terça-feira, 26 de julho de 2011

Pesca ilegal no Cururu



Invasor construiu instalação para receber pescadores em APP dentro da Terra Indígena Kayabi, no Pará

Um dos rios mais bonitos e preservados do Brasil, o Cururu, no município de Jacareacanga, no Pará, estava virando área comercial para a prática de pesca ilegal. Ibama, Força Nacional de Segurança e Polícia Federal desarticularam uma rede de agenciamento para esse tipo de atuação dentro da Terra Indígena Kayabi.

O invasor já havia construído até uma instalação precária para receber pescadores predatórios nesta área que é de preservação permanente (APP). O recurso pesqueiro por lá é protegido por lei e também base da alimentação dos indígenas na região.

O Ibama apreendeu diversos petrechos de pesca, dois barcos com motores, uma espingarda calibre doze, além de um gerador de energia elétrica.

As instalações ilegais que serviam de apoio às invasões e à pesca predatória foram devidamente destruídas como forma de cessar o dano ambiental que estava sendo praticado de forma continuada.

O Ibama lavrou 10 autos de infração, sendo um em desfavor do dono da instalação de apoio aos pescadores, e outros nove para cada pescador que estava praticando a infração de pesca em local proibido.

A operação faz parte do plano de combate à grilagem de terras e crimes ambientais cometidos na Terra Indígena Kayabi, nos municípios de Apiacás/MT e Jacareacanga/PA.

fonte:
Terra da Gente, com info Ibama

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Anzóis com repelente de tubarões reduzem pesca acidental

Pergunte ao personagem de Robert Shaw, Quint, no primeiro filmeTubarão: fisgar um desses animais nunca acaba bem.

Felizmente, cientistas desenvolveram um novo tipo de anzol que deve reduzir o número de tubarões apanhados acidentalmente durante a pesca comercial. O anzol SMART (sigla em inglês para Anzol Seletivo Magnético Tratado com Repelente) combina duas tecnologias, o magnetismo e um metal repelente. Incorporados a anzóis padrão, eles são capazes de interferir no sentido elétrico altamente sensível dos tubarões, localizado no focinho.

Ao evitar esses anzóis, os tubarões deixariam as iscas intactas para outros peixes com maior valor comercial, como o atum, que não possui esse sentido elétrico e não será afetado pelo anzol.

Com o apoio de uma bolsa da National Science Foundation (NSF) e Small Business Innovation Research (SBIR), em 2010 o pesquisador da Shark Defense, Patrick Rice, realizou uma série de testes com cações-martelo. Eles recebiam iscas presas a anzóis normais e aos anzóis SMART, ambos sem as farpas para não machucarem os tubarões.

Um total de 50 testes com dois grupos diferentes de tubarões revelou que houve uma redução de 66% das iscas nos anzóis pequenos, usados na pesca recreativa, e de 94% nos anzóis grandes, de tamanho comercial. Os anzóis maiores foram capazes de incorporar mais magnetismo e metais repelentes, o que provavelmente contribui para a maior porcentagem de redução de iscas.

"Combinar um repelente magnético com um repelente galvânico é muito importante, já que muitos estudos demonstram que os tubarões reagem de forma diferente a ímãs ou metais isolados”, explicou Craig O'Connell em um release de imprensa da Shark Defense.

O'Connell pesquisa os efeitos do magnetismo em tubarões para a Shark Defense e publicou estudos sobre o assunto.

"Existem muitas espécies de tubarões e eles procuram presas de diversas formas”, acrescenta. "Disponibilizar dois repelentes aumenta as chances de os tubarões se afastarem”


Crédito: Florida Keys Community College
Por Nic Halverson

Pescadores americanos fisgam tubarão de 390 kg e faturam US$ 12 mil


Se eles toparem fazer uma divisão exata, cada um irá embolsar R$ 4,7 mil


Foto/Ilustração: Reprodução: My Foxla.com

Por: Lielson TiozzoParticipar de competições pode ser bastante lucrativo. Quatro pescadores estadunidenses ganharam um torneio de pesca em Channel Islands, na Califórnia (EUA), ao fisgarem um tubarão de 390 kg e 3,3 metros de comprimento, de acordo com reportagem de TV “Fox”. Este foi o maior peixe capturado.
Pela façanha, o grupo faturou um prêmio de US$ 12 mil (R$18,8 mil). Se eles toparem fazer uma divisão exata, cada um irá embolsar R$ 4,7 mil.  Bom negócio, não?
fonte:revistapescaecompanhia.uol.com.br

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Por recorde, filipinos grelham peixes em trecho de 4 km em rodovia

 (Foto: Ted Aljibe/AFP

Objetivo é entrar no livro Guinness.
Tentativa ocorreu na província de Maguindanao.



