quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Operação apreende pirarucu e tracajás após denúncia de indígenas

Indígenas que participaram da apreensão recolhem o pescado e os ovos de tracajá - Foto: Funai - Divulgação


MANAUS – Cerca de duas toneladas de pirarucu e 140 quelônios, da espécie tracajá, foram apreendidos no Vale do Javari, próximo à área de tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru, no interior do Amazonas. O material seria enviado a Manaus ou Letícia, na Colômbia, onde o quilo do pirarucu seria comercializado entre R$ 15 e R$ 40. A ação aconteceu após denúncias de indígenas do alto rio Itaquaí.

A apreensão aconteceu na última quarta-feira (1) e foi comandada por agentes Fundação Nacional do Índio (Funai) no Amazonas. O órgão recebeu a denúncia do crime ambiental através de índios Kanamary, que perceberam o crime durante uma viagem em direção à Atalaia do Norte, a 1.138 quilômetros de Manaus. O local é conhecido por ser uma região onde vivem milhares de índios em situação de isolamento

A Polícia Federal acompanhou parte da operação nesta quinta-feira (2), quando foi ao local procurar os acusados. Segundo o delegado Gustavo, responsável pela ação, dos quatro pescadores levados para Tabatinga, dois conseguiram fugir. Ele explicou que o trabalho da PF aconteceu para garantir a segurança dos suspeitos. Segundo informações, os quatro acusados estavam armados e disseram ter ficado 19 dias na mata para a pescaria.
Nesta sexta-feira (3), agentes ainda trabalham na contagem dos peixes para saber o peso exato do material apreendido. No ano passado, outra ação apreendeu 2,5 toneladas de pirarucu. (IP)

fonte: portal amazonônia

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Amazonas ganha primeira indústria de salga de pirarucu manejado da América Latina


MANAUS - A primeira indústria de salga de pirarucu manejado da América Latina, terá sede em Maraã, município do Amazonas, distante 634 km de Manaus. A construção é fruto de convênio com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculado ao Ministério de Ciência e Tecnologia no valor de R$ 1,049 milhão. A inauguração acontece por volta das 12h30  com a presença do titular da Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror), João Ferdinando Barreto, e de autoridades locais.

A indústria terá capacidade para gerar cinco toneladas diárias de peixe e até 200 toneladas por ano. A expectativa é criar 100 postos de trabalho diretos, em três turnos na alta safra. Na baixa temporada 30 funcionários manterão o funcionamento da fábrica, que também trabalhará com peixes lisos e de escama.

O município de Maraã fica localizado próximo à Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, uma das oito áreas onde é permitida a pesca do pirarucu, o que deve contribuir ainda mais para o desenvolvimento da produção.

"Por meio das boas práticas de manejo do pirarucu, podemos consolidar um pólo pesqueiro no interior do Estado sem prejudicar o meio ambiente", ressaltou o secretário da Sepror.

O pirarucu, peixe da Amazônia, é um dos maiores peixes de água doce e também um dos mais consumidos pela população da regiã. De acordo com o secretário da produção rural, João Ferdinando Barreto, o peixe será totalmente aproveitado. Além da manta, parte nobre do peixe, o fígado e o coração serão transformados em patê, as escamas serão destinadas ao artesanato e a cabeça transformada na ensilada – um composto de alto valor protéico utilizado na produção de ração animal.

Atualmente, o pirarucu é comercializado em Maraã no valor de R$ 4 a R$ 5,50 o quilo. Após o processo de salga do peixe, poderá ser vendido ao preço de R$ 25 a R$ 40, agregando valor ao produto e gerando renda aos moradores da região.

A espécie é protegida por lei, sendo uma das espécies cuja pesca é proibida durante determinados períodos. (AL)

fonte: Portalamazonia

Brasil possui 819 espécies raras de peixes de água doce ameaçadas de extinção, revela estudo



O Brasil possui cerca de 819 espécies raras e desconhecidas de peixes de água doce que podem estar ameaçadas de extinção. É o que advertem pesquisadores do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da ONG Conservação Internacional, em estudo divulgado no último mês de junho. A pesquisa durou três anos e representa o mais completo mapeamento ictiológico (parte da zoologia que estuda os peixes) já elaborado no Brasil.
Iniciada em 2007, a pesquisa procurou identificar espécies que não constavam no Catálogo das Espécies de Peixes de Água Doce do Brasil e cuja área de distribuição era inferior a 10 mil metros quadrados. As espécies identificadas como possuindo distribuição restrita foram confrontadas com base em registros documentados em coleções científicas. Em seguida, a partir de programas computadorizados, foram analisadas as coordenadas geográficas dos locais de ocorrência de cada espécie.
Na etapa seguinte, explicam os pesquisadores, os pontos de ocorrência de cada espécie foram associados às micro-bacias pré-definidas pela Agência Nacional de Águas. Por fim, foi avaliado o grau de proteção e de ameaça associados aos peixes raros por meio de sistemas de informação geográfica.
O estudo permitiu identificar as micro-bacias que devem receber atenção especial, já que abrigam espécies raras de peixes, que ocorrem apenas nessas pequenas áreas.  O trabalho científico poderá servir de modelo para estudos a serem realizados em outras partes do mundo e, com alguma adaptação da metodologia, é provável que também possa ser aplicado a ambientes marinhos.
Para saber mais sobre o estudo e contribuir para o desenvolvimento do trabalho de mapeamento, basta visitar o site do .projeto
Fonte: Universidade Federal do Rio de Janeiro

