar ar na tubulação e secar a bomba de gasolina;
4) Se seu motor estiver com o rotor de bomba d'água original, esse tem validade de 3 anos ou 60 horas de uso em média, dependendo do tipo de água;
5) Se o rotor de seu motor for paralelo, sua troca deverá ser feita a cada ano ou 30 horas de uso em média;
6) O óleo da rabeta deverá ser trocado a cada 60 horas. Verificar o nível a cada 30 horas. Observar se não tem água misturada;
5) Todo usuário de motores de popa deve ter de reserva junto ao barco algumas peças: hélice, velas e um rotor de bomba d'água. Mesmo que você não saiba trocar, sempre terá alguém para lhe ajudar;
7) Se seu motor for com comando a distância, é interessante transferir o "mijador"de água para perto de você com alguns metros de mangueira de borracha. Dessa forma, você estará sempre observando qualquer falha que poderá ocorrer na refrigeração;
8) Lavar o motor em água doce após usa-lo em água salgada, funcionando por alguns minutos. Só isso não basta. Veja abaixo, no menu serviços, o item: "Marinização de motores de popa";
9) Vantagens do motor 2 tempos: Mais leve, maior potência e manutenção mais barata;
10) Desvantagens do motor 2 tempos: Mais barulhento, consome mais gasolina e mais óleo. É muito poluente para o ar e para a água;
11) Vantagens do motor 4 tempos: É muito silencioso, consome pouco combustível e pouco óleo. Não usa óleo junto com o combustível. O óleo fica no carter (dentro do motor). Sabendo usa-lo é mais durável;
12) Desvantagem do motor 4 tempos: É mais caro que o motor 2 tempos, tem manutenção mais cara, é mais pesado e tem menos potência.
fonte: gmpopa.vilabol.uol.com.br
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Piranha
O nome "piranha" é derivado da linguagem dos índios Tupis, nativos do Brasil. Ele é uma combinação da palavra tupi pira, ou "peixe" e ranha, que significa "dente" A Piranha é um peixe da América do Sul .
As piranhas são um grupo de peixes carnívoros de água doce que habitam alguns rios da América do Sul.
Eles pertencem a cinco gêneros da subfamília Serrasalminae (que também inclui peixes como pacus e dourados).
A Piranha, peixe muito encontrado na Amazônia, frequenta os filmes de suspense como sendo um peixe predador. Embora piranhas atinjam cerca de 60 cm, a maioria tem cerca de 20 cm da cabeça à cauda e pesa apenas um pouco mais de um quilo. A mais cruel das aproximadamente 20 espécies encontradas no rio Amazonas (em inglês), a piranha de barriga vermelha (Pigocentrus naterreri), está na extremidade pequena do espectro e normalmente pesa cerca de 1,36 kg. A próxima espécie mais agressiva é a piranha negra, (Serrasalmus rhombeus), que tende a ser maior que as barrigas vermelhas.
No caso das piranhas não é o tamanho que conta. São os dentes. Os dentes do peixe têm apenas cerca de 4 mm de comprimento, mas funcionam como verdadeiras navalhas, e o mecanismo completo da mandíbula é projetado para eficiência da mordida.
Os dentes são espaçados em padrão entrelaçado, de modo que quando a mandíbula de uma piranha se fecha com um estalido, os dentes superiores e inferiores se entrelaçam como dezenas de tesouras afiadas. As mandíbulas são incrivelmente fortes: algumas pessoas que perderam dedos dos pés para piranhas realmente perderam o dedo inteiro, inclusive o osso.
O motivo pelo qual piranhas podem devorar um animal grande como uma vaca até o esqueleto com tanta rapidez é devido a alguns fatores. Primeiro, piranhas não mastigam. Quando dão uma dentada, o grande pedaço de carne que arrancam da vaca vai direto para suas barrigas. Elas apenas continuam trincando suas mandíbulas e se empanturrando. Depois, esse tipo de tarefa é desempenhado por centenas de piranhas, não apenas o cardume normal de 20. Em um furor alimentar elas se revezam continuamente, de forma que cada piranha arranca um pedaço, se afasta do caminho para que a piranha atrás dela possa tirar outro pedaço, e assim por diante. Elas se revezam com incrível velocidade, que é de onde vem o efeito que faz com que pareça que a água está fervendo. As piranhas estão constantemente mudando de posição durante um furor alimentar.
Outro fator importante envolvido quando as piranhas comem um animal grande em minutos tem a ver com as circunstâncias especiais. Os frenesis de alimentação ocorrem quando as piranhas estão muito famintas. Não é uma ocorrência diária. Ainda que as piranhas sejam pequenas, raramente são comidas vivas por outros peixes.
As piranhas são comidas regularmente por garças (em inglês) e jacarés (criaturas menores parecidas com crocodilos) durante e estação seca, quando os níveis da água estão baixos e as piranhas terminam aprisionadas em pequenas poças sem nenhuma comida.
Quando ficam moribundas e incapazes de se defender, as garças e jacarés - que presenciaram as piranhas comer seus filhotes indefesos durante a estação das águas - entram e acabam com elas.
Sopa de Piranha
Na Amazônia é muito apreciada a Sopa de Piranha, na culinária local. Em Manaus, a Sopa de Piranha solúvel foi patenteada pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA - A comercialização da sopa solúvel, vendida em sachês, prioriza o mercado internacional, sobretudo o asiático. Nativos da Amazônia creditam ao peixe apelo sexual. Geralmente consome-se a sopa de piranha pelo seu suposto poder afrodisíaco.
fonte: Portal Amazônia
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Ataques de jacarés preocupam pescadores do Amazonas
MANAUS - O ataque de um jacaré-açú no município de Autazes, que resultou na morte de um agricultor e de uma criança, reacendeu as discussões sobre o aumento do número de jacarés nos rios e lagos do Amazonas. Com a proibição da pesca do animal decretada pelo Ibama, há comunidades rurais no interior do Estado onde existem mais jacarés que pessoas, resultando em risco de ataque para centenas de ribeirinhos.