Filipinos grelharam centenas de peixes nesta segunda-feira (22) em um trecho de quatro quilômetros em uma rodovia na cidade de Buluan, na província de Maguindanao, nas Filipinas, na tentativa de entrar para o Guinness, livro dos recordes.
Centenas de peixes foram grelhados ao lado de rodovia.
Grelhas ocuparam um trecho de quatro quilômetros da rodovia. 
 (Foto: Ted Aljibe/AFP

fonte: g1.com.br 

domingo, 10 de julho de 2011

Japonês fisga peixe 'manhoso' de quase 11 quilos e iguala recorde de 77 anos

Manabu Kurita igualou o recorde do norte-americano George Perry.
Marca foi confirmada pela Associação Internacional de Pesca Esportiva.

O japonês Manabu Kurita pescou um "black bass" (conhecido como achigã), peixe que é bastante "manhoso", de 10,92 kg no lago Biwa, no Japão, e igualou o recorde mundial que já durava 77 anos, confirmou a Associação Internacional de Pesca Esportiva (IGFA).


Japonês Manabu Kurita pescou um peixe 'black bass' de 10,92 quilos. (Foto: AP)

Kurita igualou o recorde do norte-americano George Perry, que fisgou seu exemplar no lago Montgomery, na Geórgia (EUA), em 2 de junho de 1932. A IGFA levou seis meses para ratificar o recorde do japonês, já que ele pegou o peixe no dia 2 de julho de 2009.

fonte: http://g1.globo.com/

sábado, 9 de julho de 2011

Couros de peixes do Amazonas serão utilizados em bancos de automóveis

Projeto sobre curtimento do couro do pescado amazônico irá implantar laboratório para processamento do material

foto Euzivaldo Queiroz
foto Euzivaldo Queiroz
Pesquisadores do Inpa vão usar couro de peixe para fabricação de estufados de veículos

Couros de peixes lisos e escamosos do Amazonas passarão a ser utilizados na produção de bancos para veículos, bolsas e acessórios. Através do projeto ‘Curtimento de couro de peixe’, pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) em parceria com Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) deverão implantar, ainda no segundo semestre, uma Unidade Gestora de Couro de Peixe.

A unidade funcionará como um laboratório onde será realizado o processamento dos couros para o fornecimento a empresas interessadas.

De acordo com o pesquisador da Coordenação de Pesquisas em Tecnologia de Alimentos do Inpa e coordenador do projeto, Nilson Aguiar, o instituto está em fase de compra dos equipamentos necessários para no processamento do material. A unidade funcionará nas dependências do Inpa, na avenida Ephigênio Sales.

Nilson explicou que as pesquisas sobre a utilização de couro de peixe vem sendo realizadas há 16 anos pelo instituto. “Nos últimos dois anos conseguimos essa parceria com a Suframa e começamos a planejar a estrutura do laboratório. O processamento do couro de peixe requer cuidados específicos”, disse.

Segundo o pesquisador, o Inpa tem um projeto aprovado orçado em R$ 1,4 milhão para as atividades com os peixes. O trabalho de curtimento pode ser feito com quase todos os peixes da região: surubim, tambaqui, tucunaré, curimatã, dourada, pirarucu, pirarara. “Esses peixes tem cores exóticas, o que acaba despertando a atenção para a produção de acessórios”, apontou.

Interesse

O coordenador do projeto destacou que a empresa Knorr Indústria, do Rio Grande do Sul, se interessou nos couros que devem ser processados no Amazonas. Inicialmente, os produtos seriam utilizados na produção de bancos de couro para veículos. A empresa teve conhecimento de uma dissertação de mestrado apresentada pelo instituto e comunicou o interesse.