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Em nenhum outro lugar do Brasil come-se tanto peixe como no Amazonas

Estudo avalia valor nutricional de peixes
Silvia Pacheco - Correio Brasiliense

Em nenhum outro lugar do Brasil come-se tanto peixe como no Amazonas. Segundo dados do Ministério da Pesca e Aquicultura, o amazonense consome cerca de 35kg de pescado por ano, enquanto a média nacional está oscila entre 7kg e 8kg. Estimulado por essa realidade, o pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) Rogério Souza de Jesus realizou um estudo sobre o perfil nutricional de sete espécies ainda pouco utilizadas na cozinha do Norte do país. “A ideia era agregar valor a essas espécies para que elas componham a dieta dos povos da Amazônia”, explica Jesus.


Jaraqui 
Foram analisados o pacu, o jaraqui, a branquinha, o curimatã, a pirapitinga, o aracu e o mapará. A carne dos animais possui elevados níveis de proteína, sais minerais e ácidos graxos para uma dieta saudável e balanceada. “O valor nutritivo desses peixes é igual ou maior que o das espécies marinhas”, afirma o cientista.

No jaraqui, foi encontrada a maior concentração de ácidos graxos do tipo ômega3, que previnem doenças coronarianas. Já o mapará foi a única espécie estudada onde identificaram-se altas concentrações de gordura e menor valor protéico. “O marapá possui 20% de gordura, enquanto o jaraqui tem cerca de 2%, sendo tido como um peixe semigordo. Contudo, isso não quer dizer que o filé do mapará não seja nutritivo e que ele não possa suprir todas as necessidades nutricionais de um ser humano”, explica Jesus.

Também foram observadas em algumas espécies altas concentrações de ácido palmítico e ácido oleico ou ômega 9, fundamentais para o metabolismo humano, pois atuam na síntese de hormônios e na absorção de vitaminas. Outra importante descoberta foi a ocorrência de ácidos linoleico e linolênico em concentrações similares às dos peixes marinhos brasileiros. O primeiro tipo apresenta efeitos importantes no metabolismo das gorduras do corpo. Já o ácido linolênico auxilia no sistema imune e reprodutivo e no metabolismo do colesterol, entre outras qualidades.

Merenda escolar

Com o perfil nutritivo dos peixes elaborado, foi possível desenvolver produtos derivados dos pescados para seu melhor aproveitamento. A base desses produtos é o picadinho de peixe, obtido pelo processamento da carne desossada e limpa, sem pele, escamas e espinhas. “Não há perda proteica nesse produto pela forma como é processado. Ele tem as mesmas propriedades nutricionais existentes na carne fresca do peixe”, esclarece Jesus. Do picadinho pode ser feito peixeburguer, bife, tortas e bolinhos, que abastecem o cardápio servido em escolas públicas da região.

Segundo Jesus, o baixo valor comercial desses peixes possibilita seu uso em larga escala. Emiko Resende, coordenadora do projeto Bases Tecnológicas para o Desenvolvimento Sustentável da Aquicutltura no Brasil, desenvolvido pela Embrapa, afirma que os resultados da pesquisa ajudam no desenvolvimento sustentável da região. “Agora, se conseguirmos entrar com o cultivo sustentável delas, vamos contribuir muito para a manutenção dos hábitos alimentares desses povos”, avalia

fonte: correio brasiliense

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Diária da pesca esportiva - custará R$ 38,31 em Barcelos