O aumento do número de jacarés pode ser conferido no lago dos Reis, no município do Careiro da Várzea, onde existe uma comunidade de pescadores e agricultores. No final do ano passado, um pescador foi atacado por um jacaré-açú, que na linguagem indígena significa jacaré-grande.
Os constantes ataques de jacarés a seres-humanos fez o presidente da Comissão de Pesca, Agropecuária e Abastecimento da Assembléia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado Walzenir Falcão, avaliar a situação como risco gravíssimo para os pescadores.
- Não podemos tolerar que jacarés ataquem pessoas e o Ibama fique de braços cruzados para o problema. Temos que evitar que novos ataques aconteçam - afirmou.
Mudanças na lei de manejo
Para resolver o problema, o deputado sugere mudanças na lei de manejo dos jacarés. A idéia é liberar a caça onde a quantidade destes animais represente risco de morte aos ribeirinhos.
Segundo o parlamentar, já existe uma portaria do Ibama que autoriza o manejo dos jacarés, no entanto a Lei de Crimes Ambientais proíbe a caça e morte do animal.
- Os pescadores que forem flagrados matando jacarés podem ser presos. O crime é inafiançável, ou seja, o trabalhador vai para a cadeia e deixa a família sob o risco de ser atacada pelos jacarés - condenou Falcão.
fonte: Portal Amazonia
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Operação apreende pirarucu e tracajás após denúncia de indígenas
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| Indígenas que participaram da apreensão recolhem o pescado e os ovos de tracajá - Foto: Funai - Divulgação |
MANAUS – Cerca de duas toneladas de pirarucu e 140 quelônios, da espécie tracajá, foram apreendidos no Vale do Javari, próximo à área de tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru, no interior do Amazonas. O material seria enviado a Manaus ou Letícia, na Colômbia, onde o quilo do pirarucu seria comercializado entre R$ 15 e R$ 40. A ação aconteceu após denúncias de indígenas do alto rio Itaquaí.
A apreensão aconteceu na última quarta-feira (1) e foi comandada por agentes Fundação Nacional do Índio (Funai) no Amazonas. O órgão recebeu a denúncia do crime ambiental através de índios Kanamary, que perceberam o crime durante uma viagem em direção à Atalaia do Norte, a 1.138 quilômetros de Manaus. O local é conhecido por ser uma região onde vivem milhares de índios em situação de isolamento
A Polícia Federal acompanhou parte da operação nesta quinta-feira (2), quando foi ao local procurar os acusados. Segundo o delegado Gustavo, responsável pela ação, dos quatro pescadores levados para Tabatinga, dois conseguiram fugir. Ele explicou que o trabalho da PF aconteceu para garantir a segurança dos suspeitos. Segundo informações, os quatro acusados estavam armados e disseram ter ficado 19 dias na mata para a pescaria.
Nesta sexta-feira (3), agentes ainda trabalham na contagem dos peixes para saber o peso exato do material apreendido. No ano passado, outra ação apreendeu 2,5 toneladas de pirarucu. (IP)
fonte: portal amazonônia
Marcadores:
pesca,
pesca predatória,
Pesca Proibida
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Amazonas ganha primeira indústria de salga de pirarucu manejado da América Latina
MANAUS - A primeira indústria de salga de pirarucu manejado da América Latina, terá sede em Maraã, município do Amazonas, distante 634 km de Manaus. A construção é fruto de convênio com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculado ao Ministério de Ciência e Tecnologia no valor de R$ 1,049 milhão. A inauguração acontece por volta das 12h30 com a presença do titular da Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror), João Ferdinando Barreto, e de autoridades locais.
A indústria terá capacidade para gerar cinco toneladas diárias de peixe e até 200 toneladas por ano. A expectativa é criar 100 postos de trabalho diretos, em três turnos na alta safra. Na baixa temporada 30 funcionários manterão o funcionamento da fábrica, que também trabalhará com peixes lisos e de escama.
O município de Maraã fica localizado próximo à Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, uma das oito áreas onde é permitida a pesca do pirarucu, o que deve contribuir ainda mais para o desenvolvimento da produção.
"Por meio das boas práticas de manejo do pirarucu, podemos consolidar um pólo pesqueiro no interior do Estado sem prejudicar o meio ambiente", ressaltou o secretário da Sepror.
O pirarucu, peixe da Amazônia, é um dos maiores peixes de água doce e também um dos mais consumidos pela população da regiã. De acordo com o secretário da produção rural, João Ferdinando Barreto, o peixe será totalmente aproveitado. Além da manta, parte nobre do peixe, o fígado e o coração serão transformados em patê, as escamas serão destinadas ao artesanato e a cabeça transformada na ensilada – um composto de alto valor protéico utilizado na produção de ração animal.
Atualmente, o pirarucu é comercializado em Maraã no valor de R$ 4 a R$ 5,50 o quilo. Após o processo de salga do peixe, poderá ser vendido ao preço de R$ 25 a R$ 40, agregando valor ao produto e gerando renda aos moradores da região.
A espécie é protegida por lei, sendo uma das espécies cuja pesca é proibida durante determinados períodos. (AL)
fonte: Portalamazonia
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