A Knorr tem parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS), que já mantem um laboratório de processamento de pele de peixes. De acordo com Nilson, uma equipe de técnicos e pesquisadores do projeto começou a fazer um treinamento na universidade para atuar no laboratório do Amazonas. “Essa equipe deve repassar as informações para os profissionais que também devem ser incluídos nas atividades do laboratório”, informou.

fonte: acritica.com
por TAYANA MARTINS

    sexta-feira, 8 de julho de 2011

    Pesca prematura do tambaqui compromete o futuro da espécie, alerta pesquisador


    Pesquisa foi realizada na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Piagaçu-Purus, na bacia do Rio Purus


    Tambaqui, um dos peixes mais apreciados na região amazônica, pode ficar ameaçado

    A captura do tambaqui quando a peixe ainda está muito jovem compromete o futuro da espécie, segundo avaliação do pesquisador Luiz Henrique Claro Júnior, da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), pólo de Tefé, interior do Amazonas.

    Luiz Henrique é coordenador da pesquisa “Biologia e pesca do tambaqui na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Piagaçu-Purus”. A pesquisa servirá de base para a elaboração do plano de manejo.

    O estudo foi apresentado durante o Seminário de Avaliação dos Programas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), que acontece esta semana em Manaus, na sede do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

    Luiz Henrique Claro Junior alertou que tambaquis estão sendo capturados muito cedo, longe do ideal para a reprodução da população nos rios o que acaba por iniciar o processo de extinção da espécie.

    O local escolhido para iniciar o levantamento foi a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Piagaçu-Purus, situada na Bacia do Rio Purus, no Estado do Amazonas.

    A reserva abrange quatro municípios e as atuações do projeto se concentraram na região do lago Ayapuá (de agua preta) e no setor de várzea conhecido como Cáua-Cuiuanã.

    A pesquisa foi realizada em parceria com os moradores das comunidades. Durante o estudo, eles foram capacitados em coleta de dados, medição do comprimento padrão do peixe, a retirada das escamas para a coleta de dados e identificação do sexo do animal.

    Essas informações serviram para fazer o monitoramento da pesca feita na região.

    “A participação dos pescadores foi necessária para tirar o maior número de informações sobre a biologia da espécie em estudo”, destacou o pesquisador.

    Resultados Finais

    Apesar da logística aplicada na realização da pesquisa alguns resultados foram favoráveis, como o fato da comunidade local ter se tornado uma fonte de informações importante para o projeto.

    “Apesar dos avanços percebemos que é necessária ainda a realização de outras pesquisas que não foram feitas por falta de equipamentos ou informação”, afirmou

    fonte: acritica.com 
    por EUZIVALDO QUEIROZ

    quinta-feira, 7 de julho de 2011

    Hidrelétricas ameaçam ritual e sobrevivência de indígenas que consomem apenas peixe

    (Divulgação/Survival Internacional )
    Os Enawenê Nawê, do Mato Grosso, realizam todos os anos o ritual de pescaria que dura vários meses. Ritual é reconhecido pelo Iphan

    Indígenas Enawenê Nawê estão com sua sobrevivência cultural, espiritual e física ameaçada por hidrelétricas

    Reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como patrimônio cultural brasileiro, o ritual Yãkwa (pescaria anual), dos indígenas Enawenê Nawê, do Mato Grosso, está com sua existência ameaçada por causa das obras de hidrelétricas previstas para a região.

    Os Enawenê Nawê, diferente de outras etnias indígenas, não consomem carne vermelha, apenas proteína de peixe.

    No ritual, eles armazenam o peixe para a aldeia que deve durar até a próxima pescaria, no ano seguinte. O peixe também faz parte da cultura e da manifestação espiritual deste povo.

    O ritual de pescaria (que chega a durar meses) acontece sempre neste período do ano (a atividade ainda está acontecendo), mas já há preocupação com a drástica redução dos peixes no rio Juruena.

    Segundo Sarah Shenker, da ong Survival Internacional, que esta semana divulgou um alerta sobre as ameaças ao ritual, os indígenas estão preocupados por causa da falta de peixe registrada nos dois últimos anos.

    “Em 2011, o ritual começou há duas semanas. Ainda está acontecendo. Mas eles não sabiam se vão encontrar peixe este ano para mandar para sua aldeia”, disse Sarah, em entrevista por email ao critica.com.

    De acordo com o mais recente documento divulgado pela ONG Survival Internacional, os índios Enawenê Nawê temem que as 80 hidrelétricas planejadas para a bacia do rio Juruena extinguem os peixes e, por conseguinte, sua própria existência cultural e física.