Praia Grande Barcelos-Am
A Prefeitura de Barcelos passará a cobrar R$ 38,31 pela diária da pesca esportiva no município a partir de 1º. de setembro, deste ano. A mudança faz parte do programa de gerenciamento do sistema de cobrança dos serviços ambientais da pesca esportiva, instituída pela Lei Muncipal nº. 502 de 03 de Agosto de 2010. O projeto foi elaborado pelo município em parceria com o Instituto Piatam da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).
A mudança foi anunciada, hoje, pelo prefeito de Barcelos, José Ribamar Beleza. Ele ressaltou que a legislação municipal segue modelos de programas de países da Europa e América do Norte. No Brasil, a cobrança já é feita em Fernando de Noronha, em Pernambuco. “Estamos adotando um sistema que tem como objetivo monitorar a pesca esportiva e com isso preservar o meio ambiente, além de arrecadar recursos para a sustentabilidade do município”, disse.
Por ano, pelo menos cinco mil turistas visitam o município e passam, em média, cinco dias na cidade. Pelo sistema de gerenciamento dos recursos da pesca, ao desembarcar em Barcelos, os turistas serão encaminhados ao Centro de Atendimento do Turista (CAT) para serem cadastrados. Após informar os dias previstos de permanência, receberão uma pulseira de segurança, identificando-o como turista autorizado à pesca esportiva. O pagamento poderá ser feito via cartão de crédito, boleto bancário e transferência bancária.
Ao sair da cidade, o turista deverá voltar ao CAT, onde será verificado se ele permaneceu além do período previsto, para, se for o caso, pagamento de diferença. A fiscalização será feita por agentes do municípo


fonte: amazonasnoticias.com.br

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Piranha é pescada em rio da Croácia

Acredita-se que o peixe amazônico deva ser um animal de estimação abandonado, embora pescador disse ter visto um cardume inteiro

Um pescador croata pescou no rio Drava, no nordeste da Croácia, uma piranha, peixe natural do rio Amazonas, informou a imprensa do país europeu.

O presidente da Associação de pescadores esportivos de Osijek, Josip Dimnjasevic, confirmou que o peixe de 26 centímetros se trata de uma piranha autêntica, segundo o jornal "Jutarnji list". O exemplar foi examinado pelo inspetor de pesca de Osijek.

"É um peixe que vive nas águas da América do Sul, na Amazônia. O mais provável é que tenha sido o animal de estimação de alguém e que, quando cresceu, o proprietário o jogou no rio", disse Dimnjasevic ao jornal. No entanto, o pescador assegura ter visto nas águas do Drava um cardume destes peixes, e o "Jutarnji list" afirma que outros pescadores disseram ter visto piranhas no mesmo rio.
fonte: amazonasnoticias.com.br

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Biólogo encontra "peixe monstro" na África

O biólogo Jeremy Wade segura o peixe tigre golias em rio da África
Foto: Animal Planet/Reprodução


Imagens de um documentário de TV mostram o biólogo Jeremy Wade com um peixe tigre golias (Hydrocynus goliath) com mais de 36 kg encontrado no rio Congo, na África. No documentário River Monsters, produzido pelo Animal Planet, o animal parece falso, mas é real e chama a atenção pelos longos e afiados dentes mostrados pelo aventureiro. As informações são do Live Science.

De acordo com a reportagem, peixes mortais, como as piranhas, são muito retratados em documentários e filmes de cinema. Mas a produção mostra outros animais que são encontrados no rio e que normalmente não são vistos por quem está em suas águas.

Dois dos animais mais mortais da África costumam se esconder nas águas turvas de seus rios: os crocodilos e os hipopótamos, ambos responsáveis por centenas de mortes todos os anos.

Por outro lado, a reportagem afirma que apesar do aspecto, o peixe tigre golias não é tão monstruoso assim e, quando pescado, briga tanto quanto uma grande truta.

fonte: discoverybrasil.com

sábado, 4 de setembro de 2010

Pode realmente chover sapos e peixes?

Está chovendo tomate!