    Conforme a Survival, nos anos anteriores os Enawenê Nawê foram confrontados com uma falta de alimentos catastrófica, e a empresa responsável, do grupo André Maggi, pela construção da barragem foi obrigada a comprar 3 mil kg de peixes para os índios.

    Há, contudo, um temor recorrente devido ao planejamento de que novas hidrelétricas sejam construídas na área de influência do rio Juruena.

    Peixes

    Durante o ritial Wãkwa, os indígenas passam meses na floresta. Eles constroem complexos barramentos com madeiras para capturar peixes. Estes são defumados e transportados em canoas à sua aldeia.

    A Survival reitera que o Yãkwa é uma parte vital da cultura espiritual dos índios e é crucial para sua dieta alimentar, já que, diferente de quase todos os povos indígenas, os Enawene Nawe não comem carne vermelha.

    Em 2008, os Enawenê Nawê enviaram uma carta às Nações Unidas protestando contra as barragens. “Não queremos as barragens sujando nossa água, matando nossos peixes, invadindo nossas terras”.

    Conforme informações da Survival, os indígenas já montaram bloqueios e invadiram um canteiro de obras de uma das barragens.
    O Diretor da Survival Internacional, Stephen Corry, afirmou que se trata de uma amarga ironia que enquanto o Yãkwa é atualmente reconhecido como ritual integrante à herança cultural brasileira, ele logo poderá deixar de existir. “Todo modo de vida dos Enawenê Nawê está ameaçado”, disse.

    fonte: acritica.uol.com.br

    quarta-feira, 6 de julho de 2011

    Professor da Ufam acusado de crime ambiental é solto

    Ning Labbish Chao passou sete dias na cadeia depois de ser preso tentando embarcar com peixes para os EUA

    Labbish está livre desde a tarde desta segunda (13). Na cadeia, ele jogou dominó com presos (Reprodução de Internet )

    O professor aposentado da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e pesquisador Ning Labbish Chao, 64, foi colocado em liberdade na tarde desta segunda-feira (13), depois de ter pago R$ 5 mil de fiança e ter se comprometido a não sair do Brasil sem a autorização da Justiça Brasileira.

    Labbish, que é chinês naturalizado brasileiro, estava preso na Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, no Centro, há sete dias, acusado de crime ambiental. Segundo informações da Polícia Federal, que o prendeu, ele foi flagrado transportando amostras de peixes regionais para o exterior.

    Labbish foi abordado por agentes federais quando, no último dia 7, tentava embarcar no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em um voo internacional com destino a Miami, nos Estados Unidos, levando material genético, sem a autorização dos orgão oficiais, o que configura crime de contrabando.

    O professor aposentado foi autuado pelo delegado federal Márcio Magno Carvalho. O delegado informou que a prisão do pesquisador foi resultado de um trabalho de inteligência feito pela Polícia Federal. Labbish foi flagrado na área de embarque e já havia, inclusive, despachado a bagagem.

    Entre o material do professor a polícia encontrou uma caixa de isopor. Ao ser interrogado qual era o conteúdo da caixa, Labbish disse que estava levando material didático (livros). Os policiais levaram a bagagem do professor aposentado para o o equipamento de scanner, que mostrou o verdadeiro conteúdo da caixa.

    Ao invés de livros, os policiais encontraram uma grande quantidade de peixes, esqueletos e escamas. Alguns estavam em tubos de ensaio e outros envoltos em panos com formol. Segundo o delegado, no momento do flagra o professor reconheceu que estava errado.

    O superintendente da Polícia Federal, Sérgio Fontes, disse que o professor tinha licença para fazer pesquisa, mas não tinha autorização para sair do Brasil levando material genético.

    Do aeroporto, Labbish foi levado para a superintendência da Polícia Federal, na Zona Centro-Oeste, onde foi autuado. Em depoimento, Labbish disse que é chinês naturalizado brasileiro e que por muitos anos foi professor e pesquisador da Ufam e que está aposentado há dois meses.

    Ele disse que estava embarcando para Miami, onde montou um laboratório de pesquisas, e que estava levando amostras de peixes para dar continuidade ao seu trabalho de pesquisa.

    Todo material apreendido foi encaminhado para o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Zona Centro-Sul, para ser analisado e periciado.

    O laudo pericial vai ser juntado ao inquérito instaurado pela polícia para investigar o caso. Até ontem a polícia não tinha informações se havia a participação de outras pessoas no crime, mas mantém as investigações.

    Liberdade após pagar R$ 5 mil
    Nesta segunda (13), Ning Labbish Chao foi colocado em liberdade por meio de um pedido de liberdade provisória impetrado pela advogada Emília Carolina Vieira, acatado pela Justiça Federal. A reportagem tentou falar com a advogada do pesquisador por telefone, mas ela disse que não tinha nada a declarar a respeito da pessoa do cliente dela e apenas informou de sua liberação.

    Os pré-requisito para a liberdade de Labbish estipulado pelo juiz federal foi o pagamento da fiança, no valor de R$ 5 mil, a apresentação e retenção do passaporte dele com a assinatura de um termo de compromisso, por parte dele, em que se compromete a deixar o País somente com a autorização da Justiça.

    Pessoas que conhecem o professor aposentado, e pediram para não terem seus nomes publicados, disseram que ele é autoridade na área de biologia, que sempre se dedicou à pesquisa de peixes da família dos Sciaendade, que é uma espécie com grande valor comercial e pescada em larga escala por causa da carne branca, delicada, saborosa e considerada excelente.

    Destaque
    Nesta segunda-feira (13), o secretário executivo de Secretária de Justiça e de Direitos Humanos (Sejus), coronel da Polícia Militar Bernardo Encarnação, informou que Ning Labbish Chao ficou preso na área de inclusão da Cadeia Pública Vidal Pessoa, e demonstrou tranquilidade enquanto esteve no local. Encarnação disse que Labbish conversava normalmente com outros internos e até jogava dominó com eles. Ele deixou a cadeia por volta das 17h15 desta segunda (13).

    Saiba mais

    Conceituado
    O pesquisador Ning Labbish Chao ficou conhecido nacional e internacionalmente por ser o um dos criadores e coordenador do Projeto Piaba, com a participação da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

    Piaba é um projeto científico interdisciplinar, criado para compreender a pesca dos peixes ornamentais associado ao sistema ecológico e sócio-cultural da bacia do médio rio Negro, no Amazonas, procurando meios de preservar os peixes e, ao mesmo tempo, manter a pescaria de peixes ornamentais e outros recursos renováveis em níveis comerciais e ecologicamente sustentáveis.

    O projeto durou até 2004. Em Barcelos, a 405 quilômetros de Manaus, os piabeiros foram organizados em colônias e uma das conclusões foi que a atividade deles era sustentável. Diversos sub-projetos foram apoiados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e várias organizações não governamentais.


    fonte: Acritica.uol.com.br 
    por JOANA QUEIROZ

    UAIreless – a rede de comunicação sem fio dos mineiros

    Durante escavações no Estado do Rio de Janeiro, arqueólogos descobriram, a 100 metros de profundidade, vestígios de fios de cobre que datavam do ano 1.000 dC. Os cientistas cariocas concluíram que seus antepassados já dispunham de uma rede telefônica naquela época.

    Os paulistas, para não ficarem para trás, escavaram também seu subsolo, encontrando restos de fibras óticas a 200 metros de profundidade. Após minuciosas análises, concluíram que elas tinham 2.000 anos de idade. Os cientistas paulistas concluíram, triunfantes, que seus antepassados já dispunham de uma rede digital a base de fibra ótica quando Jesus nasceu!

    Uma semana depois, em Belo Horizonte, foi anunciado com grande estardalhaço por cientistas mineiros o seguinte estudo:

    “Após escavações arqueológicas no subsolo de Contági, Betim, Barbacen, Jizjifó, Pass-Quatro, Sans Dumon, Pousalegre, Santantoin do Monte, Vargin, Nanuque, Águas Formosas, Moncarmelo, Carnerim, Lagoa Dorada, Sanjão Del Rei, Beraba, Berlândia, Belzonte, Bosta do Raguari, Divinópis, Pará de Mins, Furmiga, Vernador Valadars, Tiófilotoni, Piuí, Carmo do Cajuru, Lagoa Santa, Morro do Ferro, Biraci e diversas outras cidades mineiras, até uma profundidade de 500 metros, não foi encontrado absolutamente NADA”.

    Concluindo então que os antigos mineiros já dispunham há 5.000 anos de uma rede de comunicações sem-fio: “wireless”.

    * Nota dos arqueólogos: por isso se pronuncia UAIRELESS…

    fonte: http://www.materiaincognita.com.br/
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