Em 2007, na província argentina de Salta, caiu uma chuva de aranhas, de todos os tipos e tamanhos
Christian Oneto
Em 2007, na província argentina de Salta, caiu uma chuva de aranhas, de todos os tipos e tamanhos
Sapos podem viajar distâncias enormes no vórtex de uma tromba d'água. As trombas d'água podem se mover por centenas ou milhares de quilômetros, embora isso seja extremamente raro. É mais comum para os sapos viajar apenas alguns quilômetros antes de desabarem do céu.
Relatos de objetos estranhos caindo do céu são numerosos e variados. Pessoas reportaram chuva de lulas, vermes e peixes. Os peixes são, na verdade, as criaturas mais comuns a caírem do céu, por razões óbvias - eles são muito leves e são os habitantes mais comuns das águas. Mas as trombas d'água podem pegar objetos mais pesados também.
Os ventos de uma tromba d'água podem girar a velocidades impressionantes - até 320 km/h. Esses tipos de velocidades de ventos podem pegar uma grande variedade de carga porque podem sugar objetos que estão até 1 metro abaixo da superfície, e o núcleo de baixa-pressão que elas formam é um vácuo extremamente poderoso comparado com os ventos velozes girando em torno dele. Grandes "pássaros d'água" também caíram do céu. Ao menos uma fonte relata um barco a vela caindo com a chuva. Presumivelmente, uma tromba d'água também pode pegar algumas coisas quando atinge a terra, porque também se tem conhecimento de chuvas de tomates e  carvão.
E também pássaros...
Em março de 2010, moradores de Coxley, na Inglaterra, testemunharam uma chuva de pássaros
Reprodução / Klïstro
Em março de 2010, moradores de Coxley, na Inglaterra, testemunharam uma chuva de pássaros congelados
Os animais não têm de estar perto da água para serem levantados por uma tempestade. Os ventos de alta-pressão da tempestade podem elevar pássaros tão alto que eles congelam, caindo no chão como chuva quando os ventos se dissipam.
Mas é quando sapos, peixes e outros animais aquáticos atingem o solo que as coisas ficam realmente nojentas. É improvável que eles sobrevivam à jornada, à velocidade do vórtex de baixa-pressão e ao impacto com o solo quando o vórtex se dissolve. Geralmente, os sapos morrem, embora não esteja claro quando isso realmente acontece - durante a viagem ou como resultado da queda.
Contudo, às vezes os sapos dão sorte. Quando choveu sapos em uma pequena cidade sérvia, em 2005, as pessoas caminhavam depois da tempestade para ver as ruas cobertas de sapos tentando encontrar o caminho de volta pra casa. 
Para mais informações sobre chuva de sapos e tópicos relacionados, dê uma olhada nos links da próxima página.







fonte: http://ciencia.hsw.uol.com.br/

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Caiu na rede é peixe: americano pesca mil espécies diferentes

Steve Wozniak passou 10 dos seus 47 anos perseguindo as mais diferentes espécies de peixes pelos mares e rios de 63 países. Segundo informações do jornal Daily Mail, mais de 20 mil horas foram gastas em praias, barcos e piers à espera das raridades que lhe trariam um recorde inédito entre os mais dedicados pescadores do mundo. Recentemente, o californiano, gerente de uma companhia de softwares, se tornou a primeira pessoa a pescar mil espécies diferentes.





A busca pelo título começou com uma aposta entre Steve e um amigo: qual dos dois conseguiria pescar o maior número de espécies? “Achei que mil espécies seria um número justo a ser atingido”, ele conta. As inúmeras viagens que fez a trabalho facilitaram a conquista do recorde. Entre uma reunião e outra, Wozniak, em companhia da esposa Marta, sempre arranjava um tempinho na sua agenda para relaxar e pescar. Em 2006, um ano de férias do trabalho aumentou em 180 espécies sua coleção.
   

Histórias de perigo também entraram para o currículo de Steve desde que passou a perseguir o recorde. Em diversas ocasiões esteve perto de ferozes tubarões ou peixes venenosos. Cada episódio terá espaço no livro de memórias que Wozniak está preparando. Após a publicação, o americano pretende visitar novos países e atingir outro recorde. A justificativa para perseguir a marca de duas mil espécies pescadas está na ponta da língua (ou da vara) do aventureiro: “As águas escondem mais de 31 mil espécies. Não será impossível”.

Juliana Bacci

( Fotos: BNPS.CO.UK)

fonte: colunas.globorural.globo.com

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Espécie de peixe sem olhos é achada em MG



 LUIS ROBERTO TOLEDO 
Esse estranho peixe da foto foi reencontrado em águas brasileiras por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Universidade de São Paulo (USP). O curioso animal, com o corpo quase transparente e sem olhos, já havia sido capturado em 1962, num poço em Jaíba, no norte de Minas Gerais. Desta vez, o peixe que foi considerado extinto reapareceu em outro poço mineiro.

A fim de saber mais sobre esse animal albino, o pesquisador Cristiano Moreira, da Unifesp, e sua equipe resolveram conversar com moradores que vivem perto do local onde o peixe foi visto pela primeira vez. E descobriram que ele já havia sido observado nadando muitas vezes em poços comuns que têm contato com o aquífero da região.

“Este foi um dos problemas que tivemos para encontrar o peixe, pois a maioria dos poços abertos que poderíamos acessar para coletar ou colocar armadilhas estavam secos”, disse.

Para fisgar os peixes, eles colocaram armadilhas em áreas mais abertas e conseguriam capturar 34 peixes da espécie, classificada como Stygichthys typhlops .

A descoberta vai permitir aos pesquisadores uma melhor compreensão desse estranho animal, que ainda é desconhecido e está em extinção.

“Morfologicamente, o Stygichthys é muito diferente de qualquer outra do grupo”, disse Moreira, que considera esses peixes como uma “relíquia“.

Keila Cândido
(foto: Cristiano Moreira/divulgação)
fonte: colunas.globorural.globo.com
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